segunda-feira - 04/08/2025 - 07:24h
Brasil

Governadores evitam manifestações em favor da anistia de Bolsonaro

Manifestação na Avenida Paulista em São Paulo-SP nesse domingo (03), em foco da CNN

Manifestação na Avenida Paulista em São Paulo-SP nesse domingo (03), em foco da CNN

Do Canal Meio e outras fontes

Coincidência ou não, governadores do espectro da direita que vinham marcando presença em atos em defesa da anistia aos envolvidos na tentativa de golpe, não compareceram ao ato convocado por bolsonaristas neste fim de semana. O próprio Jair Bolsonaro (PL) esteve ausente, já que cumpre medida cautelar que proíbe que ele saia de casa aos sábados e domingos.

Já os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), alegaram outros compromissos para justificar sua ausência. As manifestações ocorreram em pelo menos 20 capitais, incluindo São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Belém, além de Brasília. No Rio, Bolsonaro fez uma participação por videochamada.

Segundo o Monitor do Debate Político e a ONG More in Common, 37,6 mil pessoas compareceram à manifestação “Reaja, Brasil: Agora é a hora” na avenida Paulista. A margem de erro de 12% indica um público entre 33,1 mil e 42,1 mil participantes. (Globo)

Segundo levantamento do jornal digital Poder360, a manifestação deste domingo (3) na Avenida Paulista reuniu 57,6 mil pessoas. Foram utilizadas fotos aéreas de alta resolução pelo jornal digital para realizar o cálculo de estimativa.

O pastor Silas Malafaia, organizador do evento, não poupou críticas aos governadores: “Isso prova que Bolsonaro é insubstituível! Vão enganar trouxa! E eu não sou trouxa. Estão com medo do STF, né? Por isso não vieram. Arrumaram desculpa, né? Por isso, minha gente, 2026 é Bolsonaro”. (Estadão)

Em São Paulo, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) foi a principal atração entre políticos que fizeram uso da fala durante o ato. No discurso, o parlamentar atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a diplomacia do governo Lula (PT) e cobrou os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União). Também por vídeochamada, Nikolas mostrou o ato para Jair Bolsonaro. (Metrópoles)

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Categoria(s): Política
terça-feira - 04/04/2023 - 09:36h
Ciro Nogueira

“Injustiçado”, Bolsonaro poderá fazer o sucessor em 2026

Expoente do Centrão, o ex-ministro da Casa Civil e senador Ciro Nogueira (PP-PI) dá entrevista nesta terça-feira (4) ao jornal O Globo, desenhando quadro político da direita-oposição, em relação ao Governo Lula (PT) e à própria condução sucessória.

Nogueira acha que inelegibilidade pode dar mais força a Bolsonaro (Foto: Cristiano Mariz/O Globo)

Nogueira acha que inelegibilidade pode dar mais força a Bolsonaro (Foto: Cristiano Mariz/O Globo)

Em sua ótica, os governadores paulista e mineiro, respectivamente Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Romeu Zema (Novo), são os nomes de melhor envergadura a uma disputa presidencial. Quanto à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, ele a encaixa como forte e emblemática para vice. Também avisa que se Bolsonaro for “injustiçado” com inelegibilidade, pode fazer o sucessor presidencial.

“Vou ser muito franco: é mais fácil um Bolsonaro (PL) injustiçado eleger um presidente do que ele próprio ganhar em 2026. Ninguém vai admitir que um presidente, por conta de injustiça, seja tornado inelegível. Vai facilitar muito o trabalho da oposição se acontecer essa injustiça, mas espero que não aconteça”, comenta Nogueira, sob a hipótese de cassação dos direitos políticos do ex-presidente.

Quem é a principal alternativa na direita?

Em política, tem fila. Os principais nomes são os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo) e Romeu Zema (Minas Gerais), mas temos a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e Ratinho Junior, governador do Paraná. Podem surgir outras alternativas até lá. Bolsonaro vai ser decisivo na escolha.

E a Michelle Bolsonaro?

Pode ser, quem tem título de eleitor pode ser candidato. Mas acho que a primeira-dama pode ser uma grande candidata a vice. Ela deve ser a única pessoa no país que se elege senadora nos 27 estados da federação.

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