segunda-feira - 27/05/2024 - 06:22h
Mossoró 2024

Terceira pesquisa eleitoral é registrada; divulgação será sexta-feira

Números, pesquisas, economia, dadosA Exatus Consultoria e Pesquisa Ltda. terá pesquisa eleitoral divulgada no próximo dia 31 (sexta-feira), com números da corrida pelo voto em Mossoró nessa fase de pré-campanha.

O jornal e portal Agora RN de Natal fará divulgação dos dados prospectados.

A empresa registrou o trabalho na Justiça Eleitoral nesse último sábado (25).

O serviço de campo foi realizado no próprio sábado e ontem (domingo, 26), conforme especifica

Segundo a Exatus, 800 pessoas foram ouvidas e pesquisa tem o número 04261/2024.

Será a terceira pesquisa eleitoral veiculada este ano sobre as eleições no município.

Veja abaixo os dados das anteriores:

93 FM/DataVero (16/04/2024) – Allyson tem 68,71% contra 9,93% de Rosalba e apenas 3,48% de Isolda

96 FM/AgoraSei (29/04/2024) – Allyson tem 69,1%, Rosalba soma 10% e Isolda chega a 4,1%

96FM/AgoraSei (29/04/2024) – Isolda Dantas é primeiro lugar em “Rejeição” à Prefeitura de Mossoró

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 04/08/2022 - 10:56h
Pesquisa Agora RN/Exatus

Lula tem 41,25% na disputa presidencial, contra 30% de Bolsonaro

A pesquisa eleitoral feita pelo Instituto Exatus e divulgada pelo jornal AGORA RN nesta quinta-feira (4) quis saber qual candidato os eleitores de Mossoró escolheriam para ser o futuro presidente da República.Pesquisa Agora RN-Exatus, 04-08-2022 - Presidente - Estimulada

Das 800 pessoas consultadas, 41,25% afirmaram votar em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), contra 30% que responderam votar em Jair Messias Bolsonaro (PL).

O candidato do PDT, Ciro Gomes, surge em terceiro lugar, com 10,88% dos votos; Simone Tebet (MDB) vem em quarto lugar, com 0,75%; Felipe Dávila (Novo), surge com 0,25% e André Janones, com 0,13%. Já entre os eleitores que afirmaram votar ninguém/nulo/branco teve 11,13% e não souberam ou não responderam, 5,63%

O Instituto Exatus Consultoria e Pesquisa, em parceria com o jornal AGORA RN, entrevistou 800 eleitores em todo o município de Mossoró, entre os dias 29 e 30 de julho. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) sob o número de identificação RN-03560/2022.

Para o tamanho amostral determinado, os resultados foram avaliados com uma margem de erro de 3,4% para mais ou para menos, ao nível de confiança de 95%.

Leia tambémFátima lidera com 27,75%, Styvenson tem 22,63% e Fábio soma 5,5%;

Leia tambémCarlos totaliza 16,63% Rogério chega a 13,75% e Rafael tem 5,25%;

Leia também: Veja os nomes mais citados a deputado estadual e federal em Mossoró.

Rejeição

Também foi perguntado aos entrevistados qual seria o candidato à Presidência da República que eles jamais votariam e 43,5% responderam que não votariam em Jair Bolsonaro. Em segundo lugar, aparece o petista Lula, com 33%.

Ciro Gomes é o terceiro candidato mais rejeitado pelos mossoroenses, com 2,75% dos votos, seguido por Felipe D’Ávila e José Maria Eymael, 0,5%; Simone Tebet (MDB) com 0,38%; Luciano Bivar, que desistiu neste domingo 31, aparece com 0,13%. Entre os consultados, 11% responderam ninguém/branco/nulo e não sabe/não respondeu, 8,25%.

Desaprovação

Além de ser o mais rejeitado entre os candidatos ao Planalto (43,5%), Jair Bolsonaro também amarga um índice de desaprovação que ultrapassa os 50% na Capital do Oeste potiguar.

Nada menos que 53,25% dos consultados desaprovam a gestão Bolsonaro, que tem aprovação de 33,63% dos entrevistados. Já entre aqueles que disseram não saber ou não quiseram responder, 13,13% dos entrevistados.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 08/03/2018 - 10:26h
Campanha 2018

A candidatura “alternativa” de Fábio Dantas

Em entrevista ao portal e jornal impresso Agora RN, de Natal, o vice-governador dissidente e pré-candidato a governador Fábio Dantas (sem partido) explicou mais ou menos o perfil de sua postulação.

Será uma candidatura “alternativa”, definiu.

Mais ou menos assim: afinada com o setor empresarial e em contraponto à esquerda representada pela senadora Fátima Bezerra (PT).

Teria pela frente, então, apenas a possível chapa encabeçada pelo atual prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

E o povo?

Ah, o povo!

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 05/03/2018 - 22:30h
Eleições 2018

MDB aguarda o “sim” de Carlos Eduardo Alves ao governo

Do Agora RN

“Para o MDB, a situação do estado ainda está indefinida. Estamos dependendo de Carlos Eduardo (PDT) para reiterar a candidatura”. O comentário foi feito hoje (segunda-feira, 5) em Natal, pelo senador Garibaldi Alves Filho (MDB).

"Estamos dependendo de Carlos Eduardo para reiterar a candidatura”, diz Garibaldi Alves (José Aldenir / Agora Imagens)

Segundo ele, o MDB acredita na renúncia do prefeito de Natal – que é, por sinal, primo legítimo do senador.

O senador defendeu, também, a candidatura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (filiado ao PSD), à Presidência. “Ele [Henrique] tem condições de fazer avançar a candidatura. O fortalecimento do nome dele está condicionado à recuperação econômica do país”, diz.

Vale lembrar que o PSD é o partido do atual governador Robinson Faria.

Meirelles esteve hoje em Natal participando do Motores do Desenvolvimento do RN, em que falou sobre o tema “Crise e recuperação, construindo um novo Brasil”. Outro palestrante foi o CEO do Grupo Riachuelo, Flávio Rocha, que depois voou para Mossoró, onde lançou o “Movimento Brasil 200”.

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Categoria(s): Política
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domingo - 04/03/2018 - 10:38h
"Paz Pública"

Primeiro “acordão” Alves-Maias completa 40 anos em 2018

Aliança entre os grupos de Tarcísio Maia e Aluízio Alves mudou rumo político e pode se repetir este ano

Acordos e desacordos marcaram Aluízio Alves, Tarcísio Maia, Dinarte Mariz e Lavoisier Maia na "Paz Pública" (Foto: reprodução)

Por Tiago Rebolo (Do Agora RN)

As duas famílias políticas mais tradicionais do Rio Grande do Norte deverão repetir nas eleições deste ano uma aliança nada original. Juntos mais uma vez, os Alves e os Maia – desta vez, representados pelos senadores Garibaldi Filho e José Agripino, além do prefeito Carlos Eduardo, que pretendem ser candidatos – planejam reeditar no pleito de outubro (ver box) uma prática que tem origem em quatro décadas atrás.

Há exatos 40 anos, as duas famílias decidiam convergir pela primeira vez os interesses, mudando a configuração política do estado dali em diante.

Conhecido como “Paz Pública”, o fenômeno chama a atenção de cientistas políticos e historiadores. É o caso do professor Sérgio Trindade, que se debruça sobre o tema há vinte anos. O pesquisador conta que a união entre as famílias Alves e Maia em 1978 provocou alterações significativas no quadro político.

“Com o resultado das eleições, houve uma reformulação na política estadual, tendo em vista que ‘novas’ lideranças políticas surgiram, outras decaíram e outras, ainda, ‘ressurgiram’ após anos de ostracismo”, conta o historiador, lembrando ainda que a “Paz Pública” coincidiu com a abertura democrática do país.

Entenda a história

Em 1978, conta Trindade, com o sistema bipartidário, as principais lideranças políticas do estado estavam na Arena (Aliança Renovadora Nacional) e no MDB (Movimento Democrático Brasileiro). O MDB, que fazia oposição ao governo militar, era o reduto da família Alves; enquanto que a Arena tinha o senador Dinarte Mariz, que dominava a política potiguar até então, e a emergente família Maia.

Naquele ano, percebendo o avanço do MDB principalmente em Natal, o governador arenista Tarcísio Maia decidiu arquitetar uma manobra para evitar surpresas na eleição para o Senado, já que quatro anos antes o feirante Agenor Maria havia derrotado o candidato da Arena, Djalma Marinho, refletindo uma tendência nacional, que era de perda de capital político dos adeptos ao regime militar.

Sérgio Trindade mostra mudanças (Foto: José Aldenir - Agora Imagens)

Apenas uma vaga para o Senado estava em disputa em 1978, já que Dinarte Mariz, mais alinhado com o governo central, seria nomeado “senador biônico” (eleito indiretamente) e Agenor Maria tinha mandato até 1983.

A Arena, que vinha de uma cisão interna gerada nas eleições indiretas de 1974 (que resultou na nomeação de Tarcísio Maia para o Governo do Estado, para a insatisfação de Dinarte Mariz), não tinha consenso em torno de um nome. O empresário Jessé Freire era a preferência do governador Tarcísio, mas Dinarte não o apoiava. Foi então que o governador foi buscar o apoio da família Alves, rival de Mariz, para vencer a disputa.

“Tarcísio se aproximou de Aluízio e conseguiu fazer com que a família Alves apoiasse Jessé. Isso é a Paz Pública”, registra o professor.

O historiador lembra que Aluízio Alves (que foi governador até 1969, quando foi cassado pelo regime militar) decidiu aderir à candidatura de Jessé Freire em detrimento do candidato do seu próprio partido (MDB), o também empresário Radir Pereira. Em troca, os Alves puderam indicar o vice do futuro governador Lavoisier Maia: o empresário Geraldo Melo.

O curioso na história é que Radir Pereira também recebeu apoio dos “adversários”. Setores da Arena ligados a Dinarte Mariz descontentes com a candidatura de Jessé Freire decidiram apoiar o nome do MDB. Além de Jessé, esses arenistas não engoliam a vitória de Tarcísio Maia na indicação do sucessor para o Governo, que acabou sendo Lavoisier Maia, em detrimento de Dix-Huit Rosado, apoiado por Mariz.

A estratégia de Tarcísio, no final das contas, após uma campanha agressiva, foi vitoriosa. No dia 15 de novembro de 1978, aproximadamente 710 mil eleitores foram às urnas no Rio Grande do Norte, e Jessé Freire venceu Radir Pereira com 76 mil votos de maioria. O professor Sérgio Trindade frisa que, após isso, Tarcísio ganhou mais protagonismo, e Dinarte Mariz (que viria a morrer em 1984, durante mandato de senador) começou a declinar.

“Quem emerge como força política após a eleição de Jessé Freire é Tarcísio Maia, já que a estratégia eleitoral foi dele. E, além disso, temos a volta de Aluízio Alves à vida pública, dez anos após sua cassação pelo regime militar. Foi a maior aliança política feita no RN desde 1954, quando a UDN e o PSD se uniram para eleger Dinarte Mariz e Georgino Avelino. Combinou as forças da Arena no interior e a liderança de Aluízio na capital”, completa o professor.

União desfeita em 1982

Pesquisador do assunto, o professor Sérgio Trindade registra que a “Paz Pública” articulada por Tarcísio Maia (vide página ao lado) tinha, além da eleição de Jessé Freire em 1978, outro objetivo que acabou prejudicando a aliança com os Alves nos anos seguintes. Tarcísio queria, na verdade, diminuir a influência da família “aliada” em Natal e se tornar a grande força política do estado, ocupando o espaço deixado por Dinarte Mariz.

O historiador relata que Tarcísio havia indicado Lavoisier para sua sucessão desde que o novo governante nomeasse o engenheiro José Agripino Maia para o cargo de prefeito de Natal. “Por que Natal? Porque, para os Maia, era necessário obter um determinado número de votos na capital para cobrir a diferença que existia em relação à liderança dos Alves. Daí, José Agripino acaba sendo nomeado, faz uma gestão na Prefeitura com apoio do Governo do Estado e se fortalece para ser candidato a governador em 1982”.

É neste momento em que a aliança entre os Alves e Maia feita quatro anos antes se enfraquece.

Campanha de 1982- Carlos Alberto de Sousa, Lavoisier Maia, Tarcísio Maia e José Agripino Maia em comício (Foto: reprodução)

“Agripino disputa contra Aluízio em 1982 e é eleito. Os Alves, então, foram traídos ao firmarem a aliança lá atrás. Agnelo Alves (ex-prefeito de Natal e Parnamirim) dizia que, não fosse Tancredo Neves, a família Alves tinha se acabado politicamente. Isso porque Tancredo, quando eleito governador de Minas Gerais, chamou Aluízio para trabalhar como secretário. Depois, quando Tancredo se elegeu presidente, Aluízio se tornou ministro”, diz o professor, acrescentando que, a partir disso, outros membros da família Alves conseguiram ter êxito na política.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 27/02/2018 - 08:45h
Francamente

Indigência política do RN produz mais uma notícia hilariante

Manchete do Jornal e Portal “Agora RN” de hoje:

Ezequiel oferece 89 prefeitos e 14 partidos para o vice-governador Fábio Dantas concorrer ao Governo”.

Pelo menos duas perguntas precisam ser feitas imediatamente:

– Se o atual presidente da Assembleia Legislativa – Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) – tem todo esse capital, por que ele mesmo não é candidato ao Governo do RN?

– Quem entra com o voto?

Francamente!

A indigência política do RN é grande. O vice-governador Fábio Dantas (PCdoB) foi transformado em estafeta do governador Robinson Faria (PSD), mas assim mesmo é cogitado como hipotético nome ao  governo estadual.

Por isso não devemos estranhar que em todas as pesquisas apareçam multidões de eleitores indicando votos em branco/nulo ou abstenção.

Para o mundo que eu quero descer!

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Categoria(s): Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
terça-feira - 20/02/2018 - 07:24h
Em Natal

Jornal promete processar prefeito após ataques na Net

O jornal/portal Agora RN, com sede em Natal, anuncia que vai acionar judicialmente o prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

A interpelação é quanto a postagens do prefeito em seu Twitter, com “ilações criminosas”, segundo o jornalista Alex Viana, seu diretor-geral.

“O jornal Agora RN não aceita nenhuma insinuação criminosa que venha a colocar em dúvida a lisura, a credibilidade ou a independência do grupo Agora RN, seja em relação ao portal ou ao veículo impresso”, afirmou.

Carlos Eduardo questionou a suposta independência e o método de financiamento do jornal impresso diário, insinuando que é bancado por terceiros.

Chegou a soltar subliminarmente que seria braço de comunicação do Governo Robinson Faria (PSD).

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Categoria(s): Comunicação / Política
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