segunda-feira - 18/03/2019 - 08:10h
Experiência

“Governador não manda em voto de deputado”, diz Henrique

Com larga experiência parlamentar na Câmara Federal, que chegou a presidir, o ex-deputado e ex-ministro Henrique Alves (MDB) voltou a se reportar à política em suas redes sociais, após longo silêncio.– Governador não manda em voto de deputado federal – alertou o ex-deputado federal nesse domingo (17).

O comentário tem relação direta com as dificuldades, por exemplo, que a governadora Fátima Bezerra (PT) enfrenta e as suas relações com a bancada federal potiguar no tocante a temas em pauta no Congresso Nacional, como a Reforma da Previdência.

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quinta-feira - 28/02/2019 - 10:52h
Reforma da Previdência

Propostas contra homem do campo e idoso são rechaçadas

Walter: BPC preocupa (Foto: Assessoria)

O deputado federal Walter Alves (MDB-RN) revela atenção no tocanto à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) – Reforma da Previdência – apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), no último dia 20. De acordo com o parlamentar, a reforma é necessária, mas alguns pontos precisam de mudanças e ampla discussão com a sociedade.

De acordo com o parlamentar, é preciso analisar exaustivamente a proposta apresentada pelo Governo Federal e efetivar mudanças em alguns pontos, como por exemplo, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e as regras para aposentadoria dos trabalhadores rurais, entre outros.

“É precisa muita cautela. Sabemos que há necessidade da reforma, mas é inadmissível e não vamos acatar a proposta de mudança do BPC para idosos que altera o valor do benefício para apenas R$ 400,00″, afirma.

“Outra questão que precisa ser revista é a relacionada aos trabalhadores rurais. Há muito o que ser discutido com a sociedade. Vamos analisar detalhe por detalhe com muito cuidado”, ponderou Walter Alves.

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terça-feira - 19/02/2019 - 22:02h
Saúde

Grevistas fazem movimento nessa quarta-feira

Servidores da Saúde do Estado que completam nesta quarta-feira (20) 15 dias de greve participarão de debate sobre a Reforma da Previdência nesta quarta, às 9h, no auditório do Sindicato da Polícia Civil do RN (SINPOL/RN).

O debate faz parte do Dia Nacional em Defesa da Previdência Social, aprovado em uma reunião com as Centrais que ocorreu, em São Paulo, no dia 15 de janeiro.

Sindicatos e movimentos irão promover plenárias e mobilizações nos estados em todo o Brasil.

Em Natal, além do debate pela manhã, haverá uma plenária unificada às 14h na Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RN (FETARN) e após a atividade haverá uma caminhada com um ato em frente a sede do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Além das mobilizações nos estados irá ocorrer uma Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, em São Paulo nesta quarta.

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segunda-feira - 18/02/2019 - 22:20h
Reforma da Previdência

Após ruína nas urnas, Rogério Marinho está em alta

Marinho: prestígio (Foto: Agência Brasil)

Ex-presidente da Câmara Municipal de Natal e ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB), secretário especial de Previdência e Trabalho da União, consolida-se como homem estratégico do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Foi ele, por exemplo, quem confirmou à imprensa nacional que o presidente da República irá ao Congresso Nacional entregar a proposta da reforma da Previdência nesta quarta-feira (20).

Na última quinta-feira (14), coube a Rogério Marinho adiantar alguns pontos da proposta, que prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres dos setores público e privado, com 12 anos de transição para quem está próximo dessas idades.

Por ter relatado o projeto da Reforma Trabalhista no Governo Michel Temer (MDB), ele enfrentou corrosiva pregação satanizando seu nome. Não se reelegeu, mas começa novo governo em alta.

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domingo - 13/01/2019 - 13:26h

As razões dos militares

Por François Silvestre

Servi no Exército, Regimento de Obuses.

Tenho orgulho de ser reservista de primeira categoria do Exército Brasileiro. Respeito os militares e reconheço a excepcionalidade das suas funções. Não guardo nenhum respeito pelo militarismo ou pelas ditaduras dele decorrentes.

Militar é quem promove o civismo, quem faz apologia da violência é militarista,vizinho parede-meia da imbecilidade.

Nessa questão previdenciária eles não podem ser tratados na mesma ótica dos outros servidores, públicos ou privados.

Militar não pode sindicalizar-se, não pode fazer greve, não ganha hora extra, não ganha adicional noturno, não promove qualquer acordo individual ou coletivo para pressionar aumento ou correção salarial.

Portanto, não pode ser tratado igualmente quem não tem relação comparativa com o restantes dos servidores, em matéria previdenciária.

Militar não se aposenta, vai para a reserva. E pode ser convocado a qualquer tempo, nos primeiros cinco anos da reserva, sempre que algum fato excepcional ou guerra exija sua convocação.

François Silvestre é escritor

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terça-feira - 08/01/2019 - 11:38h
Governo Bolsonaro

Coragem para fazer uma reforma previdenciária

O ministro do Planejamento e Finanças, Paulo Guedes, considera que é inexorável uma reforma previdenciária séria no país.

Para ele, o atual sistema é uma “fábrica de desigualdades”.

E acrescenta: “Quem legisla e julga tem as maiores aposentadorias e a população, as menores”.

Vamos ver se o Governo Bolsonaro tem coragem e habilidade para mexer nesse vespeiro.

Sem ela, a coragem, “não se chupa nem um Chica-bon”, dizia o dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues.

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quinta-feira - 13/12/2018 - 19:54h
Rogério Marinho

Previdência deverá ter reforma dividida em duas partes

Do Congresso em Foco

“Esse modelo [a Previdência atual] claramente está sem a mínima condição de continuar. A bomba fiscal existe, o déficit é crescente, então nesses seis primeiros meses vai se trabalhar nisso”, afirmou ao Congresso em Foco o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), pelo futuro ministro Paulo Guedes (Economia) na última terça-feira (11) para assumir a Secretaria da Previdência.

Marinho: ajustes (Foto: arquivo)

A equipe econômica planeja ver uma medida paliativa em vigor no primeiro semestre, apenas para alterar o sistema que vigora hoje e, logo em seguida, no segundo semestre, apresentar a proposta integral da equipe de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia.

Essa segunda reforma propõe um novo modelo com a criação de contas individuais de capitalização e é projetada pelo governo Bolsonaro para criar a “Previdência do Futuro”. O objetivo, segundo o novo governo, é fazer o sistema se sustentar por ao menos 30 anos.

Como será

Ainda não se definiu como será a reforma provisória, do primeiro semestre. Bolsonaro tem dito que poderia se propor apenas a redução da idade mínima de aposentadorias, mas a questão não está fechada.

“Estamos definindo uma estratégia”, diz Marinho. O futuro secretário espera que o plano esteja pronto no prazo de 10 a 15 dias, antes da posse do presidente eleito.

No Congresso

Para Marinho, enfrentar o problema fiscal é uma questão “inadiável” e tem de ser tratado como prioridade. “Se essa bomba não for desarmada, e essa bomba está no modelo atual de Previdência e Seguridade, nós não teremos condição de trazer qualquer outra pauta com tranquilidade”, defende o tucano.

A aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) exige o apoio de, ao menos, 308 deputados e 49 senadores em dois turnos de votação em cada casa legislativa.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 19/11/2018 - 10:28h
RJ

Governador vai enviar reforma previdenciária à AL

Está hoje na coluna Painel do jornal Folha de São Paulo, um sinalizador do que poderá ocorrer país afora, em relação o sistema previdenciário nos estados.

Veja abaixo:

Antes tarde…

Perto do fim do mandato e com a política do Rio em tumulto após a prisão de dez deputados estaduais, o governador Luiz Fernando Pezão (MDB) se prepara para enviar à Assembleia Legislativa uma ambiciosa proposta de reforma da Previdência.

… do que nunca

O projeto prevê a criação de um fundo para pagar pensões e aposentadorias aos servidores mais antigos. Ele seria gerido fora do Orçamento e teria como lastro ações de estatais, imóveis e créditos que o estado tem a receber dos contribuintes, entre outros ativos.

Nota do Blog Carlos Santos – O governador Robinson Faria (PSD) tentou emplacar projeto que aumentava de 11% para 14% a alíquota previdenciária do estado, como forma de reduzir o déficit de seu fundo, além de facilitar abertura de socorro financeiro da União. Acabou não conseguindo avanços.

A proposta de Pezão é bem mais ampla. No caso do RN, a governadora eleita Fátima Bezerra (PT) não poderá se esquivar do problema, que só aumenta mês após mês.

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domingo - 21/10/2018 - 09:00h

O futuro da termelétrica do Vale do Açu

Por Josivan Barbosa

A exemplo de inúmeras outras termelétricas, o futuro daquela que foi o ícone da nossa região, a Termelétrica do Vale do Açu, é incerto. As incertezas com relação à continuidade do projeto de reforma do setor elétrico, em trâmite no Congresso, devido ao processo eleitoral, podem colocar em risco a oferta de um bloco de energia termelétrica a gás natural no início da próxima década. (TERMOAÇU)

Termoaçu é investimento sob interrogação (Foto: sem identificação de autoria)

De acordo com estimativas do mercado, pelo menos 1.500 megawatts (MW) médios de energia poderão ser perdidos a partir de 2023, caso um conjunto de termelétricas com fim de contrato naquele ano, a maioria pertencente à Petrobras, não seja recontratado.

O volume equivale a cerca de 2% da oferta de energia no sistema hoje. O problema ocorre porque, no modelo regulatório atual, não existe possibilidade de recontratação dessas térmicas em longo prazo.

A única alternativa de negociação de energia dessas usinas é por meio de leilões de energia existente, que envolvem contratos de curto prazo, em geral de um ano de duração.

Estados estão acima do limite de gastos

Dentre os 26 Estados, em 15 a despesa total de pessoal do Poder Executivo avançou em relação às receitas de dezembro de 2014 para o segundo quadrimestre deste ano. Além de avançar, o nível de gastos com folha tornou-se mais crítico. Atualmente, 16 Estados já ultrapassaram o limite prudencial de gastos com pessoal.

Em 2014, eram apenas sete nessa situação. Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o limite prudencial é de 46,55% de despesa de pessoal em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). O limite prudencial é dado por 95% do teto de 49% para gastos com pessoal estabelecido pela LRF.

Os Estados que fecharam o segundo quadrimestre acima do limite prudencial são: Acre, Amazonas, Alagoas, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Santa Catarina, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Rio de Janeiro e Tocantins.

O governo do Rio Grande do Norte, com 47% da receita comprometida com despesa de pessoal (dois pontos abaixo do teto), tem sido alvo de manifestações de servidores que pleiteiam fim dos atrasos nos salários. O mais preocupante em relação ao ajuste pelos governadores está no fato de os Estados serem atualmente importantes provedores nas áreas de educação, saúde e segurança.

Sem mudanças, os Estados entrarão em colapso e a população mais atingida será a de baixa renda, mais dependente dos serviços públicos.

A Reforma da Previdência e os militares

A mensagem encaminhada ao Congresso pelo atual presidente da República mostra claramente por onde se deve iniciar a reforma da previdência. O problema não está somente nos servidores públicos civis. Basta ler a mensagem do presidente Michel Temer ao Congresso Nacional que acompanha a proposta orçamentária para 2019. Lá está dito que o déficit nominal com os militares inativos e os seus pensionistas está crescendo, em termos nominais, enquanto o “buraco” do Regime Próprio dos Servidores Civis da União (RPPS) projetado para o próximo ano está caindo, na comparação com o previsto para 2018.

O déficit com militares inativos e seus pensionistas em 2019 está projetado em R$ 43,3 bilhões, contra R$ 42,6 bilhões previstos para este ano. No caso do RPPS, o “rombo” passará de R$ 45,4 bilhões neste ano para R$ 44,3 bilhões em 2019. Um é quase igual ao outro, embora o número de servidores civis aposentados e seus pensionistas seja bem superior ao de militares inativos e seus pensionistas.

Em 2016, último dado disponível, havia 683.560 aposentados e pensionistas do RPPS e 378.870 militares inativos e pensionistas. A receita obtida com as contribuições dos civis ativos foi de R$ 30,69 bilhões, enquanto que as contribuições dos militares para as suas pensões ficaram em R$ 2,93 bilhões.

`Balcão único`

A proposta de se criar um “balcão único” que faça a ponte entre investidores e órgãos envolvidos na liberação de obras, sugerido por Fabio Abrahão, encarregado do plano de governo de Bolsonaro para logística, já existe há quase 30 anos e é o Ibama. Vende-se como se fosse novidade algo que existe há muito tempo.

Funcionamento do Ibama

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) é uma autarquia do Ministério do Meio Ambiente (MMA) criada em 1989. Suas atribuições são licenciar obras de grande porte e multar infratores. É da competência do Ibama, por exemplo, licenciar empreendimentos na plataforma continental, usinas nucleares, grandes hidrelétricas.

A carteira ambiental do Ibama hoje tem 2500 processos de licenciamento e menos de 300 servidores para analisá-los. Vários destes projetos têm a complexidade e a dimensão de usinas como a de Belo Monte, no Pará.

O Ibama, contudo, não faz nem 10% dos licenciamentos ambientais no Brasil – os Estados são os grandes licenciadores desde a Lei 6938/1981, que instituiu a Política Nacional de Meio Ambiente. O artigo 10 da lei, que fala sobre licenciamento ambiental, tem que ser lido junto com a Lei Complementar 140, que regula competências federais, estaduais e municipais.

Fusão do MMA com o MAPA

Outra controvérsia é a intenção de fundir o MMA ao Ministério da Agricultura. Algumas lideranças do agronegócio se juntam a ambientalistas dizendo que não é boa ideia e seria mal interpretada no exterior o que prejudicaria as exportações agrícolas.

A fusão entre as duas pastas também será contraproducente em termos operacionais. Dos 2500 processos de licenciamento hoje na carteira do Ibama, apenas dois se relacionam com atividades rurais. Mas as atribuições do Ibama envolvem atividades ligadas à mineração, poluição das cidades, gestão de resíduos sólidos, avaliação de substâncias químicas perigosas, entre outras.

`Indústria da multagem`

Outra promessa de campanha de Bolsonaro é acabar com a “indústria da multagem”, como ele diz, referindo-se às penalidades ambientais. O Ibama aplica, em média, R$ 3 bilhões em multas ao ano. Na média histórica, só 5% do valor é pago. Os valores das multas pagas vão, em média, até R$ 11 mil. Os grandes infratores não costumam pagar e judicializam os processos para evitar o desembolso.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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sexta-feira - 02/02/2018 - 16:32h
Em Brasília

Juízes e procuradores pedem reajuste salarial e mais benefícios

Magistrados e procuradores de todo o país fizeram protesto, nessa quinta-feira (1º), em Brasília, para pedir reajuste salarial, adicional por tempo de serviço e outras medidas em defesa da magistratura e do Ministério Público. Eles também se manifestaram contra a reforma da Previdência, a criminalização da violação das prerrogativas dos advogados e a nova lei de abuso de autoridade.

Representantes de entidades ligadas à magistratura e ao Ministério Público entregaram carta a Cármen Lúcia (Foto: Frentas)

O ato se estendeu do Supremo Tribunal Federal (STF) até a Câmara dos Deputados.

Lideranças de entidades representativas das duas categorias entregaram uma carta com reivindicações à presidente do Supremo, Cármen Lúcia, e à procuradora-geral da República, Raquel Dodge. O documento, encabeçado pela Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS), é apoiado por 18 mil pessoas.

Integrantes do Judiciário e do Ministério Público reclamam que estão sem aumento desde 2015 – “as únicas carreiras do Estado não contempladas recentemente com qualquer reajuste em seus subsídios” – e que acumulam perdas salariais de 40%. Nesse período, segundo eles, seus salários foram atualizados em 14,6%, enquanto a inflação acumulada foi de 21%.

“Injustiça”

Atualmente, o salário inicial de um juiz está fixado em R$ 27.500,17, o mesmo de um promotor de Justiça. Já um procurador tem remuneração inicial de R$ 28.947,55.

“Não pode a Suprema Corte, em especial, fechar os olhos para o ignóbil uso da política de remuneração como estratégia de retaliação ao desempenho autônomo, independente e altivo das funções do Poder Judiciário e do Ministério Público”, diz trecho da carta.

A defasagem salarial, de acordo com os manifestantes, é “um atentado à garantia da irredutibilidade” e uma “injustiça”.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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segunda-feira - 15/01/2018 - 21:20h
Exemplo

Aposentadoria em massa pressiona previdência estadual

O impacto do déficit no sistema previdenciário do Rio Grande do Norte pode ser dimensionado no microcosmos que representa o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). É uma mostra do que ocorre no Estado.

Em 2015, 34 servidores do HRTM entraram com pedido de aposentadoria.

Em 2016, o número deu grande salto, chegando a 54.

Já em 2017, uma enxurrada de aposentadorias, com total de 196.

Ou seja, nos três últimos anos, só no HRTM houve 284 servidores aposentados.

O atual quadro do HRTM tem quase mil servidores ativos.

Dos 600 servidores no ato de sua inauguração em 1986, só restam 186 trabalhando. O restante está aposentado (além de falecimentos também).

Essa corrida à “inatividade” decorre sobretudo do medo de reformas dilacerantes da Previdência Social.

Paralelamente, as condições de trabalho estão cada dia mais precárias e a desesperança é um sentimento comum no serviço público.

O Governo do Estado atesta que tem um déficit da ordem de R$ 110 milhões mensais para cobrir o deficit na previdência e esse volume caminha para ampliação ainda maior paulatinamente.

É, e tudo pode ficar ainda pior.

Vai piorar.

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quarta-feira - 06/12/2017 - 15:34h
Opinião

A pressa dos mancos

Por François Silvestre

Estudos de alguns especialistas informam que em 2050 a previdência social estará falida, dada a crescente média de vida do brasileiro. Não se pode negar que é preciso reformar a previdência. A questão é quando se deve fazer isso.

Há tempo suficiente para que essa reforma seja feita após o esgotamento de todas as dúvidas. Ou a maioria dessas dúvidas.

Um governo não legitimado nas urnas e um congresso moralmente rasteiro não possuem legitimidade para reformar coisa alguma, muito menos a previdência social, que sustenta a vida de enfermos e aposentados.

Falta apenas um ano para que esse problema seja resolvido. Governo e congresso eleitos com essa legitimidade.

Se forem os mesmos, não se poderá reclamar. Terá sido vontade do povo.

Pra que a pressa desses mancos morais?

Sabe do que se trata?

De muita grana envolvida nessa coisa estranha.

Grana de corporações empresarias para comprar o governo e grana do governo para comprar deputados e governos estaduais falidos.

É disso que se trata!

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quinta-feira - 30/11/2017 - 10:29h
Posição

Beto Rosado antecipa voto contra reforma previdenciária

Beto: não (Foto: Assessoria)

Após analisar as mudanças no texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 11/17, que trata da Reforma da Previdência, o deputado federal Beto Rosado (PP) anunciou que votará contrário à matéria, o mesmo posicionamento que ele já havia externado desde abril deste ano.

Para Beto, a Reforma traria prejuízos aos trabalhadores, por acabar com direitos adquiridos há muitos anos.

Ele frisou que entende a dificuldade financeira da Previdência, mas defendeu que haja uma solução que não prejudique os contribuintes.

“A Reforma da Previdência, mesmo com o texto mais ameno, ainda traz prejuízos, principalmente aos servidores públicos. O governo precisa buscar uma solução que não penalize o povo brasileiro. Por isso, voto contra a proposta”, enfatizou o parlamentar.

Com informações da Assessoria de Beto Rosado.

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terça-feira - 21/11/2017 - 23:16h
Quarta-feira, 22

Robinson participará de reunião com presidente Temer

O governador Robinson Faria (PSD) participará nesta quarta-feira (22), em Brasília, da reunião de governadores com o presidente Michel Temer.

O encontro foi convocado pela Presidência da República e terá como pauta a Reforma da Previdência.

Na oportunidade, o chefe do Executivo Estadual também reforçará o pedido de apoio para reequilibrar as contas do estado.

A reunião acontecerá no Palácio da Alvorada, às 11h da manhã.

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segunda-feira - 25/09/2017 - 18:46h
STF

Governo advoga aposentadoria especial para parlamentares

Do Congresso em Foco

Considerada uma das “leis imorais” do país pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, a norma que garante aposentadoria especial para deputados e ex-deputados ganhou o apoio do governo na Justiça. A Advocacia Geral da União (AGU) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário à ação de Janot contra o Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSS), que favorece a aposentadoria dos atuais e de ex-integrantes da Câmara.

A manifestação ocorre no momento em que o governo busca angariar votos para os seus dois maiores desafios no Legislativo: barrar o andamento da mais nova denúncia criminal contra o presidente Michel Temer e para aprovar a reforma da Previdência, que reduz direitos e para os demais brasileiros.

Pensão integral

Criado em 1997, o PSSC garante aos parlamentares benefícios como aposentadoria integral, averbação de mandatos passados, atualização no mesmo percentual do parlamentar na ativa, a chamada paridade, acúmulo de benefícios que extrapolam teto constitucional, pensão integral em caso de morte e custeio das aposentadorias por conta da União.

Em parecer enviado ao Supremo, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, defende a manutenção das regras atuais para os congressistas. A ministra alega que elas fazem parte das “prerrogativas constitucionais do Poder Legislativo, tendo em vista a natureza política da função exercida”.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – E você fica aí com a vã esperança de que essa país de quinta categoria tenha um futuro melhor.

Não se iluda. O pior do brasil é o brasileiro.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 22/03/2017 - 07:26h
Sinte/RN

Sindicato mobiliza instituições contra Reforma da Previdência

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (SINTE/RN) deu início nesta terça-feira (21), a uma série de visitas a instituições da sociedade civil de Mossoró. O objetivo é fortalecer o movimento contra a aprovação da Reforma da Previdência do governo Michel Temer (PMDB).

Na última assembleia da categoria foi definida uma extensa agenda de lutas e a criação de um comando de greve.

A direção do Sindicato esteve reunida com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional de Mossoró, Canindé Maia; e com o Vigário Geral da Diocese de Mossoró, Padre Flávio Augusto.

Nas duas ocasiões, as instituições trataram da proposta de criação de uma frente cidadã e contra a reforma da previdência.

Hoje (quarta-feira, 22), o comando de greve liderado pelo Sinte, Regional Mossoró, se reúne com representantes do segmento evangélico da cidade com o intuito de ampliar os apoios contra a reforma.

Com informações do Sinte/RN.

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Categoria(s): Gerais / Política
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quarta-feira - 15/03/2017 - 15:02h
Brasil

A reforma que interessa

Não existe Reforma da Previdência sem se retirar privilégios do Executivo, Judiciário, Legislativo e órgãos de Estado, igualando direitos e deveres àqueles dos cidadãos comuns.

Ponto final.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
domingo - 12/03/2017 - 09:19h

A Previdência Social que não é para todos nós

Por Gutemberg Dias

A reforma da previdência, alardeada pelo governo Temer e defendida pela maioria dos deputados e senadores, vai causar sérios danos ao futuro do povo que, realmente, trabalha nesse Brasil.

A tramitação do Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 no Congresso causa grandes discussões entre os parlamentares, principalmente, entre os que não concordam com o texto apresentado, já que todo o conteúdo remete a uma mudança enorme nas condições das regras atuais, tirando direitos dos trabalhadores que, inclusive, já estão no mercado de trabalho.

A questão da idade mínima para se aposentar aos 65 anos (homens e mulheres) e ter uma contribuição mínima de 25 anos, para muitos especialistas, tende a causar uma distorção muito grande quando se compara o Brasil como um todo. Isso devido a variação da expectativa de vida nas diversas regiões do país e, sobretudo, as oportunidades de empregos que garantem a contribuição regular.

Para mim, existe um agravante no processo da idade mínima de 65 anos para aposentadoria associado aos 25 anos de contribuição, ou seja, essa condição não garante a aposentaria integral ao trabalhador. Ela garante de imediato um percentual de 76% sobre a média dos salários.

Para o trabalhador ter a sonhada aposentadoria integral ele precisará completar 49 anos de contribuição. Um crime contra uma grande parte da população brasileira que entra no mercado formal de trabalho tardiamente e tem uma expectativa de vida abaixo da média nacional que é hoje de 75,5 anos de acordo com o IBGE.

Ora, se levarmos em conta um cidadão comum, principalmente, aqui do chão árido do nordeste brasileiro, a expectativa de aposentadoria com base nas novas regras é baixíssima, vai morrer literalmente trabalhando e, pior, tendo contribuído para não poder gozar desse direito universal.

Existem outros pontos polêmicos no âmbito da reforma, um exemplo é a questão da pensão por morte que na nova regra só vai garantir 50% do valor recebido ao pensionista, podendo ser acrescida de 10% para cada dependente, bem como, ela não poderá ser acumulada com um outro benefício. Já pensou nas famílias que dependem da renda do marido e da mulher, ambos, aposentados, como vai sobreviver quando um ou outro vier a falecer?

O governo federal no discurso de convencimento diz que existe um rombo na previdência. Para se ter uma ideia, ele afirma que em 2015 o déficit foi de R$ 86 bi, já em 2016 de R$ 150 bi e a previsão para 2017 de R$ 180 bi. Agora esse mesmo governo esquece de falar sobre as dividas do setor público e privado com o INSS.

Nessa batida todo o déficit alardeado pelo governo poderia ser sanado só com os recursos advindos da cobrança das dividas das grandes empresas que giram entorno de 426 bilhões de reais. O que o governo está fazendo é transferindo essa grande dívida ao trabalhador de forma  irresponsável e, sobretudo, com pitadas de crueldade.

Os parlamentares governistas podem até votar essa reforma, mas se prepararem que os resultados de seus votos virão nas urnas em 2018. As centrais sindicais iniciaram o processo de mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras e o povo já começa a falar com consistência sobre as mudanças e os impactos negativos.

No Rio Grande do Norte dos onze parlamentares no Congresso apenas dois se manifestaram contrários ao PEC 287/2016, a senadora Fátima Bezerra (PT) e a deputada federal Zenaide Maia (PR), os demais engrossam o caldo da base governista que acredita que a reforma salvará o INSS e garantirá ao povo uma aposentadoria digna.

Infelizmente, esses parlamentares que irão votar a favor da reforma não precisam se preocupar, pois já garantiram suas rechonchudas aposentadorias pelo mínimo tempo de serviço ou desserviço ao povo no Congresso Federal.

Eu digo “não” à reforma da previdência como ela está sendo apresentada. E você?

Gutemberg Dias é geógrafo, ex-candidato a prefeito e dirigente da Redepetro/RN

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sábado - 17/12/2016 - 07:00h
Este ano

RN receberá R$ 168 milhões da multa da repatriação de capitais

A multa referente à repatriação de dinheiro não declarado no exterior será repassada aos estados ainda neste ano. A informação foi confirmada durante a reunião realizada pelo Colégio Nacional de Procuradores Gerais dos Estados e Distrito Federal, conforme acordado com a ministra Grace Mendonça, advogada-Geral da União.

Serão destinados ao Rio Grande do Norte R$ 168 milhões líquidos.

O repasse da multa já tinha sido objeto de discussões federais entre governadores pelo menos em três ocasiões, uma delas realizada entre os chefes do Executivo Estadual do Nordeste, no dia 25 de novembro. Na audiência, os gestores debateram a divisão dos 15% da multa referentes aos recursos não declarados fora do Brasil. O pagamento da multa é prevista no artigo 8º da Lei da Repatriação.

Reunião dos procuradores

O encontro do Colégio Nacional dos Procuradores Gerais dos Estados e do Distrito Federal (CNPGEDF), que tem como presidente o procurador-Geral do RN, Francisco Wilkie Rebouças, encerrou o calendário anual de reuniões.

Elas ocorrem a cada três meses, para discutir temas relevantes.

A mais recente deliberação envolveu, por exemplo, a PEC da reforma da previdência e os efeitos de Emenda Constitucional sobre os precatórios nos Estados.

Com informações do Governo do Estado

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Categoria(s): Administração Pública
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