quinta-feira - 27/05/2021 - 17:02h
Pesquisa

Desemprego em 1º trimestre fica em 15,5% no Rio Grande do Norte

PNAD - IBGE primeiro trimestre de desemprego (desocupação) no RNNo Rio Grande do Norte, a taxa de desocupação, ou de desemprego, foi de 15,5% no trimestre de janeiro a março de 2021. O percentual de desocupadas em relação às pessoas na força de trabalho apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2020), bem como em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Em números absolutos, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua estima que 229 mil potiguares estavam desocupados no último trimestre. São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho e que tomaram alguma providência para conseguir emprego, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso, entre outras atitudes.

Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.

Nível de ocupação

No estado, dos 2,96 milhões de potiguares com 14 anos de idade ou mais, 1,25 milhão estão ocupados. Isso significa que o nível de ocupação no Rio Grande do Norte é de 42,1%. Este indicador é a proporção de pessoas ocupadas em relação à população em idade laboral (14 anos ou mais).

Já a taxa de participação na força de trabalho, que mede a proporção de ambas as pessoas ocupadas e desocupadas em relação à população em idade de trabalhar, foi de 49,8%.

Veja AQUI números da pesquisa em âmbito nacional.

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Categoria(s): Economia
quarta-feira - 26/08/2020 - 23:44h
IBGE

Número de sindicalizados no RN sofre queda

O número de trabalhadores sindicalizados no Rio Grande do Norte teve uma redução de 2,6 pontos percentuais em 2019 em comparação com o ano anterior.

Em 2018, 15,5% das pessoas ocupadas faziam parte de um sindicato, ou seja, 204 mil trabalhadores.

Em 2019, o número passou para 12,9%, o que representa 170 mil. Portanto, a diminuição foi de 34 mil pessoas.

Esse é um dos resultados do módulo Características Adicionais do Mercado de Trabalho, 2019, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Com essa diminuição, o estado passou a ocupar a sétima posição entre os estados com o maior proporção de trabalhadores sindicalizados.

Em 2018, o Rio Grande do Norte possuía o quarto maior percentual de pessoas ocupadas e filiadas a sindicatos.

Veja os números nacionais clicando AQUI.

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sexta-feira - 15/05/2020 - 18:42h
Economia

RN tem recorde de desempregados em início de ano

No Rio Grande do Norte, 46 mil pessoas tornaram-se desocupadas (sem emprego formal nem informal) no início de 2020. Esse é o maior crescimento no estado, para um primeiro trimestre, desde que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) foi criada em 2012. Os dados foram divulgados hoje (15) pelo IBGE.

Desemprego é crescente (Foto ilustrativa)

No total, o estado potiguar registrou 237 mil desocupados no primeiro trimestre de 2020, enquanto que no último trimestre de 2019 havia 191 mil. Em relação a todos os outros trimestres, o crescimento é o terceiro maior da série histórica do RN.

A alta de 24% de desocupados nesse período também é a quinta maior entre as unidades da federação. Apenas Mato Grosso (34,4%), Maranhão (32%), Alagoas (25%) e Tocantins (24,6%) superam o estado potiguar. No Brasil, 12 unidades da federação cresceram neste aspecto.

O número de desocupados no trimestre de janeiro a março de 2020 representa 15,4% das pessoas que estão na força de trabalho no RN. Também é a terceira vez que a desocupação ultrapassa o nível de 15% no estado.

Do total de 237 mil pessoas desocupadas, 110 mil moram na Região Metropolitana de Natal e 62 mil no município capital. A taxa de desocupação da Grande Natal foi de 14,4%, e da capital, 13,8%.

A taxa de desocupação dos jovens potiguares, de 18 a 24 anos, chegou a nível recorde: 36%, o maior desde 2012. Nesse grupo, a taxa era 30% no último trimestre de 2019. A quantidade de desocupados nessa faixa de idade variou de 61 mil, no final de 2019, para 81 mil nos primeiros três meses de 2020.

No RN, 45% dos trabalhadores estão na informalidade, a menor taxa do Nordeste. Esse percentual representa 586 mil pessoas. Pernambuco (48%) tem a segunda menor taxa da região. Na liderança da informalidade está o Maranhão (61,2%).

São considerados trabalhadores informais aqueles que atuam no setor privado e não possuem carteira assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem CNPJ; trabalhador por conta própria sem CNPJ; e trabalhador familiar auxiliar.

Sem carteira

RN tem segunda maior queda de empregados sem carteira assinada do Brasil no primeiro trimestre de 2020.

Das oito unidades da federação com diminuição de empregados sem carteira assinada no setor privado, o Rio Grande do Norte apresentou uma queda de 14,2% no primeiro trimestre de 2020 se comparado com último de 2019.

No trimestre de outubro a dezembro de 2019, o número de empregados sem carteira assinada no mercado de trabalho potiguar era de 216 mil. Nos primeiros três meses de 2020, esse número chegou a 186 mil. Só o Amapá (- 14,2%) teve uma queda maior que o Rio Grande do Norte nesta análise.

Na comparação do primeiro trimestre de 2020 com o primeiro de 2019, essa categoria de emprego se manteve estável no Rio Grande do Norte. A redução dos empregos sem carteira assinada no primeiro trimestre é comum, em razão da dispensa de trabalhadores contratados temporariamente para atender à demanda do fim do ano anterior.

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Categoria(s): Economia
quarta-feira - 18/12/2019 - 22:34h
Trabalhadores

RN tem 4º maior percentual de sindicalizados do país

O Rio Grande do Norte tem o quarto maior percentual de trabalhadores sindicalizados do Brasil: 15,5%, ou seja, 204 mil pessoas ocupadas estavam associadas a sindicatos, em 2018, de um total de 1,3 milhão.

Esse é um dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: Características Adicionais do Mercado de Trabalho divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as unidades da federação, o Piauí lidera com 23,2% de pessoas ocupadas associadas a sindicatos. Em seguida, o Maranhão com 18,2% de sindicalização.

O Rio Grande do Sul tem o terceiro maior percentual, 15,8%.

O Rio Grande do Norte foi a única unidade da federação onde não houve variação percentual de trabalhadores sindicalizados entre 2017 e 2018. A média de sindicalização no Nordeste passou de 15% para 14% entre 2017 e 2018.

No Brasil, houve uma redução de 1,9% de trabalhadores associados a sindicatos. Em 2017, os sindicalizados eram 14,4% dos ocupados. Em 2018, esse percentual baixou para 12,5%, o menor da série histórica iniciada em 2012.

Veja AQUI o quadro nacional como um todo.

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