sexta-feira - 18/01/2013 - 08:44h
Entrevista

Um olhar sobre a Uern, por Pedro Fernandes

O pré-candidato a reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professor Pedro Fernandes, será entrevistado especial do Blog Carlos Santos no próximo domingo.

Ele será sabatinado sobre temas diversos da instituição e que dizem respeito à sua própria postulação.

Autonomia financeira da Uern, paridade de voto no pleito universitário e relação com o Governo do Estado estão na pauta.

Aguarde.

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quinta-feira - 10/01/2013 - 12:56h
Uern

Pedro e Aldo se apresentam como candidatos de Milton

O pré-candidato a reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), professor Pedro Fernandes, admite entusiasmo pela receptividade de sua postulação a reitor e em favor do seu vice, o também professor Aldo Gondim. O próprio reitor da instituição, Milton Marques, declarou sua preferênica por ambos.

Na última terça-feira (8), à tarde, no endereço residencial de sua família, ele reuniu considerável número de apoiadores, militantes e colaboradores à postulação.

Fez um breve relato de sua história na Uern, onde ingressou em 1998, quando foi aprovado em concurso público como docente. Pedro falou de sua dedicação e abdicações que precisou fazer para sua formação, que foi revertida também em prol da pesquisa e pós-graduação na instituição, como a instalação do mestrado em ciências da computação, um dos primeiros instalados na gestão do reitor Milton Marques, onde Pedro Fernandes participou de forma decisiva no processo.

Milton

Pré-candidato a vice-reitor, Aldo Gondim destacou seu trabalho em prol da extensão na Universidade. Ele está na instituição desde 1987 e fez parte da equipe para o reconhecimento do curso de educação física. “Minha história é de pé no chão, na sala de aula, nos projetos de extensão nos bairros, na penitenciária, em todos os locais. Nunca pensei em ser pré-candidato a Vice-Reitor. Foi um projeto que caiu na minha vida e eu abracei”, afirmou o pré-candidato.

O atual reitor, professor Milton Marques argumentou sua opção em apoiar o projeto de candidatura dos professores Pedro e Aldo, baseado nas necessidades da Universidade.

“Nossa Universidade ainda é muito jovem e temos muitos desafios. Existem muitos candidatos, mas é preciso escolher o melhor para a Uern. Estamos diante de um jovem doutor que só faz universidade. Temos a necessidade da verticalização para continuar crescendo e encontramos na pessoa de Pedro a capacidade de fazer isso. Aldo, por sua vez, é a moderação de um professor que já está quase se aposentando, mas que ainda tem muito a dar por amor a esta universidade”, afirmou Milton Marques.

 

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quarta-feira - 09/01/2013 - 19:02h
Uern

Professora desiste de ser o que na verdade não era

A professora Moêmia Gomes, até então se apresentando como pré-candidata à reitoria da Universidade do Estado do RN (UERN), anunciou desistência desse projeto. Ao mesmo tempo, apresentou escolha de nomes ao pleito de reitor e vice.

Segundo ela, após conhecer e avaliar junto ao seu grupo de apoio, as propostas dos demais candidatos, decidiu de forma democrática externar seu apoio aos pré-candidatos Pedro Fernandes e Aldo Gondim, nomes a reitor e vice.

Acrescenta, em nota à comunidade uerniana, que é pelo compromisso com a instituição que os mesmos demonstram ter, por acreditar que as idéias e os ideias dos mesmo comungam com mesmo espírito de gestão em acredita.

Nota do Blog – Estava escrito nas estrelas que a professora Moêmia desistiria. Na verdade, ela nunca foi mesmo pré-candidata à reitoria.

Procurou trabalhar seu nome para vice de Pedro Fernandes, mas não se viabilizou.

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terça-feira - 08/01/2013 - 07:02h
Uern

Reitor explica demissões apontando falta de “confiança”

Sob o título “Trabalho, hierarquia e confiança”, além de outros intertítulos, em coluna que assina no jornal Gazeta do Oeste, o professor-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), Milton Marques, deixou claro no último domingo (6) o porquê da demissão de dois pró-reitores (Severino Neto, Planejamento, Orçamento e Finanças; e Joana Lacerda de Recursos Humanos e Assuntos Estudantís) de sua equipe, há poucos dias.

Ele apóia à sua reeleição o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação – professor Pedro Fernandes.

“Há entre as pessoas que convivem próximas, ou seja, tem um mesmo objetivo, uma mesma meta ou mesma missão, um sentimento que é soberano sobre todos os demais chamado confiança. Esse verniz é tão nobre que uma vez “riscado” não será reposto sem deixar sequelas. É um sentimento surdo e profundamente subconsciente, isto é, está além da consciência. Ser pronunciado: “eu tenho confiança em você” ou “você pode confiar em mim” tem aplicação relativa porque, na verdade, confiança é sentir”, assinalou.

“(…) Entre duas pessoas que trabalham com um mesmo objetivo, por exemplo, cumprir projeto, programa e metas em uma empresa, realizar um trabalho público comum, ou seja, em que uma ação se complementa com a ação do outro, a medida em que entre as partes há quebra de confiança o produto final que perseguem não mais se realizará a contento. A consequência será prejudicial para a instituição ou órgão, a quem os dois haviam se comprometido a oferecer o melhor, a ponto de atingir o ideal. Em outras palavras, o bem maior a ser preservado deve ser sempre o órgão ou instituição pública ou privada, assim como em um casal o bem maior deve ser sempre a família, os filhos”, apontou.

Adiante, ainda arguiu: “Acontece que, às vezes, há outros fatores menores que influenciam na relação das pessoas e se intrometem abalando a tão indispensável confiança entre as duas. Mas deve ser entendido que a confiança, quando existe, ela é soberana a tudo. Resiste todas as intempéries. Não porque deva, por doutrina, conveniência ou coisa assim, mas porque na verdade ela, a confiança, é algo sublime e muito precioso, superior a razão. Não há nada igual na vida.”

Destacou, também, que “numa relação hierárquica, entre dois atores, havendo quebra do vínculo político entre eles, por exemplo, mas permanecendo a confiança, o motivo político não terá a menor importância. O vínculo hierárquico permanecerá autêntico. Os exemplos estão por todo tempo e em diversos lugares. Quando, entretanto, a matriz atingida é a confiança, e sendo esta soberana sobre todos os demais sentimentos há em consequência ações das mais variadas”.

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segunda-feira - 07/01/2013 - 11:13h
Uern

Pró-reitores são demitidos em meio à sucessão

Dois pró-reitores da Universidade do Estado do RN (UERN) foram exonerados.

São os professores Severino Neto (Planejamento, Orçamento e Finanças) e Joana Lacerda (Recursos Humanos e Assuntos Estudantís).

Os dois estariam em campanha em favor, respectivamente, dos pré-candidatos a reitor Gilton Sampaio (diretor do Campus de Pau dos Ferros) e Ana Lúcia Dantas (Campus de Natal).

O nome da preferência do reitor Milton Marques é do professor Pedro Fernandes, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação

Minha saída do cargo foi motivada pela impossibilidade pessoal de apoio à candidatura indicada pela administração da UERN, após eu declarar para o conjunto da equipe que minha candidata a reitora é a Professora Ana Lúcia Dantas, atual diretora do Campus de Natal – revelou Joana Lacerda ao Blog Panorama Político.

Disputa pela por cargos de reitor e vice, em pleito marcado para março, começa a esquentar.  Literalmente.

Nota do Blog –  O registro para candidatura a reitor e vice-reitor será entre os dias 21 e 25 deste mês. A campanha eleitoral será no período de 18 de fevereiro a 19 de março.

A votação para reitor e vice-reitor acontecerá no dia 20 de março.

As votações ocorrem em faixas distintas. Os segmentos da Uern votam em separado para reitor e vice.

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terça-feira - 11/12/2012 - 08:30h
Pedro Fernandes

Um favorito e o cortejo para chapa “fechada” na Uern

A corrida eleitoral sucessória na Universidade do Estado do RN (UERN) tem um nome com claro favoritismo, em face das costuras de bastidores para composição de chapa: é o professor Pedro Fernandes, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação.

Ele seria a preferência do reitor Milton Marques à sua substituição.

Nesse cenário, é fácil a identificação de movimentos que visam estabelecer caminhos à formação de chapa “fechada” com Pedro.

É o caso da mobilização desencadeada para fazer a professora Noêmia Gomes (pró-reitora de Ensino de Graduação) sua vice.

À semana passada, Noêmia era apresentada como pré-candidata à reitoria. O que é pouco provável que ocorra. Não é esse o objetivo da estratégia.

Na verdade, o trabalho de bastidores tenta empurrá-la a vice.

P.S (23h24 de 11 de dezembro de 2012) – O nome correto da pró-reitora de Ensino de Graduação é “Moêmia”e não “Noêmia”, como está grafado acima.

Obrigado àquelas pessoas que me alertaram sobre o deslize.

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domingo - 09/12/2012 - 03:37h

Sucessão na Uern

Por José Ronaldo Pereira da Silva

Aproxima-se mais um processo sucessório na reitoria da Universidade do Estado do RN (UERN). Até o presente, três pré-candidatos, respaldados por suas respectivas bases de apoio, já estão sendo apresentados à comunidade.

Em ordem alfabética: Ana Dantas (diretora do Campus da Capital), Gilton Sampaio (Diretor do Campus de P. dos Ferros) e Pedro Fernandes (pró-reitor da PROPEG).

Outros candidatos ainda poderão surgir (ou não). O que parece é que ninguém deixará de votar por falta de uma opção. Em um cenário ideal, todos os candidatos teriam as mesmas oportunidades para se apresentar e divulgar o seu projeto de gestão. E o modelo que mais se aproxima disso é o debate “face to face” (como costumam dizer os americanos).

Quem não conhece os candidatos tentará conhecer o currículo deles. Talvez dêem muita importância à sua experiência como gestor de ensino, pesquisa e extensão. Mas não é só isso, um bom candidato deve ter experiência na gestão de pessoal, na mediação de conflitos nos diferentes setores acadêmicos e nas relações da universidade com a sociedade (que paga a conta).

Tudo isso vem à tona durante os debates.

Está também se aproximado a hora das diversas entidades acadêmicas representativas (Aduern, Sintauern, DCE/Ca’s, faculdades e campi) apresentarem suas propostas aos candidatos. Essas entidades obviamente não devem “apoiar” um candidato, mas é importante que os seus representados saibam quem se compromete com as propostas de suas entidades representativas.

E não basta uma fala do candidato durante uma visita à entidade para convencer o eleitor, o compromisso deve ser assumido publicamente, e um debate é um bom momento para isso. É também preciso ter em mente que se trata de um processo de escolha, não de uma luta do bem contra o mal.

O debate deve ser de idéias, a crítica deve ser precisa para atingir apenas o modelo de gestão ou a idéia, nunca o candidato. Aos apoiadores cabe convencer o eleitor expondo a capacidade do seu candidato e potencial de suas idéias, e não usando os defeitos dos outros candidatos.

É igualmente importante lembrar que somos todos pela UERN e se fizermos isso, nunca abriremos entre nós abismos tão grande que não possamos superá-los depois. Devemos estar prontos para nós unirmos em defesa da UERN, e a julgar pelos últimos acontecimentos, pode ser também que nem demore tanto tempo para isso acontecer.

Façamos os debates e se aproveitamos o momento para promover uma discussão profunda sobre a situação atual e o futuro da UERN já teremos sido todos vitoriosos.

José Ronaldo Pereira da Silva é professor-doutor da Uern, do Departamento de Física

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sexta-feira - 07/12/2012 - 10:47h
Moêmia Gomes

Novo nome na disputa à reitoria da Uern

A sucessão do reitor Milton Marques, na Universidade do Estado do RN (UERN), ganha novos componentes com a entrada da professora Moêmia Gomes na disputa.

O seu nome, recentemente lançado por um grupo de professores, foi o mais veiculado na imprensa e comentado nos bastidores da universidade ao longo desta semana.

Coloca mais discussão no processo sucessório.

A especulação em evidência, que identifica possibilidade de comunhão de forças entre a professora Moêmia Gomes e o professor Pedro Fernandes, outro pré-candidato a reitor.

Os dois fazem parte da equipe de Milton Marques, como pró-reitores de Ensino de Graduação e de Pesquisa e Pós-graduação.

São dois professores doutores, com perfis acadêmicos que – em tese – se complementariam.

O processo eleitoral interno ainda tem um longo período a ser percorrido, até às eleições do próximo ano.

Moêmia e Pedro são parte dessa engrenagem, em que existe crescente discussão entre os segmentos.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

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