quinta-feira - 11/08/2022 - 18:22h
Opinião

Medalhas de ouro

Por François Silvestre

Os generais do Brasil, aqueles que se encastelam nos cargos comissionados, não são sucessores de Caxias. São espertos politiqueiros, diferentemente, espero, dos que se aboletam nos quartéis, no comando de tropas. Espero.

General Braga Netto recebeu quase um milhão de reais em dois meses (Foto: Marcelo Camargo)

General Braga Netto recebeu quase um milhão de reais em dois meses (Foto: Marcelo Camargo)

Mas no peito deles, encastelados no poder, quando fardados, sobram medalhas. E comendas. E estrelas nos ombros.

Comendas de batalhas de ficção. Lutas de mentira. E estrelas de latão. Valentes para ameaçar a democracia e o poder civil. Muito valentes contra desarmados. Contra inermes. E todo valente armado contra indefeso desarmado não é valente merda nenhuma. É covarde.

As estrelas de latão brilham por força do kaol. E não pelo mérito áurico. Mas eles, os generais do palácio, ostentam no peito medalhas de ouro. Feitas de ouro? Não. Banhadas de ouro? Não. Nada disso. São medalhas que eles preferem não ostentar, se não por vergonha, pelo menos por um resíduo de pudor. São as medalhas do Contracheque. Brilhantes, envergonhadamente brilhantes.

São esses os que questionam as urnas. Debocham das eleições. E não querem abrir mão de privilégios, vizinhos da ilegalidade. Irmãos da imoralidade!

Leia também: General Braga Netto recebeu quase R$ 1 milhão em dois meses.

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Categoria(s): Artigo
quarta-feira - 26/12/2018 - 09:06h
Brasil

Direito e privilégios

Convencer castas de que seus “direitos” são privilégios acintosos, num país de profundas desigualdades, é tarefa que nem Papai Noel consegue atingir.

E 2019 vem aí: mais auxílios, mais subsídios, mais penduricalhos.

O resto vá à merda.

Brasil sem jeito.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Só Pra Contrariar
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terça-feira - 24/10/2017 - 18:08h
Gestão estadual

Rogério Marinho critica fraqueza e lembra culpa de Robinson

O recuo do governador Robinson Faria (PSD), que decidiu retirar as propostas de ajuste fiscal enviadas a Assembleia Legislativa, foi criticado pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB). Para o parlamentar, o conjunto de projetos entregue pelo vice-governador Fábio Dantas (PCdoB) para análise dos deputados estaduais era uma “tentativa de ajustar e dar equilíbrio ao Estado”.

Marinho lembra de Robinson na AL (Foto: arquivo)

“Acho que este é um equívoco do governador, que tem dificuldade de entender seu papel de governante. Precisa fazer opções, escolhas, e novamente a escolha do governador foi a favor das corporações, sindicatos, de privilégios em detrimento do conjunto da população”, disse.

Incapacidade

“É uma pena que governador tenha tomado essa atitude. Dá sensação de desânimo com esse governo, sensação que governo acabou, não tem capacidade de ter resolutividade”, disse Rogério.

Segundo o parlamentar, a culpa de “boa parte dos problemas que temos hoje é justamente de Robinson quando presidente da AL, que pressionou o governo da época a aumentar o repasse para os poderes e os aumentos que foram dados de forma irresponsável ao conjunto dos funcionários públicos, que hoje cobram o preço”.

Leia também: Pressionado, Robinson Faria pede projetos de volta AQUI.

Nota do Blog – Bem lembrado, deputado. Um rol de projetos aprovados no apagar das luzes do governo Wilma de Faria, com Robinson na Assembleia Legislativa “jogando para a plateia”, hoje explode bem no colo dele.

Não é para reclamar do que enfrenta hoje. À época, cerca de 14 categorias funcionais tiveram garantias de benefícios mas desde então nem tudo foi efetivado na prática.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 08/12/2011 - 10:09h
O pior vem aí!

Pobre servidor público do Estado… tenho dó!

Tenho pena do servidor do Estado. Se 2011 tem sido ruim, 2012 será muito pior. Depois detalho o porquê ainda hoje no Blog do Carlos Santos.

Pena. Pena.

Não sou servidor público do RN, não tenho parente que o seja, mesmo assim sou solidário com vocês. O que a elite poderosa do RN faz é iníquo.

Tempos sombrios, nebulosos, vem aí.

Difícil coletarmos números com exatidão, mas conforme uma fonte confiável me passou, mais de 70% dos recursos com pessoal nos poderes, fica com 10% de uma massa privilegiada de “barnabés”.

A grossa maioria apanha as migalhas e a humilhação, obrigada a salários esqueléticos, insalubridade, levada à greve e muitas vezes com a opinião pública sendo jogada contra si.

Pobre RN!

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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