quinta-feira - 04/07/2013 - 06:38h
Força do hábito

Presidente do Senado usa avião para festa de casamento

Parece que não é mais um caso de “equívoco”, mas de hábito. Agora é o presidente do Senado, o também peemedebista Renan Calheiros, que é flagrado usando avião oficial para programação pessoal, num final de semana, tudo pago pelo contribuinte brasileiro.

A coluna “Painel” da Folha de São Paulo, de hoje, mostra que além do presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), que utilizou avião da Força Aérea Brasileira (FAB), para curtir jogo de futebol no Rio de Janeiro com familiares e amigos, Renan esteve na Bahia para aproveitar festa de casamento da filha de um senador aliado.

Veja abaixo:

Arroz de festa – O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a exemplo de seu colega da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), usou aeronave da FAB para fins particulares. Renan requisitou um avião modelo C-99 para ir de Maceió a Porto Seguro às 15h do dia 15 de junho, um sábado. Ele participou do casamento da filha mais velha do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), em Trancoso.

O voo de volta foi às 3h da manhã do domingo, para Brasília.

Outro lado – As informações foram confirmadas pela FAB. A assessoria do Senado não se manifestou até o fechamento desta edição. A agenda de Renan não previa compromissos em 15 de junho.

Regra – O decreto 4244 de 2002 diz que aviões da FAB podem ser requisitados por autoridades por “motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente”.

Badalação – O casamento de Brenda Braga, filha do líder do governo, reuniu políticos e empresários. O cantor Latino foi contratado para fazer show privativo.

 

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domingo - 24/02/2013 - 22:15h
Protesto

Nada, nada, nada

Protestos contra o presidente do Senado brasileiro, Renan Calheiros (PMDB-AL), ocorrem hoje em 31 cidades mundo afora.

E daí?

E daí, nada!

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sábado - 02/02/2013 - 14:29h
Pobre Brasil

Piada pronta de um presidente “Canalheiros”

Eleição de Renan Calheiros a presidente do Senado daria paródia do Casseta e Planeta.

Seria Renan “Canalheiros” para os humoristas da Rede Globo de Televisão.

Mesmo assim, o Brasil não teria motivo algum para gargalhar.

É piada pronta e acinte garantido.

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sexta-feira - 01/02/2013 - 21:55h
Senado

Renan Calheiros é eleito por seus pareceiros

Por 56 votos a favor, 18 contra, dois nulos e dois votos em branco, Renan Calheiros (PMDB-AL) vai comandar os trabalhos do Senado pelos próximos dois anos.

Mas terá muito a explicar: o novo presidente do Senado foi denunciado na última semana pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de peculato (desvio de dinheiro público, 2 a 12 anos de cadeia), falsidade ideológica (1 a 5 anos de cadeia) e uso de documento falso (2 a 6 anos de cadeia).

Renan apresentou ao Senado em 2007 – ano em que renunciou a Presidência da Casa – notas frias e documentos falsificados para justificar a origem dos recursos que o lobista da empreiteira Mendes Júnior entregava, em dinheiro vivo, à mãe de sua filha, a título de pensão.

Para a PGR, está provado que Renan não tinha condições financeiras de arcar com a pensão – e que não fez, de fato, esses pagamentos à mãe de sua filha.

Nota do Blog – Quem elegeu Renan? Os seus pares. Diga com quem andas que…

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sexta-feira - 01/02/2013 - 09:08h
Poder menor

Sinal dos tempos para a velha Grande Imprensa

A velha e Grande Imprensa não é mais a mesma em influência e repercussão. Sinal dos tempos.

Renan Calheiros (PMDB-AL) e Henrique Alves (PMDB-RN) serão eleitos para o Senado e Câmara Federal, respectivamente, apesar de campanhas ostensivas e dilacerantes contra ambos.

É, sinal dos tempos.

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quinta-feira - 31/01/2013 - 18:11h
Degradação

A rendição do Congresso ao chiqueiro da política

Editorial do portal Congresso em Foco

chiqueiro (sentido figurado)casa ou lugar imundo”

Sintomático que o presidente do Senado, José Sarney, tenha proibido a manifestação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), convocada por várias entidades e apoiada pelo Congresso em Foco.

Os manifestantes pretendiam fazer ontem a lavagem simbólica da rampa do Senado para expressar a indignação que levou, até o momento em que é publicado este texto, mais de 250  mil brasileiros a subscrever o abaixo-assinado contra a volta de Renan à presidência do Senado.

O problema é que limpeza é algo que não combina muito com o Congresso. Nas  últimas duas décadas, ele proporcionou seguidas demonstrações de afronta aos cidadãos que custeiam suas bilionárias despesas (perto de R$ 8 bilhões no ano passado): escândalo do orçamento em 1993, compra de votos para aprovar a emenda da reeleição em 1997, violação do painel em 2001, mensalão em 2005, sanguessugas em 2006, farra das passagens e atos secretos em 2009… a lista é infindável.

Mas sempre pode ser enriquecida, aumentando o tamanho dos golpes contra a cidadania, prova agora o processo em curso de eleição das Mesas do Senado e da Câmara. Estamos diante de uma daquelas tristes situações que nos levam a constatar que, em se tratando do Congresso brasileiro, sempre é possível piorar.

Exemplar é o caso de Renan. Na iminência de receber a maioria folgada de votos dos seus pares, foi até agora incapaz de esclarecer as denúncias que, seis anos atrás, o obrigaram a renunciar à presidência do Senado para preservar o mandato de senador.

Reconduzir Renan ao posto, antes de eliminar todas as dúvidas quanto à sua conduta, põe sob suspeita todo o Legislativo. Um poder que já apresenta um gigantesco passivo no que se refere ao “controle interno” dos seus integrantes e das suas ações. E daí? O Congresso, que tem um terço de seus parlamentares às voltas com acusações criminais, continua a dar sinais de preferir a imundície dos chiqueiros ao asseio das normas impostas por aquilo que, algo pomposamente, poderíamos chamar de moralidade pública.

Com menos pompa, poderíamos dizer que se espera atenção a pelo menos duas normas básicas: não roubar o dinheiro dos contribuintes e investigar ou colaborar com a investigação de crimes contra a administração pública, sobretudo quando os acusados forem deputados e senadores.

Oposta é a regra que prevalece no Congresso. Ali, cidadãos sob suspeita gozam de proteção oficial, tapinhas solidários nas costas, carro e despesas pagas pelo erário, e abusam da paciência de um povo que demonstra excessiva complacência em relação a políticos bandidos.

Desfilam pelos corredores do Legislativo desde políticos condenados a prisão até a espantosa figura de Paulo Maluf, alvo de um mandado da Interpol que lhe impede de pisar em qualquer outro país do mundo, sem ir imediatamente para a cadeia, mas que pode, legalmente, ser deputado no Brasil.

A precária mobilização popular, muito aquém do tamanho dos desaforos que o Parlamento tem metido pela goela abaixo da sociedade, contribui para o escárnio não ter fim.

Apoiado por todos os grandes partidos, inclusive da oposição, é dado como favorito na disputa da presidência da Câmara outro político sob fortes suspeitas, o atual líder peemedebista, Henrique Eduardo Alves (RN).

Questionados sobre possíveis desvios de conduta, ele e Renan reagem de modo semelhante. Ignoram a denúncia, ao mesmo tempo em que instruem adversários a atribuir os graves questionamentos que lhes são feitos a meros preconceitos contra nordestinos. Esta, aliás, é uma das imbecilidades preferidas da meia dúzia de militantes pró-Renan que nos últimos dias tenta infestar este Congresso em Foco com centenas de comentários, invariavelmente usando nomes falsos e termos ofensivos.

Como não há limites para o abismo moral, o PMDB, outrora valente combatente da ditadura e hoje confortável abrigo para novos e velhos suspeitos, prepara-se para eleger como líder outro parlamentar sob investigação, Eduardo Cunha (RJ). Também deve explicações à Justiça seu rival na disputa, Sandro Mabel (GO).

Em comum a Renan, Henrique, Eduardo Cunha e Mabel, a facilidade com que se aliam aos governos de plantão, sempre multiplicando os instrumentos a serviço de um tipo de política que, definitivamente, não cheira bem.

O Congresso em Foco sente-se no dever de manifestar perplexidade diante de tudo isso e se colocar à disposição dos brasileiros que pretendem ver um Congresso radicalmente diferente. Afinal, fazemos jornalismo na esperança de contribuir para as coisas mudarem para melhor – não para pior.

Veja postagem original clicando AQUI.

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segunda-feira - 28/01/2013 - 16:25h
Brasília

Denúncias esquentam eleições no Congresso

Do Congresso em Foco

O Congresso Nacional entra na última semana antes das eleições para as Mesas Diretoras das duas Casas com intensas articulações. Como acontece em quase toda disputa eleitoral, uma série de denúncias contra os principais candidatos movimenta a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado.

Nos últimos dois dias, o clima esquentou mesmo por causa do senador Renan Calheiros (PMDB-AP), favorito para dirigir o Senado. Em 2007, ele renunciou ao cargo por causa de um escândalo amoroso que lhe rendeu, por tabela, seis representações no Conselho de Ética.

Como revelou o Congresso em Foco no último sábado (26), o Ministério Público Federal denunciou Renan pelos mesmos fatos, a uma semana da eleição que pode marcar a volta do senador à presidência da Casa.

No Senado, ninguém se inscreveu oficialmente. Favorito, Renan, só anunciou publicamente sua candidatura no sábado à noite, depois da reportagem do Congresso em Foco. Além dele, também devem disputar  Randolfe Rodrigues (Psol-AP) e Pedro Taques (PDT-MT).

Os dois são aliados e planejam entrar na corrida eleitoral para forçar a realização de um segundo turno.

O pedido da Procuradoria-Geral da República deve embalar os discursos pela moralidade e transparência, característicos de Randolfe e Taques, na disputa contra o peemedebista.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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quinta-feira - 24/01/2013 - 09:46h
Henrique e Renan

Aplausos, que eles merecem

O articulista de a Folha de São Paulo e portal UOL, Jânio de Freitas, escreve um duro artigo hoje contra as candidaturas à presidência da Câmara Federal e do Senado, respectivamente dos peemedebistas Henrique Alves e Renan Calheiros.

“Onde estão as ‘pessoas de bem’ dotadas de poderes para reagir à esperada entrega do Poder Legislativo do país ao aviltamento escancarado? Onde estão a OAB nacional e suas seções regionais, que não movem sua autoridade histórica e seu patrimônio de conhecimento para ativar e liderar a defesa da sociedade civil? Acomodar-se no imobilismo e no silêncio permissivos é associar-se ao que merece reação. Os intelectuais, os artistas, os estudantes, onde pararam?” – escancara o colunista

“Antes daqueles todos, e até pelo nome que ostenta, deveria estar o Ministério Público fazendo a representação ativa da população desprovida de conhecimento e de meios para reagir às traições dos seus eleitos. Mas Renan Calheiros e Henrique Alves estão pendurados há anos em processos criminais que o Ministério Público, pela Procuradoria-Geral da República, guarda com zelo, para evitar que se movam até de uma gaveta a outra. Tal como fez em benefício de Carlos Cachoeira e seus companheiros do PSDB e do DEM” – sequencia.

Ele ainda arremessa: “Não é preciso refletir muito para admitir que os renans de todos os calibres têm razão. Se fazem o que fazem, são o que são, e têm êxito, aí está a evidência de contarem com consentimento amplo, geral e irrestrito. A indiferença e o silêncio que os acompanham são formas de aprovação. Ou de aplauso, mesmo.”

Veja o texto na íntegra clicando AQUI.

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segunda-feira - 14/01/2013 - 14:51h
Vale tudo

Legislativo tem dura campanha fora de Brasília

Por Felipe Patury (Revsita Època)

No Senado, o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), faz questão de realizar uma campanha quase secreta pela presidência do Congresso, falando apenas o necessário e somente pessoalmente com os colegas. Também ajuda na empreitada para impedir as candidaturas de novatos Randolfe Rodrigues (PSol-AP) ou Pedro Taques (PDT-MT).  Assustado com as denúncias sobre a formação do seu patrimônio e o pagamento das despesas de uma filha por uma empreiteira quando foi obrigado a renunciar à presidência do Senado em dezembro de 2007, Renan quer uma campanha curta e sem debates.

Na Câmara, os candidatos se acotovelam para mostrar prestígio entre os governadores na esperança de influenciar deputados. Na manhã desta segunda-feira, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) se antecipou ao concorrente Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e visitou o governador mineiro, Antônio Anastasia.

O governador ficou assustado com a voracidade do deputado Fábio Ramalho (PV-MG) que, para ajudar Alves, convidou os colegas da bancada mineira para a audiência do candidato do PMDB com Anastasia sem avisá-lo. A concorrente Rose de Freitas (PMDB-ES) faz campanha pelo telefone. Ela chega em Brasília nesta segunda.

Depois das visitas, a campanha pela direção do Legislativo entra em fase mais dura, com troca de acusações.

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