Agência Meio, G1, Blog Carlos Santos e Folha de São Paulo
Eduardo Bolsonaro e mais 17 deputados foram punidos pelo PSL nessa terça-feira (3) por tentarem afastar o presidente do partido, Luciano Bivar. O filho do presidente Jair Bolsonaro, junto com mais três deputados, pegaram a maior pena: um ano de suspensão.
O deputado perde a liderança na Câmara, já que fica proibido de participar de comissões, assinar listas e falar em nome da sigla no Congresso.
Eduardo só manterá o comando da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional até o final do ano por ter sido eleito presidente. Outros dez deputados tiveram suspensões definidas entre 3 e 10 meses, e quatro foram advertidos.
O deputado federal General Eliéser Girão, do RN, está no “lote” dos punidos com três meses de suspensão. “Fui suspenso do PSL por ter mantido minha lealdade ao presidente Jair Bolsonaro e por ter pedido ética e transparência na prestação de contas do partido”, disse Girão.
Novo partido
Por 4 a 3, o TSE autorizou o uso de assinaturas eletrônicas para criação de partidos políticos.
É exatamente o que queria o presidente Jair Bolsonaro, para agilizar a formação de sua legenda.
Mas é vitória de Pirro.
O Tribunal argumenta que ainda será preciso regulamentar o uso da tecnologia e preparar a equipe para lidar com a novidade.
Não há prazo.
O Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro tem pressa em formalizar, é dissidência do PSL que ele transformou numa legenda de grande porte com sua eleição ano passado.
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