segunda-feira - 21/11/2011 - 18:56h
Mossoró

Uma festa com o dinheiro alheio

Impressiona o volume de diárias, gratificações e outros “suplementos” pecuniários que engordam a folha de pessoal da Prefeitura de Mossoró. Nos últimos meses tem sido uma festa.

A enxurrada talvez tenha relação direta com postulações a cargos eletivos no próximo ano. Talvez. Mas não quero crer.

Acho que seriam incapazes desse tipo de expediente.

 

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sexta-feira - 11/11/2011 - 09:51h
Mossoró "deles"

Licitação do menor preço e da menor qualidade

A Prefeitura de Mossoró precisa ser um pouco menos relapsa com o dinheiro que administra.

Obras de calçamento a paralelepídeos que se espalham pela cidade, principalmente na mais longínqua periferia, são um insulto ao cidadão, à lei e ao bom senso.

Trabalhos recém-inaugurados não suportam tráfego de bicicletas, fusquinhas e carroças.

O critério licitatório do “menor preço” parece que traz, consigo, também a regra da “menor qualidade”.

Falta fiscalização ou é para ser assim mesmo?

Boa parte dessas “construtoras”, nascidas cavilosamente durante o período de funcionamento do atual governo, com enorme capacidade para ganharem concorrências, teriam muito a explicar se estivéssemos numa cidade mais séria.

Mas, vá lá que esse deve ser mesmo o “jeito certo” de se administrar a coisa pública.

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terça-feira - 25/10/2011 - 09:40h
Nadica de nada

Mossoró e Fafá ainda esperam algo

Passados quase 10 meses de governo, Rosalba Ciarlini (DEM) não assinou sequer um convênio de parceria com sua aliada Fátima Rosado (DEM), a prefeita de direito Fafá Rosado.

Nadica de nada.

Pão e água.

E olha que em determinadas situações, a Prefeitura de Mossoró até tem disponibilizado ações e recursos, cobrindo vácuos e falta de compromisso do governo estadual.

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sexta-feira - 21/10/2011 - 17:32h
O outro lado

Secretária dá posição sobre denúncias feitas via Blog

Caro Carlos Santos

Sobre a informação que você veiculou no seu blog sobre problemas com as Unidades de Educação Infantil, gostaria de lhe passar algumas explicações:

1 – Temos 37 Unidades de Educação Infantil,  fizemos hoje um levantamento em cada uma delas e não há em nenhuma falta de papel higiênico. Até mesmo porque temos o produto em estoque. Seria necessário identificar a UEI a que você se refere na sua denúncia,  para poder justificar o que poderia ter ocorrido.

2 – Com relação ao aluguel atrasado do imóvel, informamos que das 37 UEIs existentes, 18 funcionam em imóveis alugados. Constam nos nossos registros que em apenas duas existem atrasos no pagamento, mas isso devido a pendência com o contrato de locação devido a negociação dos valores.

3 – Sobre alimentação por se tratar de uma denúncia genérica é necessário que se aponte onde está faltando, para tomarmos providências. Não há em nossos registros nenhuma UEI com falta de alimentos em estoque.

Informamos que as Unidades de Educação Infantil do Município atendem sete mil crianças e realizam um trabalho educacional importante. Temos algumas deficiências, mas não podemos desmerecer os resultados positivos que temos alcançado.

Agradeço a atenção,

Ieda Chaves

Gerente Municipal da Educação

Nota do Blog – A nota da secretária, contraditório à postagem CLIQUE AQUI sobre supostos problemas em UEI´s, nos ajuda a enxergar bem o atendimento à criançada no município de Mossoró.

O denunciante, portanto, fica convocado a realimentar o debate com informações mais consistentes, que se fazem necessárias, até para que o governo municipal possa reagir ou agir em resposta, deixando o caso mais diáfano.

Aguardo contato.

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segunda-feira - 10/10/2011 - 07:49h
Mossoró

Servidor vai fazer protestos contra prefeitura

O funcionalismo público municipal inicia nesta terça-feira (11/10), mais uma maratona com vistas a pressionar a prefeita Fátima Rosado a pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Os trabalhadores farão duas paradas gerais. A primeira delas  acontece nesta terça, 11/10, com concentração na sede administrativa do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERÚM), a partir das 8h. A próxima parada ocorrerá dia 16 de novembro.

Em ambas as oportunidades, a programação será a mesma: concentração em frente ao sindicato, ato público na prefeitura e caminhada até a Câmara Municipal.

A ida ao Legislativo tem como objetivo fazer com que os vereadores cumpram com a palavra e incluam o pagamento do FGTS no orçamento de 2012.

“Quando fizemos a primeira pressão, eles disseram que a previsão para o pagamento não podia ser feita porque os cálculos não haviam sido concluídos. Agora que a Justiça já concluiu esses cálculos, vamos ver se haverá alguma desculpa”, diz Marilda Sousa, presidente do Sindiserpum.

Nota do Blog – A  Prefeitura de Mossoró tem meios para pagar essa dívida, da ordem de R$ 56 milhões, com seus servidores. São por volta de 3.677 beneficiados (incluindo-se aposentados e pensionistas), dos cerca de 6.200 servidores do municípios.

A saída pode ser parcelamento com inclusão do compromisso no Orçamento Geral do Município ou via empréstimo bancário.

Não se trata de algo indevido. Os servidores ganharam essa luta em todas as instâncias judiciais.

O que há é uma estratégia para transformar o direito, adiante, em favor. Aí, sim, os servidores ficarão “agradecidos” à prefeita e lhe renderão homenagens, além de votar em seus candidatos em 2012 e 2014.

Pobre Mossoró de tanta vassalagem voluntária!

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sábado - 08/10/2011 - 11:13h
Governo "Deles"

Slogan da Prefeitura de Mossoró admite passado nefasto

Novo slogan da Prefeitura de Mossoró é uma pérola. Nega seu próprio passado e rechaça a antecessora Rosalba Ciarlini (DEM). Anote:

“Esse é o jeito certo!”

Quer dizer então que até agora se fazia de “um jeito errado”?

Sinceramente, prefiro o “Governo da Gente” (deles), que era inconscientemente mais correto.

Assumia para quem era feita a administração pública, sempre confundida com as coisas privadas da patota.

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quarta-feira - 31/08/2011 - 14:23h
Prefeitura de Mossoró

Unimed corta atendimento a servidores públicos

Na próxima terça-feira (6), às 14h, Sindicato dos Servidores Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) e cooperativa médica Unimed voltarão a conversar sobre convênio de saúde.

A Unimed suspendeu o atendimento aos servidores da Prefeitura de Mossoró sem comunicado prévio a esse universo de clientes. Alegou fim do prazo para renovação de contrato. A atitude soa como retaliação ao fato de os servidores não terem aceitado o reajuste da cooperativa, considerado exorbitante, no mês passado.

Ontem pela manhã, dirigentes do Sindicato e da Unimed se reuniram para discutir a questão.

A cooperativa informou que o atendimento está cancelado porque o prazo para rebovação de contrato se expirou. O Sindiserpum  questionou o fato de a Unimed não ter apresentado a proposta de reajuste com antecedência.

Segundo dirigentes da cooperativa, a proposta foi apresentada à prefeitura com antecedência e esta teria demorado em apresentar ao sindicato e aos servidores o que fora entregue.

Até à reunião, o sindicato pretende estudar proposta de outras operadoras desse tipo de serviço.

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sexta-feira - 05/08/2011 - 12:11h
Em Mossoró

Sindicato denuncia Unimed e faz acusação à prefeitura

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) formalizou denúncia contra a cooperativa médica Unimed. Levou-a ao Procon.

É reação contra o reajuste abusivo feito pela Unimed no plano de saúde dos servidores municipais. O abuso é tanto que em alguns casos o percentual é superior a 400%.

“A prefeitura se omitiu. Se ela não quer defender o trabalhador, pelo menos nos comunique. A prefeitura concordou com o que a Unimed estabeleceu sem que o principal interessado, o servidor, fosse ouvido”, reclama Marilda Sousa, presidente do sindicato.

A cooperativa distribuiu, junto com o contracheque do mês de julho, um comunicado informando que o reajuste seria de 7,69%. “É uma propaganda enganosa, porque ela criou um escalonamento por faixa etária e, com isso, os reajustes são elevadíssimos”, aponta a presidenta, acrescentando que a intenção da Unimed é fazer a cobrança retroativa ao mês de julho.

Para se ter uma ideia do abuso praticado pela Unimed, basta citar que um servidor que tenha 45 anos e que pagava R$ 151,21 pelo plano, agora vai ter que desembolsar nada mais nada menos que R$ 324,57.

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quinta-feira - 04/08/2011 - 16:18h
De ruim a pior

Unimed surpreende servidor com pesados aumentos

Carlos Santos,

Os servidores da Prefeitura de  Mossoró tiveram uma péssima surpresa este mês.  O convênio  de saúde com a Unimed foi reajustado, em alguns casos, em mais de 100%.

Além do reajuste anual de 7%  agora vai ser escalonado por faixa etária, o que não acontecia com o plano dos servidores. E tudo isso retroativo a 1º de julho.

É muita ganância por dinheiro dos seus incompetentes gestores que a cada dia afundam mais  a Unimed local. Todos os meses temos médicos se descredenciando, várias especialidades sequer são cobertas pelo plano local, assim como os sofridos usuários sofrem com a falta de opção em diversas áreas que só contam com um ou dois especialistas.

O hospital  próprio vai fechar e funcionar precariamente em outro hospital particular, que diga-se de passagem não tem a mínima estrutura para absorver a Unimed em suas dependências.

Enfim, enquanto a prestação de serviços piora a cada dia, essa gestão ainda tem a cara de pau de impor novas regras absurdas em cima dos servidores.

Espero que a prefeitura chame para conversa os dirigentes e caso não obtenha acordo, se estude a opção de credenciar um novo plano de saúde para os servidores municipais.

Dorian Filho – Webleitor e servidor municipal.

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segunda-feira - 25/07/2011 - 09:26h
Governo "Da Gente" (deles)

Obrigação vira feito marcante no serviço público

Carlos Santos,

Em Mossoró, a relação comunicação-mídia-administração pública vive no mais retrógrado dos mundos. A edição do sábado/domingo do jornal Correio da Tarde traz em matéria de meia página a distribuição de kits de EPI – Equipamento de Proteção Individual (EPI), com luvas, máscara e botas, como se fosse uma ação estupenda e maravilhosa da Prefeitura em “valorização do servidor”.

Fiquei pensando se os jornalistas desse “prodigioso” jornal não sabem que EPI é de distribuição obrigatória, e que os coveiros já de há muitos anos tinham que trabalhar com esse material “dado” pela Prefeitura?

O Coveiro, cujo Código Brasileiro de Ocupação (CBO) é 5166-10, tem direito a adicional de insalubridade em grau médio e estão recebendo os kits de proteção com dezenas de anos de atraso.

O pessoal que trabalha com cemitério corre risco biológico, e mesmo que faça o uso de EPIs, existirá o adicional de insalubridade.

Onde está o Ministério do Trabalho que nunca fiscalizou os cemitérios de Mossoró? Antes de ser uma “conquista” dos servidores, ou uma “dádiva” da administração municipal, como foi colocada na matéria, a Prefeitura apenas cumpriu tardiamente o seu dever como empregadora.

Isto os sindicatos nada denunciam! O Ministério Público do Trabalho nada! E a Delegacia Regional do Trabalho, tão pródiga na autuação das empresas, nunca olharam essas condições de risco que estavam expostos os funcionários dos cemitérios.

E, com uma matéria cinfrim dessas, o jornal ainda faturou!

É o fim!

Abraços,

Cid Barbosa – Webleitor

Nota do Blog – Kkkkk!! Meu caro Cid Barbosa, por essas plagas, obrigação vira feito e omissão provoca silêncio cúmplice. Tutti buona gente!

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  • Repet
quarta-feira - 20/07/2011 - 14:40h
Fartura no cofre

Mais de R$ 1 bilhão para “adorar Mossoró”

Nada é por acaso. E em se tratando de política, em Mossoró, mais ainda.

A luta fraticida pela ocupação do Palácio da Resistência, sede do governo municipal, em parte considerável pode ser entendida pela movimentação financeira que acontece a partir do seu endereço.

Este ano, a Prefeitura de Mossoró deve movimentar cerca de R$ 500 milhões em receitas próprias, transferências constitucionais e outros recursos.

Para o próximo ano, último da segunda gestão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, a estimativa é ainda superior a esses R$ 500 milhões.

Simplificando… em apenas dois anos, a municipalidade irá “mexer” com uma montanha superior a R$ 1 bilhão.

Isso mesmo. Vou repetir para que você, webleitor, possa decorar: serão mais de R$ 1 bilhão flutuando no erário.

Assim, creio, fica mais fácil o cidadão comum e muita gente “esclarecida” entender por que alguns “adoram Mossoró” mais do que outros.

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quarta-feira - 20/07/2011 - 07:13h
"Fatura" vem depois

Prefeitura cobre obrigações do Estado em Mossoró

Há meses que a Prefeitura de Mossoró tem coberto, no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), compromissos financeiros que caberiam ao Governo do Estado.

Sem pestanejar, sem mugir ou resmungar.

E sem fazer propaganda disso,  para colocar a opinião pública a favor do governismo municipal e com olhar de desconfiança em relação ao estadual.

A “fatura”, política, vem depois.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 13:05h
Moeda de negociação

A nova “repartição” do Estado e da Prefeitura de Mossoró

A atípica sucessão mossoroense tem um ingrediente novo em seu enredo surreal, feito sempre com o mesmo sobrenome: é a entrada em cena, como moeda de “negociação”, do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

E eu que pensei que o TCE fosse um órgão técnico, autônomo; fiscalizador de Governo do Estado, Assembleia Legislativa, câmaras e prefeituras.

Pelo visto, virou uma “repartição” da Prefeitura de Mossoró e do Estado.

Vivendo e aprendendo.

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sábado - 09/07/2011 - 11:39h
Governo Rosalba

Mudança de mentalidade e método

Perguntam-me aqui sobre o futuro da crise no Governo Rosalba Ciarlini (DEM). A abordagem é pelo Twitter, em conversas informais ou por email.

Repito o que tenho escrito há meses:

– Há tempo e meios para mudar. Basta alterar mentalidade e método.

Simples.

O “rosalbismo” imprime no Governo do Estado o que promoveu durante três administrações na Prefeitura de Mossoró. É um “kit” que funcionou muito bem numa realidade diferente e noutra conjuntura.

Não creio que possa ter o mesmo resultado no Estado.

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  • Repet
quarta-feira - 15/06/2011 - 09:38h
Vice

Reitor admite composição com Larissa às eleições 2012

Entrevistado à noite desta terça-feira (14), no programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM), o reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), professor Josivan Barbosa, admitiu outro destino político-partidário. Mais um.

O âncora do programa, jornalista Julierme Torres, perguntou-lhe se era possível uma composição com a pré-candidatura a prefeito da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

– É possível! exclamou.

Nota do Blog – Josivan é um quadro político novo, que pode ajudar a arejar a política mossoroense. Seu trabalho na Ufersa, aproveitando período muito favorável de investimentos da União, é sinalizador de capacidade administrativa. É arrojado e enxerga adiante.

Entretanto no campo político ele precisa ser menos contorcionista. Já se falou na hipótese de ser candidato a prefeito de Mossoró, também de Tibau, Caraúbas e Felipe Guerra. Agora, vice de Larissa…

Um nome político em ascensão, mas ainda sem rumo e prumo até aqui (Foto: Cézar Alves)

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terça-feira - 14/06/2011 - 18:39h
Denúncia

Médicos não aparecem para trabalhar em Unidade de Saúde

Carlos Santos, bom-dia.

Mais um exemplo do caos em que se transformou a rede municipal de saúde em Mossoró: a “Unidade Básica de Saúde Bernadete Bezerra de Souza Ramos, do Liberdade II” não teve atendimento de qualquer médico nesta terça-feira, 14 de junho.

Pior: sequer a enfermeira compareceu ao trabalho neste dia.

Cartaz, à porta fechada, comunica abandono

Na UBS, apenas um cartaz feito à mão informa que não haverá (haveria/houve) distribuição de fichas  para os médicos Emiliana, Everaldo e Glicério. Além destes, a UBS também conta com o médico Leonardo.  O único com justificativa plausível para a ausência é Leonardo, cuja mãe encontra-se enferma no Rio de Janeiro. Nos outros casos, não foi informado o porquê da falta. Aliás, não atender aos pacientes é uma atitude corriqueira entre os médicos da UBS, inclusive por parte de Leonardo.

Além de a população não ter o atendimento que precisa e para o qual paga através dos impostos, percebe-se um gasto desnecessário na manutenção da UBS, já que é mantida toda uma estrutura sem que haja aproveitamento.

Além dos recursos materiais também dispêndio de recursos humanos que ficam, em sua grande maioria sem ter o que fazer já que o trabalho destes depende do que os médicos fazem (ou deveriam fazer).  Dinheiro jogado pelo ralo.

Márcio Alexandre – Jornalista e webleitor.

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