domingo - 06/06/2021 - 22:48h
Humor

Tite, mais um comunista

Ver no Twitter hastag sob o título “Tite Comunista”, numa alusão ao treinador da Seleção Brasileira de futebol, me obriga a conter o riso.

Da mesma forma que Tite é comunista, eu domino os primados da física quântica.

Que gente idiota!

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Categoria(s): Política / Só Pra Contrariar
domingo - 06/06/2021 - 21:38h
Vacinado!

A primeira dose já foi; que venha a próxima

Recebi a aplicação à tarde desse domingo, em Mossoró (Foto: Canal BCS)

Recebi a aplicação à tarde desse domingo, em Mossoró (Foto: Canal BCS)

Hoje (Domingo, 6), pouco antes das 16h, recebi a primeira aplicação de vacina contra o Coronavírus (COVID-19). Foi na Unidade Básica de Saúde (UBS) Dr. José Leão, bairro Alto da Conceição, Mossoró.

Gratidão por ter a chance de continuar lutando, enquanto em meu país quase 500 mil pessoas já se foram.

Seguirei com os mesmos cuidados de sempre (uso de álcool gel, distanciamento social e utilização de máscara). Além de operacionalizar os meios profissionais que disponho para contribuir à informação e esclarecimentos, contra a ignorância e estupidezes.

Por mim, por zelo aos outros, homenagem a quem se foi (vários amigos) e respeito àquelas pessoas que diariamente se sacrificam na linha de frente.

Gládio à mão; à luta.

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domingo - 06/06/2021 - 13:08h

Éramos felizes!

praia, litoral, areia da praia, beira-marPor Odemirton Filho 

Acordávamos pertinho das cinco horas da manhã, os raios de sol começavam a lumiar o dia. Eu levantava-me com uma preguiça danada, mas não podia perder a “aventura”. Os meus primos mais velhos iam pegar passarinhos em Tibau. Menino inventa qualquer motivo para sair de casa e ficar brincando pelas ruas, nas casas dos familiares e vizinhos.

Chegando ao local escolhido, meus primos armavam o alçapão. Ficávamos à espreita. Aqui ou acolá conseguíamos pegar um cabeça-vermelha, um Golinha, um Azulão ou, o pássaro mais cobiçado, uma Graúna. Às vezes não conseguíamos. Uma tristeza. Não tínhamos medo da Polícia. No outro dia estávamos lá, de novo, cometendo mais um crime ambiental. Éramos crianças. Não existia o Estatuto da Criança e do adolescente, nem pensávamos nisso.

Outras vezes, ainda no arrebol, íamos à praia. Cavávamos um buraco na areia e colocávamos os caranguejos para brigar. Depois, tomávamos banho de mar. A água gelada doía nos couros. Também gostávamos de ir pescar lá na pedra do chapéu ou apanhar búzios. Ficávamos “tostando no sol” boa parte da manhã, grudentos de sal e areia. Jogávamos bola, muita bola. De vez em quando um menino pisava no ferrão de um bagre. Era uma dor dos diabos.

Houve uma época na qual a moda dos meninos era andar de jumento na cidade pra lá e pra cá. Como não tinha habilidade para “laçar” algum jumento na rua, meu pai comprou um para mim. Eu andava puxando o bichinho, como se fosse um cachorro. Minha alegria durou pouco, pois o arisco do jumento fugiu. Contentei-me, então, em brincar com os cachorros da casa.

À tardinha íamos ao morro do labirinto, brincar de esconde-esconde e jogar pedras de areia uns nos outros. Pense numa brincadeira sadia? Um bocado de primos, sujos e suados. Ficávamos por lá até a boquinha da noite e depois íamos à “casa do morro”, como chamávamos a casa dos nossos avós. Comíamos pão, molhando na sopa. Quanta saudade de vó Placinda e Vô Vivaldo.

Quando em vez íamos ver as jangadas, com suas velas brancas, retornando do alto-mar. Achava bacana a jangada deslizando lentamente sobre as águas, até bater na areia da praia. Na maioria das vezes trazia uma ruma de peixes, fresquinhos. Algumas pessoas compravam, ali mesmo, os peixes de seu agrado. Também ali, na beira do mar, conheci o velho pescador Tidó.

Às vezes, depois de lavarmos o alpendre lá de casa, ficávamos deitados no chão frio, conversando “conversas de criança”, e comendo a polpa dos cocos tirados do nosso quintal. Esperávamos o bolo de leite ou fofo sair do forno, quentinho, quentinho. Era a paga pelo nosso trabalho. E, claro, aguardávamos o menino passar na rua vendendo grude. Sempre havia um café fumegante, preparado por nossa querida Socorro. Eu tomava era leite Alimba com achocolatado.

Gostava de ir comprar umas revistas em quadrinhos num prédio localizado na rua principal, próximo ao restaurante Brisa. Às vezes ia fazer uma ligação no Posto da Telern para o meu pai em Mossoró, a fim de que trouxesse alguma coisa que minha mãe pedia. Há alguns anos as ruas de Tibau não eram calçadas. Andávamos com os pés descalços. Uma camisa e um calção “surrados” estavam de bom tamanho. Conhecíamos cada rua, cada viela, cada beco da cidade.

À noite, no alpendre, deitávamos nas redes. Os mais velhos gostavam de contar histórias mal-assombradas. Quase sempre faltava energia, eu me agarrava com um lençol velho, cheirando a guardado. As mãos ficavam geladas e os olhos arregalados. Assistir à televisão era peleja medonha. Colocávamos um pedaço de Bombril na antena para melhorar a imagem, pois o sinal de transmissão não era lá essas coisas. Não, não existia antena parabólica, gentil leitora.

Eu ficava ansioso pelo final de semana para que o meu pai nos levasse à praia, para passear no seu Jipe azul. Sentíamos o cheiro da maresia e a brisa batendo no rosto. Quando tinha alguma bebedeira no alpendre da minha casa ouvia o meu pai cantar “O Calhambeque”, de Roberto Carlos, acompanhado pelo violão do meu saudoso tio Albeci, da Banda Bárbaros. Ainda hoje, graças a Deus, tenho o privilégio de, aqui ou ali, ouvir o meu velho pai soltar a voz, cantando a sua música preferida.

Eu vejo-me, caro leitor, pela praia, açodado, com dinheiro na mão para comprar um picolé, mergulhando no mar, fazendo um castelo de areia ou deitado em uma pocinha d’água. Ainda tenho, como lembrança daquele tempo, uma cicatriz no pé, fruto de um corte, quando brincava na areia “pegando fogo”. Nem ligava. O importante era brincar, brincar, brincar…

Enfim.

Foram doces momentos. Momentos de uma família como qualquer outra, com virtudes e defeitos. Eram as “curtições” das nossas férias. Crianças que brincavam, aprontavam, levavam umas chineladas, choravam e sorriam. São retalhos de um tempo recheado de saudades.

Ah, como éramos felizes. E não sabíamos.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

P.S. – Perdemos Paulo Menezes (veja AQUI e AQUI) e as suas belas crônicas, simples e verdadeiras. Infelizmente, não deu tempo tomarmos um café e prosear. As abelhas, certamente, levaram a sua alma para o céu. Enquanto Deus nos permitir, Paulo, continuaremos por aqui escrevendo crônicas, que são frutos d’alma.

O nosso time ficou desfalcado. Perdemos um excelente esgrimista das palavras. “O Nosso Blog” sentirá a sua falta. Muita.

Como sei de sua paixão por Tibau, Paulo, a crônica de hoje é em sua homenagem. Deus o acolha. Eternamente.

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Categoria(s): Crônica
domingo - 06/06/2021 - 10:26h

Sempre mascarado

Por Marcelo Alves

O poetinha Vinícius de Moraes (1913-1980) certa vez disse: “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”. Acho que nunca houve tanto desencontro na vida como tem havido durante esta pandemia.

Desencontro com a verdade em forma de fake news. Desencontro negacionista com a ciência. Desencontro com as vacinas. Desencontro/discórdia entre as pessoas. Desencontro/distância entre amigos e familiares, sobretudo os mais idosos. Desencontro com a vida, com tantas pessoas queridas nos deixando.

Tristes tempos.Foto de mulher mascarada, máscara de gato, namoro na InternetDe toda sorte, aqui e acolá, surgem uns causos curiosos, quiçá engraçados. Aconteceu com um amigo nosso. Não vou contar o nome do santo, porque é pessoa conhecida na paróquia, e a revelação dos envolvidos (há uma envolvida, já ia me esquecendo) pode me causar mais problemas do que simpatia. Boca não diz nomes ou apelidos.

O fato – e tenho por verdadeiro, já que atestado parte de ciência própria e o restante por ouvir dizer – é que este amigo passou por várias fases na pandemia. Começou assustado, fazendo serões de home office, saindo pouquíssimo de casa e tomando banhos de álcool gel. Mas a sua obsessão mesmo era/é a máscara: usava até para dormir, acompanhado ou sozinho, acreditem.

E ele aguentou tudo isso bravamente uns bons meses. Quem não aguentou foi a sua ex-companheira, que foi viver com um primo querido (como é bom a gente ver as famílias “unidas” novamente). Até essa circunstância nosso amigo aguentou resilientemente. Segundo ele, estar sozinho diminuiria o risco de exposição ao vírus (o que tem lógica, ao menos na terra redonda). Foi um Cândido, a orgulhar o professor Pangloss e confirmar Voltaire (1694-1778).

Com o abandono (que ele via positivamente, pelo lado sanitário, frise-se), naturalmente começou a paquerar pela Internet. Visitava tudo o que é rede social. E nem para isso tirava a máscara (e aqui eu não entendo a razão, uma vez que ele estava sozinho no seu apartamento que beirava a esterilização).

A princípio, disse que cumpria protocolos, sozinho ou não. Não era hipócrita (Oi?). Mas, depois, me confessou a verdadeira razão: “desabonitado”, segundo suas próprias palavras, ele viu que tinha mais sucesso nas paqueras virtuais quando se apresentava com a sua N95. Virava “japonês”, concorria em igualdade de condições.

Ainda admiro essa tendência dele de ver o lado bom de tudo. E, reconheçamos, aqui ele tem certa razão. Na noite, ao vivo ou no Facebook, a gente concorre com as armas que tem.

Conheceu algumas moças (e outras não tão moças assim), mascaradas ou não. Meninas do Brasil e até de além-mar. Mas uma mascarada da terrinha (é sempre melhor casar com a filha do vizinho) tocou o seu coração em especial. Gente conhecida também, que ainda me escuso a revelar o nome. E essa paixão, que antigamente se dizia “platônica”, mas hoje é melhor dizer “virtual”, durou semanas. Embora não se vendo pessoalmente (segurança sanitária acima de tudo), diziam ter compromisso. Coisa “firme”. Seja lá o que esse termo hoje signifique.

Mas, dia desses, vacinado com a primeira dose da Pfizer (e essa marca ele resolveu usar como arma de conquista), atendeu à ideia de um amigo de caírem na noite. Uma festinha, meio clandestina, mas que cumpriria protocolos (eu não sei como isso é possível). De amigos, quer bons, quer maus, é necessário se defender, já alertava Rudyard Kipling (1865-1936).

E a vida prega peças. Sua “namorada firme” tinha tido a mesma ideia. Mesma “festa estranha, com gente esquisita”. E mesma N95, com a qual tentavam impressionar. Eles bateram os santos, ou as máscaras.

Quem da Legião “um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração?”. E, como à noite todos os gatos são pardos, imaginem se mascarados, só se identificaram um ao outro quando, aconchegados, o sinal já avançado, trocaram WhatsApp e Facebook. Aí foi um furdunço, dizem, entre tapas e sem beijos.

Até hoje não sei se eles tiveram um encontro ou um desencontro. Se um traiu o outro ou se se traíram mutuamente. Os mais chegados tentaram fazer piadas. Mas o nosso amigo não deixou cair a fantasia.

Disse: “Estávamos de máscaras. Podia ser pior”. Voltaire é tudo. E segurança sanitária ainda mais.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 06/06/2021 - 07:42h
Esse domingo

Prefeitura vacina pessoa sem comorbidade e a partir de 55 anos

Vacinação ocorre entre 8 e 16 horas nesse domingo, em 10 UBS's (Foto: Wilson Moreno)

Vacinação ocorre entre 8 e 16 horas nesse domingo, em 10 UBS’s (Foto: Wilson Moreno)

A programação do Mossoró Vacina da Prefeitura Municipal de Mossoró alcança hoje pessoas sem comorbidades de 55 anos de idade ou mais.

A cobertura contra a Covid-19 é entre 8 e 16 horas, nesse domingo (6).

Há necessidade de apresentação de documento pessoal com foto e comprovante de residência.

Sobre a vacinação do público em geral, isso tornou-se possível devido o município ter superado grupos como dos idosos, das comorbidades, das pessoas com deficiência, das gestantes e puérperas, bem como, os demais já publicamente conhecidos.

Veja abaixo os locais de atendimento:

Lahyre Rosado (Sumaré);

Maria Soares (vizinho à UPA do Alto de São Manoel);

Epitácio Carvalho (Pintos);

Chico Costa (Santo Antônio);

Francisco Nazareno (Aeroporto);

Lucas Benjamim (Abolição III);

José Leão (Alto da Conceição);

Ildone Cavalcante (Barrocas);

Moisés Costa (Redenção);

Marcos Raimundo (Belo Horizonte).

Nota do Blog – Eu estou nesse universo alcançado agora pelo programa Mossoró Vacina. Até o fim da tarde espero ser agraciado com a essa belezura de imunizante. Mas, claro, sem baixar a guarda. Continuarei usando álcool gel, obedecendo distanciamento social, usando máscara e tomando outros cuidados à preservação de minha vida e da humanidade.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
domingo - 06/06/2021 - 06:40h

Dom Pixote

Brincadeira, crianças brincandoPor Marcos Ferreira

Quando eu nasci, mais ou menos como foi dito ao poeta Carlos Drummond, “um anjo torto desses que vivem na sombra disse”:

— Vai, menino feio, ser besta na vida!

E, obediente que era, acatei a ordem. Mas fui sem saber que tal besteira (bisonhice, ingenuidade, inocência) me acompanharia por tanto tempo. Assim, durante anos a fio, desde a minha infância até a idade adulta, comecei a colecionar insucessos, a ser passado para trás e ficar em desvantagem em quase tudo que me propus a fazer.

Em se tratando de futebol, por exemplo, eu era o reserva do reserva de time lanterna. Quanto ao vôlei, todavia, algumas façanhas me orgulham. Quiçá daqui a pouco, por imodéstia ou simples falta de pudor, eu decida contá-las.

— Vai, menino feio, ser besta na vida!

Minha infância toda transcorreu no bairro Bom Jardim, que de bom e de jardim não tinha muita coisa. Não ao menos naqueles anos de chumbo e de fome. Foi o que eu disse. Embora feliz, pois precisava de tão pouco para me sentir feliz, tive uma infância de escassez e privações. Infância severina, para citar João Cabral.

Nem sei por que narro esses fatos, correndo o sério risco de me acusarem de coitadismo. Ocorre, porém, que não posso negar ou maquiar minhas origens.

Fui menino bobo, sim. Desses que os outros meninos botavam facilmente no bolso, passavam-me a perna e me faziam de gato e sapato. Qualquer moleque com peito de frango batia minha poeira, esfregava o dedo no meu nariz e eu não emitia sequer um muxoxo, medroso que eu era. Ou ainda sou. Jamais topei briga, sair no braço com nenhum desafiante, por menor que este fosse.

Primogênito de uma prole de onze filhos (restam nove) do sapateiro Vicente Ferreira de Sousa e da senhora Marilda Pereira de Sousa, conhecida por dona Branca, eu morava na Avenida Alberto Maranhão, 3521, em casa alugada. De um lado, enérgico, de personalidade forte, residia o pedreiro Zé Pereira, esposo da senhora Conceição.

Do outro, comerciante e professor de matemática, o senhor Odílio Mendonça, marido de dona Graça. Na residência deste casal funcionava o “Mercadinho O Jaburu”, bodega sortida e notória no bairro, a exemplo da histórica “Panificadora Canindé”, administrada por Luiz Serafim, esposa e vários filhos.

Era, ao menos para mim e meus irmãos, uma tortura o cheiro que emanava daquela panificadora, sobretudo no período da tarde, pois havia muitas ocasiões em que não tínhamos dinheiro para adquirir aqueles deliciosos produtos. De outras vezes, por camaradagem do senhor Luiz Serafim, comprávamos algumas iguarias no fiado. Mas o fornecimento era suspenso em algum instante por inadimplência. Em seguida, quando meu pai pagava a conta, reabria-se o crédito.

Naqueles anos de 1970 a 1982, além de sapateiro, meu pai consertava máquinas de costura e aparelhos de rádio e televisão. Ele fizera curso por correspondência através do pioneiro Instituto Radiotécnico Monitor, contudo não se estabeleceu em eletrotécnica. Firmou-se mesmo no fabrico semiartesanal de calçados. Meu pai faleceu com apenas cinquenta e quatro anos de idade, morto pelo álcool e pelo fumo, e minha mãe sofreu infarto fulminante aos sessenta e dois anos.

— Vai, menino feio, ser besta na vida!

Àquela época, sem luz elétrica nem água encanada, nossa casa se constituía quase toda de taipa, pau a pique, possuindo de tijolos tão só a parede frontal. A rua também era de barro. O pavimento de paralelepípedos começava a partir do cruzamento da Rua Delfim Moreira com a Alberto Maranhão, em direção ao Centro. Da Delfim Moreira para baixo era tudo areia, chão descoberto.

Gostávamos daquilo. Nós, meninos alados, sonhadores, preferíamos a rua de terra, que favorecia diversos tipos de brincadeiras, como o futebol com traves mirins, jogado com bola menor e que quicava menos.

Careço destacar que ali o trânsito de veículos, de carroças, bicicletas e pedestres era mínimo. Usávamos uma bola Dente de Leite que se furara (daquelas brancas e mais espessas) com uma Canarinha (fina e na cor vermelha) por dentro da primeira. Porque nesse tempo, evidentemente, não dispúnhamos do que hoje pudesse equivaler a uma bola de futebol de salão, em couro. De maneira alguma. Nossas bolas (perdoem a conotação genital) eram de plástico ou de meia.

Além de bangue-bangue com revólveres que forjávamos com pedaços de madeira ou tábuas, brincávamos de Tarzan, de Zorro, de esconde-esconde, garrafão, bandeirinha e sete pecados. Esta última diversão era a que mais me dava medo, pois aquele garoto que ficasse em último lugar na disputa (fiquei em várias oportunidades) receberia, de cada participante, sete boladas nas costas.

— Vai, menino feio, ser besta na vida!

Pois é, eu me saía mal em muitos daqueles recreios e atividades lúdicas. Perdia no jogo de três pequenos buracos no chão, dentro dos quais devíamos acertar bolinhas de vidro, ou gude, em apostas com dinheiro representado por carteiras de cigarro vazias. Desmontávamos as embalagens e apostávamos como se estas fossem moeda corrente: Arizona, Marlboro, Continental, Minister, Advance, Carlton, Vila Rica, Chanceller, Hollywood… Cada marca correspondia a um valor monetário. Em outros momentos eu chegava a perder as próprias bilhas de vidro.

Então, senhoras e senhores, eu era um pixote clássico. Um senhor pixote! Ou, se preferirem, usando um tipo parodístico de eufemismo, posso me autoproclamar Dom Pixote. O que me dizem?! Não soa tão bem quanto o Dom Casmurro ou Dom Quixote, claro, mas deixo aqui este gracejo pomposo.

No voleibol, entretanto, eu não era pixote. Pelo contrário. A partir de 1990 a 2015, contrariando todas as expectativas, destaquei-me como craque nessa modalidade esportiva, especialmente por contar com apenas um metro e sessenta e sete centímetros de altura. Apesar disso, com uma impulsão notável, pois saltava quase um metro, eu tocava o terror nas competições amadoras no Conjunto Santa Delmira e alhures. Voava tanto em quadras de areia quanto de alvenaria.

O quê?! Mentira?! Exagero da minha parte?! De modo algum. Eu era impossível. Falavam até que eu tinha molas nos pés.

Para afiançar o que digo, se duvidam, aí estão, entre outros, meus colegas de voleibol e circunstantes Kléber Nogueira, Vanderlei Lima, Franklin Luiz, Ranniere Maia, Djair Eduardo, Marcos Gondim, Alcimar Jales, Vanildo Marques, Anchieta de Albuquerque, Ricardo Nogueira (este formava dupla comigo nas quadras de areia) e os irmãos Marcos e Nilson Rebouças. Foi de Marcos Rebouças, aliás, esta ideia: “Fale sobre sua história com o vôlei numa dessas crônicas”.

Missão dada, amigo, missão cumprida.

Quem sabe daqui a mais um tempo, após a pandemia e com dez quilos a menos, eu retome minhas proezas enquanto amador e amante do voleibol. Agora voltemos à literatura. Um certo dia, talvez por compaixão ou remorso, aquele mesmo anjo torto que vive na sombra chegou ao meu ouvido e disse:

— Vai, rapaz besta, ser escritor na vida!

E eu, ainda obediente, acatei a ordem.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Crônica
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sábado - 05/06/2021 - 08:20h
Setembro

Raí, do Saia Rodada, fará turnê nos Estados Unidos

Raí postou banner fazendo alusão à turnê (Reprodução Canal BCS)

Raí postou banner fazendo alusão à turnê (Reprodução Canal BCS)

Vocalista da banda Saia Rodada, originária de Caraúbas na região Oeste do Rio Grande do Norte, o vocalista Raí anuncia em seu Instagram que vai fazer turnê nos Estados Unidos.

O artista se apresentará no período de 10 a 12 e 17 a 19 de setembro de 2021.

Não acrescentou maiores detalhes, o que certamente o fará adiante.

“Alô, turma dos Estados Unidos: o negão passando aqui pra avisar que estamos chegando, hein!? Uma mega turnê que vai ficar pra história!”, proclamou o artista que só nessa plataforma virtual na Internet possui mais de 3,6 milhões de seguidores.

Nota do Blog – Confesso que não acompanho a carreira do Raí e não tenho no gênero musical que ele é destaque, minha predileção, mas sou sempre entusiasta de quem vence pelo trabalho, por quem é um sucesso pelo talento e inspira tanta gente.

Bom demais, cara!

Bravo!

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Categoria(s): Cultura / Gerais
sexta-feira - 04/06/2021 - 22:50h
Brasil

Política e futebol na real

Não acredite em posicionamento político de jogador de Seleção que vive nas “Oropas”.

Com alguma exceção, se existir, todos estão defendendo mais tempo para ficar em seu país (Oropas), longe do Brasil.

Muitos deles nem falam minimamente nossa língua e ignoram a realidade nacional.

Basta.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
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sexta-feira - 04/06/2021 - 22:14h
Município

Esporte, educação e infraestrutura são discutidos com Igreja Católica

Allyson (centro) teve reunião com representantes do clero e atuantes na educação (Foto: divulgação)

Allyson (centro) teve reunião com representantes do clero e atuantes na educação (Foto: divulgação)

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), se reuniu nesta sexta-feira (04) com representantes do da Igreja Católica local e do Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL), Faculdade Católica e Diocese de Mossoró. Em pauta, uma série de ideias e projetos para as áreas do esporte, educação e infraestrutura de Mossoró.

Allyson apresentou ao padre Sátiro Cavalcanti Dantas, Dom Mariano Manzana, Padre Flávio Augusto e Padre Charles Lamartine a ideia do projeto para reforma e ampliação da Praça Dom João Costa, que fica em frente ao Colégio Diocesano, no bairro Santo Antônio.

“Nossa ideia é transformar a praça em um local para caminhada e também para prática de esportes para a população, lembrando que é um local bem localizado e próximo de diversas escolas”, disse o prefeito Allyson.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Júnior Xavier, detalhou o projeto. Informou que contempla área para prática de esportes por crianças, jovens e também para idosos. “Iniciamos esse projeto porque o local é um espaço de fácil acesso, uma praça plana e vimos também a necessidade porque Mossoró ainda não tem uma praça para prática esportiva para deficientes físicos. Nessa praça nós teremos atividades para crianças, adolescentes, jovens, idosos, vai abranger todo esse público”, destacou Júnior.

Educação

“Precisamos de uma biblioteca nessa praça, pois essa praça aqui tem colégios, tem o Colégio Estadual, o Diocesano, o Supletivo, o Abel Coelho que é pertinho, o Eliseu Viana. Precisamos de uma biblioteca pública bem organizada, bem ordenada e aberta”, disse padre Sátiro.

Allyson recebeu sugestões de Sátiro (Foto: divulgação)

Allyson recebeu sugestões de Sátiro (Foto: divulgação)

O diretor da Faculdade Católica do Rio Grande do Norte, Padre Charles Lamartine, enfatizou que a instituição pode contribuir ainda mais, juntamente com as demais universidades de Mossoró, com projetos ligados à saúde. “Estamos dispostos a apoiar no que for necessário com as atividades para movimentar a praça”, afirmou ele.

Na reunião também foi discutida obra em andamento na Lagoa do Bispo. “Queremos evitar alagamentos no entorno da lagoa e queremos escoar a água. Temos um grande projeto de construir uma pista de caminhada no entorno da lagoa”, comentou Allyson Bezerra.

O prefeito de Mossoró garantiu que todas as ideias discutidas na reunião serão detalhadas e acrescentadas ao projeto para reforma e ampliação da Praça Dom João Costa e Lagoa do Bispo.

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Categoria(s): Educação / Política
sexta-feira - 04/06/2021 - 18:28h
Vacina

Chegou a minha vez

Seringa, enfermeiraJá estou preparando meu bracinho de talo de coentro para receber a vacina.

Uh-huuu!!

Domingo (6) é meu dia.

Sem comorbidades, geração 1963 D.C.

É minha vez!

Se Deus quiser estarei à disposição em um dos melhores endereços da cidade de Mossoró, nessa data.

Que os anjos da boca mole digam amém!

Amém!

Repita: Amém!

Meninas do SUS, aí vou eu!

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Categoria(s): Crônica / Saúde
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sexta-feira - 04/06/2021 - 17:24h
Televisão

“Meu Palco” tem terceiro programa nessa sexta-feira

"Escravo" é um escultor de grande talento e figura como destaque de hoje (Foto: TCM)

“Escravo” é um escultor de grande talento e figura como destaque de hoje (Foto: TCM)

O Departamento de Jornalismo da TCM exibe nesta sexta-feira (04), às 18h, no Jornal TCM, mais um episódio do quadro/série cultural “Meu Palco”. A produção especial destaca talentos de grandes artistas da cena cultural mossoroense, com foco em diversas linguagens como teatro, dança, música e esculturas.

Hoje, a história em destaque é do renomado escultor, Escravo da Arte.

O quadro cultural composto por entrevistas é exibido às sextas-feiras. A primeira entrevista especial teve como primeira convidada, a renomada atriz Tony Silva; e a segunda contou com Chico Window, atual diretor do Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

O palco da série é o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado e durante a produção jornalística os artistas falam sobre seus trabalhos, trajetórias profissionais, de que forma a arte está resistindo em meio à pandemia, entre outros pontos. As entrevistas são conduzidas pela repórter Luiza Gurgel, que também tem atuações na dança e no teatro.

Acompanhe o quadro “Meu Palco” no Jornal TCM, pelo Canal TCM 10HD, pelo App TCM 10 Play ou pelo site www.tcmplay.tv.br.

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Categoria(s): Comunicação / Cultura
quarta-feira - 02/06/2021 - 16:04h
Femurn

Entidade filia todos os municípios do Rio Grande do Norte

Prefeito recebeu dirigentes da Femurn (Foto: divulgação)

Prefeito recebeu dirigentes da Femurn (Foto: divulgação)

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) chegou a 100% das cidades potiguares pela primeira vez desde a sua fundação, em janeiro de 2001. Nesta terça-feira (01) a Prefeitura de Macaíba se filiou à entidade, que agora contabiliza todos os 167 municípios do Estado.

O prefeito de Macaíba, Emídio Júnior (PL), assinou a ficha que oficializou a entrada da cidade na Femurn durante reunião, no Palácio Auta de Souza, sede do Executivo macaibense. Os prefeitos de São Tomé, Babá Pereira, e de Bom Jesus, Clécio Azevedo, presidente e tesoureiro da Federação, respectivamente, estiveram presentes no momento da assinatura.

Objetivo

“Esta era uma meta da nossa gestão e ficamos felizes de atingirmos este objetivo ainda no início do nosso trabalho. Agora, representando todos os 167 municípios potiguares, a Femurn ganha força e representatividade para trabalhar a favor de todo o Estado”, disse Babá Pereira.

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 02/06/2021 - 15:26h
Oremos!

Funeral de mais uma CPI é só questão de (pouco) tempo

Oremos, oraçãoA “turma do deixa” disso trabalha o sepultamento de mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do RN.

O funeral da CPI da Covid-19 deverá acontecer com brevidade, sem muitas testemunhas ou qualquer coisa que estimule aglomeração e mais murmúrios.

Sabe-se do seu alto grau de transmissibilidade.

Vai-se sem direito à extrema-unção.

Ano passado, quem faleceu também sem qualquer sacramento foi a CPI da Arena das Dunas.

Ao fim e ao cabo, todos serão felizes para sempre.

Sempre digo que no RN, todo cachorro corre atrás do próprio rabo.

Oremos!

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 02/06/2021 - 14:20h
Lá em Brasília

História de bufões e cínicos

Diabo, anjo,Cada dia é mais circense a CPI da Covid-19 no Senado.

O histrionismo de alguns congressistas e o cinismo de certos interrogados cansam a plateia.

Seguimos sem rumo e com boas possibilidades de que tudo possa piorar muito.

Assim caminha a humanidade brasileira.

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quarta-feira - 02/06/2021 - 13:10h
Política

O prefeito Allyson Bezerra não perde por esperar

Allyson Bezerra durante agenda na zona rural de Mossoró (Foto: Allan Pablo/PMM)

Allyson Bezerra durante agenda na zona rural de Mossoró (Foto: Allan Pablo/PMM)

Por Vonúvio Praxedes (Do Diário Político)

É certo que as articulações para 2022 começaram e a classe política, principalmente aqueles que buscam reeleição ou querem ter de volta seu espaço, tem se mostrado literalmente interessados em melhores posições para obtenção de votos em outubro do próximo ano.

O Prefeito Allyson Bezerra (SD) não precisa se desesperar. Sua presença no pleito de 22 vai ser fundamental para a escolha dos mossoroenses desde Deputado Estadual até o Governo do RN. Ninguém tem dúvidas do potencial do político Allyson.

Sabemos da importância de Mossoró em eleições gerais, ainda mais em se tratando de uma nova liderança que tem conseguido, até então, apoio da população, como comprovado em recente pesquisa TCM, ver aqui.

O Prefeito de Mossoró não perde por esperar, pelo contrário, manter o foco 100% na administração em 2021 e 2022 tornaria seu trabalho mais significativo nas soluções dos problemas da cidade. É preciso destravar muita coisa do administrativo municipal e a população clama por isso.

Sobre possível mudança de partido um interlocutor de dentro do Palácio da Resistência me disse: “Primeira vez que escuto isso”.

Quem está na política sabe que precisa falar em eleições, mas no tempo certo, sendo este tempo diferente para  peças distintas deste tabuleiro político.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 01/06/2021 - 18:46h
Lei

Câmara aprova em primeiro turno a LDO do exercício 2022

Sessão híbrida (presencial e virtual) aconteceu nessa terça-feira (Foto: Edilberto Barros)

Sessão híbrida (presencial e virtual) aconteceu nessa terça-feira (Foto: Edilberto Barros)

Os vereadores da Câmara Municipal de Mossoró aprovaram, em primeiro turno, por unanimidade, o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano 2022, na sessão ordinária desta terça-feira, 01. O texto foi aprovado com a emenda aditiva nº 04/2021, de autoria da vereadora Larissa Rosado (PSDB).

A LDO é a Lei que dá o direcionamento dos investimentos do Poder Executivo na cidade.

Emenda

A Emenda da vereadora Larissa Rosado destina recursos da seguridade social para a capacitação de agentes públicos da segurança municipal no combate à violência contra a mulher. “O objetivo é fortalecer a proteção às mulheres através da guarda municipal. A emenda, com certeza, vai beneficiar as mulheres mossoroenses”, afirmou a vereadora.

A votação final da LDO para o ano 2022 está prevista para a sessão ordinária do dia 09 de junho, em horário regimental. A sessão será transmitida ao vivo pela TV Câmara Mossoró e pelo site www.mossoro.rn.leg.br.

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Categoria(s): Política
  • Repet
terça-feira - 01/06/2021 - 15:36h
Covid-19

Isolda Dantas quer arquivamento ou devolução de pedido de CPI

Isolda vê inconsistência em pedido (Foto:

Isolda vê inconsistência em pedido (Foto:

Líder do PT na Assembleia Legislativa, a deputada estadual Isolda Dantas (PT), solicitou o arquivamento ou a devolução do pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos do Governo Fátima Bezerra (PT) durante a pandemia. A parlamentar usou seu tempo no horário de lideranças na sessão desta terça-feira (01) para explicar os motivos do posicionamento contrário a CPI.

“A CPI é um instrumento fundamental da democracia. Não quero me ater ao mérito do requerimento, mas aos ritos processuais e regimentais. Nós percebemos nesse requerimento ausências significantes de elementos constitucionais e regimentais”, disse a petista. Isolda listou uma série de, segunda ela, falhas identificadas no requerimento apresentado pela abertura da Comissão.

A deputada aponta que o documento não considerou o regimento atual da Assembleia, se referindo ao artigo 113 que faz referência à Comissão de Fiscalização e Justiça. Além disso, continuou, “a CPI precisa de três questões fundamentais”.

Para Isolda, “no requerimento falta fato determinado. Há números de processos, valores de contratos e matérias de jornais. Isso não indica, não aponta indícios de instalação de CPI”, complementa.

Com informações da AL.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 01/06/2021 - 15:08h
"Exemplo"

Bons negócios em família e longe de casa

Não entendo o porquê de familiares diretos de políticos influentes de Mossoró com negócios e investimentos fora de Mossoró e até do estado.

Por que não investem em Mossoró?

Alguns, sequer pagam IPTU local.

Geram receitas do Ceará à Paraíba e aqui, desfrutam.

Estranha essa preferência.

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terça-feira - 01/06/2021 - 12:42h
Apoio

Artistas fazem protesto em frente à Câmara Municipal

Protesto foi pacífico em frente à CMM (Foto: cedida)

Protesto foi pacífico em frente à CMM (Foto: cedida)

Do Blog Carol Ribeiro

Um grupo de artistas de Mossoró se reuniu no início da manhã em frente à Câmara Municipal num ato pelo auxílio emergencial.

A classe empunhava uma faixa em que dizia que “artista precisa de comida para trazer diversão e arte”.

Eles buscam a sensibilização dos parlamentares que deverão votar mérito do Projeto de Lei que propõe à Prefeitura uma política de fomento à cultura para auxiliar artistas locais.

Na semana passada, o projeto teve pedido de urgência negado, mas deverá ir à plenário para votação nos próximos dias.

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terça-feira - 01/06/2021 - 11:38h
Ô, ei, psiu!

Rosalba, você não é mais prefeita!

Numa postagem recente, a "Rosa" e a publicação foram levados na chacota por publicação dela como "prefeita" (Reprodução)

Em postagem recente, a “Rosa” e a página que publicou matéria com novo disparate da prefeita foram ironizadas (Reprodução)

Alguém precisa avisar à pediatra Rosalba Ciarlini (PP) que ela não é mais prefeita de Mossoró.

Algumas postagens suas em redes sociais e mídias de seu grupo têm sido alvos de chacota. A impressão que tenta passar é de que nada mudou: ela é que administra Mossoró. Tudo que é ou será feito é realização sua.

Já o passivo multimilionário na Previdência Social do município, não;

Maior rombo da história da Prefeitura de Mossoró, que passa de 875 milhões de reais em débitos de curto prazo e dívidas fundadas, ela não toma para si;

Atraso no pagamento de centenas de terceirizados, não recorda;

O “pagamento em dia” que se transformou em atraso salarial e de outros direitos, deixados para o sucessor, não quer assumir;

Milhões em dívidas com hospitais, negociados no fim de mandato para comprometer novo gestor, ignora;

Sucateamento de equipamentos de saúde pública, claro que não é culpada;

A má-fé ao obstruir a transição de governo, levando até a Justiça a determinar cumprimento dessa obrigação, nem fala.

Se tudo que a “Rosa” afirma e relata em suas redes sociais fosse verdade, em termos de gestão municipal, teria sido reeleita. Era imbatível, não é verdade?

O problema é que a ex-prefeita foi finalmente desmascarada. Rainha da maquete, contumaz em promessas mirabolantes e diagnosticada politicamente com um distúrbio psicopatológico de “mitômana”, Rosalba – e seus cabras da peste – ainda não entendeu o que ocorreu dia 15 de novembro do ano passado, data das eleições municipais.

Segue em estado catatônico, vivendo num mundo irreal.

Quer se apropriar de um governo que tem outro executivo. Sim, aquele mesmo que ela se recusou a receber como deputado no Palácio da Resistência (veja AQUI), a quem tratava em chacotas por “deputadozinho”, “abestalhado” e que em pleno debate eleitoral ironizou como “menino pobrezinho”.

Deu no que deu!

Rosalba, você não é mais prefeita!

Ô, ei, psiu! Entendeu?

Vou repetir: você não é mais prefeita!

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terça-feira - 01/06/2021 - 08:44h
Padre Sátiro

Apelo de um velho sacerdote educador

Sátiro, uma voz pela educação (Foto: arquivo)

Sátiro, uma voz pela educação (Foto: arquivo)

Mesmo na minha ignorância parlamentar, imploro com veemência aos parlamentares da nossa Terra Potiguar, Rio Grande do Norte, e aos ministros presentes no atual Governo Federal, o voto a favor da medida provisória financiadora da implantação de Internet nas Escolas públicas urbanas e rurais brasileiras, que seria ponto fundamental para a educação e renovação nacional.

Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil proteja Vossas Excelências, com a Graça de Deus.

Pe. Sátiro Cavalcanti Dantas

Ex-Presidente do Conselho Estadual da Educação, tendo 65 anos a serviço da Educação.

31 de maio de 2021.

(Mossoró-RN).

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Categoria(s): Educação / Gerais
terça-feira - 01/06/2021 - 08:00h
Bola e vírus

O lugar da Copa América

Copa América (veja AQUI) deveria ser na Granja do Torto.

Se não der, pelo menos vale uns rachas por lá.

A decisão, se tiver alguma ambulância disponível, faz no Mané Garrincha, também em Brasília.

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