segunda-feira - 17/07/2023 - 08:38h
Eleições 2024

Vereadora dá mais um ‘batismo’ a prefeito sonhando com polarização

Vereadora Marleide puxou carreata na companhia de "JudAllyson" nesta quarta-feira (Fotomontagem: Canal BCS)

Marleide puxou carreatas acompanhada de “JudAllyson” pequeno e depois… (Fotomontagem: Canal BCS)

A vereadora e sindicalista Marleide Cunha (PT), que é pré-candidata à reeleição, mas ainda enxerga possibilidade de disputar a Prefeitura de Mossoró, incorporou ao seu acervo um novo apelido para o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Agora ele é o “Fantoche Bolsonarista,” como classificou no fim de semana em redes sociais.

Na sua relação já constavam “Destruidor da Educação”, “Traidor”, “Mentiroso”, “Prefeito da Mídia” e “Moleque.”

A novidade maior nos últimos meses, entretanto, foi “JudAllyson,” nome de batismo de um boneco com o qual ela perambulou pela cidade sobre um reboque de som, em carreata político-sindical, satirizando o prefeito. Mas, essa relação ficou até traumática adiante.

Na versão 2 de JudAllyson, lançada em pleno “Pingo da Mei Dia”, evento que abriu o Mossoró Cidade Junina 2023,  o boneco usado para debochar do prefeito apareceu sem cabeça. A vereadora e sindicalista, em tom de revolta e desespero, denunciou que teria ocorrido furto da peça (veja AQUI). O caso não foi esclarecido ainda e ganhou tom de pilhéria na política partidária local.

Até a campanha 2024, Marleide Cunha terá tempo e imaginação para ampliar o repertório e até lançar  “JudAllyson 3 – A Missão.” Se finalmente conseguir polarizar com Allyson, verdadeiro, pode inclusive se credenciar a enfrentá-lo nas urnas.

...no "Pingo", o "JudAllyson" tamanho família, desfilando com ela e outros sindicalistas (Foto: BCS)

…no “Pingo”, o segundo boneco ficou “tamanho família, mas decapitado, ao lado da 1ª versão (Foto: BCS)

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Categoria(s): Política
domingo - 08/05/2022 - 08:32h

O ramerrão de um golpe impossível

Por François Silvestre

Acompanhei por muitos dias vários portais da Direita, bolsonaristas ou moristas, e descobri o óbvio. O discurso monocórdio, chato, paulificante. Portais, blogs e rádios televisadas. Vendedores de opinião. Não abro mais.

Acompanhei por muitos dias vários portais da Esquerda, lulistas, comunistas, e descobri o óbvio. Argumentação monocórdia, chata, paulificante. Blogs e portais. Massificadores de opiniões. Não abro mais.confronto, polarização, política, confronto, cores,

Aí, descobri que os dois lados sonham com um golpe de Estado. Um lado, pra continuar no poder. O outro, pela paranoia da perseguição. Alguém quer dar um golpe? Sim. Bolsonaro quer. E daí? Entre o querer de Bolsonaro e o resultado da realidade há um fosso cósmico.

Vou usar uma lição militar: “Não tema do inimigo o que ele quer. Tema o que ele pode”.

Bolsonaro sabe que não pode, mas precisa alimentar o ramerrão pra não discutir inflação, desemprego, fome, insegurança, saúde pública enferma, educação aos frangalhos. É o que ele quer. E parcela da esquerda, esclerosada, pós-stalinista, cega, vai na onda.

Na Segunda-Feira, Bolsonaro escolhe o assunto para pautar a esquerda desses portais. E eles cumprem à risca. É a semana toda, masturbando o ego do energúmeno. O marxismo é uma ideologia do passado, da História, não faz mais sentido. O comunismo foi uma experiência desastrosa e desastrada. Deu ao capitalismo, de presente, a bandeira das liberdades fundamentais.

Um golpe isolaria o Brasil, no mundo. Os quarteis resolveriam os problemas nacionais? Porra nenhuma. Na Bolívia, a direita tentou. Ficou isolada e os golpistas foram pra cadeia. Aconteceria a mesma coisa aqui.

Em 64, a ditadura instalada conhecia todos os veículos de imprensa. E pôs um censor em cada redação. Como seria agora? Quem cesuraria a internet?

A grande imprensa apoiou o golpe, os partidos políticos também. Os golpistas receberam apoio militar para a ação e apoio financeiro para sua consolidação. E agora, quem de fora vai apoiar o golpe? A Rússia? Não consegue nem derrotar a Ucrânia.

Os primeiros atingidos por uma tentativa de golpe, diferentemente de 64, seriam os donos do mercado. Os negócios internos e externos. Não duraria uma semana.

Sem saco pra burrice e sem paciência pra caduquice ideológica. O fascismo precisa dessa estupidez. É da sua natureza. Bolsonaro é o Brancaleone dessa corja.

Quem ganhou meu voto pra Lula não foi Lula. Foi Bolsonaro. Voto em Lula, conscientemente, sabendo que a maioria dos petistas daqui não gostam de mim.

Tenho alguns poucos amigos do PT. Bons amigos, mas poucos. E eles sabem que não sou petista. Aliás, não sou mais ista de nada.

François Silvestre é escritor

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Categoria(s): Artigo / Opinião
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quinta-feira - 17/03/2022 - 20:08h
Senador no PSD?

“Só quem fala por Jean é Jean”, que prefere não esclarecer nada

Do Blog Túlio Lemos e Canal BCS

Jean diz que ele fala por Jean, mas não confirma nem desmente notícia (Reprodução Canal BCS)

Jean diz que ele fala por Jean, mas não confirma nem desmente notícia (Reprodução Canal BCS)

Preterido pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), na chapa majoritária que irá disputar as eleições em outubro, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) não estaria muito satisfeito com a oferta da vaga para o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, o parlamentar negocia migrar para o PSD, de Gilberto Kassab, para tentar a reeleição no Estado.

Em suas redes sociais nessa quinta-feira (17), o congressista usou um clichê para não confirmar nem desmentir a notícia: “Só quem fala por Jean-Paul Prates é Jean-Paul Prates”.

O presidente do partido no RN, deputado estadual Jacó Jácome, comentou o assunto em entrevista ao programa 12 em Ponto da FM 98 do Natal, também nessa quinta-feira.

Garantiu que, “sem subterfúgios”, não estava sabendo de nada. A informação que lhe chegou foi pela própria imprensa. Entretanto, particularmente, ele não acredita que o senador saia do PT.

Nota do Canal BCS – Estou com a mesma opinião do deputado Jacó Jácome: o senador fica onde já está. Pouco provável que lance candidatura em faixa própria, à reeleição, no PSD ou qualquer outro arrimo partidário.

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