Se todo ano eleitoral à prefeitura aparecesse uma pandemia, prefeitos dos 5.569 municípios do país elevariam as mãos para o céu piedosamente proclamando um “amém”.
Nunca foi tão desbragado – sob o manto da legalidade – o uso da máquina pública no assistencialismo, contratação de mão de obra, compra de produtos e serviços.
Tudo sem licitação alguma, que se diga.
O desequilíbrio do pleito desse ano tornou até viável candidaturas à reeleição de prefeitos com forte reprovação popular, tamanha a carência de boa parcela da população.
É uma tragédia atrás da outra.
Vamos sentir seus efeitos nefastos por muitos e muitos anos.
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