domingo - 30/03/2025 - 13:20h

Peripatético

Por Marcelo Alves

Arte ilustrativa obtida com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Arte ilustrativa obtida com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Por estes dias, um amigo, apaixonado pelas coisas do Reino Unido, me perguntou se eu sentia saudades do período em que morei/estudei em Londres. Saudade é sentimento muito peculiar e, observando o todo, prefiro dizer que não. Olhando retrospectivamente, posso até dizer que, comigo, a coisa se dava/dá mais ao contrário. Parafraseando o que certa vez disse João Cabral de Melo Neto (1920-1999) quanto ao seu Recife, eu, quando estou no exterior, tenho saudades do Brasil, quando estou no Brasil, tenho saudades de Natal, e, quando estou em Natal, tenho saudades de quase mais nada. E, se a saudade às vezes bate, o é das coisas que vivi pisando no chão dos meus antepassados, da minha gente, dos que ainda estão aqui e dos que já se foram.

É claro que eu sinto falta de alguns lugares (livrarias, sebos, museus, pubs) que frequentava e de coisitas (caminhar, tomar um café à toa) que fazia prazerosamente em Londres.

Vou dar um exemplo relacionado à sétima arte apenas para relembrar de um tempo em que eu tinha tempo para exercitar a cinefilia. Frequentei bastante o British Film Institute – BFI, complexo dedicado ao cinema, que fica à margem sul do Tâmisa (Southbank), mais precisamente abaixo da Waterloo Bridge.

No meu tempo, acho que eram quatro salas de exibição, mais voltadas para o cinema britânico, mas que também exibiam, vez por outra, os lançamentos da hora. Junte a isso restaurantes e cafés, para bate-papos antes e depois das sessões.

Havia a Filmstore do BFI, uma mistura de loja de DVDs e livraria, que era um achado para qualquer cinéfilo, em variedade e qualidade e, às vezes, se pegássemos uma promoção, em preço. Melhor ainda, até porque de graça, era a Mediatheque, onde se podia explorar boa parte do acervo do BFI. Milhares de produções para o cinema e para a TV que podíamos ver sentados em uma confortável poltrona e com uma telona só para nós. Ainda me lembro da então recém-inaugurada BFI Library, com uma das maiores coleções de livros, periódicos etc., sobre cinema e televisão, do mundo todo. Era aberta tanto para os especialistas como para o público em geral.

Da última vez que estive lá, como turista apressado, vi algumas mudanças (se não estou enganado, a lojinha havia sido descontinuada ou reduzida em tamanho). Mas essas reformas são normais. Quase sempre são para melhor. E o que vale a pena é o complexo do British Film Institute. A sua atmosfera. Sinto falta, sim, das minhas tardes por lá.

De toda sorte, o que sinto deveras falta da minha estada em Londres está mais relacionado a coisas simples, que posso chamar de solitude (não de solidão) e de movimento, do que aos grandes aparelhos culturais que essa metrópole oferece.

Por exemplo, adoro café e gosto mais ainda de frequentar cafés. Sentar sozinho, ler um livro tomando um latte, escrever um pouco ou apenas ver a rua passar. Fiz muito isso em Londres. Para tanto, não precisava de um Deux Magots. Podia ser num daqueles Starbucks, Costa ou Nero de estilo, que pululam nas esquinas de Londres. É difícil fazer isso na terrinha. Conhecemos muita gente. Seria interrompido, tido como em crise existencial ou mesmo, quem sabe, como estando meio assim sei lá da bola. Faltaria a bendita solitude. Como diria Jean-Paul Sartre (1905-1980), por sinal habitué do citado Deux Magots, aqui o inferno são os outros.

E, acima de tudo, na segurança e no clima de Londres, amava andar a pé, a qualquer hora do dia ou da noite, de casa à universidade, à biblioteca ou já em direção a algum rendez-vous de ocasião. Amava caminhar, mesmo que sozinho, por avenidas e vielas, parques e praças, sem pressa e perdidamente, vendo as coisas, os animais e as pessoas.

Amava assim flanar, uma “ciência” que Honoré de Balzac (1799-1850) definiu, poeticamente, como a “gastronomia dos olhos”. E amava, claro, pensar caminhando, como outrora fazia o gigante Aristóteles (384-322a.C.) junto a seus discípulos.

Bom, não dá muito para caminhar, seja à toa ou ao cinema, aqui em Natal. Tem a insegurança. Tem o clima. Não dá para ser pacificamente peripatético num calor dos diabos.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

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Categoria(s): Crônica
segunda-feira - 09/12/2024 - 20:02h
Moge

Mossoró Oil & Gas 2024 gera R$ 43 milhões em negócios

Nona edição teve participação maciça, internacionalização e bons negócios (Foto: Redepetro)

Nona edição teve participação maciça, internacionalização e bons negócios (Foto: Redepetro)

A nona edição do Mossoró Oil & Gas Energy (MOGE), encerrada no último dia 28, no Expocenter da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), em Mossoró, superou as expectativas. Alcançou números recordes de participantes e de geração de negócios.

Com um total de 9.941 visitantes, a feira movimentou em torno de R$ 43 milhões em negócios.

Segundo a Redepetro RN, entidade realizadora do Mossoró OIl & Gas Energy, o montante é resultado de negócios diretos e indiretos realizados durante o evento, entre 26 e 28 de novembro. Nesse contexto estão inclusos serviços de montagem da feira e de estandes, fardamentos, hotelaria, restaurantes, negociações diretas entre expositores, assim como no Petrosuplly Meeting, as conhecidas rodadas de negócios.

Somente nessas rodadas, as estimativas de negócios giram em torno de R$ 34 milhões. Nos três dias de evento, foram realizados 240 encontros, que reuniram em mesas de negociações empresas fornecedoras de bens e serviços e 11 grandes operadoras do setor (Brava Energia, Halliburton, SLB, Mandacaru Energia, Origem, Perbras, Petroreconcavo, Tecnogera, Pecom, Subsea Drilling e Alvopetro). A iniciativa é realizada pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, apoiador do evento, e faz parte das estratégias do Polo Sebrae Onshore.

De acordo com o presidente da Redepetro RN, José Nilo dos Santos, o desempenho reforça a condição do Moge como maior evento de petróleo e gás onshore da América Latina e o consolida como vetor de oportunidades do segmento.

José Nilo acrescenta que, além dos impactos econômicos, os resultados exitosos do evento têm papel decisivo no fortalecimento de todo o onshore, especialmente de Mossoró e do Rio Grande do Norte.

“Todos os números obtidos nos deixam muito felizes e convictos da importância da Mossoró Oil & Gas Energy para o fortalecimento do onshore nacional. Realizar o evento é um grande desafio, mas vimos na edição deste mais um grande êxito, coroado pelo número de participantes e de negócios, que impactam a economia, estimulam a atração de novos investimentos e reforçam o papel importante de Mossoró e do RN para o setor”, avalia José Nilo.

O incremento nos números soma-se ao crescimento estrutural do evento que, na edição deste ano, ampliou para três o número de pavilhões (eram dois no ano anterior), onde foram instaladas as três arenas temáticas (Petróleo e Gás, Inovação e ESG) e área de exposição. Também aumentou o número de estandes, que saltou de 130 em 2023 para 208 em 2024.

Internacionalização

Além de toda a representatividade e protagonismo no Brasil, o Mossoró Oil & Gas Energy se consolida também, em âmbito internacional, diante da crescente participação de empresas e representantes estrangeiros no evento.

Somente na edição deste ano, a feira reuniu participantes de países como Argentina, Belize, Bolívia, Canadá, Chile, China, Colômbia, Equador, Honduras, México, Portugal, Espanha, Estados Unidos, Emirados Árabes, Reino Unido e Venezuela. Oito estandes foram destinados a empresas internacionais, que enxergaram no Moge oportunidades de negócios e ampliação de mercado.

No que se refere a Brasil, o evento alcança praticamente todos os estados da federação, com participação de empresas e/ou empresários de 19 dos 26 estados brasileiros.

Parceria

Ainda conforme o presidente da Redepetro RN, os números positivos do Mosoró Oil & Gas são reflexos diretos da soma de esforços em torno do trabalho em prol do fortalecimento do onshore. Ele lembrou a importância de parceiros, a exemplo do Sebrae RN, Ufersa, patrocinadores e expositores, para o crescimento do evento.

“Um evento grandioso como o Mossoró Oil & Gas Energy se faz com a força de grandes parceiros, que ao lado da Redepetro defendem o fortalecimento do onshore e que, desde o início, acreditaram no protagonismo de Mossoró e do RN no setor”, pontua.

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sexta-feira - 18/09/2020 - 18:24h
Covid-19

Europa tem aumento de casos e teme nova onda

Especialistas não acreditam numa onda mortal como antes (Foto: Reuters)

Da CNN Internacional

[Nas últimas semanas, o novo crescimento dos números de infecções por Covid-19 em países como Espanha, França e Inglaterra, acenderam o alerta na Europa: o continente enfrenta uma segunda onda do novo coronavírus?

Na França, os casos aumentaram cerca de 22,4% entre a última semana de agosto e a primeira de setembro, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O governo francês tornou obrigatório o uso de máscaras em algumas cidades, incluindo Paris. Elas já eram obrigatórias em lugares fechados, como restaurantes e lojas, mas agora precisam ser utilizadas em qualquer espaço comum.

O Reino Unido também passa por dificuldades e, diante da nova alta de infecções, o governo declarou que não hesitaria em decretar um segundo lockdown, caso a situação piore.

Teme-se uma segunda onda da pandemia da Covid-19, que parecia estabilizada nesses lugares. Entretanto, especialistas afirmam que, apesar de ter ocorrido um crescimento sensível no número de infectados, é muito improvável que um cenário como o da epidemia do início do ano ocorra novamente.

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Categoria(s): Saúde
domingo - 12/04/2020 - 10:14h

Um inimigo invisível e sua força há mais de um século

Por José Edilson de A. G. Segundo

Era 1918. Nessa época, estava em curso, em seu quinto ano, a Primeira Guerra Mundial. Iniciada em 28 de julho de 1914, também conhecida como Grande Guerra foi um conflito global concentrado na Europa e que envolvia as maiores potências mundiais. Divididas em dois grandes grupos: de um lado, Reino Unido, França e Rússia, formado em 1882, e denominado de Tríplice Entente; e, no campo oposto, Itália, Alemanha, Áustria e Hungria, constituído, em 1907, a denominada Tríplice Aliança. A Itália migraria para o outro grupo em 1915.

Inspetoria de Higiene do Estado de SP fazia orientação parecida com as de hoje (Reprodução: Site Migalhas)

O Brasil também participou, enviando para os campos de batalha enfermeiros e medicamentos para ajudar os países componentes da Tríplice Entente. A “Grande Guerra” chegou ao fim em 11 de novembro de 1918, com vitória dos aliados da França e grande derrota da Alemanha.

Ainda em janeiro de 1918, surgiu uma outra batalha igualmente devastadora, a “gripe espanhola”. O termo “espanhola” não faz referência à suposta origem da doença, mas sim ao fato de que a imprensa espanhola ficou conhecida por divulgar as notícias dela pelo mundo. A explicação para isso tem relação direta com a Primeira Guerra Mundial.

A gripe espanhola afetou todos os continentes e teve um forte impacto nos países que lutavam na Primeira Guerra Mundial. Por conta desse conflito, era necessário que as informações da doença fossem escondidas de forma a não prejudicar o moral dos soldados, não criar pânico na população e nem passar imagem de fraqueza para o adversário.

Assim, as notícias dessa gripe letal eram censuradas em grande parte dos países europeus. A Espanha, no entanto, não participava da guerra, e sua imprensa tinha liberdade para falar da doença. Isso fez com que a cobertura espanhola ficasse conhecida no mundo, e a pandemia passou a ser nomeada como “gripe espanhola”.

Também chamada de “gripe de 1918”, era causada por um inimigo invisível, invasor e oportunista: o vírus influenza. Disseminada rapidamente, logo se transformou numa pandemia. Uma violenta mutação do vírus da gripe veio a bordo do navio Demerara, procedente da Europa.

Em setembro de 1918, sem saber que trazia o vírus, o transatlântico desembarcou passageiros infectados no Recife, em Salvador e no Rio. No mês seguinte, o país todo estaria submerso naquela que até hoje é considerada a mais devastadora epidemia da sua história.

Nem o presidente da República foi poupado. Rodrigues Alves, eleito em março de 1918 para o segundo mandato, contraiu a temível gripe e não tomou posse. O vice, Delfim Moreira, assume interinamente em novembro, à espera da cura do titular. Rodrigues Alves, porém,este faleceu em 14 de janeiro de 1919 no Rio de Janeiro, então capital da República.

De forma indireta, a gripe espanhola plantou a semente do Ministério da Saúde, que foi criado em 1930.

Em Mossoró, a gripe espanhola apavorou uma grande parcela da população, no período de 8 de outubro de 1918 a janeiro de 1919. De uma população estimada em 16.000 habitantes, em 1917, 6.000 pessoas contraíram a doença, ocasionando 60 mortes. Ao resultado, deve ser acrescidas às precárias condições sanitárias, em uma cidade sem saneamento básico.

Na época, o Presidente da Intendência (Prefeito, nos dias atuais), era Jerônimo Rosado (1861-1930). O serviço clínico ficou a cargo de seu colega de Intendência, o médico Antônio Soares Júnior, por sinal, o primeiro mossoroense a se formar em Medicina.

Foi criado um hospital de emergência (de campanha), o São Sebastião, que prestou serviços essenciais.

Jerônimo: gripe (Foto: reprodução)

Um século depois, surgiria outra doença viral, mais precisamente em 31 de dezembro de 2019, na China, causada por um vírus com formato de coroa. Por essa razão, ficou conhecido como coronavírus, originando a terrível enfermidade Covid-19. Em poucos meses se transformou em pandemia.

No Brasil, os primeiros casos de Covid-19 foram registrados em 25 de fevereiro de 2020. No RN, o primeiro caso foi registrado no dia 12 de março. Nove dias depois, dia 21 de março, Mossoró apresentava o primeiro caso. Uma semana depois, Mossoró registrava o primeiro óbito do Estado.

Com pouco mais de um mês, Mossoró, até o momento, é a cidade com maior número de óbitos do Estado: 6; e a segunda com número de casos: 65. Os números não parecem ser por acaso. A proximidade com o estado do Ceará, onde faz divisa, pode agravar a situação. E, talvez, o maior risco seja decorrente da população que resiste, em grande parcela, ao isolamento social.

A pandemia Covid-19 preocupa bastante. O isolamento social é a melhor estratégia para conter a propagação dessa temível enfermidade. Precisamos lutar juntos para vencer. A vida vencendo a morte. Por isso, em defesa da vida, por ela e mais nada, fique em casa.

* Texto dedicado aos profissionais da saúde, em especial, aos Fiscais de Vigilância Sanitária da Prefeitura de Mossoró, do qual, com grande honra, faço parte.

José Edilson de A. G. Segundo é biólogo, servidor público municipal e escritor

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sexta-feira - 27/03/2020 - 08:40h
Pandemia

Pacote de R$ 750 bilhões é preparado para irrigar economia

Do Canal Meio e Blog Carlos Santos

O ministro Paulo Guedes está trabalhando em um pacote que somará R$ 750 bilhões para enfrentar o impacto econômico do novo coronavírus. Parte deste dinheiro já havia sido anunciado — são medidas como liberação de depósitos compulsórios do Banco Central, reforço no Bolsa Família e antecipação de 13º dos aposentados.

Temor do governo federal e, do mundo afetado, é que a onda seguinte seja ainda mais catastrófica (Foto Web)

Haverá ajuda do governo para que micro e pequenas empresas mantenham seus empregados — em alguns casos, o Estado poderá arcar com até 100% dos salários. Em grande parte, não é dinheiro novo, apenas adiantamentos. (G1)

A Câmara dos Deputados aprovou, ontem um projeto que destina R$ 600 a toda pessoa que comprovar não ter renda, por pelo menos três meses. Mães que comandam sozinhas famílias podem receber duas cotas, totalizando R$ 1.200. Ainda será preciso passar pelo Senado. (Poder 360)

Nas contas do governo, o benefício atingirá 24 milhões de pessoas. A campanha Renda Básica que Queremos, que conta com o apoio de inúmeras empresas e economistas, avalia que pelo menos 77 milhões de brasileiros precisarão de uma ajuda assim.

Os bancos, ah, os bancos!…

Na outra ponta, os bancos estão apertando o torniquete — empresas, de micro a grandes, que os procuram para negociar dívidas, em busca de capital de giro ou empréstimos a longo prazo, estão encarando maior rigidez do que antes da pandemia.

Os mais atingidos são bares e restaurantes, os primeiros a sentir o impacto da crise. A promessa da Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN) era outra. (Folha)

Reino Unido

Na Inglaterra, governo anunciou que vai pagar até 80% dos ganhos dos trabalhadores autônomos. A base de cálculo será a média dos últimos três anos. O limite é de cerca de 2,5 mil libras, algo em torno de R$ 15 mil/mês.

EUA

O Congresso deve aprovar um pacote de estímulo de US$ 2 trilhões nesta quarta-feira, incluindo um fundo de US$ 500 bilhões para ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia comparável para pagamentos diretos de até US$ 3.000 a milhões de famílias norte-americanas. Outras medidas já foram anunciadas pelo Federal Reserve (FED), o Banco Central norte-americano.

Alemanha

Em 23 de março, acertou um pacote de até 750 bilhões de euros; 100 bilhões de euros para um fundo de estabilidade econômica que pode assumir participações diretas em empresas; 100 bilhões de euros em crédito ao banco público de desenvolvimento para empréstimos a empresas em dificuldades; o fundo de estabilidade oferecerá 400 bilhões de euros em garantias de empréstimos para garantir dívidas corporativas sob o risco de inadimplência.

Itália

Foi baixado decreto de emergência no valor de 25 bilhões de euros que suspende o pagamento de empréstimos e hipotecas para empresas e famílias e amplia os fundos para auxiliar empresas a pagarem trabalhadores demitidos temporariamente.

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Categoria(s): Economia / Saúde
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