domingo - 20/10/2019 - 14:38h

Energia solar pode passar por modificações

Por Josivan Barbosa

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou semana passada a abertura de consulta pública para receber contribuições para a aguardada proposta de revisão das regras aplicáveis à microgeração e minigeração distribuídas, principalmente de energia solar.

Em linhas gerais, a proposta da Aneel prevê que usuários de sistemas de geração distribuída passem a pagar pelo uso da rede de distribuição, já que esses equipamentos injetam energia na malha.

Geração poderá passar por modificações que alteram a atual realidade da energia solar no país (Foto: Web)

A regra está prevista para valer a partir de 2020, quando entrar em vigor. Além disso, os consumidores que, até essa data, já possuírem esses sistemas estarão isentos da cobrança até 2030.

Plano de Equilíbrio Financeiro

O governo do Rio Grande do Norte aguarda a aprovação no Congresso do projeto de lei complementar que institui o Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF).  Juntos, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso e Rio Grande do Norte preveem um déficit de R$ 33,8 bilhões para o próximo ano. Apesar de o rombo ainda ser grande, representa ligeira melhora em relação aos R$ 38 bilhões de déficit orçamentário previstos também no conjunto para este ano. Os seis Estados tiveram calamidade financeira decretada na gestão atual ou na anterior.

Déficit orçamentário do RN

O déficit orçamentário do Rio Grande do Norte deve ser de aproximadamente R$ 600 milhões, considerando o fluxo de receitas e despesas do ano. O RN entrou em 2019 com R$ 2 bilhões de restos a pagar sem lastro da gestão anterior. Entre os valores pendentes, foram R$ 820 milhões em pagamentos de folha a servidores. Desse total, o Estado conseguiu saldar cerca de R$ 30 milhões.

O déficit orçamentário para 2020 contido na proposta orçamentária é de R$ 450 milhões. Assim, a negociação com o Governo Federal dentro do Plano de Equilíbrio Financeiro (PEF) e receitas extraordinárias serão a solução para o retorno do Estado à condição de equilíbrio fiscal.

PPP para Mossoró

O município de Mossoró terá mais facilidade de submeter uma proposta de PPP (parcerias público-privadas) com os novos limites para Estados e municípios. O governo Jair Bolsonaro pretende aumentar, de 5% para 15%, o limite de comprometimento da receita corrente líquida (RCL) de Estados e municípios com contratos de parcerias público-privadas. A proposta foi remetida pela Casa Civil à comissão especial da Câmara dos Deputados que discute uma modernização das leis sobre concessões e PPPs.

O aumento do limite deve dar mais fôlego aos governos estaduais e municipais para investimentos na área de infraestrutura, como projetos de mobilidade urbana, mas também tem outro objetivo. O atual teto de 5% pode acabar se tornando obstáculo para que governadores e prefeitos façam PPPs de iluminação pública, gestão de resíduos sólidos, hospitais, presídios, creches, unidades básicas de saúde.

Juros da CEF

A Caixa Econômica Federal vai ampliar e aprofundar a sua estratégia de redução de juros. A nova frente de competição será a redução das altas taxas cobradas no rotativo do cartão de crédito. O banco federal também prepara novas rodadas de queda nos juros do cheque especial, que estão em 9,4% ao mês e poderão cair a percentuais entre 3% e 4% ao mês. Segue na mira também o crédito pessoal não consignado.

Supermercados

O Carrefour Brasil tem uma nova estratégia para o formato de supermercados. Vai usar marcas regionais por meio de parcerias ou aquisições.

Caso o grupo francês de supermercados resolva investir aqui na região de Mossoró, os grupos Queiroz e Rebouças serão os alvos prioritários.

Carteira digital

A criação da carteira de identidade única, nacional e digital, um projeto que passa de gaveta em gaveta no governo federal há 22 anos, precisa de R$ 10 milhões para ser implementado. Este é o valor necessário para comprar um computador para o Serviço de Processamento de Dados (SERPRO) que poderá massificar os dados biométricos coletados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e permitir seu uso por outros órgãos.

A identidade digital é só um dos projetos de modernização do governo parados por falta de recursos, como para o desenvolvimento de um aplicativo que permite regularizar a compra e venda de automóveis.

Agricultura irrigada

A Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de frutas e derivados (ABRAFRUTAS) saiu em defesa dos grandes produtores de frutas. A reação aconteceu depois que a Oxfam Brasil divulgou relatório criticando as condições de trabalho no campo. o relatório da Oxfam apontou que os trabalhadores que atuam nas cadeias de melão, uva e manga no Nordeste estão entre os 20% mais pobres da população economicamente ativa brasileira. Além disso, a organização relatou que, durante suas visitas, notou falta de sanitários, refeitórios e risco de contaminação dos safristas por agrotóxico.

A Abrafrutas afirmou que os trabalhadores da fruticultura estão respaldados por uma série de certificações nacionais e internacionais que garantem sua segurança e bem-estar, sendo a certificação Global Gap a principal delas.

A Abrafrutas negou veementemente os apontamentos do estudo e disse ainda que os produtores da região são fiscalizados rotineiramente por entidades internacionais e brasileiras, como o próprio Ministério do Trabalho.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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quinta-feira - 17/10/2019 - 08:00h
Política

PL faz prévia de 2020 em Encontro Regional hoje

O Hotel VillaOeste vai sediar nesta quinta-feira (17), a partir das 19h, o “Encontro Regional do PL e PL/Mulher”.

O ex-candidato a vice-prefeito de Mossoró e ex-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL) mobiliza filiados e militantes para o evento, que terá palestra do deputado federal e presidente da legenda no RN, João Maia.

Ele dissertará sobre o tema “Parcerias Público Privadas (PPPs, PL 3453/08)”.

A presidente do PL Mulher, prefeita de Messias Targino, Shirley Targino, falará sobre “A importância da participação feminina na política.”

O evento é aberto a outros interessados e partidos alinhados no município. É um nítido sinalizador de afinação com vistas às eleições municipais do próximo ano.

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quarta-feira - 21/08/2019 - 17:00h
Números oficiais

Cidade Junina custou ‘exatos’ 7 milhões de reais à prefeitura

Vereador Genilson Alves defende festa anual, mas aponta necessidade de ter Parceria Público-Privado

O vereador Genilson Alves (PMN) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Mossoró, nesta quarta-feira (21), para outra vez deixar claro, que a bancada de oposição não é contra o Mossoró Cidade Junina (MCJ), mas discorda do formato do evento, completamente financiado pelo contribuinte mossoroense.

Ofício garante que foram investidos exatamente R$ 7 milhões, nem menos ou mais, de dinheiro público (Foto: reprodução)

“O Município precisa fazer uma Parceria Público Privada (PPA). Dos R$ 7 milhões que a Prefeitura diz ter investido no evento deste ano, se a metade desse valor tivesse sido bancado pela iniciativa privada, R$ 3,5 milhões poderiam ter sido aplicados em medicamentos para as UPAs”, observa.

Depois de muito cobrar um relatório financeiro da festa, neste ano, ele recebeu ofício atestando investimento de exatos R$ 7 milhões. Nem um centavo a mais ou menos. Até então, eram escassas e imprecisas informações sobre valores.

Na última segunda-feira (19), a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) antecipou algumas atrações e esboço do planejamento para a versão 2020 do MCJ (veja AQUI).

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domingo - 15/07/2018 - 08:14h

A polêmica em torno dos agroquímicos e seu uso no Brasil

Por Josivan Barbosa

Agroquímicos. A palavra surgiu pela primeira vez em um artigo de 1977. Seu criador refletiu sobre o que existia e não encontrou nada que tivesse etimologia precisa, com sentido científico e que alertasse as pessoas sobre o perigo. “Pensei: É um tóxico”, contou Adilson Dias Paschoal, PhD em ecologia e recursos naturais, a Nelson Niero Neto e Vinícius Galera, jornalistas da revista “Globo Rural” que o entrevistaram em Piracicaba. Ele é o agrônomo que há 40 anos juntou “agros” (campo, em grego), com “tokicon” (veneno), e cunhou o termo “agrotóxico”. A denominação está no epicentro da polêmica ambiental destes dias no Brasil e congrega visões que vão bem além do debate semântico.

Pesticida e praguicida não serviam, segundo ele. Não matam a peste em si mas seus agentes causadores, no primeiro caso, e liquidam muito além da praga, no segundo. Biocida seria “mais realista” mas também um pleonasmo – “Mata o que é vivo ou seria possível matar o que é morto?” questiona. Defensivo agrícola, por seu turno, era intolerável: “É o termo mais incorreto, ambíguo, utópico, vago e tendencioso de todos”. Qualquer técnica usada na defesa da agricultura pode ser considerada um defensivo agrícola. Isso incluiria um sistema mecânico de controle da erosão sem nada de químico. Foi assim que surgiu “agrotóxico”.

O termo, de tão claro, pegou. Entrou no capítulo V da Constituição, o que trata da regulação de propaganda de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias. Mais que tudo, entrou no vocabulário popular. Ninguém busca alface orgânica no mercado dizendo que não quer a outra porque está cheia de “defensivos agrícolas” e, sim, porque “está cheia de agrotóxicos”.

Agroquímicos 2

A Bancada Ruralista tem se comportado como defensora da lei 6.299, de 2002, que tramita no Congresso para agilizar o registro de agrotóxicos no Brasil. O projeto é um dos mais controversos a aterrissar no plenário da Câmara depois de ter sido aprovado, em junho, em comissão especial.

Um dos pontos espinhosos, contudo, é o que na interpretação dos técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) tira dos dois órgãos o poder de veto e decisão sobre o registro e dá a palavra final ao Ministério da Agricultura. O deputado federal ruralista Valdir Colatto (MDB-SC) rebateu a colocação, garantiu que “ninguém tira prerrogativa dos órgãos”. Mas repetiu que o processo é moroso demais.

Mossoró longe de uma PPP

Inexistentes há seis anos, as parcerias público privadas (PPPs) de iluminação pública já são o destaque dos acordos entre prefeituras e setor privado. Entre 2013 e 2017, por exemplo, os Procedimentos de Manifestação de Interesse (PMIs) do segmento saltaram de 2 para 52.

No PMI, o governo abre uma licitação e convoca empresas interessadas a fazerem seus próprios estudos, de maneira a moldar o edital. Ainda que em muitos desses casos a PPP acabe não se concretizando, a simples expansão dos PMIs de iluminação pública mostra o quanto o interesse pelo segmento cresceu, mas na Terra de Santa Luzia, nem se fala em PMI.

De 2013 para cá, por exemplo, foram lançados 186 projetos de iluminação. Entre 22 segmentos listados, o número é menor apenas do que os 188 projetos de saneamento básico. Nos últimos dois anos esse crescimento ficou ainda mais evidente. Em 2016 e 2017, a iluminação liderou o lançamento de projetos: 104, ou mais de 25% do total. O saneamento básico vem em um distante segundo lugar, com 62 projetos.

Alguns gargalos impedem um crescimento ainda maior das PPPs de iluminação. Entre eles estão, por exemplo, a má qualidade de diversos projetos apresentados por meio de PMIs e a incapacidade que muitos dos municípios têm de estruturar ou avaliar esses estudos. A nossa querida Mossoró enquadra-se nos dois gargalos.

Terrenos invadidos

O município de Mossoró contribui para as estatísticas de terrenos públicos invadidos pela população. Um em cada dez municípios brasileiros tem terrenos ou prédios ocupados por movimentos sociais, segundo dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) de 2017, divulgada durante a semana pelo IBGE.

Com todos os problemas habitacionais, a maioria dos municípios continua sem um Plano Municipal de Habitação, como é o caso de Mossoró. De acordo com o IBGE, apenas 39,7% das cidades têm esse planejamento, um documento que faz o diagnóstico habitacional e estabelece objetivos para a área, como a necessidade de expansão de moradias populares.

A vitrine do Ceará

Vitrine do pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), o quadro fiscal do Ceará, apontado em dois rankings como o melhor do Brasil, tem raízes no choque de gestão implementado nos anos 80 pelo então governador Tasso Jereissati (PSDB). Economistas da oposição reconhecem o mérito dos irmãos Ferreira Gomes – e do ex-secretário Mauro Benevides Filho, formulador do programa econômico de Ciro – em não desmanchar o que foi feito. No entanto, questionam a sustentabilidade de um modelo que levou o Ceará a liderar os investimentos dos Estados às custas do crescimento da dívida.

Cartão de crédito

Desde 1º de junho, com as novas alterações na regra do cartão de crédito, o valor para o pagamento mínimo da fatura continua, mas passa a ser determinado por cada instituição financeira, de acordo com sua política de crédito e perfil do cliente. Até então, o mínimo era fixado em 15% do valor total da fatura.

Outra mudança é que os bancos poderão cobrar apenas uma taxa de juros, tanto para o cliente que pagou o mínimo da fatura, quanto para quem pagou menos ou não pagou nada. Antes, os primeiros entravam no chamado rotativo regular, e os segundos, no não regular, com juros mais altos. Para os inadimplentes, haverá aplicação de juros de mora e multa.

Vale lembrar que, desde abril de 2017, é permitido usar o rotativo do cartão apenas por um mês. Após 30 dias, a pessoa precisa pagar o saldo total da fatura. Caso não consiga, a instituição pode oferecer o parcelamento do débito, obrigatoriamente, com juros mais baixos, evitando assim o famoso efeito “bola de neve”, em que a dívida se multiplica numa velocidade alta e se torna praticamente impagável. Para novas compras, entretanto, o crédito rotativo poderá ser utilizado até o vencimento da próxima fatura, e assim sucessivamente.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal do Semiárido (UFERSA)

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domingo - 15/04/2018 - 07:42h

Caminhos para construção de casas populares

Por Josivan Barbosa

A captação de recursos para a construção de novos conjuntos residenciais em Mossoró está em hibernação há algum tempo. Depois do financiamento para o Maria Odete, localizado após o Campus Central da UERN, não se tem notícias de dinheiro novo.

Diante da dificuldade da captação de recursos juntos ao FI-FGTS e a outros programas do Governo Federal, a Prefeitura de Mossoró poderia fazer a tentativa de uma PPP em habitação e construir, pelo menos, 3000 residências para as classes menos favorecidas.

Modelo de PPP em habitação

Uma Parceria Público-Privada (PPP) da habitação tem potencial para atrair o interesse de fundos estrangeiros e nacionais, em um modelo de parcerias com construtoras locais para a realização das obras. E também de grandes incorporadoras especializadas na baixa renda.

O formato de PPP seria prevê que a prefeitura ceda os terrenos e a iniciativa privada assuma a responsabilidade pela construção dos empreendimentos, da infraestrutura pública e de equipamentos públicos, além da prestação de serviços. A licitação seria vencida por quem solicitar a menor contrapartida do município. Quanto mais infraestrutura um terreno tem, maior seu valor e menor a contrapartida a ser paga. A atratividade seria em função da infraestrutura e localização.

A licitação poderia incluir unidades de habitação de interesse social 1 (HSI 1), destinadas à população com renda de até três salários mínimos; HIS 2, oferecidas para quem tem renda de três a seis salários mínimos; e habitação de mercado popular (HMP), para a fatia com renda de seis a dez salários mínimos.

Recursos para a PPP

A concessionária vencedora do processo licitatório da PPP fica responsável por buscar um agente financeiro para oferecer crédito ao projeto. A Caixa Econômica Federal está avaliando ter linha específica de projetos para PPPs. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Caixa informou que estuda a ampliação de seu portfólio de produtos e serviços, com a criação de linhas de financiamento específicas para atender às necessidades dos entes públicos e privados organizados em projetos de PPPs.

Lotes de terrenos em Mossoró para uma PPP

As melhores áreas de terrenos para uma PPP em habitação estão situadas no início da BR 110 (trecho Mossoró – Upanema), trecho da BR 405 entre a sede do município e o distrito de Jucuri e o trecho da RN 015 (Mossoró-Baraúna) nas proximidades das comunidades de Barrinha e Riacho Grande. A prefeitura já possui uma excelente área ao lado da BR 110 que poderia servir como um lote inicial para uma PPP em habitação. As áreas alternativas (estrada de Baraúna e na BR 405) poderiam ser adquiridas pela PMM a preços bem favoráveis.

Uma cidade pequena com uma empresa grande

A CBL Alimentos, maior empresa de lácteos do Nordeste e dona da marca Betânia, fará um aporte de R$ 20 milhões em 2018. A empresa vai duplicar a capacidade da fábrica de Morada Nova (CE) onde produz iogurte e leite longa vida. Parte dos recusos também será destinada a uma nova linha de produtos e à atualização de outras unidades da empresa em Pernambuco e Sergipe.

A empresa está lançando um novo posicionamento no mercado, passando a se chamar Betânia Lácteos, o que valoriza ainda mais a cadeia produtiva de leite do Nordeste. Esta mudança está em sintonia com a entrada no capital da empresa do fundo de private equity americano Arlon.

A unidade de Morada Nova passará a ter a capacidade de produção de 600 mil litros de leite longa vida por dia e de 5 mil toneladas de iogurte por mês. Atualmente a Betânia capta 700 mil litros de leite por dia em 130 municípios do Ceará, Pernambuco, Sergipe, Paraíba e Bahia.

Sal

Conversamos durante a semana com um dos mais experientes gestores da indústria do sal na região da Costa Branca. Ele nos adiantou que no momento há muitas especulações sobre a melhoria no preço do sal. Na avaliação do gestor o volume de chuvas está dentro do inverno considerado normal, com precipitação em Areia Branca na faixa de 500 mm até o momento. Além disso, ele considera que a maioria das empresas do setor está com grande estoque e isto pode ser um fator que retardará a recuperação dos preços no mercado. Vamos acompanhar o desenvolvimento do setor e voltaremos ao assunto nas próximas semanas.

Mais um projeto para dificultar a vida do cidadão comum

O setor financeiro, empresas de telefonia e distribuidoras de energia acompanham com apreensão a tramitação do projeto de lei da Câmara número 1 de 2018, que aumenta a remuneração de correspondentes bancários por boletos recebidos e outros serviços prestados. O projeto pode inviabilizar o funcionamento de cerca de 80% desses postos de atendimento bancário, prejudicando milhões de pessoas e afetando o pagamento de benefícios sociais, como Bolsa Família e aposentadorias.

Direito ao esquecimento

Os políticos citados na Lava-Jato planejam ir aos tribunais pelo direito de serem esquecidos. Eles desejam a exclusão de conteúdo das buscas do Google. Um dos motivos seria a proximidade da campanha eleitoral.

O buscador registrou, desde 2009, quase seis mil pedidos de remoção de conteúdo da página no Brasil – envolvendo mais de 64 mil itens. A maioria dos interessados em excluir as informações justificou o pedido com base no direito à privacidade e à segurança.

Comitê da Bacia do Rio Apodi-Mossoró

Está agenda a 20ª Reunião Ordinária do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Apodi-Mossoró para o dia 20 de abril de 2018, às 10:00 horas, no Auditório Municipal do município de José da Penha/RN. A Pauta será a seguinte: 1. Aprovação da Ata da 19ª Reunião Ordinária; 2. Aprovação do Relatório Anual de 2017; 3. Planejamento de 2018 – PROCOMITÊS; 4. Indicação de membros, titular e suplente, ao CONERH; 5. Situação de infraestrutura de armazenamento e distribuição de água na bacia hidrográfica do rio Apodi-Mossoró; 6. Autodiagnostico municipal sobre recursos hídricos.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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