sexta-feira - 21/10/2011 - 17:38h
Crise no governo

Carlos e secretário tentam segurar Paulo de Tarso

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) e o secretário da Articulação Política, Esdras Alves, tentam demover o secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, a desistir do pedido de demissão.

A crise no governo levou o vice-governador Robinson Faria (PSD) a anunciar agora à tarde o seu rompimento com o governo Rosalba Ciarlini.

Paulo de Tarso, que o assessorou na Assembleia Legislativa e constribuiu à costura de aliança à campanha do ano passado, é-lhe solidário. Também sai.

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sexta-feira - 21/10/2011 - 17:21h
Crise política

Paulo de Tarso sai de governo, solidário a Robinson

Do Nominuto.com

O secretário Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, pediu demissão do cargo à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) na tarde desta sexta-feira (21).

Paulo de Tarso entregou o cargo em solidariedade ao vice-governador Robinson Faria (PSD), que deve romper com a governadora ainda hoje.

O agravamento da crise entre os aliados na campanha de 2010 se deu após demora da chefe do Executivo na nomeação de Robinson para retornar à Secretaria de Recursos Hídricos.

O secretário foi um dos responsáveis pela união e formação da chapa Rosalba/Robinson, no ano passado.

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segunda-feira - 10/10/2011 - 09:38h
Desviando o foco

Governo “esquece” os “supersalários” e “aumentos ilegais”

Há meses que o Governo do Estado não se pronuncia mais sobre dois pontos que fez questão de promover estardalhaço. Pelo visto, era só para desviar o foco de seus próprios pecados.

1 – Cadê uma ação real contra os supersalários que teriam sido localizados no Estado, como herança de gestões passadas?

Foi só barulho para empinar ideia de austeridade? Faltou coragem para enfrentar os detentores dos supersalários?

2 – Por que até agora o Estado não entrou com uma única Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), na Justiça, contra os planos de cargos e salários, com aumentos, aprovados para diversas categorias de servidores estaduais?

O secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, chegou a afirmar que todos, isso mesmo, todos eram “ilegais”.

Se são ilegais e o Estado não reage, há claro sinal de improbidade administrativa e prevaricação (

Veja AQUI detalhes de entrevista que Paulo de Tarso deu à Tribuna do Norte, publicada no dia 12 de junho, em que afirma claramente que todos os aumentos “são ilegais e, por consequência, inconstitucionais”.

P.S – O que é prevaricação? – A prevaricação consiste em retardar ou deixar de praticar devidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. Ou seja, o servidor público que sabe existir uma ilegalidade ou concorre para ela, no serviço estatal, está prevaricando.

Se o governo sabe de ilegalidades e não agiu, lógico que está prevaricando.

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segunda-feira - 19/09/2011 - 23:46h
Nesta terça-feira

Secretários defendem empréstimo na AL

Explicar, tirar dúvidas e defender um empréstimo superior a R$ 540 milhões. Esses os objetivos da presença de dois secretários do Governo do Estado, à manhã dessa terça-feira (20), na Assembleia Legislativa.

Os secretários chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes, e de Planejamento, Obery Rodrigues, estarão na Comissão de Constituição e Justiça, em audiência marcada para as 8h30.

O deputado estadual Agnelo Alves (PDT) é o relator do projeto. E já avisou à imprensa que pretende fazer alterações no texto original do projeto do governo que tenta recursos no Banco Mundial.

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quarta-feira - 07/09/2011 - 15:49h
A doce vida (alheia)

“Boquinha” do TCE pode ser repassada como prêmio

Zunzunzum que vem de Natal garante que o secretário-chefe do Gabinete Civil do Estado, advogado Paulo de Tarso Fernandes, deverá ser acomodado no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

A indicação seria da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Entraria na vaga a ser ofertada com aposentadoria do conselheiro Valério Mesquita, ex-deputado estadual.

Mas também se fala que, prioritariamente, o lugar está guardado para a prefeita mossoroense Fátima Rosado (DEM) ou seu marido, deputado estadual Leonado Nogueira (DEM).

Para que “Fafá” ganhe esse presente ou repasse ao marido, basta tão somente renunciar ao cargo até o próximo ano, para que a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) tome posse na prefeitura e seja candidata à reeleição.

Só isso.

É pegar ou largar, digo, é largar e pegar. Melhor: largue o governo que ganha essa vilegiatura vitalícia.

Ufa!

Nota do Blog – No Paraná, situação parecida de escambo que envolve o TCE de lá, virou escândalo.

Aqui é comentado boca a boca, tema há meses na imprensa, e tudo é encarado com a maior normalidade.

A “boquinha” virou um prêmio à mesa da elite política do RN. E, nesse caso, com mais uma utilidade, caso a facção de Fafá tope o arranjo.

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domingo - 14/08/2011 - 09:11h
Carlos Augusto x Robinson Faria

A cruz e a espada de Paulo de Tarso Fernandes

De Carlos Augusto Rosado (DEM), o chefe do Gabinete Civil do Estado – Paulo de Tarso Fernandes – é muito amigo. Isso, desde os anos 80, colegas que foram na Assembleia Legislativa.

De Robinson Faria (PMN), vice-governador do Estado, o mesmo Paulo de Tarso já foi também assessor na Assembleia Legislativa. É-lhe muito grato; sombram em amizade.

Num hipotético cenário de confronto entre ambos, tenha certeza que Paulo não tomará partido por um deles.

É provável, que simplesmente faça as malas e retorno ao Rio de Janeiro, seu endereço regular e não o ocasional em Natal.

Será uma forma de preservar-se. De manter a amizade, se possível, com os dois.

 

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sexta-feira - 05/08/2011 - 11:31h
Verdade ou balela?

Governo vai acabar ou não com os super-salários, heim?

O Governo do Estado no mês passado inundou os meios de comunicação com o assunto dos super-salários, alguns superiores a Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Prometeu enviar a Assembleia Legislativa mensagem definindo um teto salarial para o Estado.

A Assembleia voltou do recesso, e até agora nada. Ninguém toca no assunto. Nenhum “piu”. A própria “oposição” tem comportamento conivente e omisso.

Teria servido a matéria tão somente para desviar a atenção das inúmeras greves e da crise de mentalidade e métodos do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), que até aqui anda em círculos?

Teriamos funcionários com super-salários, amigos do poder, que não gostaram de ser usados para desviar a atenção?

Acontecerá o que aconteceu com o Governo Wilma de Faria (PSB)-Iberê Ferreira (PSB), que embora tenha enviado duas mensagem para a Assembleia Legislativa, estas nunca foram votadas?

Bem, pelo menos o governo passado mandou a mensagem.

Depois de contra-cheques divulgados nos jornais, tudo cairá no esquecimento?

Alguém aí tem a resposta?

Governo, pronuncie-se. Oposição, diga alguma coisa. Desembuchem!

Pobre Rio Grande “Sem Sorte”.

P.S – E o secretário Paulo de Tarso Fernandes chegou a afirmar em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, no dia 12 de junho, que todas as leis de aumento salarial aprovadas no governo passado eram ilegal.

Mas até aqui o atual governo não as questionou no campo judicial.

Isso é prevaricação, improbidade administrativa. Saber que existe uma ilegalidade e não agir contra ela, é crime.

Ou será que foi também uma forma de desviar a atenção da real crise no governo? Ou seria um jeito de intimidar os servidores em greve?

Repito: pobre Rio Grande “Sem Sorte”.

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terça-feira - 26/07/2011 - 16:13h
Pergunta obrigatória

Leis de aumentos salariais são ilegais ou não, secretário?

“Atualmente tem o impedimento desses limites (Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF), mas as leis estaduais aprovadas são ilegais e, por conseqüência, inconstitucionais”.

Sabe de quem é este comentário acima e quando foi proclamado?

É do secretário-chefe do Gabinete Civil do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), assinalado em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, no dia 12 de junho deste ano.

Ele referia-se às leis que estabeleceram aumentos salariais para diversas categorias funcionais do Estado.

Agora, humildemente, faço uma pergunta:

– Já que as leis são ilegais, por que o Governo do Estado não as questiona em instância judiciais superiores e acaba com esse lengalenga com servidores públicos?

Se o Estado, depois dessa declaração de Paulo de Tarso, não fizer nada para desmanchar o que é “ilegal”, estará incorrendo em deslizes capazes de comprometer até o próprio mandato da governadora.

Ou será que foi mais um arroubo para intimidar os servidores?

Se há ilegalidade, cabe uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), protocalada no Supremo Tribunal Federal (STF). Se o governo assim não agir, estará prevaricando, caindo no pecado da improbidade.

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quarta-feira - 20/07/2011 - 12:25h
Cara a cara

Paulo de Tarso encara protesto contundente de professores

Faixa mostrou indignação do professorado; secretário aguentou calado o protesto

Do Blog Santana do Matos em Foco AQUI

A visita do todo-poderoso Secretário Chefe Casa Civil do Governo do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, ao município de Santana do Matos, na noite de ontem (19), para participar dos festejos da padroeira Senhora Santana, foi marcada por um protesto dos professores da rede estadual que estão em greve há 78 dias.

O Secretário Paulo de Tarso, que se encontrava na 1ª fila assistindo ao show de violeiros, foi surpreendido pelos professores que entraram no local e exibiram uma faixa de protesto contra a governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Na ótica dos manifestantes, ela vem maltratando e desrespeitando a categoria há quase 80 dias.

Paulo de Tarso, os professores santanenses estão decepcionados com o desprezo do governo para com nossa categoria – assinalava o texto da faixa.

O protesto não se resumiu apenas aos professores, tendo em vista que uma das duplas de violeiros que se apresentou no evento, também incluiu nos seus versos o tema “greve dos professores”. Culpou o Governo do Estado pela falta de respeito e de compromisso para com a Educação e com os profissionais do magistério.

Paulo viu o que não queria

Nota do Blog – O Governo do Estado, pela forma antipática e às vezes arrogante com que tratou a questão, desde o começo, criou uma multidão de insatisfeitos e ressentidos.

Se hoje desse 100% de aumento para o professorado, a governadora ainda não conseguiria arrancar o que inoculou na alma dessa gente.

Faltou bom senso, mais do que dinheiro e compromisso verbal.

Faltou capacidade de diálogo; sobrou comportamento autocrático e às vezes até uma linguagem estúpida que poderia ter sido evitada.

Agora terá que pagar o preço pelos desatinos.

Nos próximos anos de gestão, a tarefa de recompor imagem será extremamente árdua.

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segunda-feira - 18/07/2011 - 16:06h
Fátima Bezerra prevê

Greve da educação deve terminar esta semana

A deputada federal Fátima Bezerra (PT) e representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública (SINTE) avaliaram como positiva a reunião de negociação que tiveram com o chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso, na manhã desta segunda-feira (18).

O Governo assegurou que pagará aos professores o piso salarial assegurado por Lei e confirmado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que acompanhará o aumento do piso já sinalizado para janeiro, em torno de 21%.

Paulo de Tarso também se comprometeu, pela primeira vez, a estudar a proposta de tabela remuneratória apresentada pelo Sinte, onde os professores ficariam com os salários um pouco menores que os demais servidores do estado. Na reunião, Fátima Bezerra lembrou ao chefe de Gabinete que o que os professores estão propondo se assemelha à proposta que tramita no Congresso Nacional de equiparar o salário dos professores de nível superior à média dos salário dos demais funcionários com mesmo nível de escolaridade.

Fátima Bezerra disse que estava “animada” com o desfecho da reunião.

“Pelo que eu vi e ouvi do Sinte e do chefe de Gabinete Paulo de Tarso, creio que a greve terminará nesta semana”.

Uma nova reunião entre Sinte e Governo foi marcada para quarta-feira. A deputada Fátima Bezerra confirmou presença.

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terça-feira - 12/07/2011 - 19:22h
Diálogo

Governo recebe estudantes em busca de acordo

O secretário-chefe do Gabinete Civil do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, se reuniu, hoje à tarde, na sede da Governadoria, com representantes do Comando de Mobilização Estudantil de Mossoró (COMEM) e do movimento #levantedoelefante para discutir as reivindicações dos estudantes da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) .

A reunião havia sido marcada ontem, após um grupo de 20 manifestantes do #levantedoelefante acampar em frente à Governadoria.

O estudante de História, Max Medeiros, um dos fundadores do COMEM, classificou o encontro como “produtivo”, mas disse que a pauta do movimento “ainda não foi conquistada”.

Entre os itens reivindicados, o movimento quer o descontingenciamento da verba destinada à UERN, reduzida em 30% pelo governo do Estado, como parte do pacote financeiro para cortar despesas, anunciado pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Saiba mais AQUI.

Nota do Blog – Nada melhor do que a via do diálogo.

O governo, pressionado, é obrigado a sair do seu pedestal e ouvir os administrados, como é necessário em qualquer ambiente democrático.

Vale informar que hoje mesmo estudantes que ocupavam a sede da 12ª Diretoria Regional de Saúde (DIRED), em Mossoró, há quase 30 dias, deixaram o prédio de forma pacífica. Não houve qualquer tipo de depredação. Fizeram um movimento emblemático, de defesa da educação e da Uern, num ato político que desconcertou o governo.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 19:02h
Entendimento

Detran e Fundação José Augusto acabam greve

Os servidores do Detran e da Fundação José Augusto decidiram acabar com a greve que empreendiam há vários dias. Retomam o ritmo normal de trabalho.

A decisão ocorreu nesta segunda-feira (11).

Aceitaram a proposta apresentada pelo governo na última sexta-feira (9), em reunião encabeçada pelo pelo secretário da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes.

Pela proposta, o Governo do Estado vai atender ainda neste mês a situação dos servidores que não foram beneficiados com a implantação da primeira parcela dos Planos de Cargos e Salários. Também agilizará medidas para implantar outros planos, em parcelas iguais,  de setembro até dezembro.

O passivo, incluindo a eventual diferença da antecipação do 13º salário, será negociado em setembro com a elaboração de um cronograma.

Na Fundação José Augusto a paralisação arrastou-se por 42 dias. No Detran são quase 50 dias.

Nota do Blog – Nada como o diálogo, o bom senso de lado a lado, a cordialidade, a diplomacia, em vez da arrogância, do desdém e às vezes da provocação.

 

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segunda-feira - 11/07/2011 - 11:02h
Greve na Uern

Grevistas têm nova proposta; Estado não responde

Na última sexta-feira (10), o reitor da Universidade do Estado do RN, Milton Marques, teve audiência com alguns secretários estaduais. Entregou a nova proposta elaborada pela Associação dos Docentes da UERN (ADUERN).

Participaram da reunião o secretário-chefe do gabinete civil, Paulo de Tarso; o secretário de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues; e a secretária de Educação, Betânia Ramalho.

Os secretários não apresentaram resposta às reivindicações dos professores da Uern, já que, segundo eles, as decisões devem ser tomadas com a presença da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

De acordo com a proposta da Aduern, os professores aceitam o pagamento do reajuste em setembro, mas com a condição de que o realinhamento salarial seja retroativo a abril. Além disso, o documento solicita a definição do cronograma de descontingenciamento do orçamento da UERN.

Também sustenta a criação de uma comissão para definição de normas e percentuais de autonomia financeira para a universidade; garantia de atendimento da pauta de reivindicações dos estudantes da instituição; e criação de um fórum permanente de negociação com o objetivo de aprofundar as discussões sobre os demais pontos da pauta de reivindicação da Aduern e demais segmentos da universidade.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Aduern.

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terça-feira - 05/07/2011 - 11:16h
Na luta

Policiais civis, em greve, fazem novo prostesto

O Sindicato da Polícia Civil (SINPOL) organiza mobilização com passeata, carreata, uso de trio-elétrico e panfletagem para hoje às 14h. Será em Natal, na Avenida Rio Branco, Centro.

“O Governo do Estado, demonstrando mais uma vez que não pretende avançar no canal de negociação com seus servidores em greve, descumpre o compromisso com a Assembleia Legislativa, intermediadora do diálogo, e não encaminha contrapropostas no início desta semana, como assegurado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso, ao presidente do Poder Legislativo, Ricardo Motta (PMN)”, conta o Sinpol em nota.

Na quarta-feira passada (29 de junho), em reunião com Paulo de Tarso, Ricardo Motta teve a garantia de que o governo adiantaria uma contraproposta.

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terça-feira - 05/07/2011 - 08:51h
Um Paulo mandado?

Protagonismo de secretário deixa governo em dificuldade

Ao nomear o ex-deputado estadual Paulo de Tarso Fernandes para a chefia de Gabinete Civil do Estado, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) certamente não imaginava que o homem polido, culto e inteligente que se transformara em grande amigo e assessor jurídico, fosse ser o principal protagonista do governo em tão poucos meses.

Pior: Paulo virou um problema.

Suas intervenções tem produzido muitos estragos à imagem do governo, abrindo frentes de antipatias em várias direções.

Já causou polêmica com setores do Judiciário, Legislativo, servidores públicos e do empresariado. Parece um rinoceronte em loja de cristais.

A governadora e seu mentor político e marido, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), romperam com uma máxima na política das altas corporações para cargos estratégicos e podem pagar caro por isso: “não empregue quem você não pode demitir”.

Mas o papel de Paulo de Tarso deve ser visto por outro ângulo: ele pode estar apenas e tão somente cumprindo um script.  Seria o alter ego do próprio casal, fazendo aquilo que Carlos e Rosalba desejam, mas não têm coragem de fazer diretamente.

 

Paulo seria a face visível da intolerância da "Rosa"? (Foto: Blog Jurandi Santos)

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segunda-feira - 04/07/2011 - 18:23h
Declarações de Paulo de Tarso

Fiern evita cair na armadilha do bate-boca com governo

O presidente da Federação das Indústrias do RN (FIERN), Flávio Azevedo, rebateu as críticas direcionadas à entidade patronal pelo secretário do Gabinete Civil, Paulo de Tarso, se dizendo “perplexo, sobretudo pelo papel e responsabilidade que ele [Paulo de Tarso] tem”.

Em coletiva de imprensa convocada na sede da federação, a Casa da Indústria, na manhã desta segunda-feira (4), Azevedo se ateve às três situações evocadas por Paulo de Tarso em entrevista a O Poti, e na qual teria, segundo o presidente, “utilizado o nome da Fiern indevidamente”.

Nota do Blog – Flávio e a Fiern preferiram imprimir um tom técnico à sua réplica, em vez de cair na armadilha da troca de desaforos.

Agiu com sensatez.

Ao que parece, a intenção do Governo do Estado é desfocalizar as discussões, num momento em que está acuado.

A ordem é transferir culpas.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 04/07/2011 - 06:56h
Paulo de Tarso Fernandes

O “Senhor da Guerra” mantém governo no ataque

Secretário absorve o desgaste crescente da administração, mas pode contaminar governadora adiante

Rosalba ouve Paulo, porta-voz e escudo no governo (Versátil News)

É inegável e incontestável a habilidade do advogado Paulo de Tarso Fernandes no trato do direito, uma ciência. Mas a mesma destreza não se confirma na estratégica posição de secretário-chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado.

Sua verborragia contraria a tradição do cargo, tido como de compulsória diplomacia, conhecimento dos meandros do poder e cuidados com a palavra e o próprio silêncio. Mas se fala o que bem entende, o faz sob o endosso e beneplácito de quem deve governar, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

O certo é que os reflexos dessa postura não são positivos. Em nada ajuda o governo a dissipar a crise. Recrudesce o mal-estar e produz uma imagem de antipatia e intolerância da própria administração pública.

Em pouco mais de seis meses de governo, Paulo tem distribuído “porradas” para todos os lados. Da massa de servidores estaduais à Assembleia Legislativa, direta ou indiretamente, passando até pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN).

– Metade do magistério não trabalha; não dá aula – disse ele ao programa “Bom-dia RN” (Inter TV Cabugi), dia 23 de maio.

Dinheiro

Num recado aos outros poderes e órgãos estatais, do Estado, alertou na mesma entrevista: “Tudo vem do mesmo caixa”. Ou seja, que Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público apertassem os cintos também.

Noutro depoimento, chegou a ironizar as greves que pipocam no seviço público do Estado: “São inócuos”. E acrescentou: “Não tem a força de fazer dinheiro”.

Bem antes já acusara os governos Wilma de Faria (PSB) e Iberê Ferreira (PSB) de “irresponsáveis”, culpando-os quanto à suposta crise no erário.

A Assembleia Legislativa, não escapou de sua alça de mira. A série de leis aprovadas pela Casa dificultava o pagamento de reajustes salariais, afirmando que “as leis estaduais aprovadas são ilegais e, por conseqüência, inconstitucionais”. Tudo textualmente declarado ao jornal “Tribuna do Norte”, dia 12 de junho, um domingo.

Simplesmente afirmou, sem rodeios, que o Estado via como “impossível” o atendimento dos pleitos salariais da categoria dos professores. Sabia do dever de cumprir o piso salarial, mas não tinha ideia de quando e como iria cumprir. Tudo assim, “na bucha”, em reunião em seu gabinete no dia 10 de maio.

Nessa ocasião, a propósito, Paulo chegou ao cúmulo de bater com a mão em sua mesa e rispidamente encerrar a conversa

– Reunião encerrada!

Sequer houve espaço para que dois deputados da oposição, que acompanhavam os sindicalistas, Fernando Mineiro (PT) e Larissa Rosado (PSB), pudessem intervir.

Paulo: diplomacia do porrete

Principal protagonista do governo no primeiro semestre, Paulo puxa para si a onda de ressentimentos que cresce em escala geométrica, sitiando a Governadoria. Nesse ponto, pelo menos algo positivo: livra superficialmente a governadora Rosalba Ciarlini de personificar o papel de algoz.

Bem, mas é difícil estimar até quando ele vai blindá-la da “contaminação” que já o atingiu, no posto de “senhor da guerra” na arte de atacar.

Em seu caso, a satanização não tem maiores desdobramentos, haja vista que há muito abandonou disputas por cargos eletivos (é ex-deputado estadual, um dos mais brilhantes, com passagem pela Assembleia Legislativa do RN).

Quanto à governadora, não. Ela tem pressa em sair desse redemoinho, pois fez da política uma profissão.

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domingo - 03/07/2011 - 15:21h
Diplomacia do porrete

Secretário de Rosalba provoca empresariado e servidores

Em entrevista ao jornal “O Poti”, de hoje, o secretário-chefe da Casa Civil do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, volta a jogar “querosene” na inflamável relação entre governo e servidores estaduais. Também sobra bordoadas para o empresariado. Veja esses trechos abaixo:

O Poti – Então, as greves são políticas?

Paulo de Tarso Fernandes – Totalmente políticas. Radicalmente políticas. São conduzidas por essas facções radicais, que infelizmente têm penalizado, no caso da Educação, a juventude. Há um enfrentamento também de setores políticos e empresariais. O governo tem desafiado essas elites, que tomavam conta do governo sem saber diferenciar o público e o privado. Há esse clima de confronto.

O Poti – Que elites são essas?

PTF – Elites que foram derrotadas durante aseleições.

O Poti – Seria o PSB?

PTF – Os derrotados na última eleição. O governo legítimo é o que está no poder. É o que foi eleito. Algumas elites empresariais estão insatisfeitas com a política fiscal e tributária do governo, que exterminou todos os privilégios de tributação.

Nota do Blog – Num delicado momento da gestão Rosalba Ciarlini (DEM), as intervenções de PTF continuam abrindo novas frentes de combate ou mantendo a beligerância com forças já existentes.

Em qualquer compêndio de ciência política ou de estrategia militar, as recomendações são diametralmente opostas às ações adotadas pelo governo de Rosalba.

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quarta-feira - 22/06/2011 - 13:47h
Na pressão

Estado resolve cortar ponto de grevistas

A ordem é radicalizar. Dentro da lei, lógico.

O Governo do Estado decidiu cortar o ponto dos servidores que estão em greve. A notícia é confirmada pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes.

É mais uma medida coercitiva que a gestão Rosalba Ciarlini (DEM) toma, no sentido de conseguir a retomada da normalidade do serviço público em vários setores, alguns vistos como essenciais.

– Vamos apenas cumprir o que determina a Lei – justificou Paulo de Tarso.

Detran, professores e Polícia Civil são situações especialmente delicadas para o governo.

Nota do Blog – A greve é um legitimo instrumento de pressão a serviço do trabalhador.

O corte no ponto, por sua vez, amputando salário, é um meio legal do empregador.

O que não aparece nesse enredo, é como o trabalhador voltará ao trabalho, caso realmente essa estratégia dê certo.

O Governo do Estado pode obter uma “vitória de Pirro”, ou seja, um êxito com tantos prejuizos que não terá como se emendar adiante.

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quarta-feira - 15/06/2011 - 11:03h
Linguagem confusa

A crise “babélica” de quem ainda não se encontrou no poder

Governo Rosalba Ciarlini "vende" três álibis para explicar problemas; sua postura irrita os servidores

 

Rosalba, na posse, enxuga lágrima. Choro mudou de lado (Foto: Canindé Soares)

Insofismável: o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) vive uma crise. Não é apenas financeira, além de administrativa, com inclinação para o descarrilamento político. Temos também uma crise “babélica”, de linguagem. De álibi.

O discurso não se sustenta. Começa de um jeito, passa para outro, pega atalho, dá uma pirueta e forma um oito.

Vejamos uma síntese desse emaranhado de argumentos e hipotéticos sofismas.

De saída, o Governo Rosalba Ciarlini alarmou: avisou que o Estado estava quebrado, por isso não poderia pagar as melhorias salariais a várias categorias de servidores. Era seria a razão. Faltaria dinheiro.

Depois, chegou a informar que o problema mais direto estava relacionado à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ou seja, admitia pagar, mas num tempo mais adiante, quando houvesse condições em caixa e dentro da obediência à LRF.

Agora, mais recentemente, o principal porta-voz do governo, chefe de Gabinete Civil Paulo de Tarso Fernandes, entra noutra seara. Fala sobre ilegalidade das leis que asseguraram novas remunerações aos servidores.

Mistura deputados da legislatura passada e ex-governadora Wilma de Faria (PSB), numa caldeirada indigesta. Todos teriam sido irresponsáveis, na aprovação de cerca de 15 projetos com essa mesma essência, sem um estudo de impacto na folha de pessoal.

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Em resumo: o Estado vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para sustentar a aspiração de simplesmente não pagar. Com ou sem limite prudencial da LRF, quebrado ou superavitário o Estado.

Quer zerar tudo.

Os efeitos colaterais desse comportamento oscilante, intempestivo e que alimenta o confronto, são ainda imprevisíveis.

Como há um fosso, um hiato, que novamente começou a separar sobremodo Estado dos servidores, tudo pode acontecer, em prejuízo ao administrado. Falo sobre o cidadão comum, que precisa de segurança, saúde, educação etc. a contento.

Claro que o Estado não pode arrecadar tão-somente para servir aos seus funcionários. Claro que é necessário uma sobra além do custeio, para investimentos.

Encontrar essa fórmula, pela via do confronto, é quase impossível.

A crise babélica revela que método e mentalidade desse governo são atrasados. Até o momento, apenas bota mais querosene na fogueira, vociferando em vez de falar.

Está ruim? Pode piorar.

O Estado não é a Prefeitura de Mossoró e o Rio Grande do Norte não é Mossoró.

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segunda-feira - 13/06/2011 - 14:10h
Perguntar não ofende:

Robinson Faria também é culpado por “ilegalidades” das leis?

Diante da tese de setores do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), de que todos os aumentos dados a categorias funcionais do Estado, estariam na ilegalidade, seria bom ouvir uma pessoa-chave nesse enredo. Uma voz necessária.

O que pensa o atual vice-governador e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Robinson Faria (PMN), quanto ao que é imputado a ele?

Afinal de contas, nada teria sido aprovado, transformando-se em lei, sem aval da Casa, conduzida por Robinson em quatro mandatos presidenciais durante oito anos consecutivos.

Os secretários de governo, Paulo de Tarso Fernandes (Gabinete Civil) e Anselmo Carvalho (Administração e Recursos Humanos), citaram em entrevistas à imprensa, que os projetos deveriam ter uma justificativa, com arrazoado atestando capacidade do Estado em cumprir as leis.

Ambos afirmaram que os projetos eram desprovidos de um estudo mínimo sobre impacto dos reajustes na folha de pessoal.

“As mensagens só tinham uma folha com três parágrafos, sendo um de saudação aos deputados, o segundo (sic) dizia o que era e o terceiro com o fechamento”, citou Anselmo ao jornal O Mossoroense, que este Blog reproduziu em postagem no dia passado (AQUI).

Robinson Faria também é culpado pela suposta “ilegalidade” das leis?

E aí, heim?

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Categoria(s): Política
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