A gestão Rosalba Ciarlini (PP) aproxima-se dos seus 100 primeiros dias e tem, neste mês de março, suas primeiras e significativas turbulências.
Um choque de realidade, que se diga, que a blindagem da maioria da mídia e de sua militância patrulhadora não consegue disfarçar.
É importante frisar que o antecessor Francisco José Júnior (PSD) não vai servir, indefinidamente, como justificativa à falta de resolutividade dos problemas.
Esse “retrovisor” tem prazo de validade.
Mossoró tem pressa.
O tempo urge e ruge.
A “Rosa” precisa usar o crédito que possui, assinalado nas urnas, para sair da retórica populista e irreal para o enfrentamento das dificuldades sem maquiagem.
Falar a verdade, admitir erros e ousar são imprescindíveis.
Os tempos são outros. Se demorar a perceber isso, talvez siga patinhando.
A seu favor, pelo menos existe a memória coletiva recente da era “Francisco” (seu principal combustível eleitoral) e a falta de rumo do sucessor no estado – Robinson Faria (PSD).
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