quarta-feira - 30/03/2022 - 21:28h
Câmara Municipal

Ex-governista diz que parte da imprensa distorce informações

Cabo Tony Fernandes considera que a desinformação marca parte da mídia (Foto: Robson Carvalho)

Cabo Tony Fernandes lidera bloco que era do governismo, mas resolveu ir à oposição (Foto: Robson Carvalho)

“Uma parte da imprensa e um ‘puxadinho’ passaram a semana distorcendo”. A frase foi pronunciada pelo vereador Cabo Tony Fernandes (Solidariedade), ex-governista e líder do bloco “Diálogo e Respeito”, na Câmara Municipal de Mossoró.

Em meio às discussões de projetos do Executivo que estiveram em pauta (veja AQUI), o parlamentar criticou cobertura na mídia sobre posição de seu grupo no plenário, em votações.

Tony está em seu primeiro mandato. Começou com um dos principais nomes do governo, mas depois articulou criação de grupo próprio, levando mais cinco parlamentares à oposição.

Leia também: Carlos Augusto dá suporte à ‘nova oposição’.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 03/04/2020 - 08:24h
Mossoró real

Servidores de UPA se recusam a trabalhar sem proteção

Movimento de servidores de plantão na Unidade Básica de Saúde (UBS) Raimundo Benjamin Franco, do bairro Belo Horizonte em Mossoró, à noite dessa quinta-feira (3) cobrou da gestão municipal a distribuição urgente de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s). Eles estão trabalhando sem proteção necessária em pleno avanço do coronavírus.

Plantonistas contrariam noticias oficiais que apontam UPA como referência sanitária (Foto: arquivo)

Veja abaixo o que divulgaram em redes sociais:

Na data de 02 de abril de 2020, a equipe que integrou o plantão noturno na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do BH (Mossoró-RN) constatou a falta de EPI’s adequados para os profissionais realizarem o atendimento das demandas relacionadas a pandemia do COVID-19. Contrapondo o divulgado na imprensa e redes sociais de que esta unidade é referência para atender casos suspeitos e confirmados de Coronavírus.

Durante o atendimento inicial do plantão noturno, constatou-se 3 (três) casos suspeitos com sintomas de febre, falta de ar, histórico de contato com caso confirmado, colocando em risco toda a equipe ao realizar assistência aos pacientes, uma vez que a unidade não dispõe de equipamentos e insumos necessários para atender aos usuários suspeitos.

Ressalta-se ainda que o setor de isolamento dispõe apenas de 01 (um) leito para os suspeitos de COVID-19 e o mesmo encontra-se contaminado, já que a desinfecção não pode ser realizada na ausência dos matérias de proteção individual adequados.

Dessa forma, a equipe em conjunto decide interromper o atendimento na UPA do BH pela falta de condições básicas, ao mesmo tempo em que comunica às autoridades e aos órgãos competentes para que sejam providenciadas com a máxima urgência as devidas condições de trabalho.

Lembrando ainda que, os EPIs e a estrutura relatada acima são fundamentais para segurança dos profissionais de saúde, bem como da própria população.

Assim, aguardamos respostas e resolutividade das autoridades competentes para que os atendimentos possam ser normalizados. Mossoró, 02/04/2020

Atenciosamente, Equipe de plantão.

Nota do Blog – Há poucos dias, equipe de plantão da UPA do Santo Antônio fez uma ‘vaquinha’ e adquiriu EPI’s para poder trabalha, haja vista a necessidade desse material e o não fornecimento pelo município. Veja AQUI.

O agravante, é que a administração municipal anunciou no começo da semana a montagem de uma “Unidade de Campanha” (mudou até o termo universalmente usado há séculos para “Hospital de Campanha”) na UPA do BH. Ou seja, um “puxadinho” e mais uma propaganda deslavadamente enganosa.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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quinta-feira - 26/10/2017 - 20:10h
STF

Roupa suja sem sabão

Por François Silvestre

A discussão de hoje entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Roberto Barroso e Gilmar Mendes prova escancaradamente a falência institucional decorrente da apodrecida ordem constitucional cortesã.

Cidadã de merda nenhuma.

O Brasil virou uma zorra institucional.

Só não vê quem é cego ou beneficiário da patifaria. O bordel escancara as portas. Entrada franca.

Basta mostrar a marca de cinza na testa de quem anunciou nas ruas, acompanhando o palhaço, o espetáculo da noite.

“Hoje tem espetáculo”?

“Tem sim senhor”!

Nota do Blog – O STF virou “puxadinho” do Congresso Nacional. É também uma “latada” do Executivo.

Nem poder é. Foi, talvez. Perguntem a Aécio Neves.

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Categoria(s): Opinião
quinta-feira - 08/12/2016 - 07:20h
Brasil

O “puxadinho” bancado pelo STF para proteger um réu

Que país é esse?

O homem mais importante da República é um réu: senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

O mesmo que trata magistrado por “juizeco”, desdenha ordem judicial e coloca o Supremo de joelhos a seus pés.

Nesse último caso, com razão.

O Supremo Tribunal Federal (STF) não se deu ao respeito.

A maior Corte brasileira conseguiu o feito acrobático de retirar uma das prerrogativas do presidente do Senado, que é fazer parte da linha de sucessão do presidente da República, sem ejetá-lo do cargo (veja AQUI).

Sem atestado de bons antecedentes, o cidadão comum não toma posse no serviço público. Mas com prontuário rico, um senador requisita o Supremo para ser endossante da impunidade, em vez de “guardião da Constituição”.

Depois do “puxadinho” bancado pelo próprio STF na chamada Carta Magna, visto por Renan como “patriótica decisão” e não uma decisão legal (que deveria ser o correto), vale tudo.

Desisto.

Vou para a Manchúria.

Pobre Brasil!

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Categoria(s): Artigo / Opinião da Coluna do Herzog
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quinta-feira - 11/08/2016 - 17:50h
Retrocesso

Redução de papel do TCE dá força a Executivo e “puxadinho”

Fico a me perguntar: qual o papel do Tribunal de Contas do Estado (TCE) daqui para frente, em face da decisão tomada nessa quarta-feira (10) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), de limitar seu poder (veja AQUI).

Decidiu que, para ficar inelegível, um prefeito precisa ter suas contas de governo rejeitadas pela Câmara de Vereadores, e não apenas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Atualmente, a Justiça Eleitoral impede de ser eleito, com base na Lei da Ficha Limpa, o prefeito que tiver a contabilidade reprovada pelo Tribunal de Contas. Com o novo entendimento, ficará inelegível nas eleições de outubro o prefeito que tiver as contas reprovadas pelo legislativo municipal, mesmo que já tenha a reprovação prévia da corte de contas.

Com a grande maioria das câmaras municipais funcionando como ‘puxadinho’ ou sala contígua do Executivo, o que podemos esperar dessa “fiscalização?

Se o TCE tinha poder fiscalizador, atuando num patamar de independência dos poderes, é nítido que está amputado à raiz.

Entendeu?

Simples: o TCE não tem utilidade.

O jeito é ficar mesmo só empregando políticos e apadrinhados de políticos.

É o jeito!

Veja o que pensa a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) sobre a decisão do STF, clicando AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública
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