segunda-feira - 19/06/2023 - 12:48h
O outro lado

Greve geral do sindicalismo “é política e eleitoral”, aponta Allysson

O prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) confronta o sindicalismo que decidiu nesta segunda-feira (19), uma greve geral na Prefeitura de Mossoró, a partir do próximo dia 26.

Para ele, o movimento é “político e eleitoral”.

Fala diretamente para o servidor, mostrando alguns importantes benefícios garantidos em seu governo, que inexistiam antes.

Leia também: Sindicatos decidem fazer greve geral a partir do dia 26;

Leia tambémAllysson esclarece PL 17/2023 e empareda oposição e sindicato;

Leia tambémMarleide Cunha cobra retirada de projetos e se preocupa com atestados médicos.

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quinta-feira - 01/07/2021 - 21:22h
Funcionalismo

Sindicato não se entende com prefeitura e volta a fazer ameaça

A Prefeitura de Mossoró recebeu pela quinta vez este ano o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), no Palácio da Resistência, nesta quarta-feira (30). O prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (Solidariedade) conversou com a diretoria da entidade ao lado de equipe de auxiliares.

O prefeito destacou iniciativas que estariam atendendo os servidores, numa realidade  financeiro-administrativa crítica, em face dos problemas herdados. Já o sindicato propaga em seus endereços em redes sociais que não há avanço nas conversas, apesar das portas abertas às discussões.

Reunião serviu para prefeito traçar radiografia da relação com servidor; sindicato não sai satisfeito (Foto: Sindiserpum)

Reunião serviu para prefeito traçar radiografia da relação com servidor; sindicato não sai satisfeito (Foto: Sindiserpum)

“Tem mais de seis anos que o servidor municipal não tinha o tratamento que está tendo agora por parte da prefeitura. Salário-base em dia dentro do mês, adicionais dentro do mês, gratificações dentro do mês, plantões dentro do mês, salubridade dentro do mês e tudo pago. Há quanto tempo isso não ocorria?”, destacou o prefeito.

“Esse um compromisso que estamos tendo com os servidores e é importante deixar claro porque recebemos uma demanda de dívidas salariais em torno de R$ 12 milhões da gestão passada, caiu aqui no nosso colo. Caiu também um deficit previdenciário de R$ 231 milhões. Caiu aqui o 13º atrasado, caiu também a situação do servidor não ter o salário dentro do mês sendo pago de forma completa. Aqui, graças a Deus, os servidores estão dentro do mês com salários pagos, adicionais, 13º salário e tudo de forma completa sendo paga”, acrescentou (veja AQUI).

O outro lado

Já o Sindiserpum diz que não vê avanços e apenas cumprimento de obrigações por parte do gestor. “Em cinco reuniões com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró, o Sindiserpum, quase nada foi atendido das demandas apresentadas, em muito, se ampara o prefeito na lei federal nº 173/2020 que impede aumentos de despesas por conta da pandemia”, afirmou a entidade em seu site na Internet (veja AQUI).

“O Sindiserpum está na iminência de completar 33 anos de luta e por ele já passaram toda espécie de gestor, Alysson é só mais um. O contexto da grave pandemia associado à uma Lei Federal, utilizada como escudo pela gestão, freou neste momento uma parada de advertência. Porém a insatisfação dos servidores públicos começa a crescer. Se o prefeito está pedindo para ver a força do Sindiserpum, este momento vai chegar, pode esperar“, ameaça.

Participantes

Participaram da reunião pelo Sindiserpum, Eliete Vieira da Silva, presidente; Marleide Cunha (vereadora, PT) e diretora de Formação Política Sindical; Izabele dos Santos Aires Martins, vice-presidente; Jerônimo Emiliano Marcolino Apolinário, secretário Geral; Luiz Fernandes da Costa Filho, diretor Executivo; Vencerlina Celina Gondim de Aquino, diretora Financeira.

Pela municipalidade, além do prefeito, João Eider, secretário Administração; Humberto Fernandes, consultor Geral; subsecretário da Saúde Marcos Medeiros; Thiago Marques, assessor especial.

Nota do Blog – O Sindiserpum está no seu honroso papel de cobrar e pressionar o governo. Tem legitimidade e deve continuar sua pressão, mas acho pouco provável que tenha força mínima para liderar qualquer movimento grevista. Na verdade, quer resolver tudo na paz. A intimidação vem há meses, com promessa de greve (veja AQUI e AQUI) e acaba recuando, “esquecendo”. Assim seguirá. Anote.

O Sindiserpum foi recebido pelo atual prefeito com 18 dias do gestão (veja AQUI). De lá para cá, apesar da falta de alinhamento, já foram cinco reuniões de trabalho com a administração. Só para lembrar: A última vez em que a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) concedeu audiência aos sindicalistas foi dia 10 de maio de 2017 (primeiro ano de seu governo) – veja AQUI.

O sindicato levou mais de três anos e sete meses para voltar a ser recebido por um prefeito.

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quinta-feira - 14/01/2021 - 02:22h
Xis da questão

Fátima persegue atualização salarial como fórmula mágica de 2022

Governadora recebeu 4 folhas em aberto de Robinson e tenta fechar débitos de olho em reeleição

O pagamento de mais uma folha remanescente da gestão estadual passada (de quatro que ficaram pendentes), anunciado (veja AQUI) dia passado pela governadora Fátima Bezerra (PT), é um alento para o meio circulante do RN. É um alívio também para mais de 105 mil servidores ativos e inativos, além de ser importante sinalizador político à própria governante.

Mesmo com um governo sem muito a mostrar, Fátima constrói favoritismo ao fazer o que antecessor negligenciou (Foto: Alexis Régis/arquivo)

Mesmo com governo modesto, Fátima constrói favoritismo ao fazer o que antecessor negligenciou (Foto: Alexis Régis/arquivo)

Seu antecessor, ex-governador Robinson Faria (PSD), em campanha para a reeleição em 2018, não conseguiu sequer chegar ao segundo turno, sobretudo pelo peso de meses e meses de salários em atraso.

Robinson deixou importante acervo de obras e ações governamentais por todo o estado. Seu desempenho foi infinitamente superior ao de Rosalba Ciarlini (PP), que lhe antecedeu, mas ficou marcado por uma obrigação basilar que não cumpriu e o condenou à derrota: o não pagamento salarial em dia.

O caso me remete a um diálogo com que tive em abril de 2018, com um secretário do então governador Robinson Faria, sobre seu potencial para concorrer à reeleição. Fui cético. Disse achar muito difícil que ele vingasse, inclusive a ponto de chegar ao segundo turno, caso fosse mesmo candidato.

“Mas, o governador tem muita coisa para mostrar e melhoramos a propaganda”, ponderou o secretário. “É verdade! Mas, se o salário não estiver em dia, isso não terá valor algum. Pode abrir um Restaurante Popular em cada município do estado e isso não adiantará nada”, sentenciei.

Fátima ao fim desse mês de janeiro de 2021 terá concluído a cobertura da terceira folha salarial herdada do ex-governador, além de estar assegurando até o momento a atualização salarial do período correspondente à sua gestão.

O suficiente

Ela e seu governo saíram arrasados das urnas no pleito municipal do ano passado, com reprovação popular em termos de avaliação administrativa. Nos maiores colégios eleitorais – Natal e Mossoró – os seus candidatos também tiveram baixo ou baixíssimo desempenho.

Mas, esses fatos não são determinantes ou antecipam o que ocorrerá em 2022, ano da próxima campanha estadual. Atualizar esse passivo que recebeu de Robinson Faria, sim, dirá muito.

E será o suficiente para credenciá-la à reeleição em 2022.

Hoje, claramente, ela não tem adversários. Nomes tradicionais seguem em queda livre – Alves, Rosado, Maia, Faria etc. – e nenhum emergente (eles existem?) parece estar pronto à contenda.

O bolsonarismo tem dois ministros – Fábio Faria (PSD) e Rogério Marinho (PSDB) – dando as caras com programações administrativas e políticas no estado, mas nenhum deles é individualmente uma força, no momento, para bater de frente com a governadora. Precisarão bastante que o próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) arraste para cima um candidato no RN, como fenômeno que ele particularmente foi em 2018.

Até aqui, a instabilidade político-econômica do país, o próprio humor e verborragia presidenciais não sustentam algo parecido para viabilizar Fábio ou Rogério. O básico, ou ‘cumprir a obrigação’ de pagar salário em dia, pode ser o suficiente para Fátima se reeleger.

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terça-feira - 16/02/2016 - 18:18h
Natal

Juiz determina pagamento salarial em dia para servidores

O juiz Airton Pinheiro, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal, determinou que o pagamento dos servidores municipais até o último dia útil do mês de referência, conforme previsto no artigo 76, IV da Lei Orgânica do Município de Natal. O magistrado concedeu a antecipação dos efeitos da tutela, em ação movida pelo Sindicato dos Servidores Públicos de Natal (Sinsenat), para suspender a eficácia do ato administrativo que modificou o calendário de pagamento dos servidores.

O magistrado determinou ainda que caso haja atraso no pagamento, deverá ser feita a respectiva recomposição, “a qual deverá ser feita através de juros de mora (à taxa básica de juros da caderneta de poupança pro rata die) e correção monetária (pelo IPCA-E) que deverão ser pagos no mês subsequente, relativos aos dias de atraso de cada mês, inclusive, sob pena de execução provisória especifica da obrigação de fazer determinada, através do bloqueio de valores (relativos aos juros e correção)”.

No pedido de antecipação de tutela, o Sinsenat argumenta que os servidores municipais foram surpreendidos com a notícia de que o seu pagamento seria realizado no quinto dia útil do mês subsequente, e não mais no último dia útil do mês de referência.

Aponta que não houve qualquer ato administrativo publicado no Diário Oficial a instrumentalizar a mudança no calendário de pagamento e que a modificação atenta contra o disposto no artigo 76, IV da Lei Orgânica do Município.

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