quinta-feira - 25/01/2024 - 22:28h
Alerta

Municípios com dívidas previdenciárias podem ter recursos retidos

Bloqueado - bloqueio de contas, dinheiro bloqueado,Atenção, atenção, senhores gestores municipais. Aviso mais do que importante da Federação dos Municípios do RN (FEMURN). O Governo Federal comunicou a estados e municípios que será retomado o procedimento de Retenção do Fundo de Participação dos Municípios e no Fundo de Participação Estados (FPM/FPE) para as obrigações correntes vencidas pelos entes públicos, inclusive daqueles que têm parcelamento em atraso, com cláusula que autoriza o bloqueio.

A informação preocupa gestores que estão em atraso com suas obrigações previdenciárias, já que a retenção da obrigação corrente vencida ocorrerá até o último dia útil do mês do vencimento e pode comprometer o equilíbrio das contas públicas.

Ou seja, o repasse feito até o dia 10 do mês subsequente poderá ter bloqueio por parte da União. Além disso, caso o saldo do FPM/FPE seja inferior ao valor devido, a diferença não retida poderá ser incluída em parcelamento.

Nesse sentido, a Femurn alerta aos gestores municipais para que se planejem e busquem a Receita Federal, a fim de negociar e parcelar seus débitos, até o fim deste mês, evitando, dessa forma, a retenção do FPM em razão da mora. E caso não obtenha êxito no parcelamento administrativo, deve acionar sua Procuradoria para ajuizar a medida judicial cabível.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 16/10/2017 - 06:40h
Saúde

Hospital Almeida Castro explica fluxo de recursos públicos

Bom dia, Carlos Santos.

Alguns esclarecimentos sobre recursos recebidos pela  APAMIM para administrar o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em face da publicação do artigo “Maternidade Municipal – um caminho a ser trilhado“, assinado pelo articulista Gutemberg Dias nesse domingo (16), no Blog Carlos Santos.

O governo do Estado paga R$ 900 mil a cinco cooperativas médicas, que prestavam serviços no Hospital da Mulher e o Governo do Estado as colocou à disposição do Hospital Maternidade Almeida Castro para atender alta complexidade, que é responsabilidade do Estado.

Em 25 de janeiro deste ano visitei por quase três horas o HMAC, uma outra realidade animadora que não pode parar

A Prefeitura de Mossoró paga, em média, R$ 750 mil as cooperativas médicas para completar a escola da Maternidade. Isto foi uma decisão judicial condenando a Prefeitura a fazer este pagamento, pois a Prefeitura é o ente responsável por média e baixa complexidade.

Como já transitou em julgado, não pode ser diferente.

Além deste valor, a Prefeitura paga salários de servidores cedidos a maternidade (ASG, bioquímico, técnico de laboratório, escala de Ultrasonografia). O valor pago pela prefeitura a estes servidores é de aproximadamente R$ 100 mil/mês.

Como a Intervenção está concluindo a estruturação de destes serviços, não vai mais precisar destes servidores. Já estão sendo devolvidos a Prefeitura de Mossoró. Até o final do ano, todos serão substituídos por servidores próprios da maternidade.

O Ministério da Saúde repassa para a Maternidade Almeida Castro o valor de R$ 1,8 milhão, referente aos serviços prestados, incentivos do Programa Rede Cegonha, Contratualização e Incentivos de Leitos instalados para dá mais conforto aos bebês e as mães.

Obs: os valores que a gestão municipal está retendo ilegalmente chegam a R$ 1,8 milhão.

Nota do Blog Carlos Santos – Estive por quase três horas no dia 25 de janeiro deste ano no HMAC. Uma outra realidade, um novo patamar em termos de estrutura, relação gestores-servidores, qualidade em favor de mães, bebês e outras pessoas que recebem atendimento.

Torço para que Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do RN (MPRN), Justiça Federal do RN (JFRN), Justiça do Trabalho e Justiça do RN possam continuar dando respostas à sociedade em favor desse equipamento indispensável à saúde local e regional.

Espero, também, que a politicalha não vença mais uma vez o interesse público nem asfixie as necessidades de quem realmente precisa de algo tão relevante.

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Categoria(s): Saúde
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
terça-feira - 24/01/2017 - 12:22h
Mossoró

Hospital sob intervenção sofre com retenção de recursos

A Prefeitura Municipal de Mossoró retém – inexplicavelmente – recursos que deveria repassar ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC)/Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR). São numerários advindos do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Governo do Estado.

O HMAC/CSDR está sob intervenção federal desde 27 de setembro de 2014.

UTI Intermediária Neonatal Convencional é um diferencial no HMAC e precisa ser mantida (Foto: arquivo)

O assunto passou a ser tratado na esfera judicial, à manhã de hoje, tamanho o sufoco vivido pelo hospital, que reflete em especial no bolso de seus servidores.

O fato, por outro lado, pode causar problemas até de ordem criminal para os ordenadores de despesas do município, caso se comprove má-fé.

Repetindo passado

Situação dessa natureza não é novidade na relação (política) entre municipalidade e HMAC/CSDR.

Em 2012, por exemplo, gestão Fafá Rosado (PMDB) segurava recursos da União há nove meses, quando o Blog (veja AQUI) denunciou a canalhice. A estratégia era asfixiá-lo financeiramente.

O resultado de nossa pressão foi que horas depois (veja AQUI) aconteceu de considerável soma para o HMAC/CSDR.

Na época (como hoje), Fafá era adversária política da então deputada federal Sandra Rosado (PSB), que através de seu grupo político controlava a HMAC/CSDR.

Nota do Blog – Espero que isso seja sanado logo e não se repita. Mossoró, nossos bebês, mães, não suportam mais tanta humilhação e luta politiqueira sem escrúpulo algum.

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