sexta-feira - 28/02/2020 - 17:02h
Movimento 65

PCdoB prepara lançamento de pré-candidato a prefeito

O auditor fiscal e engenheiro Fernando Freitas está confirmado como pré-candidato à Prefeitura de Natal pelo PCdoB. O lançamento deve ser oficializado no dia 10 de março, com o início do denominado “Movimento 65”.

O servidor público, que é estreante no cenário político, terá a missão de levar o partido para a disputa municipal à sucessão do prefeito Álvaro Dias (MDB). Detalhes quando ao lançamento e outras questões à campanha ainda serão definidos.

Freitas é auditor fiscal estadual e engenheiro devendo estrear como candidato (Foto: divulgação)

A proposta do PCdoB é trabalhar um manifesto pela construção de uma nova cidade, intitulado de “Movimento 65”, com o compromisso na defesa de uma Natal mais inclusiva, com mais oportunidades de trabalho e renda para todos, ambientalmente sustentável, e com políticas públicas que cuidem mais e melhor de seu povo.

Pós-graduado em Gestão Pública, Fernando Freitas é auditor fiscal do governo do Estado, onde atua como um dos coordenadores do Fórum de Servidores Estaduais. Esteve como presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do RN entre os anos de 2017 e 2019 e já atuou como Subsecretário de obras da Secretaria Estadual de Infraestrutura e de Habitação, além de ter sido representante da Secretaria de Tributação nas discussões sobre o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (PROADI).

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 26/12/2019 - 16:42h
Encolhe-estica

Aprovação de novo Proedi reitera falta de firmeza de governo

Xavier: compensação (Foto: Elisa Elsie)

A votação nesta quinta-feira (26) pela Assembleia Legislativa, em caráter extraordinário, de projeto de lei instituindo o Projeto de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN (PROEDI) – veja AQUI – é mais um entre dezenas de recuos do Governo Fátima Bezerra (PT).

Apertou, o governo recua.

Esse comportamento foi uma constante neste primeiro ano de gestão, por falta de firmeza (e diálogo, em certos episódios).

O Blog Carlos Santos postou matéria especial no dia 14 de agosto último narrando uma série de casos dessa natureza (veja abaixo).  De lá para cá, essa fábrica de encolhe-estica não para de produzir situações semelhantes. O Proedi que o diga.

Leia também:

A assustadora coreografia do atraso do Governo Fátima Bezerra

Fátima tinha instituído o Proedi em substituição ao antigo PROADI (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do RN) via decreto governamental, sem qualquer discussão da matéria com prefeitos. Ela arrumou-se com representantes da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN).

O decreto foi  praticamente empurrado goela abaixo dos municípios, que assumiram parte dos encargos do Proedi, sem qualquer negociação. Fátima atendeu a apelo do empresariado, de onde partiu o esboço da modificação. Com várias demandas judiciais contestando o decreto, achou melhor voltar atrás.

Hoje, os integrantes da Federação dos Municípios do RN (FEMURN) realizaram Assembleia Extraordinária em Natal (veja AQUI) e resolveram avalizar o projeto. O secretário de Estado da Tributação (SET), Carlos Augusto Xavier, dissecou o projeto e mostrou boa intenção do governo em fomentar parque industrial, empregos e tributos sem causar perdas municipais.

Governo garantiu, viu projeto compensação em 75% das eventuais perdas em relação a repasses do ICMS. Antes, o compromisso era de 50%.

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quinta-feira - 05/12/2019 - 12:52h
Realidade

Governo Fátima convive com ameaças do capital e do trabalho

O Governo Fátima Bezerra (PT) vai fechar o primeiro ano de gestão dando demonstração de tolerância e flexibilidade, no diálogo com capital e trabalho. Põe freios ao olhar marxista para o tema e procura evitar abismo entre um e outro, na tarefa de gerir o RN. Mas mesmo assim segue sob tensão.

Até o momento, não está consolidado o Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (PROEDI), que foi implantado para fomento à industrialização do estado, de modo a ser competitivo com os vizinhos – sobretudo Ceará e Paraíba. Ação judicial recente da Prefeitura do Natal começou a provocar fissuras nele (veja AQUI).

O Proedi é um projeto do Governo Fátima Bezerra, mas foi concebido nas entranhas da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), por especialistas que estudaram deficiências do antigo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do RN (PROADI), seu antecessor nos propósitos. O governismo o abraçou praticamente na íntegra, como esboçado pelo empresariado.

Fátima recebeu anteprojeto da Fiern e por decreto fez a vontade do capital sem ouvir prefeitos (Foto: Elisa Elsie)

Só esqueceu de combinar com os prefeitos (veja AQUI). É daí que eclodiu a principal resistência à sua operacionalização plena, com ameaça do empresariado de fechamento de milhares de postos de trabalho (veja AQUI).

A governadora apressou-se em ficar “de boa” com os empresários, sem costurar e dar o nó com os municípios, que alegam perdas com o regime de ‘parceria’ em que eles entram compulsoriamente com o pescoço; Estado e empresários estão com o machado e a foice.

Na relação com o funcionalismo, há abalo também nas relações até históricas e intrínsecas da governadora com o movimento sindical. Parcela dos trabalhadores está possessa com a iminente reforma previdenciária a ser apresentada pelo governo à Assembleia Legislativa.

O diferencial é que na segunda-feira (2), representantes da governadora receberam lideranças do Fórum dos Servidores do RN e lhes apresentaram anteprojeto reformista. Aguardam sugestões e estudos do segmento trabalhador.

Importante lembrar: Fátima sempre foi contra reforma previdenciária, cessão onerosa do pré-sal e teto de gastos à época em que era senadora, mas acabou recuando agora – como governante.

Perdas e ganhos

Os números da previdência estadual, por exemplo, mostram essa necessidade adiada há anos, inclusive por pressão do próprio sindicalismo.

Em relação ao empresariado, a governadora acatou praticamente na íntegra seus interesses com o Proedi e tem recebido dele um endosso integral. Está – ainda – a seu lado.

Setores do sindicalismo estão irritados (Foto: arquivo)

Quanto ao funcionalismo, é um pouco diferente e mais delicada a convivência. Existem pontos que o Governo Fátima Bezerra não abre mão na Reforma da Previdência do RN, sob pena de não conseguir minimizar em nada o déficit previdenciário bilionário. Talvez precise bater de frente com sua própria base: o sindicalismo.

Função social da empresa e a responsabilidade social do Estado estão em evidência. Maior empregador do RN, o Governo do RN é insolvente. Estado mínimo ou não, as contas não batem. Provavelmente terminará o ano com pelo menos duas folhas em atraso, remanescentes da administração Robinson Faria (PSD), além de uma terceira (parcialmente).

Se não reverter politica e judicialmente o freio no Proedi, Fátima perderá um aliado de peso e até então improvável: o capital. Prejuízo ainda maior deve aparecer nas estatísticas sobre emprego e em dados fiscais do Estado.

Quanto aos servidores, força política direta e indireta em toda sua trajetória, será difícil agradar a todos e rache de vez essa massa de militantes.

Enfim, não é fácil ser governo. A professora-sindicalista Fátima Bezerra agora sabe.

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quarta-feira - 11/09/2019 - 08:02h
Renúncias de receita

Projeto protege estados e municípios do apetite da União

Alves: Lei Complementar (Foto: cedida)

Garantir mais recursos para os Estados e Municípios brasileiros. Esse é o principal objetivo do Projeto de Lei Complementar (PLC 209/2019) apresentado recentemente pelo deputado federal Walter Alves (MDB-RN). O projeto altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e prevê que renúncias de receita compensatórias sejam feitas apenas com recursos da União.

“Sempre fui defensor de um novo Pacto Federativo, com mais recursos destinamos para onde o cidadão vive. O projeto que apresentamos tem como finalidade proteger os Estados e Municípios para que não haja renúncia de receita”, justifica.

“Por vezes, a União, sem entrar em acordo com os demais entes federativos, decide estabelecer benefícios tributários usando recursos que seriam compartilhados. Nossa proposta proíbe o uso dessa manobra”, afirma Walter Alves.

Nota do Blog – Muito oportuna a proposição. Há pouco, o Governo do RN apresentou caridade com o chapéu alheio, no novo formato do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do RN (PROADI), que abocanha parte de recursos pertencentes aos municípios. A polêmica gerou reação dos prejudicados (veja AQUI).

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sexta-feira - 06/09/2019 - 04:38h
Proadi

Prefeitos reagem contra eventuais perdas com decreto estadual

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) manifestou preocupação em reunião nessa quinta-feira (5) em Natal, quanto à aplicação e efeitos do Decreto 29030/2019, do governo estadual, que normatiza mudanças no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio Grande do Norte (PROADI). Para a entidade, as municipalidades terão sérios prejuízos.

Prefeita de Mossoró aponta que municipalidade terá perdas superiores a R$ 7 milhões em 2020 (Foto: cedida))

Com a presença de representantes da Secretaria de Estado de Tributação (SET/RN), Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e empresas do setor têxtil, a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) chegou a antecipar que a Prefeitura de Mossoró terá uma perda da ordem de R$ 7,2 milhões no próximo ano.

Fátima Bezerra e Frente Parlamentar Municipalista

Pelas novas regras, “a arrecadação nominal diminuirá e isso repercutirá negativamente no valor repassado aos municípios”.

O benefício para fomento industrial antes era concedido apenas nos 75% pertencente ao estado. Pelo novo, os municípios participam com 25%.

A Femurn questionou a adoção das mudanças sem uma consulta e discussão com entes municipais. Os prefeitos querem uma reunião com a governadora Fátima Bezerra (PP) e com a Frente Parlamentar Municipalista na próxima semana para discutir o assunto.

Os municípios já sofrerão o impacto financeiro neste mês de setembro.

Nota do Blog – O governo atual precisa avançar na mudança de mentalidade quanto à ideia de industrialização do RN, com apoio diferenciado à interiorização do seu parque industrial e fomento à formatação de polos econômicos nas diferentes regiões do estado. O Proadi não pode fazer “caridade” com o chapéu alheio.

O RN vive de commodities, serviços e dinheiro público, com baixa representatividade industrial, assim mesmo concentrada na Grande Natal.

A própria Fiern já apresentou estudos nessa direção. Ceará, Paraíba e Pernambuco, só para exemplificar, têm política que funciona há décadas, com excelentes resultados, interiorizando o desenvolvimento. Mas o RN segue na vanguarda do atraso, governo após governo.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 18/03/2019 - 10:18h
Proposta

Programa de Apoio à economia deve chegar ao comércio

A Assembleia Legislativa vai debater nesta segunda-feira (18) os benefícios do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (PROADI).

Proposta pelo deputado Kleber Rodrigues (Avante), a audiência será realizada às 14h no Auditório da Casa.

O programa hoje beneficia as grandes indústrias, mas a proposta do parlamentar é expandir esse benefício não somente às pequenas indústrias, mas também ao setor comercial como um todo.

Com informações da AL.

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quarta-feira - 06/02/2019 - 08:02h
Governo Fátima

“Não há sobras no Tesouro Estadual”, afirmam secretários

Segundo o secretário de Estado do Planejamento e Finanças (SEPLAN) do Governo Fátima Bezerra (PT), Aldemir Freire, não existe saldo de R$ 400 milhões no caixa do Governo do Estado. A informação tem sido propagada por setores do sindicalismo estadual e da oposição, até com provocação judicial para uso desses supostos excedentes à atualização de folha em atraso (veja AQUI).

O secretário passou o Boletim Mensal com o fluxo de caixa dos recursos do Tesouro detalhando as receitas e as despesas pagas em janeiro, como foi cobrado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do RN (SINSP-RN), ainda semana passada (veja AQUI).

Aldemir Freire e Carlos falam de restrições financeiras; sombras de dificuldades pairam sobre estado (Foto: arquivo)

A arrecadação de janeiro, que inclui receitas próprias e transferências constitucionais da União, foi de R$ 944,9 milhões e o total das despesas pagas de R$ 875 milhões. Do saldo de R$ 69,5 milhões, estão comprometidos R$ 59 milhões com o pagamento de gastos realizados em janeiro que não foram pagos, em virtude da não abertura do orçamento de 2019. Estes custos são referentes a medicamentos, insumos hospitalares, fornecedores de alimentação para hospitais e presídios, combustível para viaturas e ambulâncias, contas de água e luz, dentre outros.

“O Governo tem trabalhado para manter todos os serviços funcionando, negociando prazos e fazendo acordos, para não comprometer os atendimentos essenciais à população e dar o mínimo de previsibilidade para o pagamento dos servidores. Pois entendemos o quão caótico é não saber quando vai receber”, declarou Carlos Eduardo Xavier, secretário de Estado da Tributação (SET).

Em janeiro, a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) foi de R$ 515 milhões, dos quais 25% foram repassados para os municípios. A segunda maior fonte de arrecadação foi do Fundo de Participação dos Estados (FPE), totalizando R$ 391,3 milhões, dinheiro que também é compartilhado com os municípios.

“Todos os pagamentos efetuados em janeiro são imprescindíveis ao funcionamento do Governo do Estado. São despesas com a folha de pagamento de pessoal, repasses aos municípios, duodécimos, programas de governo como o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (PROADI), dívidas e repasses constitucionais. Não há sobras no orçamento. Há fluxo de caixa que nos permite dar aos servidores e fornecedores previsibilidade de recebimento”, explicou Aldemir.

Para os municípios, os repasses oriundos de ICMS foram R$ 134,6 milhões.  O Tesouro Estadual também repassou R$ 161,7 milhões ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB).

Receitas terão retração

A folha salarial da administração direta e indireta, paga com recursos do Tesouro, totalizou R$ 369 milhões. Aos poderes foram transferidos R$ 122 milhões. Além disso, foram pagos R$ 21,7 milhões às empresas que participam do Proadi; R$ 19,3 milhões com juros e amortizações das dívidas financeiras; R$ 14,2 milhões com bloqueios judiciais e precatórios; R$ 12,3 milhões do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); R$ 10 milhões do Arenas das Dunas e R$ 10 milhões com outras despesas de custeio.

“Temos que levar em consideração a sazonalidade do fluxo de receitas. Historicamente, o primeiro bimestre do ano é marcado pelo aumento da arrecadação e, especificamente no mês de janeiro, o orçamento geral do Estado encontra-se fechado, dificultando o pagamento de custeio”< afirma Aldemir.

“Por outro lado, o bimestre março/abril se caracteriza pela queda das receitas, sobretudo do Fundo de Participação do Estado. Em 2018, por exemplo, o FPE teve uma queda, entre o primeiro e o segundo bimestres, de R$ 160,5 milhões. É com este cenário que estamos trabalhando em 2019”, reforçou Aldemir.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
terça-feira - 22/01/2019 - 20:36h
Economia

Fiern teme mudanças em programa de apoio industrial

Fátima e Amaro: perigo de fosso (Foto: Fiern)

Em nota divulgada nesta terça-feira (22), o presidente do Sistema FIERN (Federação das Indústrias do Estado do RN), Amaro Sales de Araújo, defende que o segmento industrial seja ouvido em relação a possíveis mudanças no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do RN (PROADI), anunciadas na edição de hoje (22) do jornal Tribuna do Norte, pelo secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

Abaixo a íntegra da nota.

Não conhecemos, ainda, as eventuais regras de mudança do PROADI. Precisamos tratar o tema com muita cautela. O Governo do Estado precisa considerar a segurança jurídica, a competitividade das empresas e os empregos existentes. É muito importante que, de fato, o assunto seja exaustivamente discutido com o segmento industrial.

Reconhecemos o cenário crítico que o Governo enfrenta, mas, pior será, sem os empregos gerados pelas empresas que contam com o PROADI.

O tema é complexo e a Governadora Fátima Bezerra, desde a campanha, tem nos dito que conversará conosco previamente sempre que assuntos de interesse da indústria estiverem na pauta do Governo.

De todo modo, faremos sempre a ponderação que nos cabe a favor do diálogo, mas sem nos afastar da defesa do contrato firmado, da situação já estabelecida, das condições, enfim, anteriormente negociadas com o próprio Estado do Rio Grande do Norte.

Amaro Sales de Araújo – Presidente do Sistema FIERN

Nota do Blog – O Proadi pode abrir um fosso entre Governo e setor produtivo. A questão é delicada, mas precisa também ser vista quanto a uma necessidade sempre adiada ou ignorada: a interiorização do desenvolvimento. O RN e o Proadi parece que só existem até a Reta Tabajara. O Proadi nunca fomentou a economia interiorana, como de algum modo acontece na Grande Natal.

Leia também: Olhar da governadora eleita precisa se voltar também para o interior.

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Categoria(s): Administração Pública / Economia
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