O arrocho vai continuar. Sem rodeios, sem ufanismos ou otimismo delirante.
O Governo do Estado comemorou aumento em suas receitas diretas e alguns recordes fiscais este ano, mas o Rio Grande do Norte não é uma ilha.
Só a miopia politiqueira não enxerga que vivemos processo recessivo, agravado pela crise política.
A tibieza do Governo Federal, que respira artificialmente, torna o futuro imprevisível.
Mas o presente é palpável. E ele assusta, sim.
Um aspecto positivo, que deve merecer elogios, é a capacidade de diálogo do governador Robinson Faria (PSD), um diferencial em relação ao anterior.
Robinson não se esconde ou tem intermediários a representá-lo.
É graças à sua infatigável disposição para conversas, costurar entendimentos, que o quadro não está muito pior.
Desce da rampa da Governadoria com naturalidade. Não impõe. Pede.
Temos sinalizadores positivos da Assembleia Legislativa, Ministério Público e Justiça, de que todos podem, devem e vão colaborar mais.
Se não houver um pacto à superação dessas dificuldades, todos pagaremos por tantos desatinos que são cometidos.
Mesmo os mais abastados, pagarão.
Hora da turma do andar de cima dar sua contribuição, sua parcela de sacrifício.
Se aprendermos agora, tiraremos muito proveito adiante.
Particularmente, não estou descrente. Vejo que é possível vencermos.
Juntos.
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