segunda-feira - 03/06/2019 - 11:28h
Carlos Santos

“Campanha de Rosalba começou ao final do 2º turno de 2018”

Em entrevista aos jornalistas Carol Ribeiro e Vonúvio Praxedes, o editor deste Blog foi sabatinado sobre recente pesquisa de opinião pública que avaliou governos Fátima Bezerra (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), bem como sobre outros aspectos administrativos e políticos de ambos governos.

Também conversou com telespectadores e internautas sobre a política mossoroense e a própria sucessão municipal de 2020.

No bloco (vídeo) de abertura, começamos a falar aos 6 minutos e 50 segundos.

– Há um prazo de validade, um crédito pra Fátima Bezerra.

– Rosalba no fim do primeiro ano de governo já estava em declínio. Robinson durou um pouco mais…

No segundo bloco, começamos a responder indagações dos jornalistas aos 5 minutos e dez segundos. 

– Segmento da Segurança Pública começa a se impacientar.

– O grande adversário do Governo e do presidente Jair Bolsonaro é ele mesmo.

No terceiro e último bloco, a intervenção do editor desta página tem início com um minuto e 40 segundos falando sobre cenário político em Mossoró.

– A oposição para vencer as eleições em Mossoró não precisa juntar todo mundo no mesmo palanque. Precisa de uma boa chapa.

– Campanha de Rosalba em 2020 começou ao final do segundo turno do ano passado.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 28/05/2019 - 17:36h
Veja

Blog comenta pesquisa Fiern/Consult no Enfoque Político

Nessa segunda-feira (27), o programa Enfoque Político da Super TV de Mossoró nos recebeu para um bate-papo sobre recente pesquisa administrativa Fiern/Consult (veja AQUI e AQUI) e política mossoroense.

No vídeo constante desta postagem está a íntegra de nossa conversa com o âncora do programa, jornalista Saulo Vale.

Leia também: Fátima Bezerra ganha crédito, mas com prazo de validade;

Leia também: Fátima tem desempenho parecido com Robinson e Rosalba.

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segunda-feira - 27/05/2019 - 10:11h
Super TV

Blog fala sobre política e pesquisa no Enfoque Político

O programa Enfoque Político desta segunda-feira (27) recebe o editor do Blog Carlos Santos.

Convite feito pelo âncora do programa, jornalista Saulo Vale.

Saulo e o editor do BCS (Foto: arquivo)

Vamos falar sobre os números da Pesquisa Fiern/Consult (veja AQUI e AQUI), divulgados nesse domingo (26).

Oportunidade para falarmos de números que apontam avaliação dos governos Fátima Bezerra (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), além de temas afins.

Será às 18h45 na Super TV,  Canal 14.1 aberta em Mossoró, 2 em Pau dos Ferros e 13 em Baraúna.

Também pelo 173 do sistema cabo Brisanet e da Fanpage Super TV (AQUI).

Até lá.

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Categoria(s): Comunicação / Política
segunda-feira - 27/05/2019 - 08:44h
Pesquisa e política

Fátima Bezerra ganha crédito, mas com prazo de validade

Governadora precisa mexer-se, ser mais eficaz e diligente para não cair no fosso de antecessores

O resultado da pesquisa Retratos da Sociedade Potiguar, promovida pela Federação da Indústria do Estado do RN (FIERN) – veja AQUI, divulgada nesse domingo (26), mostra o Governo Fátima Bezerra (PT) com fôlego e aval popular. É um crédito, que se diga.

Há motivos para comemoração no governo, alívio até.

Empolgação, não.

Governadora tem motivos para comemorar, mas não é caso de empolgação nesse momento (Foto: UOL)

De fato, quase nada de consistente avançou sob a batuta da governadora Fátima Bezerra, que possa ser creditado a medidas tomadas por sua gestão. Tudo segue muito no limbo, um campo de incertezas.

O crédito é sobretudo decorrente de uma compreensão (que tem limites) de boa parte da população, sobre o próprio quadro falimentar do estado.

Compreensível, em face do entendimento de que ela recebeu um estado quebrado, com quatro meses de salários em aberto, déficit previdenciário monstruoso e crescente, baixíssima capacidade de investimento e escassos recursos para simples custeio.

Parte desse endosso do povo vem da capacidade de Fátima dialogar, talvez o grande mérito da atual gestão, com todos os segmentos políticos e sociais.

A conversa com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), ao mesmo tempo em que ouve os líderes da indústria do RN, assentados na Fiern, tem contribuído para que a governadora tenha 55,35% de aprovação.

Mas é importante observarmos um dos ítens da sondagem feita pelo Instituto Consult, sob contratação da Fiern: – De uma maneira geral, como o(a) sr.(a) (você) classifica até agora, o Governo da Governadora Fátima Bezerra, para o RN?

Pelo menos 38,35% dos ouvidos o citaram como “regular”.

O eleitor em sua maioria mantém crédito na governante e evita um julgamento precipitado. Mas esse ativo pode se deslocar para o andar de baixo. Pode se transformar em passivo de imagem.

Tem prazo de validade, digamos.

Fátima precisa mexer-se, ser mais eficaz e diligente. Antecessores mais recentes viveram situação parecida e depois caíram num fosso abissal, sem recuperação.

E o Estado? É isso que está em suas mãos agora.

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Categoria(s): Administração Pública / Opinião da Coluna do Herzog / Política
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domingo - 26/05/2019 - 18:14h
Pesquisa Fiern/Consult

Aprovação do Governo Fátima Bezerra chega a 55,35%

Eleita com votação recorde, com mais de 1 milhão de votos, a governadora Fátima Bezerra segue com aprovação alta pela população do estado: 55,35% dos potiguares aprovam a sua gestão. O índice dos que desaprovam a gestão Fátima ficou em 23,18%. Os dados são da Pesquisa Retratos da Sociedade Potiguar 2019, encomendada pela Federação da Indústria do Estado do RN (FIERN) ao Instituto Consult Pesquisa.O levantamento foi feito em 57 municípios, em 12 regiões do Rio Grande do Norte, durante o período de 17 a 20 de maio, com margem de erro de 2,3%.

O índice de aprovação é maior nas regiões Central Cabugi, com 71,7%; Alto Oeste, com 64,3%; e Sertão Apodi, com 62%. Além disso, a governadora é melhor avaliada pelo público feminino, com 56,8%, na faixa etária até 24 anos – 59,3%, e com nível superior completo – 63,6%.

Apesar de ter obtido apenas 39,24% dos votos válidos em Natal, a aprovação da governadora na capital agora é de 58,2%. Na Grande Natal, a aprovação chega a 49,5%.

Pior desempenho é em Mossoró

Enquanto isso, o pior desempenho da governadora concentra-se em Mossoró, com 42,5%, e no Trairi, com 30,7%.

31,47% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 18,11% disseram ser ruim ou péssimo. Nas regiões Central Cabugi/Litoral Norte, Serão Apodi e Alto Oeste a classificação positiva do Governo do Estado ultrapassa os 40 pontos percentuais.

Também foi aferida a confiabilidade na governadora e ela está alta. Pesquisa mostrou que 49,06% dos entrevistados afirmaram confiar na atual gestão estadual, enquanto os que não confiam somam 31,24%.

Apenas 19,71% disseram não saber responder.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Veja a íntegra da pesquisa clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
domingo - 26/05/2019 - 17:34h
Pesquisa Fiern/Consult

Pelo menos 60,58% reprovam o Governo Jair Bolsonaro no RN

A desaprovação do Governo do Presidente Jair Bolsonaro, nos primeiros cinco meses de gestão, entre os norte-rio-grandenses é de 60,58%. O índice é maior entre o público feminino (64%), jovem com idade até 24 anos (65,5%) e 25 a 34 anos (61,8%) e entre os com nível superior de escolaridade (66,8%).Os números são da Pesquisa FIERN/CONSULT no projeto Retratos Da Sociedade Potiguar 2019, divulgada neste domingo (26), feita sob encomenda da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN) ao Instituto Consult Pesquisa, entre os dias 17 a 20 de maio, com 1.700 entrevistas, nas 12 regiões do estado. A sondagem tem margem de erro de 2,3%.

Na estratificação por região, a desaprovação é maior no Alto Oeste (72,2%), seguido por Mossoró e Central Cabugi (68,3%, ambas) e Sertão do Apodi (68%). Mesmo em Natal, onde obteve números expressivos na eleição (52,98% dos votos), 65% desaprovam o governo.

Piores resultados

E 55,18% dos potiguares avaliam Governo do Presidente Jair Bolsonaro como Ruim (19,47%) ou Péssimo (35,71%).  Somente 15,23% consideram Ótimo (3,29%) ou Bom (11,94%).

Os piores resultados foram registrados nas regiões do Alto Oeste Potiguar que, somados, registram 67,8% de ruim ou péssimo, seguidas pelas regiões Sertão do Apodi (59%) e Mato Grande e (58,9%).

A pesquisa aferiu ainda o grau de expectativa do potiguar em relação ao Governo Federal. Para 46,65% dos entrevistados o presidente fará um governo Ruim (24%) ou Péssimo (22,65%). Outros 23,82% esperam um governo Bom ou Ótimo. As piores expectativas estão na população do Alto Oeste Potiguar (58,2%), da Central Cabugi (56,7%) e Natal (54,8%).

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 12/03/2018 - 12:58h
Análise

Zenaide Maia é uma realidade eleitoral em disputa acirrada

Garibaldi e Agripino vão à reeleição em campanha que parece não ter espaço para 'novidades' maiores

A disputa eleitoral ao Senado da República este ano no Rio Grande do Norte e nos demais estados federados terá duas vagas. No ambiente potiguar talvez tenhamos uma das contendas mais emocionantes, conforme já apontam números de pesquisas (dezembro de 2017 e fevereiro de 2018).

A sondagem mais recente, divulgada na sexta-feira (9) pela FM 98.9 e o Instituto Consult, foi realizada entre dias 24 e 27 de fevereiro. A anterior teve coleta de dados entre 2 e 7 de dezembro, sob encomenda da Federação das Indústrias do RN  (FIERN), também realizada pelo Instituto Consult – veja AQUI.

Zenaide marcha com consistência e pode jogar atuais senadores à briga à parte no mesmo palanque (Foto: sem identificação)

O que os números mostram agora, é que a deputada federal Zenaide Maia (PR), pré-candidata ao Senado, é uma realidade em termos de intenções de voto, ameaçando abocanhar uma vaga. Caminha para fazer dobradinha ao governo com a senadora Fátima Bezerra (PT).

O senador José Agripino (DEM) terá maiores dificuldades em conter marcha da parlamentar (sua prima), mas o também senador Garibaldi Filho (MDB) que se cuide.

A pesquisa aponta que Garibaldi é o líder na primeira opção de votos, mas Zenaide já colou nele e há empate técnico na opção “Estimulada” (quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados pelo pesquisador).

O senador emedebista tem 16% e Zenaide soma 14,65. Agripino já ficou com 6,65%. Os demais nomes apresentados aparecem bem atrás (veja boxe abaixo).

Senado – Primeiro Voto

Garibaldi Filho – 16%; (era 15,76% em dezembro)
Zenaide Maia – 14,65%; (era 12,12% em dezembro)
José Agripino – 6,65% (era 6,94% em dezembro)
Carlos Eduardo Alves (PDT) – 4,59%;
Geraldo Melo (sem partido) – 2,88%;
Ney Lopes (PSD) – 1,94%;
Magnólia Figueiredo (SDD) – 1,88%;
Flávio Rocha (sem partido)  – 1,24%;
Fábio Dantas (PSB) – 0,94%;
Joanilson de Paula Rego (PSDC) – 0,82%;
Tião Couto (PSDB) – 0,41%;
Luiz Roberto Barcelos (sem partido)  e outros – Zero%;
Nenhum – 35,53%;
Não Sabe Dizer – 12,35%.

Um fio de esperança aparece para José Agripino, quando se indaga qual o segundo nome ao Senado do entrevistado, apresentando-se a lista de opções. Aí, o senador do DEM figura em primeiro lugar com 7,6% (era 6,18% em dezembro), seguido de Garibaldi com 5,88% (era 3,12% em dezembro) e Zenaide obtém 4,41% (era 3,12% em dezembro).

Na planilha que soma o primeiro e segundo votos ao Senado, Garibaldi é o primeiro lugar com 21,88% (era 18,88% em dezembro), mas Zenaide outra vez está próxima em empate técnico, com 19,06% (era 15,24% em dezembro) e José Agripino é apenas o terceiro com 13,71% (era 13,12%).

Garibaldi e Agripino: reeleição (Foto: arquivo)

Rejeição

O senador Agripino é o campeão de rejeição com 21,7%, seguido de Garibaldi com 16,5%, enquanto Zenaide possui apenas 3,5%.

Os eleitores também foram ouvidos sobre o projeto de reeleição dos atuais senadores. O resultado é de novo bastante desfavorável a José Agripino, num comparativo com Garibaldi Filho. A renovação de mandato do senador do DEM é vista como “ruim” para 29,06% dos ouvidos e “péssima” para 21,82%. A soma bate em 50,88%.

Já Garibaldi Filho ostenta 27,53% de “ruim” e 18,76% de “péssimo”, totalizando 46,29% que não querem sua volta ao Senado.

Pesquisa Espontânea

Um sinalizador de que a briga pelo voto ainda pode sofrer mudanças na movimentação de peças e até com alguma surpresa não observada até aqui, é indicada pela pesquisa com pergunta espontânea (quando o entrevistado cita algum nome de memória, sem ter qualquer opção).

O Não Sabe Dizer atinge 71,2% e Nenhum fica em 22,1%, totalizando 93,3%. Porém mesmo aí, Zenaide (nome menos conhecido num comparativo com os atuais senadores) empina 2,1%, Garibaldi ergue 1,7% e Agripino levanta 1,2%. Atrás deles, nenhuma ‘surpresa’.

Se forem pro mesmo palanque, “casando” votos, Garibaldi e Agripino talvez cheguem às urnas duelando entre si. Quem sobrará, se realmente Zenaide continuar em ascensão? Faça suas apostas. A luta está apenas em suas prévias.

Leia tambémFátima ganha status de ‘favorita’ ao crescer em pesquisa;

Leia tambémFátima Bezerra lidera corrida ao Governo do Estado do RN;

Leia tambémMaioria do eleitor não quer nenhum nome ao Senado;

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sábado - 10/03/2018 - 18:28h
Análise

Fátima ganha status de ‘favorita’ ao crescer em pesquisa

Números dizem que senadora ganhou força em meio a eleitores que até então não tinham preferências

A mais recente pesquisa de opinião pública divulgada no estado, que aferiu o pensamento popular sobre aspectos das eleições deste ano, não apresenta maiores novidades num comparativo com a divulgada no dia 14 de dezembro do ano passado. Mas revela algumas tendências e estimula-nos a algumas previsões que podem se confirmar no pleito de outubro.

Números mostram que Fátima cresce em meio aos que estavam alheios à disputa ao governo (Foto: arquivo)

A sondagem veiculada nessa sexta-feira (9) pela FM 98.9 do Natal, em parceria com o Instituto Consult, teve trabalho de campo entre os dias 24 e 27 de fevereiro. A anterior teve coleta de dados entre 2 e 7 de dezembro, sob encomenda da Federação das Indústrias do RN  (FIERN), também realizada pelo Instituto Consult – veja AQUI.

O que parece mais claro, ainda, é que o eleitor continua distanciado do burburinho político, mas dá sinais de diminuição desse alheamento. Não existe ninguém disparado na preferência popular ao Governo do Estado.

Entretanto tem quem apareça em viés de crescimento e capacidade de avançar mais ainda: a senadora Fátima Bezerra (PT). Ela é o nome a ser batido na corrida ao governo potiguar e tende a ter como principal contendor o prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

Até no quesito “rejeição” eles estão num patamar aceitável, com 11,2% dela e 11,3% dele, contra 51% do governador Robinson Faria (PSD).

A princípio, não existem indícios de que um terceiro nome possa surpreender os dois. A princípio.

Fátima dá um salto à frente

A senadora Fátima Bezerra em dezembro empalmou 20,29% das intenções de voto, saltando agora para 27,12%. O crescimento foi de 6,83%.

Carlos e Jeferson: sem gordura (Foto: Web)

O seu principal adversário e potencial concorrente, prefeito natalense Carlos Eduardo Alves, teve uma ‘engorda’ mixuruca, dentro da margem de erro, saindo de 11,41% para 13,29%, ou seja, elevação de esquálida de 1,88% que nem deve ser considerada.

E é importante se assinalar, que a senadora dá um salto a mais à frente sem praticamente se mexer, em contraponto a Carlos Eduardo que acabou de sair com o moral elevada do “Carnaval Multicultural”, promovido por sua gestão no início de fevereiro.

Até aqui, parece que a gordura do Rei Momo natalense Silvano Jeferson não passou em nada para ele.

É interessante ser destacado também, que caiu quase 10% percentuais o universo de eleitores que estavam alheio à própria disputa que se avizinha. Em dezembro, 41,24% dos ouvidos diziam não ter Nenhum candidato e 11,71% eram da ladainha “Não Sabe”. Total: 52,95%.

Agora, na pesquisa FM 98.9/Consult, “Nenhum” ficou em 31% e Não Sabe apareceu com 12,99%. Soma: 43,29%.

Nomes não empolgam, não incomodam

Ou seja, o desinteresse/desinformação quanto à eleição ao governo caiu 9,66%. E quem se capitalizou com isso? Fátima Bezerra. Ela atraiu grande parte desses eleitores que passaram a ter escolha ativa. Cresceu 6,83% nas intenções de voto.

Fábio e Robinson: rachados e minguados (Foto: arquivo)

O governador Robinson Faria não saiu do canto (tinha 5% e agora obteve 5,33%) e o ex-governador Geraldo Melo (sem partido) foi pela primeira vez incluído no formulário de perguntas, alcançando 7,29%. Provavelmente beneficiou-se da faixa de eleitor de Flávio Rocha (sem partido), que estava na pesquisa de dezembro e amealhou 6,59%, mas não foi incluído agora.

O vice-governador dissidente Fábio Dantas (sem partido) – com 1,76% – está há pouquíssimos dias se apresentando como pré-candidato. O desembargador Cláudio Santos (sem partido) e o empresário Tião Couto (PSDB), com 1,29% e 0,47%, nada representam. Encolheram mais ainda, pois em dezembro Cláudio Santos somou 2% e Tião Couto juntara 1,41%.

Leia tambémFátima Bezerra lidera corrida ao Governo do Estado do RN;

Leia tambémMaioria do eleitor não quer nenhum nome ao Senado;

Leia tambémRobinson é campeão de rejeição e reprovação; Agripino o mais rejeitado ao Senado.

O deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade) não teve o nome incluído na planilha. É outro que muito recentemente noticiou que é pré-candidato ao governo, mesmo qualquer pessoa razoavelmente bem-informada sabendo que é puro jogo de cena.

Ele concorrerá à reeleição.

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sábado - 16/12/2017 - 09:38h
Pesquisa Fiern/Consult

É cedo para se afirmar que o “novo” chegará ao RN em 2018

Números de sondagem apontam um caminho e uma aspiração recorrente e visível, mas nada confiável

Uma máxima muito inteligente, do futebol, diz o seguinte: “Treino é treino, jogo é jogo”. Na política, uma expressão que adaptamos em analogia também deve ser respeitada: “Pré-campanha é pré-campanha, campanha é campanha”.

A menos de um ano das eleições 2018 que vão apontar nomes à Presidência da República, Governo do Estado, duas vagas ao Senado da República, oito à Câmara Federal e 24 à Assembleia Legislativa, pesquisa divulgada esta semana (veja AQUI) pela Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), trabalho do Instituto Consult (30 anos no mercado), mostra indicadores de “mudanças” na política potiguar.

Mesmo assim, ninguém se precipite a afirmações definitivas sobre esse rumo do pensamento popular coletado, agora, pelo Consult. O comportamento do eleitor é “normal”, dessa lonjura do pleito.

Na verdade, a pesquisa não trouxe nada de novo e surpreendente. Reflete as vozes das ruas – hoje. Cobra-se o novo, o limpo e nomes de fora da política. Inocente, a maioria do eleitor acredita que possa existir política sem políticos, de Brasília ao RN.

A concepção aristotélica de que “o homem é um animal político”, por si só não basta no que somos como República, pseudo-democracia e o que temos como sistema político-partidário. O patriciado de Roma continua encarnado no régio poder oligarca potiguar, do governismo à oposição.

Numa entrevista ao Portal Noar no dia 23 de dezembro de 2013, a menos de um ano do pleito de 2014, o então vice-governador dissidente da governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), Robinson Faria (PSD), declarou: “Estão me subestimando”.

Numa pequisa divulgada pela mesma página, no dia 23 de dezembro ainda de 2013, o mesmo Robinson tinha posições distantes do topo (veja AQUI).

Antes, até, em agosto de 2013, pesquisa Band Natal/Consult localizava Robinson Faria com apenas 7,06% (veja AQUI) – em quarto lugar na preferência popular. No final do ano seguinte seria eleito governador do estado. Prometia revolucionário na política e gestão pública. Bem…

Nessa época, as pesquisas também prospectavam indisposição popular com políticos, partidos e política. Com base apenas nesse exemplo, mas outros tantos existem, é que o Blog Carlos Santos observa os números da sondagem Fiern/Consult sem cavilação ou precipitação.

Há uma atmosfera favorável à virada de mesa, à alteração de rumos na política do RN, um dos mais atrasados do país em termos de política, de um eleitorado bastante conservador e em boa parte puxado pelo “cabresto”.

Pesquisa divulgada no dia 23 de agosto de 2013 revelava Robinson fora da disputa ao Governo do Rio Grande do Norte

Porém será a própria conjuntura da campanha, com fatores exógenos e endógenes, ou seja, externos e internos, que definirá qual direção e dimensão dessa “revolta” popular contra os políticos, os partidos e a política. Talvez tudo mude para continuar do mesmo jeito.

Se alguém tem dúvida quanto a isso, é só rememorarmos um exemplo recente de “desencanto” popular, ocorrido no estado do Amazonas, que passou por eleições suplementares para escolha de novos governador e vice.

Por lá, apesar de todo esse clima de insatisfação, os concorrentes que foram para o segundo turno representam mais de 40 anos de política no estado, polarizando preferências e arengas.

“Não voto” supera votos válidos no Amazonas no 2º Turno

Branco: 70.441 (4,06%);
Nulos: 342.280 (19,73%) nulos;
Abstenções: 603.914 (25,82%);
Total: 1.016.635 (49,61%).

Amazonino Mendes: 782.933 votos (59,21%);
Eduardo Braga: 539.318 (40,79%).

* A soma do total de abstenções, brancos e nulos é superior à votação do candidato derrotado e também do governador eleito Amazonino Mendes (PDT).

O eleito foi Amazonino Mendes (PDT, novamente governador), tendo Eduardo Braga (PMDB) como principal adversário. Nenhum nome diferenciado furou esse encouraçado, não obstante maciços votos em branco, nulo e abstenções do eleitorado – reprovando os dois.

Na verdade, a antipatia aos políticos, aos partidos e à política não foi canalizada para ninguém capaz de representar outro caminho, mas para o valhacouto da distância de tudo isso. Foram mais de um milhão de eleitores cravando branco, nulo ou sequer aparecendo para votar.

Essa multidão acabou colaborando para manter no poder quem pensava combater, até porque não viu opção à fuga dessa realidade.

Leia também: O Amazonas está aí para dar o norte (sujos e mal-lavados)

Leia também: Pesquisa mostra reprovação maciça de Temer e Robinson

Diferentemente dos sonhos de muitos, não é tão fácil assim “virar a chave” para o modo “eficiência/honestidade”. O voto não tem esse poder mágico, mas pode concorrer para, pelo menos, o começo do fim de um ciclo que parece esgotado.

Entretanto quem vai decidir é ele: o povo, conforme suas percepções, necessidades e escolhas à disposição – que podem ser piores do que possa imaginar.

Como numa letra de Belchior, cantor/compositor cearense falecido este ano, “o novo sempre vem”. No Rio Grande do Norte, parece que ele está atrasado há séculos.

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sexta-feira - 15/12/2017 - 09:51h
Ney Lopes e Clorisa Linhares

Pesquisa não cita pelo menos dois pré-candidatos

A pesquisa divulgada ontem (veja AQUI) pela Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), realizada em todo o estado pelo Instituto Consult, não trouxe entre nomes relacionados às entrevistas, pelo menos dois que se apresentam como pré-candidatos.

São eles, a vereadora grossense Clorisa Linhares (PSDC), pré-candidata ao Governo do Estado, e o ex-deputado federal e ex-vice-prefeito do Natal Ney Lopes, pré-concorrente ao Senado.

O ex-parlamentar, por exemplo, emitiu nota pública indagando o porquê da sua não inclusão no rol de pré-candidatos e esperando ser incluído em outras sondagens.

O Blog Carlos Santos depois dissecará os números da pesquisa.

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