segunda-feira - 13/11/2017 - 12:02h
Constatação

Prefeitura poderia funcionar com 250 cargos comissionados

Com passagem pela Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) entre 10 de fevereiro e 21 de outubro de 2015, tendo feito pelo menos dois estudos denominados de “Plano Municipal de Enfrentamento à Crise Econômica”, o professor Josivan Barbosa bem que tentou reduzir drasticamente o número de cargos comissionados na municipalidade.

Josivan e Francisco: conselho ignorado (Foto: PMM)

Sem sucesso.

Segundo ele, a PMM teria como funcionar plenamente com cerca de 250 cargos comissionados. Em vez disso, o então prefeito Francisco José Júnior (sem partido) deixou quase 640 comissionados ao final do seu governo em 31 de dezembro de 2016.

Caiu na tentação de agradar bancada de vereadores (que pedia a “cabeça” de Josivan Barbosa), e favorecer lideranças partidárias, compadres e comadres.

Reprovação

Saiu do governo como campeão de reprovação.

Hoje, na gestão Rosalba Ciarlini (PP), por enquanto são “oficialmente” 555 nomeados e a crise se aprofunda, com retomada do fantasma do atraso salarial. Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público do RN (MPRN) cobram redução drástica de pessoal.

Só na Câmara Municipal o pensamento é outro.

A bancada governista quer mais “espaços”, ou seja, cargos (veja AQUI).

Leia também: Prefeitura gasta mais de 60% da receita com folha de pessoal AQUI;

Leia também: Promotoria cobra que Rosalba pare empreguismo em prefeitura AQUI;

Leia também: Rosalba garante, até aqui, 555 pessoas em cargos comissionados AQUI.

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segunda-feira - 13/11/2017 - 08:52h
Assembleia Legislativa

O nome é Kadu Ciarlini

Kadu entra no lugar de Lorena; mãe no apoio (Foto: PMM)

A pré-candidatura à Assembleia Legislativa da secretária do Desenvolvimento Social da Prefeitura Municipal de Mossoró, Lorena Ciarlini, definhou de modo praticamente irreversível.

Mas o grupo rosalbista não vai ficar órfão na disputa.

Seu irmão, ex-secretário do Gabinete Kadu Ciarlini, é o nome da vez.

Mais do que escolha de pai e mãe, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado e prefeita Rosalba Ciarlini (PP), é uma decisão dele.

Kadu resolveu ser candidato.

Vai ser.

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domingo - 12/11/2017 - 11:11h
Não para, não para...

Rosalba garante, até aqui, 555 pessoas em cargos comissionados

Porém números podem ser bem mais expressivos já que o governo evita divulgar dados sobre questão

Do Blog do Tio Colorau e Blog Carlos Santos

O Blog do Tio Colorau havia somado os cargos comissionados até o último dia 30 de junho, mais precisamente até o Jornal Oficial do Município (JOM) nº 414. Na oportunidade, o total era de 531, incluindo os cargos de secretário.

Hoje, já são 555 detentores de cargos comissionados.

Atendendo a diversos pedidos, o blog atualizou a contagem até o último JOM, o 432-B, datado de 08 de novembro. Assim, temos o número real e atualizado de cargos comissionados, tudo devidamente comprovado e arquivado.

Nestes quatro meses e alguns dias foram publicadas várias exonerações e nomeações, mas de forma espaçada. Nenhum JOM, do dia 30 de junho pra cá, se destaca pela quantidade de exonerações ou nomeações.

Pela atual contagem, o número de cargos comissionados subiu para 555, incluindo os secretários. Houve um saldo de 24 cargos comissionados.

Os números mostram que a atual prefeita, Rosalba Ciarlini, não cumpriu sua promessa de reduzir à metade o número de cargos comissionados. Para cumprir sua palavra, ela não poderia ter excedido os 300 cargos comissionados.

Segue AQUI a lista dos nomeados do dia 07 de julho até o dia 25 de outubro.

Multidão

A última grande leva de nomeações de cargos comissionados ocorreu no Jornal Oficial do Município (JOM), edição 406, datada de 05 de maio de 2017 – veja AQUI. Na oportunidade foram nomeados os cargos para a então recém criada Secretaria Municipal de Cultura. O total atingia 524 cargos comissionados aboletados na prefeitura.

Logo que assumiu a prefeitura, Rosalba promoveu exoneração em massa de comissionados oriundos da gestão Francisco José Júnior. O tal chegou 638 pessoas (veja AQUI), conforme o JOM do dia 4 de janeiro.

Mas nem todo mundo do governo que terminou no dia 31 de dezembro de 2016 foi incluído no “bota-fora”. Estima-se que mais de 80 cargos foram preservados ou ratificados, graças a entendimentos políticos com vereadores e outras lideranças políticas.

Silêncio

O agravante desse quadro, é que a própria prefeita baixou o decreto sob número 5.025/2017, nos primeiros dias de sua gestão, em janeiro, determinando redução “em até 50%” no total de cargos comissionados. Entretanto até hoje ela e seu governo não disseram em qualquer documento oficial ou entrevista, quantos são afinal os cargos comissionados determinados por lei, onde devem estar lotados e qual a quantidade específica para cada um deles (categorias etc.).

A prefeita chegou a ser entrevistada em programas como Cenário Político (TV Cabo Mossoró-TCM) e Jornal da Tarde (Rádio Rural de Mossoró) e se esquivou em falar do total. O mesmo ocorreu com secretários seus de pastas que lidam com essa questão.

Rosina foi fotografada em sua sala como "diretora", sem ter qualquer nomeação (Foto: reprodução)

A Lei Complementar 122/2016 (gestão Francisco José Júnior) que está em vigor, se sobrepondo aos decretos, estabelece que municipalidade tem 702 cargos em comissão disponíveis, tratando minuciosamente dos seus perfis e números. Mas a prefeita encontrou 638 nomeados – herança do antecessor, que logo exonerou.

Escapismo

Se o decreto 5.025/2017 de Rosalba fosse obedecido por ela mesma (determinando redução “em até 50%”), só deveriam ter sido nomeados no máximo 351 comissionados. Por enquanto, ela já nomeou 555. São 204 a mais.

Porém podem existir mais e mais, pois uma irmã da prefeita – Rosina Ciarlini – chegou a “assumir” a direção da Escola de Artes da prefeitura sem qualquer portaria correspondente: Veja: Irmã de Rosalba ‘assume’ cargo sem portaria; prefeitura nega. Com a denúncia, sumiu.

Outro escapismo foi encontrado pela prefeita em abril. Para fugir ao próprio decreto que tinha assinado para limitar cargos comissionados, publicou decisão com generosa exceção, favorecendo “os cargos de diretor e vice-diretor de escolas para as unidades de maior porte, que funcionam em dois turnos, e diretor de Unidades Básicas de Saúde (UBS’s)”.

Só nessa canetada podem ter surgido mais 92 cargos comissionados não computados, pois existem 46 UBS’s (com diretor e vice). Quem sabe?

Fácil descobrir nesse emaranhado de números, decretos e muita propaganda, por que as finanças do município estão gangrenadas. Por isso que Tribunal de Contas do Estado (TCE) – veja link no boxe abaixo – e Ministério Público do RN (PMRB) – veja AQUI – cobram redução dessa sangria.

Leia também: Prefeitura diminui ritmo, mas segue nomeando comissionados 07-07-2017 AQUI;

Leia também: Prefeitura gasta mais de 60% de receita com folha de pessoal 04-07-2017 AQUI;

Leia também: Comissionados engordam folha; número é desconhecido 09-05-2017 AQUI.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), sem forças e maior poder de pressão, apenas estrebucha cobrando reajuste salarial (veja: Servidor sem reajuste acusa governo de inchar prefeitura AQUI).

A PMM já avisou que não tem como pagar. Faz sentido. Precisa equilibrar as contas. Contudo em outro viés, o que se enxerga é diferente. Manter essa militância comissionada pelo menos até a próxima campanha, em 2018, é imprescindível para o governismo.

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domingo - 12/11/2017 - 07:58h
Basta!!

Promotoria cobra que Rosalba pare empreguismo em PMM

Há meses o Blog Carlos Santos mostra crescimento do problema e MP cobra freio a esses excessos

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem 20 dias para informar o acatamento, ou não, de recomendações feitas pelo Ministério Público do RN (MPRN), através da 7ª Promotoria de Justiça do RN, referentes ao controle de gastos com pessoal e readequamento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Se não o fizer, pode responder por “dolo” aos interesses públicos.

O quadro de pessoal, com cargos comissionados e outros problemas, “estoura” os gastos da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), ao contrário do prometido em campanha e em entrevistas e discursos pela prefeita. O empreguismo compromete caixa municipal e serviços básicos à população.

A recomendação sob o número 12/2017 foi emitida nesse último dia 10. Foi assinada pelo promotor Fábio de Weimar Thé. Vai ao encontro de uma série de postagens do Blog Carlos Santos que trata do “inchaço” na folha de pessoal da municipalidade, apesar da própria prefeita ter baixado um decreto no início do ano, disciplinando nomeação “em até 50%” dos cargos disponíveis, o que já extrapolou.

O MPRN recomenda, por exemplo, a exoneração em massa de comissionados.

Recomendações do Ministério Público

a) NÃO realize as despesas vedadas previstas no art. 22, parágrafo único, da LRF, notadamente: i) conceder vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual, ressalvada a previsão prevista no inciso X do art. 37 da Constituição Federal; ii) criar cargo, emprego ou função; iii) alterar estrutura de carreira que implique aumento de despesa; iv) prover cargo público, admitir ou contratar pessoal a qualquer título, inclusive temporários, ressalvada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança;

b) RESCINDA os contratos temporários, exonere os ocupantes de cargos comissionados e a adote as medidas do art. 169, §§3º e 4º, da CF/88, até o montante necessário para que os gastos de despesa com pessoal sejam reduzidos a patamares inferiores ao limite prudencial;

c) em paralelo a conformação das despesas com pessoal à LRF, que o Município REALIZE ESTUDO, no prazo de 90 (noventa dias) dias, a fim de verificar quais são os cargos, de natureza efetiva, que precisam ser criados e preenchidos no Município, bem como quais são os cargos, efetivos e comissionados, que precisam ser extintos;

d) de posse desse estudo, em sendo o caso e sempre atendendo aos ditames da Lei de Responsabilidade Fiscal:

I) que o Município REMETA o Projeto de Lei à Câmara de Vereadores visando à criação dos cargos efetivos necessários, no prazo de 30 (trinta) dias, após a entrega do estudo supramencionado;

II) o Município, no prazo de 90 (noventa) dias, contados da remessa da referida lei, DEFLAGRE Concurso Público para o provimento dos cargos criados pela lei supra;

e) o Município, em até 45 dias (contados da homologação do concurso público) RESCINDA os contratos temporários firmados em descompasso com o art. 37, IX, da CF/88;

f) o Município EXONERE os profissionais que exercem cargo de provimento em comissão que não se enquadrem nas atribuições de direção, chefia e assessoramento, nos termos do art. 37, V, CF;

g) NÃO CONTRATE, sem concurso público, pessoas fora das hipóteses encartadas no art. 37, IX, da Constituição da República;

Cabe advertir que a inobservância da recomendação ministerial poderá ser entendida como “dolo” para fins de responsabilização por crime funcional e pela prática de ato de improbidade administrativa previsto na Lei Federal nº 8.429/92.

Em Macau, o prefeito Túlio Lemos (PSD) chegou a baixar decreto exonerando “todos” os cargos comissionados para reequilíbrio da folha (veja AQUI).

Em Caicó, o prefeito Robson Araújo (PSDB), o “Batata”, faz um continuado enxugamento na folha (veja AQUI) com o mesmo fim. A Federação dos Municípios do RN (FEMURN) tem orientado prefeitos a frearem contratações, exonerarem comissionados, prevendo maior crise.

Há meses Blog Carlos Santos mostra empreguismo

Leia também: Prefeitura gasta mais de 60% da receita com folha de pessoal AQUI;

Leia também: Cargos comissionados aumentam folha; número é desconhecido AQUI;

Leia também: Prefeitura segue sem reforma ou diminuição de comissionados AQUI;

Leia também: Lista de comissionados divulgada é fiel à publicação oficial AQUI.

Em Mossoró, o fenômeno é diferente: a prefeita segue nomeando e sendo cobrada para nomear mais, cerco que recebe de sua bancada na Câmara Municipal (veja AQUI).

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) já emitiu alerta sobre desobediência à Lei de Responsabilidade Fiscal clique em link no boxe acima. O MPRN também fez alertas.

Rosalba, em campanha, prometeu controle de despesas, reforma administrativa, revisão de contratos (Foto: arquivo)

Rosalba chegou a dizer que as listas de nomeações publicadas em postagens do Blog Tio Colorau e esta página eram fantasiosas, mesmo elas sendo pinçadas do Jornal Oficial do Município (JOM), publicação que mostra atos administrativos da prefeitura. A própria prefeita nunca revelou quantos cargos comissionados existiam. Seus secretários de Administração e Planejamento, também se esquivam dos números.

Nova secretaria e mais 41 cargos comissionados

A recomendação de agora é a última cartada para se tentar o controle externo, já que internamente o governo rosalbista resiste a desempregar seus correligionários, em sua maioria militantes da campanha municipal do ano passado.

A “compensação”, ou escambo político-eleitoral, pesa no erário e tira do cidadão em geral o direito ao elementar: receber serviços dignos de limpeza urbana, saúde, educação, infraestrutura etc.

Rosalba, em campanha, prometeu controle de despesas, reforma administrativa, revisão de contratos. Até aqui, criou uma secretaria (Cultura) e nomeou 41 comissionados só para essa pasta;, promoveu várias dispensas milionárias de licitação (como para a limpeza urbana – veja AQUI) e começou a atrasar pagamento salarial, além de não dar reajuste para os servidores municipais (veja AQUI).

Leia também: Arrocha, Rosalba AQUI;

Leia também: Contas pressionam Rosalba a cogitar até mesmo demissões AQUI;

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sexta-feira - 10/11/2017 - 09:42h
Realidade

Arrocha, Rosalba!

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) está emparedada por números negativos.

Terá que promover arrocho, com demissões em massa, ou não terá como pagar folha em dia (que começou a atrasar).

Ela exagerou nas contas, nomeando comissionados em demasia.

É a realidade. Sem propaganda.

Não cortou na carne, não fez lição básica do inicio da gestão e agora está diante de um cenário que é mais forte do que sua retórica ilusionista.

Se esticar mais a corda, piora. Já foi alertada.

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quinta-feira - 09/11/2017 - 06:06h
Lixo de luxo

Empresa Sanepav se me mexe para voltar à limpeza urbana

A empresa Saneamento Ambiental Ltda. (SANEPAV), que atuou na limpeza urbana de Mossoró de 2005 até final de abril de 2016, poderá retornar a esse pedestal.

Tem-se mexido nos bastidores para esse fim, ou seja, ser novamente terceirizada desse modalidade de prestação de serviço, da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Sanepav atuou em Mossoró de 2005 até início de 2016, quando foi substituída litigiosamente (Foto: Mossoró Notícias)

Paralelamente, não deve ser esquecido que a empresa de origem paulista acionou judicialmente a prefeitura, ainda na gestão do prefeito Francisco José Júnior (sem partido), para receber valores que se aproximam de R$ 9 milhões.

A propósito, a promotora de Justiça Micaele Fortes Caddah, da 11ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, instaurou o Inquérito Civil nº 06.2016.00003785-0 (veja AQUI) no primeiro semestre do ano passado, relativa à Dispensa de Licitação nº 05/2016, em que foi contratada a substituta da Sanepav, a Vale Norte Construtora Ltda.

Questionamentos do Ministério Público

Na mesma ação, a promotora passou a questionar a existência de contradição entre uma dívida de quase nove milhões de reais do município de Mossoró com a Sanepav, que prestava o serviço de limpeza urbana, e a contratação emergencial de outra empresa para prestação do mesmo serviço por R$ 9.582.519,36; além do descumprimento do contrato celebrado entre a Prefeitura de Mossoró e a Sanepav.

Desde que esse procedimento do MP foi aberto, a Prefeitura de Mossoró já realizou mais três dispensas de licitação e ofertou um aditivo contratual à Vale Norte, procedimentos feitos nas gestões do próprio Francisco José Júnior e a atual prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

“Lixo é um luxo”

Mais de R$ 300 milhões em números atualizados já foram consumidos com essa modalidade de serviço contratado pela Prefeitura Municipal de Mossoró, com uso de apenas duas empresas, nos últimos anos. A última licitação aconteceu vez em 2005. Outra foi engatilhada ano passado, mas barrada judicialmente. Dia 16 de novembro próximo a municipalidade prepara outra.

No dia 25 de outubro de 2016, o então vereador e hoje secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Lahyrinho Rosado (PSB), bradou: “Lixo é um luxo. Essa frase retrata a realidade de Mossoró, que paga milhões a empresas para fazer a coleta de lixo na cidade”(veja AQUI).

Leia também: Rosalba pagará mais de R$ 28 milhões à empresa sem licitação AQUI;

Leia também: Prefeita mantém serviço milionário e ‘suspeito’ sem licitação AQUI.

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sábado - 04/11/2017 - 12:42h
Reeleição

Robinson Faria pode repetir Rosalba Ciarlini em 2018

Pela segunda vez consecutiva, desde a adoção do instituto da reeleição, o Rio Grande do Norte poderá não ter um governador candidato à reeleição.

Em queda livre nas pesquisas e com notória repulsa popular ao seu governo, Robinson Faria (PSD) dificilmente teimará contra os números e realidade.

Em 2014, sua antecessora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), ainda se saracoteou para tentar a reeleição, mesmo com reprovação tendo chegado na capital a mais de 90% e no restando do estado à média de 82%.

Foi o comando partidário do DEM que não topou bancar a aventura. Com razão.

Sinal dos tempos.

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sábado - 04/11/2017 - 09:20h
Folha de São Paulo

‘Terra arrasada’ coloca em xeque caciques do RN

Por João Pedro Pitombo (Do jornal Folha de São Paulo)

Com o governador investigado e o seu principal adversário atrás das grades, o Rio Grande o Norte vive um cenário de “terra arrasada” para as eleições de 2018.

Se há três anos Robinson Faria (PSD) e Henrique Eduardo Alves (PMDB) duelavam em uma das disputas mais acirradas do país, hoje ambos enfrentam reveses que devem mudar completamente o quadro eleitoral no Estado, tradicionalmente dominado por quatro clãs: os Alves, os Maia, os Rosado e os Faria.

Henrique Alves está preso desde o dia 6 de junho em Natal numa situação inusitada à política do RN (Foto: arquivo)

Eleito em 2014, Robinson Faria vive seu momento mais difícil: foi denunciado pela Procuradoria Geral da República por suspeita de obstrução de Justiça no âmbito da Operação Dama de Espadas, que investigou fraudes na Assembleia Legislativa.

No campo administrativo, enfrenta uma grave crise financeira que resultou em atrasos no pagamento aos servidores – os salários de setembro terminarão de ser pagos apenas em novembro. “A questão eleitoral se tornou acessória diante das adversidades da crise que o governo enfrenta”, diz o vice-governador Fábio Dantas (PC do B).

Desgastado, o governador terá dificuldades até em formar uma chapa e pode não disputar a reeleição caso se torne réu no Superior Tribunal de Justiça. Se esse cenário se concretizar, será a segunda eleição seguida na qual o governador não vai para a reeleição –em 2014, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) ficou fora da disputa.

Na oposição, a prisão de Henrique Eduardo Alves em desdobramento da Operação Lava Jato desestruturou o grupo capitaneado pelo PMDB. O ex-deputado costumava ser o principal articular político, fazendo o contato com prefeitos e coordenando campanhas.

Senadores terão reeleição difícil

Também investigados na Lava Jato, os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e Agripino Maia (DEM) terão uma eleição difícil para renovar seus mandatos no próximo ano.

O nome natural do grupo para ao governo é o do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), primo de Henrique Alves e Garibaldi Alves. Mas o sobrenome que costumava ser um trunfo é encarado como a principal dificuldade do prefeito, que tem trajetória política própria e chegou a ser adversário dos primos em outras eleições.

Diante do desgaste dos sobrenomes tradicionais, nomes de fora dos grupos familiares têm sido cogitados para a disputa de 2018. Dono da rede de lojas Riachuelo, o empresário Flávio Rocha aparece como principal opção, assim como do dono da distribuidora de combustíveis Ale, Marcelo Alecrim.

“São dois nomes que pacificariam a nossa base. São empresários bem-sucedidos, mas que sempre tiveram bom trânsito na política”, afirma Agripino Maia.

Outro cotado ao governo é o ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Cláudio Santos, que deve se aposentar no início do próximo ano.

Nos últimos meses, ele intensificou críticas ao governo de Robinson Faria e tem participado de solenidades e eventos por todo o Estado. Procurado pela Folha, classificou como “especulação” a hipótese de candidatura.

Terceira via

Entre os dois principais grupos políticos do Estado, a senadora petista Fátima Bezerra aparece como uma terceira via na disputa pelo governo. Ligada à educação e com forte inserção no interior do Estado, é uma das principais apostas do PT para ampliar sua presença no Nordeste.

Para garantir um palanque forte, o partido conta com a presença do ex-presidente Lula como candidato a presidente ou como cabo eleitoral. E tem buscado potenciais aliados para compor a chapa uma chapa competitiva. Uma das prováveis candidatas ao Senado na chapa deve vir de uma das famílias mais tradicionais do RN: a deputada federal Zenaide Maia (PR).

Caso confirme sua candidatura, ela deverá enfrentar o primo Agripino Maia nas urnas.

Para o cargo de vice-governador, o PT busca o nome de um empresário. A ideia é reeditar uma chapa nos moldes da formada por Lula e José Alencar em 2002 e 2006.

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sexta-feira - 03/11/2017 - 12:08h
Mossoró

Termina domingo contrato com empresa de limpeza urbana

Vai até o próximo domingo (5), o contrato da empresa baiana Vale Norte Construtora Ltda., no valor de R$ 13.900,123,44/mensais, responsável pela limpeza urbana em Mossoró.

Limpeza movimentou mais de R$ 300 milhões (Foto: arquivo)

No próximo dia 16 a Prefeitura de Mossoró promete realizar licitação (que não acontece desde 2005) para o serviço.

Nesse período, apenas duas empresas atuaram: Sanepav Saneamento Ambiental Ltda., que ficou 11 anos, e a Vale Norte, que está nesse papel desde maio do ano passado (um ano e seis meses).

Ela teve contratação sem licitação na gestão Francisco José Júnior e com a atual prefeita Rosalba Ciarlini houve renovação de compromisso, outra vez sem qualquer concorrência.

Em todo esse período, em números atualizados, mais de R$ 300 milhões foram pagos nesses contratos.

Leia também: Gestão Rosalba Ciarlini “esquece” promessa sobre limpeza urbana AQUI;

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sexta-feira - 27/10/2017 - 22:17h
Mossoró

Conjunto com 844 moradias será entregue nesse sábado

Vai acontecer amanhã (sábado, 28), a partir das 8 horas, no ginásio do Colégio Pequeno Príncipe no bairro Paredões em Mossoró, o sorteio de casas do Conjunto Odete Rosado, com previsão de conclusão às 13 horas.

O evento vai contar com a participação da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), além de representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) e Ministério Público.

O Conjunto Residencial Odete Rosado é o maior empreendimento do Programa Minha Casa Minha Vida do Rio Grande do Norte.

São 844 moradias e investimento da ordem de R$ 48 milhões.

A obra começou em setembro de 2014 na gestão Francisco José Júnior/Dilma Rousseff e deveria ter sido entregue em agosto do ano seguinte.

Está localizado na área denominada de Alto da Pelonha.

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sexta-feira - 27/10/2017 - 20:34h
Assembleia Legislativa

Kadu Ciarlini abre caminho para dúvidas no rosalbismo

Um dos responsável pelo marketing vitorioso da mãe Rosalba Ciarlini (PP) na campanha municipal à Prefeitura de Mossoró em 2016 e, ex-secretário-chefe do Gabinete por pouco tempo (até 21 de março último), Kadu Ciarlini voltou à cena. Mas sem formalismo.

Ele não eclipsou Rosalba, aniversariante do dia nessa quinta-feira (26), mas foi coadjuvante ilustre na sede da municipalidade (Palácio da Resistência) e Capela de São Vicente, onde ocorreu Missa em Ação de Graças.

Kadu, com a mãe-prefeita e a irmã Lorena, deixou no mínimo uma dúvida para o futuro próximo do rosalbismo (Foto: PMM)

Kadu circulou o suficiente para inflar preferência ou no mínimo uma dúvida entre muitos rosalbistas: quem a “Rosa” deve apresentar como seu candidato (a) à Assembleia Legislativa em 2018?

Até aqui, o rosalbismo tenta encorpar o nome da secretária municipal do Desenvolvimento Social e irmã de Kadu, Lorena Ciarlini. Ela parece divorciada do próprio projeto.

Com Kadu, não. Aflora nele um crescente apetite pela política.

A chave elementar para se fazer qualquer caminho vitorioso, o marqueteiro e ex-secretário sinaliza possuir: vontade.

Terminou aplaudido na Missa em Ação de Graças na Capela de São Vicente, quando falou em nome dos presentes em homenagem à Rosalba.

O abraço da aniversariante no filho, orador, pode dizer adiante muito mais do que as fotos e vídeos mostram.

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quarta-feira - 25/10/2017 - 11:56h
Câmara Municipal de Mossoró

Izabel obtém nova presidência abortando conspiração política

A vitória ontem da atual presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), reeleita antecipadamente para novo biênio presidencial na Casa (2019-2020), tem bastidores quase insondáveis até agora. A propagada “união” da Casa, é uma meia verdade.

A presidente teve muita frieza e habilidade para não ser atropelada por conspiradores de dentro e de fora do legislativo. As maquinações surgiram na sua própria bancada, o governismo.

A vitória com 20 votos e apenas um contra, esconde muita tensão e estresse.

Alex e Izabel tiveram disputa para o primeiro biênio, mas ela atraiu seu apoio e da oposição agora (Foto: CMM)

A sessão extraordinária ocorrida à tarde passada, logo após sessão ordinária, teve reviravolta na formação da chapa única à mesa diretora minutos antes. O compromisso da própria Izabel era de que seriam mantidos os mesmos membros da mesa atual, encabeçada por ele.

Mas o nome do atual vice, vereador de primeiro mandato Emílio Ferreira (PSD), acabou “rifado”. Vereadores da oposição e do governo pressionaram por seu descarte. Assim foi feito. Izabel já o desejava mesmo fora da nova chapa.

Há dias que havia zunzunzum de que ele trabalhava ‘rasteira’ contra Izabel, com chapa própria à presidência. Paralelamente, estaria associado a outro governista, Zé Peixeiro (PTN), que publicamente foi contrário à antecipação da eleição interna.

Nem vice

Alguns minutos antes da votação, entrevistado pela TV Cabo Mossoró (TCM), Emílio parecia conformado em apenas ser vice. Pensava que seria mantido na chapa, mas nem isso conseguiu.

Emílio Ferreira foi "rifado" (Foto: CMM)

Foi substituído por outro companheiro de bancada: Flavinho Tácito (PPL), o “Flavinho”. O irônico, é que antes da reviravolta na montagem da chapa, Flavinho declarou o seguinte: “Em time que está ganhando não se mexe”.

Defendia que a mesa diretora fosse mantida. Mas acabou entronizado como vice, na exclusão de Emílio. O nome de outro governista e ex-presidente da Casa, Francisco Carlos (PP), chegou a ser sugerido. Não avançou. Sobraram restrições a ele.

No plenário, após a votação, Emílio discursou com poucas palavras, de pé, visivelmente embaraçado.

Tentou aplacar o desgaste e a retirada do seu nome da chapa como vice: “Eu sou amigo de todos”, definiu-se, pregando que qualquer eventual desavença terminasse ali. Não é bem assim. No dia 18 de julho deste ano, ele já tinha falado ao Blog Carlos Santos que era contra o pleito antecipado: “Particularmente discordo da antecipação desse processo. É um equívoco!” (veja AQUI).

Ficaram sequelas.

Há poucos dias, a ex-presidente da Câmara Municipal Maria Lúcia Ferreira – mãe de Emílio, já tivera uma conversa nervosa com Izabel Montenegro. Ressabiada, a presidente reforçou atenção para não ser surpreendida. Percebeu que o terreno em que se movia era movediço demais.

Oposição valorizada

Foi graças à bancada da oposição, que fechou em torno do seu nome e mais alguns nomes do governismo, que Izabel reagiu às movimentações que visavam sabotar seu projeto de se manter na presidência para o próximo biênio. Ela conseguiu até a apoio do oposicionista Alex do Frango (PMB), com quem disputara a presidência em janeiro.

Sandra: embate (Foto: CMM)

Pontualmente, ainda existiram algumas escaramuças públicas e nos intramuros das negociações, que foram contidas. Houve vereadores governistas que tentaram autovalorização do voto, mas terminaram endossando a chapa no “efeito manada”. Não tinham outra saída viável.

Sandra Rosado (PSB), particularmente, não queria o pleito agora. Nas duas votações que mudaram a Lei Orgânica do Município (LOM) para esse fim, não compareceu. Mas acabou aquiescendo.

Há meses ganhou espaços e franquias consideráveis da presidente Izabel Montenegro, com quem se chocou na eleição para presidente da Casa em janeiro deste ano. Tem razões para não lhe criar problemas maiores.

A vereadora estrilou mesmo foi com a escolha de Alex do Frango como vice e a substituição de Emílio Ferreira por Flavinho.

No caso de Alex, o amuo é sobretudo porque ele tem sido defensor contumaz da interventoria na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que até o final de 2014 era controlado pelo grupo da vereadora e ex-deputada federal.

Mesa Diretora eleita (2019-2020)

Izabel Montenegro (PMDB) – Presidente;

1º Vice-Presidente – Flavinho Tácito (PPL);

2º Vice-Presidente – Alex do Frango (PMB);

1º Secretário – Aline Couto (PHS);

2º Secretário – Ozaniel Mesquita (PR);

3º Secretário – Genilson Alves (PMN);

4º Secretário – Manoel Bezerra (PRTB).

A vereadora governista chegou a acionar o Palácio da Resistência, na expectativa de que o casal prefeita Rosalba Ciarlini (PP)-líder Carlos Augusto Rosado (PP) interviesse na confecção da chapa. Sem sucesso.

O governo já tinha dado sinal positivo à Izabel Montenegro, em reunião anterior com vereadores de sua base. Carlos Augusto percebeu que tudo estava “amarrado” à sua vitória, principalmente com a oposição.

Virada de mesa, não

Para o governo, não seria sensato mexer num vespeiro comandado pela aliada Izabel. Complicada como aliada, pior ainda seria como adversária, se Carlos Augusto e Rosalba patrocinassem uma virada de mesa.

No plenário, a votação teve apenas o voto contrário de Zé Peixeiro e a posição pública de Sandra de não endossar a escolha de Alex do Frango como 2º vice-presidente. Mesmo assim, avalizou a chapa vencedora por inteiro, com seu voto, pois não podia votar em branco para qualquer um dos cargos.

Izabel 20 x 1, eis o placar final. Mas o jogo não para por aí.

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 24/10/2017 - 10:04h
Assembleia Legislativa

Rosalbismo segura pesquisa com baixa aceitação de Lorena

Filha de prefeita é postulante à Assembleia Legislativa, mas mostra pouca aptidão para política

O rosalbismo guarda até mesmo de aliados e colaboradores próximos, números de pesquisa que encomendou sobre quadro administrativo e político em Mossoró. Especialmente, em relação à postulação da secretária do Desenvolvimento Social Lorena Rosado (PP).

A ordem é evitar divulgação. Os números são sofríveis.

Preocupam, mesmo com a estrutura da municipalidade já azeitada e em pleno funcionamento à popularização do seu nome à disputa à Assembleia Legislativa em 2018.

Lorena Ciarlini deverá ser puxada pela mãe Rosalba, a exemplo do que foi feito com a tia Ruth Ciarlini no passado

Filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), Lorena passou muitos anos residindo fora de Mossoró e até do estado, não tendo qualquer identidade com a própria pasta que ocupa. Chega a ser uma estranha em Mossoró, onde voltou a residir há pouco tempo.

Sua inaptidão à atividade assistencial e à política precisará ser vencida pelo esforço da própria prefeitura, além do prestígio pessoal e trabalho hercúleo que sua mãe costuma empreender em campanha.

Lorena já é comparada à tia Ruth Ciarlini (DEM), sempre carregada eleitoralmente por Rosalba e sob a força da máquina municipal. Ela foi eleita duas vezes (1998 e 2002) à Assembleia Legislativa – época em que a irmã era prefeita. Não emplacou o terceiro mandato consecutivo, quando a prefeitura passou a ter a enfermeira Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB) como inquilina.

Moeda de troca

Em 2012, o rosalbismo chegou a costurar a renúncia da então prefeita Fafá Rosado para viabilizar a candidatura à prefeitura da então vice-prefeita Ruth Ciarlini. Estava “tudo certo” à renúncia. A moeda de troca, entre outras vantagens, era a sua indicação para o Tribunal de Contas do Estado (TCE), pela governadora Rosalba Ciarlini.

Mas o assunto vazou e virou escândalo antes mesmo que pudesse ser consumado.

O acordo entre as partes foi descartado, quando o chefe de Gabinete e irmão de Fafá, agitador cultural Gustavo Rosado, disse “não” e passou a apoiar o nome da vereadora Cláudia Regina.

Outro ponto que pesou contra à viabilização de Ruth, mesmo com apoio da irmã e governadora, foram várias pesquisas apontando baixíssima aprovação ao seu nome. Era ultrapassada até pelo então vereador governista Chico da Prefeitura (DEM) e Cláudia Regina, que posteriormente venceu o pleito (mas foi cassada).

Acordo desfeito

A desistência da candidatura de Lorena Ciarlini a deputado estadual não pode ser descartada, mas é pouco provável que exista um recuo nessa ideia férrea da mãe-prefeita. Questão de raciocínio lógico e história que mostram isso.

Vicente sobrou (Foto: arquivo)

Foi assim quando a prefeita Rosalba Ciarlini quis a mana Ruth para deputado estadual, em 1998 pela primeira vez.

O nome que já tinha sido definido pelo rosabismo à Assembleia Legislativa era do então presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Vicente Rêgo. Estava tudo resolvido.

Entretanto Rosalba enfrentou até a palavra empenhada do marido e líder do grupo, Carlos Augusto Rosado, para se fazer ouvir e demanchar o compromisso com Vicente Rêgo. E foi clara: “Eu quero Ruth!”

E assim aconteceu. Ruth foi eleita pela primeira vez.

Vicente, um “quase eleito”, sobrou.

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Categoria(s): Política / Reportagem Especial
sexta-feira - 20/10/2017 - 09:09h
Saúde de neto

Afastamento de Rosalba leva prefeita de novo à Alemanha

Desde terça-feira (17) que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) passou a gestão municipal para a vice Nayara Gadelha (PP).

Rosalba: preocupação (Foto: Web)

A informação oficial é de que se ausenta por mais alguns dias, para cuidar de “agenda pessoal”.

Nada mais foi adiantado.

Mas o Blog tem informação segura, que a prefeita voltou à Alemanha, onde esteve há poucos dias.

Acompanha tratamento médico do neto Philipp Rosado Nebendahl, 7.

Ele é filho da advogada Karla Ciarlini (filha de Rosalba) e do médico alemão Yan Nebendalh.

Rosalba Ciarlini (PP) se afastou do cargo no período de 25 de agosto a 4 de setembro, em face da preocupação com quadro de saúde de Philipp à ocasião, apreensão que se renova agora.

Nota do Blog – Que o garoto consiga superar as dificuldades. Amém!

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 19/10/2017 - 09:38h
Prefeitura de Mossoró

Servidores aguardam pagamento prometido para dia 10

Do Blog da Chris

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), anunciou o cronograma de pagamento dos servidores do município até o final do ano e para todo o funcionalismo.

Até aí, tudo certo. Pois bem, no dia 12 de maio a prefeitura fechou um acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), em que garantia os pagamentos dos salários atrasados, pela gestão passada, no final de cada mês.

A prefeita garantiu que o pagamento do mês de dezembro de 2016 seria pago no dia 10 de outubro, o que não aconteceu.

Para a surpresa dos servidores, diante da promessa tão eloquente e efusiva da senhora prefeita, os proventos, até agora, não estão em suas contas. Ou seja, os servidores não receberam o tão prometido pagamento do mês de dezembro de 2016, e não há previsão para pagamento da dívida.

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Categoria(s): Administração Pública
quarta-feira - 18/10/2017 - 15:54h
Política e Justiça

Talvez não fosse a hora do porrete, prefeita

Do ponto de vista político, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) errou feio.

Vou direto ao ponto: a interpelação judicial à Marleide Cunha, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERUM), não terá qualquer efeito positivo à gestão e à governante.

Para Marleide e o Sindiserpum fará bem.

Theodore Roosevelt: diálogo e porrete têm seu momento

A sindicalista não é mártir, mas pode se tornar vítima;

O sindicato vem de um movimento grevista pífio, em que praticamente decretou sua morte, mas agora pode ser ressuscitado.

Ah, um detalhe!

A prefeita tem todo direito de utilizar a força legal e o poder público para “se defender” e à sua gestão, de supostos excessos de opositores. Entretanto em tempos de crescente desgaste, é imprescindível mais inteligência do que beligerância.

O presidente norte-americano Theodore Roosevelt, no início do século passado, aconselhava: “Fale baixinho, mas com um porrete à mão.”

Talvez não fosse a hora do porrete, prefeita. Cabia o diálogo. Cabe.

É o que penso.

Aguardarei os desdobramentos.

Leia também: Governo Rosalba interpela judicialmente dirigente sindical AQUI.

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sexta-feira - 13/10/2017 - 09:44h
Mossoró

Prefeitura, deficiente, compromete construção civil local

Comissão de empresários da construção civil de Mossoró pediu a interveniência da presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), para buscar explicações e soluções à atuação da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente Urbanismo e Serviços Urbanos (SEMURB). A iniciativa também chegou ao Blog Carlos Santos, em tom de apelo.

São problemas que comprometem a economia da cidade, dificulta a empregabilidade e o próprio faturamento tributário da municipalidade.

Setor da construção civil fez apelo para que estrutura da Semurb seja melhorada logo (Foto: web)

Por deficiência técnica, falta de recursos e outros fatores que fogem à compreensão do setor, a Semurb está com uma limitação (que é bom que se diga, que não vem de agora, mas de outras gestões), em relação à liberação de documentação, principalmente a “Certidão de Característica e Habite-se”.

A pasta tem apenas um veículo para toda as suas atividades e não apenas às fiscalizações. O agravante, é que até o abastecimento de combustível dessa “frota” é emperrado.

“Falta até pilha no GPS, para liberação da certidão de número”, chegou a relatar o empresariado.

Resultado dessa e de outras deficiências até bizarras, é que um documento que seria emitido em cerca de 15 dias chega a levar até 30 ou 40 dias. Negócios emperrados, meio circulante comprometido drasticamente em meio a uma crise econômica ainda não debelada.

Nota do Blog – Mais uma vez o Blog Carlos Santos dá contribuição à atividade produtiva e à gestão Rosalba Ciarlini (PP) no sentido de que algo funcione na municipalidade.

Não é uma “denúncia vazia”, mas outro alerta, com sentido de colaborar com a gestão e a cidade.

É preciso que as prioridades saiam do campo da propaganda e do faz-de-conta, passando a medidas que visem enxugamento de custo e aumento de receitas, com eficiência na prestação de serviços à sociedade.

Aguardamos desdobramentos positivos.

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quinta-feira - 12/10/2017 - 11:54h
Opinião

Poder que cega e revela a burrice preexistente na política do RN

O poder fascina e faz sina. Cega, que se diga. Os exemplos podem ser pinçados aqui e ali, na quantidade que quisermos, em qualquer tempo, sem nenhuma restrição geopolítica ou ideológica. Da infância à idade outonal. Sem veto de gênero ou raça, credo etc.

No Rio Grande do Norte, os últimos anos têm revelado que proporcionalmente à implosão do erário e ao esfacelamento dos serviços públicos, o fervor ao poder cresce obsessivamente. É regra com escassas exceções.

Robinson Faria (PSD), governador, é um caso mais atual a ser analisado. Apesar de ter níveis crescentes e incontroláveis de reprovação administrativa e repulsa política, delira com olhos esbugalhados e vítreos.

Ele repete entre os que lhe rodeiam, o mantra de que será reeleito.

Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, afirmava que “o poder emburrece”. Mas em muitos e muitos casos, ele apenas expõe a burrice preexistente. Estava lá, à espera de ser reanimada. O RN é pródigo em situações assim.

A visão de Robinson Faria, é de que numa competição de baixo nível, espécie de Liga de Acesso à Papuda, possa vencer em face da mediocridade da peleja e pelas vantagens de estar aboletado na “máquina” estatal.

É provável, porém, que ele não concorra à sucessão estadual. A motivação pode ser um choque de racionalidade ou um sopapo judicial.

Isso não tira de Robinson a característica que lhe marcou no acesso ao governo: a crença no possível.

Essa também era a firme convicção da antecessora Rosalba Ciarlini (PP), atual prefeita mossoroense, quando em 2014 ainda se saracoteou para tentar a reeleição.

Rosalba foi impedida, não pelos índices estelares de rejeição ao governo (chegou a 82% em setembro daquele ano) e à sua imagem, mas por seu partido à época. O DEM do senador José Agripino, que não lhe deu legenda à aventura.

Antes de ambos, quem esteve com essa cegueira proporcionada pelo cargo e virou verbete do fracasso (“micarlização”), foi a ex-prefeita natalense Micarla de Sousa (era do PV). Ela chegou a 91,60% de reprovação em fevereiro de 2012, último ano de sua hecatombe administrativa. Terminou ejetada da prefeitura por decisão judicial.

Nesse rol, é oportuno ser lembrado o ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) numa narrativa mais recente. Ele também se via convencido de que seria reeleito ano passado, apesar de ter pesquisas com até 82% de repulsa popular.

Sua teimosia o levou a viver situação humilhante. Candidato, desistiu da luta eleitoral a poucos dias do pleito, por absoluta insuficiente de intenção de votos. Seu slogan de campanha soou ridículo no final melancólico: “Sempre resistir. Recuar, jamais!”

Em todos esses casos, a psicologia tem explicação para esse atordoamento, que colocou e coloca esses protagonistas políticos desconectados do mundo lá fora. Para que desçam do pedestal, é preciso o tal “choque de realidade”, o que não ocorre sem traumas.

Às vezes o tratamento só é possível nas urnas. Quando chegam a elas, claro. Aí o “rei” estará nu, como na parábola do dinamarquês Hans Christian Andersen. Será muito tarde.

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quarta-feira - 11/10/2017 - 09:48h
Mossoró sem jeito

Nova maquete se incorpora a acervo do ilusionismo político

Peça de propaganda repete fórmula do Nogueirão reformado e ampliado e Santuário de Santa Luzia

A classe política de Mossoró acrescenta mais uma novidade a seu acervo de tapeações e desatinos. Na verdade, repete fórmula. Agora é a maquete da sede própria da Câmara Municipal de Mossoró que entra em cena.

Na segunda-feira (9), a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) reuniu com pompas um elenco de vereadores, secretários e imprensa no Palácio da Resistência (sede do Executivo), para apresentar o projeto (veja AQUI) da futura sede do Legislativo. Custo do mimo: R$ 10 milhões.

A maquete do "Versailles" afronta a cidade em que pessoas morrem ou ficam mutiladas por falta de assistência (Reprodução)

Para começar, claro. Sempre aparecem depois os aditivos e não está na conta todo o acervo mobiliário, tapetes, condicionadores de ar, equipamentos de segurança etc., que a obra depois de pronta precisará para dar vida ao lugar, que ficará em terreno no Nova Betânia.

A prefeita é reincidente nessa modalidade de arte. A arte de iludir com uso de maquetes e similares.

Golpe com o Nogueirão

Em 2012, no ápice da campanha municipal, na condição de governadora do RN, ela desembarcou na cidade para apresentar a maquete do Estádio Manoel Leonardo Nogueira (Nogueirão), com promessa de investir R$ 39 milhões em reforma e ampliação.

Nunca colocou uma pá de cá no Nogueirão, que passou por várias interdições. Foi um legítimo estelionato político-eleitoral e esportivo. Sabia desde o primeiro momento que o estado, alquebrado, não teria como investir tanto recurso no empreendimento.

Mas sejamos justos. Ela não está só nesse ilusionismo que continua fazendo vítimas, com apoio da maioria da imprensa, que não se arvora a fazer o mínimo de análise crítica dos fatos, recapitulando a história recente e a reincidência nesse tipo de “enrolation”.

Em 2012, Rosalba já tinha apresentado maquete para iludir mossoroenses em algo que não botou uma pá de cal (Foto: arquivo)

O ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD) também deixou sua contribuição. Ele apareceu com a maquete do Santuário de Santa Luzia, que seria construído no alto da Serra Mossoró.

Chegou ao requinte da trucagem, ao “importar” um empresário bondoso e devoto da santinha, que garantiria pelo menos R$ 15 milhões para tanger a obra. Tudo, claro, em nome de sua fé.

Trouxas

Até representantes da Igreja Católica local caíram nesse golpe, pagando mico que hoje preferem esquecer. Virou assunto proibido no clero mossoroense, quase pecado mortal, se remexer nesse assunto.

Esse povo de Mossoró não aprende mesmo. Gosta de ser enganado, ser transformado em trouxa e ser ridicularizado além dos limites do município.

O agravante nesse caso mais recente do “golpe da maquete”, é que alguns de seus personagens voltam ao local do crime, com a mesma desfaçatez de antes.

Francisco José Júnior e sua "maquete", em mais um ato de trucagem comum à política de Mossoró (Foto: arquivo)

Pior ainda: numa conjuntura financeira delicada, principalmente para a saúde pública, que vive seu pior momento. Tem gente morrendo e ficando mutilada por falta de cirurgias eletivas, insulina, remédios básicos ou simples analgésicos.

Médicos prometem parar atividades (veja AQUI) porque prefeitura não os paga.

1% de bom senso

Quem conhece razoavelmente o atual prédio que abriga a Câmara Municipal de Mossoró, sabe que ele é dispendioso e inapropriado para continuar abrigando esse poder. É caro, que se diga.

Porém, cadê aquele 1% de bom senso que teria sobrado aos seus ocupantes, para priorizarem o interesse público em vez desse “Versailles” do semiárido? Será que não sobrou nem isso aos caríssimos vereadores e à prefeita que “fez, faz e sabe fazer”?

Francamente!

Parar por aqui para não baixar o nível (o que rende mais processos judiciais, mas é cabível ao caso).

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terça-feira - 10/10/2017 - 23:52h
Sindiserpum

“Greve” sindical chega ao fim de forma melancólica

Chegou ao fim, de forma melancólica, como foi todo o movimento, a “greve” empinada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Completaria um mês nessa quarta-feira (11).

Nunca passou de um pífio aglomerado de sindicalistas, tão-somente, que chegou a se reunir algumas vezes à calçada da sede da municipalidade (Palácio da Resistência).

Nas redes sociais, como é comum, não faltaram apoios e “participantes”. A grande maioria dos “apoiadores” nunca saiu do comodismo da rede, sofá ou cama com smartphone à mão.

A entidade não conseguiu mobilizar os servidores, em luta por reajuste salarial acima do proposto (3,93%) pela gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Nota do Blog – O Sindiserpum precisa se reinventar, repensar suas estratégias de luta e sua relação com os próprios servidores.

Definha velozmente, desde que foi “parceiro” da gestão Francisco José Júnior (PSD), por conveniência político-partidária.

Paga o preço do alinhamento iníquo. Essa greve foi sem nunca ter sido. Nunca passou de uma paralisação do próprio sindicato.

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terça-feira - 10/10/2017 - 14:44h
Mossoró

Silêncio: oposição dormindo!

A oposição política em Mossoró é tão letárgica e imperceptível, que dá sono.

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) convive com baixa aprovação, gestão administrativa sofrível, mas nem assim deve se sentir perturbada.

Pelo menos por enquanto.

Silêncio: oposição dormindo!

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terça-feira - 10/10/2017 - 10:48h
Blog Carlos Santos

Alerta sobre Lorena Ciarlini causa indignação e reflexão

A postagem sob o título “Filha de prefeita carrega peso de projeto familiar estressante” (veja AQUI) segue causando reações diversas no governismo municipal mossoroense.

Lorena e a mãe-prefeita: mãos à obra

Oscilam particularmente entre a indignação e a reflexão sobre o que foi dissecado.

A matéria mostrou dificuldades de conversão da secretária do Desenvolvimento Social e filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), Lorena Ciarlini (PP), em política apta à corrida eleitoral à Assembleia Legislativa no próximo ano.

Cópia de matéria

A própria Lorena printou (copiou virtualmente) a postagem e enviou a endereços reservados, irritada com o enunciado.

Com pesquisas em mãos, a cúpula rosalbista sabe que o Blog não exagerou nem mentiu. Sabe que não basta elege-la, mas o fazer com demonstração de força eleitoral nas urnas.

Daí a consciência de que precisa investir mais e mais para torná-la palatável e menos dependente da máquina municipal, de auxiliares próximos (que tocam de verdade a secretaria) e da prefeita.

Mãos à obra.

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