sexta-feira - 27/01/2017 - 13:06h
Prefeitura de Mossoró

Indicativo de greve é mantido e proposta é parcialmente aceita

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) mantém indicativo de greve. A decisão foi tomada em assembleia hoje, sexta-feira (27), em assembleia no auditório do Hotel VillaOeste.

O servidores públicos de Mossoró aprovaram com ressalvas a proposta enviada pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), resultado de reunião no dia passado (veja AQUI) entre o Sindiserpum e a prefeita Rosalba Ciarlini (PP). O indicativo de greve fica mantido até à próxima assembleia geral, marcada para o dia 23 de fevereiro.

O ponto de discordância entre os servidores e a proposta da PMM é o pagamento do mês de dezembro. A Prefeitura propôs se reunir novamente com o Sindiserpum no dia 22 de fevereiro para avaliar de que forma e o que poderá pagar o último mês de 2016. Os servidores não aceitaram a ideia de parcelamento e reivindicam o pagamento integral por parte da gestão.

Negociação

O Executivo apresentou como proposta o pagamento no próximo dia 31 da folha completa do mês de janeiro, incluindo ⅓ de férias e 13º salários dos servidores.

Proposta do governo foi apresentada em audiência no dia passado; negociações vão prosseguir (Foto: reprodução)

Propôs ainda o pagamento do restante da folha de novembro no dia 11 de fevereiro, juntamente com os respectivos 13º salários dos servidores que aniversariaram naquele mês. Na mesma data, a PMM pretende iniciar a reposição do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) – veja postagem sobre o assunto clicando AQUI.

Ainda segundo o Executivo, a folha salarial completa de fevereiro deve ser paga no dia 02 de março, devido aos feriados de carnaval, já com o reajuste do Piso Nacional do Magistério retroativo à janeiro.

Questões em aberto

O Sindiserpum cobrou ainda a publicação de um calendário de pagamento por parte da Prefeitura, o que foi negado temporariamente pela prefeita Rosalba Ciarlini, mas que assegurou que pretende manter o último dia útil de cada mês com data limite para a quitação da folha dos servidores, salvo quando houver algum feriado, o que deve transferir o pagamento para o dia útil seguinte.

Dia 22 de fevereiro, a prefeita e auxiliares seus vão receber novamente o Sindiserpum. Nesta audiência também serão discutidas outras demandas da categoria que se encontram em atraso, como reajustes do auxílio deslocamento e retroativos salariais do ano passado referente aos meses de maio, junho e julho.

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Categoria(s): Administração Pública
sexta-feira - 27/01/2017 - 05:12h
Mossoró

Servidores da Saúde travam luta à parte por seus direitos

Servidores da Saúde ligados à Prefeitura de Mossoró aguardam desfecho burocrático, para formação de um sindicato específico. Nessa transição, acabam pagando preço alto em suas lutas.

Exemplo disso, é a cruzada para recebimento do Prêmio Municipal de Acesso e Qualidade na Atenção Básica à Saúde (PMAQ). Desde a gestão Francisco José Júnior (PSD) que esse direito é ignorado na remuneração dos servidores beneficiados.

O PMAQ está sem ser pago desde junho de 2016.

O governo federal repassa os valores ao município, que tem até o mês seguinte à transferência para pagar os servidores, conforme a lei municipal 3.324, sancionada em outubro de 2015.

O governo federal atrasa algumas vezes (dezembro ainda não foi transferido do Ministério da Saúde ao erário municipal), mas já ocorreu de realizar dois repasses no mesmo mês, à atualização.

Faixa própria

O repasse dos meses de junho a novembro de 2016 foi realizado pelo governo federal. Entretanto os servidores estão sem esses créditos, nem existe sinalizador para que isso ocorra, pois o prefeito “Francisco” driblou-os até o final da sua administração.

A fratura no movimento sindical (veja AQUI) que envolve o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), desde greve em 2014, complica mais ainda essa cobrança à gestão Rosalba Ciarlini (PP). Funcionários da Saúde se distanciaram do Sindiserpum a partir dessa época, insatisfeitos com a relação político-partidária que identificaram na entidade.

Por essa razão, a luta pelo PMAQ e outras da categoria, ocorre numa faixa própria, o que complica sobremodo seu diálogo com a Prefeitura.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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