A decisão de voos regulares em Mossoró passa por avaliação do Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III). Esse órgão fica sediado em Recife-PE.
É lá que entra em análise o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA).
Só com a definição desse plano é que pode avançar ideia de retomada de rota aérea em Mossoró.
A princípio, tem duas hipóteses técnicas à viabilidade.
Uma, baixa mais a categoria atual do aeroporto: 2c. O avião ATR 72-600 da Azul Linhas Aéreas, que comporta 70 pessoas, não poderia operar em Mossoró.
Noutra, saída, liberaria operação sem pouso por instrumento. Nesse caso, sem poder ter voos noturnos.
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