Após reunião realizada no início da noite desta segunda-feira (9) no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os governadores dos estados brasileiros e outras autoridades foram a pé com ele à sede do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Viram parte da destruição do prédio, provocada por bolsonaristas em fúria, em ato antidemocrático (veja AQUI), no domingo (8).
“Eu convido vocês agora para irem a pé até a Suprema Corte para fazer uma visita em solidariedade à nossa presidente Rosa Weber e aos nossos ministros da Suprema Corte”, disse Lula aos governadores.
Durante o encontro, Rosa Weber agradeceu a iniciativa dos governadores, de terem proposto a reunião. Ela destacou a “unidade nacional de um Brasil que todos nós queremos, no sentido de defesa da nossa democracia e do Estado Democrático de Direito”.
Ela citou as invasões ocorridas no domingo (8) ao prédio do Supremo, que, segundo ela, ficou “praticamente destruído”.
O pedido de reunião foi feito pelo Fórum dos Governadores imediatamente após o decreto de intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, no início da noite deste domingo (8). A medida foi adotada para conter os atos de vandalismo praticados por manifestantes que depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.
No encontro, Lula disse a governadores que o intuito do encontro era “prestar solidariedade ao país e à democracia”. O presidente fez diversas críticas à Polícia Militar do Distrito Federal e a generais das Forças Armadas que foram omissos e coniventes com os vândalos bolsonaristas que depredaram prédios públicos.
Também participaram da reunião e da caminhada até a sede do STF, na Praça dos Três Poderes, as seguintes autoridades:
- o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin
- a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber
- os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso
- o presidente do Senado em exercício, Veneziano Vital do Rêgo
- o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira
- o procurador-geral da República, Augusto Aras
- o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT)
- o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT)
- o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB)
- o líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (Rede)
- e o presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Edvaldo Nogueira (PDT), prefeito de Aracaju
- procurador-geral da República, Augusto Aras, e alguns ministros do governo.
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