terça-feira - 20/09/2016 - 12:22h
Mossoró

Depois de se balançar para Rosalba, PMN escolhe Tião

Apesar de ter apoio encaminhado à candidatura a prefeito da ex-governadora e ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), o PMN decidiu agora pela manhã outro destino na sucessão mossoroense.

Nicodemos: reviravolta (Foto: arquivo)

Por 13 votos a sete, o partido resolveu que vai anunciar adesão à candidatura de Tião Couto (PSDB). O próprio Diretório Estadual já passou orientação nesse sentido – informou uma fonte credenciada do partido.

O PMN já tinha anunciado distanciamento da candidatura do prefeito e até então candidato à reeleição Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco” – veja AQUI.

Há dias que estava nesse movimento pendular entre Rosalba e Tião Couto. Lá e cá.

Carlos Augusto

O presidente da sigla na cidade, Nicodemos Fernandes, tinha informado que faria apresentação pública do apoio à Rosalba nesta terça-feira (20), às 17h, no Hotel VillaOeste.

Ficara tudo acertado com o líder do rosalbismo, Carlos Augusto Rosado, no último sábado (17).

Mas com a reviravolta em relação a Francisco, que já à tarde vinha sendo comentada, o PMN resolveu retroceder e repensar sua posição.

Agora, já tem seu norte. Vai de Tião Couto.

O PMN apresentou 23 nomes como candidatos a vereador. Não fez coligação com nenhuma outra sigla.

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terça-feira - 20/09/2016 - 10:56h
Pós-desistência

Partidos e candidatos a vereador tomam novos rumos

Partidos e uma leva de candidatos a vereador ligados à Coligação Liderados Pelo Povo, que sustentava até há poucas horas a candidatura à reeleição do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, começam a decidir novo rumo.

Kelsen: democracia com partidos (Foto: reprodução)

Rosalba Ciarlini (PP) ou Tião Couto (PSDB)?

Eis a questão.

Por força da legislação eleitoral, as decisões tomadas pelos partidos em convenção, não podem transferi-los para nenhuma outra coligação. Mas os candidatos podem optar por adesão a qualquer nova candidatura, com endosso partidário.

Segundo o Artigo Primeiro da Lei dos Partidos Políticos, “o partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal.”

Hans Kelsen, emblemático jurista de origem tcheca, em sua obra denominada de “A Democracia”, afirmava que “um dos elementos mais importantes da democracia real” são os partidos políticos, que “agrupam os homens de mesma opinião, para lhes garantir influência efetiva sobre a gestão dos negócios públicos”.

A lei e a visão do jurista ainda estão um pouco longe da realidade brasileira. E no caso de Mossoró, mais ainda.

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terça-feira - 20/09/2016 - 00:34h
Pós-desistência

“Apoio” de Francisco é arremessado de um lado para o outro

Os primeiros desdobramentos do anúncio de renúncia de candidatura à reeleição do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, começam a ser vistos nas redes sociais. O nível, claro, começa bem baixo.

Tag de adversários de Tião partiram na frente, o associando a Francisco (Foto: WhatsApp)

A tendência é que o enfrentamento desça mais ainda aos subterrâneos.

A guerra de informação e contra-informação, joga o “apoio” de Francisco de um lado para o outro e vice-versa.

Rosalba e Francisco é outra tag que começou a ser espalhada, logo após anúncio (Foto: WhatsApp)

Na verdade, nenhum participante do embate eleitoral o quer em palanque ou pelas redondezas.

A estratégia é arremessá-lo na direção do oponente.

É isso que instantaneamente começou a se verificar no mundo virtual, numa produção que se multiplica entre militantes cibernéticos de Rosalba Ciarlini (PP) e Tião Couto (PSDB), protagonistas da corrida eleitoral – como o Blog antecipou há tempos (veja AQUI).

Tags (artes/montagens para a Internet com palavras-chave etc) estão sendo pulverizadas nas redes sociais como Facebook e WhatsApp.

Nessas montagens, cada um empurra Francisco para o colo do oponente.

Os próximos dias prometem ser tensos.

A primeira grande vítima dessa guerra deve ser a própria verdade.

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segunda-feira - 19/09/2016 - 17:08h
Eleições 2016

Cenário Político começa entrevistas com nomes a prefeito

A rodada de entrevistas com os candidatos a prefeito de Mossoró começa hoje no Cenário Político da TCM (TV Cabo Mossoró). A ordem das entrevistas foi definida por sorteio no programa da última quarta-feira,14.

Confira a seqüência dos entrevistados:

Segunda-feira (19): Tião Couto (PSDB);

Terça-feira (20): Rosalba Ciarlini (PP);

Quarta-feira (21): Francisco (PSD);

Quinta-feira (22): Josué Moreira (PSDC);

Sexta-feira (23): Gutemberg Dias (PCdoB).

Todos os candidatos vão responder a perguntas sobre as mesmas temáticas e terão até 3 minutos para cada resposta. Apresentado por Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, o Cenário Político vai ao ar às 18h40, ao vivo, no TCM 10 e pode ser acompanhado também pelo aplicativo TCM Play e Portal TCM.

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domingo - 18/09/2016 - 14:24h
Mossoró

Conheça resultados e história de quase 50 anos de eleições

Trabalho do Blog ajuda webleitor a se situar no tempo e entender cada disputa municipal desde 1968

O Blog Carlos Santos volta a publicar trabalho ímpar para servir aos seus webleitores, que tem se tornado referência em cada campanha eleitoral nos últimos anos. Trata-se de levantamento atualizado de resultado e cenário político das eleições municipais de Mossoró desde 1968.

Ao todo, damos um resumo de 11 eleições municipais – o que compreende quase 50 de história.

É um exaustivo levantamento sobre os pleitos municipais mossoroenses, tarefa que na verdade nunca está completa. Novos dados se incorporam, informações são ajustadas, leitura e releitura de fatos são feitas, bastidores e conjuntura de cada pleito são dissecados.

O esforço é no sentido de continuarmos ofertando produto diferenciado aos nossos webleitores. Ao mesmo tempo, reitero que no uso de dados parcial ou por completo, não esqueça de citar a fonte. É uma questão de ordem legal, mas principalmente respeito ao trabalho árduo que realizamos.

Aproveite!

Eleições de 1968 (Fonte:  Vingt-un Rosado, Coleção Mossoroense):

– Antônio Rodrigues (Arena 2/verde) – 11.132 votos;
– Vingt-un Rosado (Arena 1/vermelha) – 11.034 votos;
– Maioria – 98 votos a favor de Antônio Rodrigues.

O pleito municipal de 1968 foi emblemático. Quem viveu essa disputa testemunhou (participou) da mais renhida campanha municipal mossoroense de todos os tempos.

Antônio Rodrigues : 98 votos

A vitória de “Toinho do Capim” (Antônio Rodrigues) foi comandada nas últimas 72 horas pelo ex-governador Aluízio Alves, que fez mais de 170 comícios-relâmpagos, com resultado tida até então como improvável, sobre Vingt-un Rosado.

O líder enfrentou e contrariou grupo de aliados locais na escolha de Toinho, pois desejavam o médico Cid Duarte, filho do senador Duarte Filho, como candidato a prefeito.

Eleições de 1972 (Colaboração: Bruno Barreto):

– Dix-huit Rosado (Arena) – 16.194;
– Lauro Filho (MDB) – 11.995;
– Brancos – 205;
– Nulos – 296;
– Maioria Pró-Dix-huit Rosado –  4.199 votos.

O eleitorado habilitado ao voto era de 28.690. Dix-huit venceu as eleições tendo o professor Canindé Queiroz como vice, deixando para trás a chapa Lauro Filho-Emery Costa avalizada pelo aluizismo.

Os Rosado, com a vitória, retomavam o poder em Mossoró, após o hiato provocado pela vitória de Antônio Rodrigues de Carvalho em 1968, que suplantou Vingt-un Rosado nas urnas por apenas 98 votos de maioria.

Eleições de 1976 (Colaboração: Bruno Barreto):

– João Newton da Escóssia (Arena 1) – 20.165
– Leodécio Néo (MDB 1) – 10.840
– Assis Amorim (MDB 2) 6.970
– Antônio Rodrigues de Carvalho (Arena 2) – 1.327
– Maioria Pró-João Newton sobre a soma dos emedebistas  – 2.355 votos.

Neste ano, o regime militar em curso produziu o casuísmo da “sublegenda”, permitindo que o mesmo partido pudesse ter mais de um candidato. Vivíamos fase do bipartidarismo (Arena e MDB). A ideia era sufocar a “oposição consentida”, feita pelo MDB, que possuía bem menor representatividade em todo o país, com condições raquíticas de lançar mais de um candidato a prefeito.

Em Mossoró, com melhor representatividade oposicionista, o MDB chegou até a apresentar duas candidaturas, mas o cunhado do líder Vingt Rosado (Arena), João Newton da Escóssia, levou a melhor com folga – tendo o empresário Alcides Fernandes, o “Alcides Belo”, como vice.

Eleições de 1982:

Dix-huit: cartaz de campanha em 82 (Foto: Arquivo)

– Dix-huit Rosado (PDS) – 21.510 (41,68%);
– João Batista Xavier (PMDB) – 15.466 (29,97%);
– Canindé Queiroz (PDS) – 4.388 (8,50%);
– Mário Fernandes (PT) – 428 (0,83%);
– Paulo R. Oliveira (PTB) – 48 (0,09%);
– Brancos – 8.145 (15,79%);
– Nulos – 1.621 (3,14%);
– Abstenção – 15.435 (23,02%);
– Maioria Pró-Dix-huit – 6.044 (11,71%).

O eleitorado habilitado ao voto era de 67.041, em 275 secções. Compareceram 51.606 (76,98%) eleitores. A abstenção atingiu um recorde com 15.435 (23,02%) votantes.

Neste ano também ocorreram eleições para Governo do Estado, deputado estadual, deputado federal, além de uma vaga ao Senado e Câmara Municipal. Foram as primeiras eleições com a retomada do pluripartidarismo, na reta final do regime militar de 1964. O mandato dos prefeitos/vereadores foi de 6 anos em vez de 4, como temos desde o pleito de 1988.

Com a existência do casuístico instituto da sublegenda, cada partido poderia lançar mais de um candidato a prefeito, foi o que ocorreu em Mossoró. O grupo Rosado, unido, lançou Dix-huit Rosado pelo PDS.

Já o sistema Maia apresentou o jornalista Canindé Queiroz, pelo mesmo partido, para dar suporte à candidatura a governador do engenheiro e ex-prefeito indireto de Natal, José Agripino Maia (PDS). Agripino venceu seu principal adversário, o ex-governador Aluízio Alves (PMDB), com mais de 107 mil votos de maioria no estado.

Eleições de 1988:

– Rosalba Ciarlini (PDT) – 37.307 (49,7%);
– Laíre Rosado (PMDB) – 30.226 (40,2%);
– Chagas Silva (PT) – 2.507 (3,3%);
– Brancos – 3.594 (4.8%);
– Nulos – 1.503 (2%);
– Abstenção – 5.180 (…%);
– Maioria Pró-Rosalba – 7.081 (9,5%).

Rosalba foi eleita três vezes, a começar de 1988 (Foto: reprodução do Blog Carlos Santos)

O eleitorado habilitado ao voto era de 80.397, em 275 secções. Compareceram 75.217 eleitores. As abstenções foram de 5.180 votantes. Pela primeira vez na história, dois integrantes da família Rosado disputam o voto diretamente, na luta pela Prefeitura de Mossoró.

Rosalba, mulher do então deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PFL), leva a melhor em chapa ao lado do empresário Luiz Pinto (genro do vice-prefeito à ocasião, empresário Sílvio Mendes).

O prefeito Dix-huit Rosado, só no mês final de campanha anuncia seu apoio à Rosalba, num momento em que ela já tinha dianteira em relação a Laíre Rosado (PMDB) e de sua vice Rose Cantídio (PMDB).

Eleições de 1992:

– Dix-huit Rosado (PDT) – 37.188 (47,79%);
– Luiz Pinto (PFL) – 32.795 (42,15%);
– Luiz Carlos Martins (PT)– 6.557 (8,43%);
– Paulo Linhares (PSB) – 1.273 (1,64%);
– Brancos – 5.669 (6,49%);
– Nulos – 3.913 (4,48%);
– Abstenção – 11.381 (…%);
– Maioria pró-Dix-huit Rosado – 4.393 (5,64%)

O eleitorado cadastrado à época era de 99.623. Compareceram 87.395, as abstenções chegaram a 11.381 e os votos nominais atingiram 77.813.

Tendo Sandra Rosado (PMDB) como vice, sua sobrinha e filha do irmão Vingt Rosado (deputado federal), Dix-huit retoma hegemonia política. Em 1988 os dois irmãos tinham rompido politicamente, devido o apoio de Dix-huit à Rosalba.

Eleições de 1996:

Sandra e Francisco José (pai): humilhação (Foto: reprodução)

– Rosalba Ciarlini (PFL) – 57.407 (52,64%);
– Sandra Rosado (PMDB) – 26.118 (28,50%);
– Jorge de Castro (PT) – 4.878 (5,32%);
– Valtércio Silveira (PMN) – 3.237 (3,53%);
– Brancos – 1.549 (1,69%);
– Nulos – 3.802 (…);
– Abstenção – 17.227 (15.08%)
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 31.289 (24,14%).

Existiam 114.218 eleitores aptos, mas compareceram 96.991. As abstenções atingiram 17.227 (15.08%), com 91.640 sendo a votação nominal.

Rosalba tem vitória acachapante, graças principalmente ao desgaste do prefeito Dix-huit Rosado, que lançou o engenheiro e seu ex-secretário de Obras Valtércio Silveira como candidato governista. Sandra Rosado, dissidente do prefeito e tio, enveredou por candidatura próprio com a companhia do deputado estadual Francisco José (pai), mas experimentou resultado humilhante também.

Eleições de 2000:

– Rosalba Ciarlini (PFL)– 57.369 (54,86%);
– Fafá Rosado (PMDB) – 42.530 (40,67%);
– Socorro Batista (PT) – 4.447 (4,25%);
– Mário Rosado (PMN) – 228 (0,22%);
– Brancos – 1.757 (1,59%);
– Nulos – 4.395 (3,97%);
– Abstenção – 17.168 (13.42%)
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 14.839 (14,19%).

Existiam 127.894 eleitores aptos, mas compareceram 110.726. As abstenções atingiram 17.168 (13.42%), com 104.574 (94.44%) sendo a votação nominal em 358 urnas.

Rosalba foi candidata utilizando o novo instituto da reeleição. Enfrentou o grupo da adversária e prima Sandra Rosado, que temendo novo fracasso direto apostou no nome da enfermeira (e prima) Fafá Rosado, que nunca disputara uma campanha eleitoral.

Num comparativo com as eleições de 1996, esses números guardam uma preciosidade. Rosalba obteve menos votos do que na eleição anterior.

Enquanto em 96 tinham sido 57.407 em eleitorado de 114.218 aptos, em 2000 – contra Fafá, conseguiu 57.369 num contingente de 127.894 aptos. Ou seja, 38 votos a menos, apesar de aumento de 13.676 votantes.

Eleições de 2004:

– Fafá Rosado (PFL) – 57.743 (49,06%);
– Larissa Rosado (PMDB) – 34.688 (29,45%);
– Francisco José (PSB) – 21.210 (18,02%);
– Crispiniano Neto (PT) – 4.083 (3,47%);
– Brancos – 2.063 (…);
– Nulos – 5.708 (…);
– Abstenção – 17.376 (12%);
– Maioria pró-Fafá Rosado de 23.075 (19,61%).

Existiam 143.235 eleitores aptos, mas compareceram 125.475. As abstenções atingiram 17.376 (12%).

Nesta eleição, Fafá foi cooptada pelo primo Carlos Augusto para ser candidato do seu grupo, na sucessão de Rosalba. Venceu com relativa facilidade à deputada Larissa Rosado, filha de Sandra.

Eleições de 2008:

– Fafá Rosado (PFL) – 65.329 (53,01%);
– Larissa Rosado (PSB) – 46.149 (37,44%);
– Renato Fernandes (PR) – 11.306 (9,17%);
– Heronildes Bezerra, “Heró”  (PRTB) – 464 (0,38%);
– Brancos – 3.678 (2%);
– Nulos – 7.400 (5%);
– Abstenção – 18.701 (12%)
– Maioria pró-Fafá Rosado de 19.018 (16%).

Existiam 153.027 eleitores aptos, mas compareceram 134.326. Desse volume, 123.248 foram considerados válidos. As abstenções atingiram 18.701 (12%). Existiam 416 seções eleitorais.

Outra vez a força do rosalbismo e estrutura da Prefeitura deixaram a filha de Sandra Rosado, a deputada estadual Larissa Rosado, em segundo lugar.

Eleições de 2012:

Larissa e Cláudia: disputa acirrada (Foto: arquivo)

– Cláudia Regina (DEM) – 68.604 (50,90%);
– Larissa Rosado (PSB) – 63.309 (46,97%);
– Josué Moreira – 1.932 (1,43%);
– Raimundo Nonato Sobrinho, “Cinquentinha” (Psol) – 948 (0,70%);
– Edinaldo Calixto (PRTB) – 0 (0%);
– Brancos – 2.323 (1,61%);
– Nulos – 6.737 (4,68%);
– Abstenção – 21.122 (12,80%);
– Maioria pró-Cláudia Regina de 5.295 (3,93%).

Existiam 164.975 eleitores aptos. Desse volume, 134.793 (93,70%) foram considerados válidos a prefeito, 137.463 votos válidos à Câmara Municipal, entre votos diretos aos candidatos (283 ao todo) e os votos de legenda. O comparecimento ocupou 460 secções organizadas pela Justiça Eleitoral.

As abstenções atingiram 21.122 (12,80%).

A chapa Cláudia Regina-vice Wellington Filho (PMDB), apesar de eleita por pouca margem de votos em relação à Larissa Rosado (PSB)-vice Josivan Barbosa (PT), terminou sendo cassada em 4 de dezembro de 2013, quando faltava poucas semanas para completar o primeiro ano de gestão. Vereadora, recebera maciço apoio das estruturas da Prefeitura e do Governo do Estado, ocupados respectivamente pelas aliadas Fafá Rosado (DEM) e Rosalba Ciarlini (DEM).

Eleições de 2014 (Pleito Suplementar):

– Francisco José Júnior (PSD) – 68.915 (53,31%);
– Larissa Rosado (PSB) – 37.053 (27,55%);
– Raimundo Nonato Sobrinho, “Cinquentinha” (Psol) – 3.825 (4,90%);
– Josué Moreira (PSDC) – 3.025 (3,88%);
– Gutemberg Dias (PCdoB) – 2.265 (2,90%);
– Brancos – 4.428 (3,29%);
– Nulos – 15.000 (11,15%)
– Abstenção – 30.429 (18,45%);
– Maioria pró-Francisco José Júnior de 31.862 (25,76%).

A apuração apontou ao final o total de 134.511 (81,55%) votos válidos, no dia 4 de maio de 2014. Mossoró tinha 164.940 eleitores aptos ao voto.

Houve alto percentual de abstenção, com 30.429 (18,45%) votos. Foi a primeira eleição suplementar da história de Mossoró, em face da cassação e afastamento da prefeita eleita em 2012, Cláudia Regina (DEM), no dia 4 de dezembro de 2013. Ela ainda tentou concorrer no pleito suplementar, mas não obteve registro e seu partido não promoveu substituição.

A Justiça Eleitoral tinha colocou em funcionamento 514 urnas eletrônicas distribuídas pelos 72 locais de votação durante o pleito. Pela primeira vez, também, foi utilizado o sistema biométrico de identificação do eleitor. Foram juízes no pleito os magistrados Ana Clarisse Arruda (34ª Zona) e José Herval Sampaio Júnior (33ª Zona).

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sexta-feira - 16/09/2016 - 08:56h
Mossoró

“Conversa franca” com candidatos tem muita divagação

Pelo debate/sabatina dessa quinta-feira (15) à noite transmitido pela TV Cabo Mossoró (TCM) e FM 95, denominado de “Conversa Franca”, provocado pela classe produtiva do município, o quadro eleitoral não terá alterações.

Ninguém sobrou. Quase todos tergiversaram.

Sucessão municipal sem surpresa, assim continuará, se avaliarmos o cenário pelo programa e o desempenho dos candidatos.

Gutemberg Dias (PCdoB) e Francisco José Júnior (PSD) sobressaíram-se. O primeiro, didático e inteligível, dissertou sobre questões de forma pragmática e racional.

Sabatina ocorreu no estúdio da TCM à noite dessa quinta-feira (Foto: assessoria)

“Francisco”, por nítido domínio e compreensão da coisa pública, debulhou números e procurou justificar sua gestão, além de censurar opositores indiretamente.

Tião Couto (PSDB) parecia travado, arrimando-se em promessas vagas e na crítica às administrações tradicionais; Rosalba flutuou leve, mas sem ser incisiva nas abordagens.

Josué foi professoral apenas, mas longe de empolgar.

Os cinco candidatos a prefeito foram sabatinados sobre temas relacionados à economia mossoroense por representantes de entidades ligadas ao segmento.

Fizeram perguntas oportunas. Abriram o leque de apreensões do setor produtivo. Foram ouvidos, o que não é comum na história das gestões mais recentes em Mossoró.

Não sei se pelo formato, mas não há muito a ser juntado dessa sabatina, de forma prática, para aproveitarmos até à cobrança ao eleito (a).

Os candidatos divagaram muito, apostaram no genérico e soltaram críticas em contendores de forma subliminar.

Os prefeitos mossoroenses nos últimos 20 anos, quase sem exceção, não investiram em parcerias com universidades e entidades empresariais. Não pensaram o futuro da cidade.

Priorizaram eleições e a construção de imagem personalista em detrimento do cidadão e do bem-estar social como um todo.

Dificuldades

Anote: próximo prefeito adotará moratória, promoverá demissões e terá de ser administrador de folha de pessoal por longos e longos meses. Depois talvez faça algo, também bafejado por uma conjuntura que lhe seja favorável.

Aguardemos grandes cortes no custeio da máquina pública; decisões antipáticas. Isso nenhum candidato falou nem se propõe a falar.

Estamos muito atrasados com o que de moderno se faz em gestões vitoriosas, como as parcerias público-privada, consórcios intermunicipais e plena transparência e honestidade com a gestão do interesse coletivo.

Precisamos com urgência de mudança nesse modelo que se repete, na Prefeitura, gestões após gestões.

Estamos em busca de um novo paradigma que converta aspirações da coletividade em realidade e não sonhos em desastres.

Participaram da sabatina Michelson Frota, representando o Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO), Getúlio Vale, em  nome da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) e José Carlos Matos pela Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), além de Sérgio Freire, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON).

O jornalista Tuca Viegas fez sóbria e segura mediação.

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quarta-feira - 14/09/2016 - 21:15h
Mossoró

Justiça não acata pedido de direito de resposta contra Tião

Do Blog Carol Ribeiro

Foram publicadas, agora à noite, duas decisões que negaram direitos de resposta pedidos pela coligação de “Francisco” (PSD), contra o candidato tucano Tião Couto (PSDB), da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor.

A Coligação Liderados Pelo Povo, na qual concorre à reeleição o prefeito Francisco José Júnior, questionou, em um dos pedidos, uma fala de Tião na qual o candidato do PSDB expõe sobre a situação de descaso com a poluição do Rio Mossoró e atribui a responsabilidade à ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) e ao prefeito ‘Silveira’.

Em outra petição, Silveira pede direito de resposta pelo fato de Tião criticar o saneamento e a coleta de lixo da cidade na sua gestão à frente da Prefeitura.

Nos pedidos de direito de resposta negados, o juiz eleitoral da 33ª Zona, Breno Valério, alegou não observar qualquer afirmação caluniosa, difamatória ou inverídica capaz de autorizar os direitos.

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terça-feira - 13/09/2016 - 09:10h
PRB de Mossoró

Partido se fraciona em apoio a três candidatos a prefeito

Fernandinho: decisão (Foto: Jornal das Cinco)

O Partido Republicano Brasileiro em Mossoró (PRB) está fracionado em três frentes na campanha municipal de Mossoró. Após ter fechado apoio à candidatura à reeleição do prefeito Francisco José Júnior  (PSD), o “Francisco”, o partido rachou em plena corrida eleitoral.

A dispersão empurra uma parte dos 32 candidatos a vereador para a candidatura de Tião Couto (PSDB) e também para a de Rosalba Ciarlini (PP).

Outra porção ainda permanece com Francisco.

João Fernandes de Medeiros (Fernandinho da Casa das Padarias), presidente da Executiva estadual do PRB no Rio Grande do Norte, está convencido à garantia de liberação dos candidatos.

Nomes

Deverá formalizar decisão partidária liberando opção individual dos seus candidatos, temendo maiores prejuízos à agremiação, que trabalha com hipótese de eleger de dois a três vereadores.

O partido não fez coligação proporcional com qualquer outro. Marcha em faixa própria com seus candidatos.

Há nomes tidos como de bom potencial eleitoral como Gérson Nóbrega (com Tião), Gilson Cardoso (com Tião), Arlindo Fulgêncio (com Rosalba), Raério Dantas (Raério Cabeção, com Francisco) e Átillas Jales (com Tião), entre outros.

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terça-feira - 13/09/2016 - 07:34h
Rádio Rural de Mossoró

Ponto por Ponto ouvirá candidatos a prefeito de Mossoró

A Rádio Rural de Mossoró, de olho nas Eleições 2016, promove a partir desta terça-feira,13, uma edição do programa “Ponto Por Ponto Especial”.

A emissora receberá os candidatos à Prefeitura de Mossoró para entrevista sobre Planos de Governo.

Francisco, Gutemberg, Josué, Rosalba e Tião vão estar no programa da Rádio Rural de Mossoró

O Ponto Por Ponto Especial Eleições 2016 será apresentado por Emery Costa, padre Ricardo Fernandes e Rosemberg Estevão.

De terça a segunda-feira, das 11h às 11h30, estaremos recebendo os candidatos na ordem abaixo:

Tião Couto (PSDB) – Terça-feira, 13;
Rosalba Ciarlini (PP) – Quarta-feira, 14;
Gutemberg Dias (PCdoB) – Quinta-feira, 15;
Josué Moreira (PSDC) – Sexta-feira, 16;
Francisco José Junior (PSD) – Segunda-feira, 19.

As perguntas devem ser enviadas para email: jornalismo@ruraldemossoro.com.br

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segunda-feira - 12/09/2016 - 23:34h
Campanha

“Descida do Alto de São Manoel” tem programação definida

Caberá ao candidato a prefeito Tião Couto (PSDB), da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor, fazer a tradicional “Descida do Alto de São Manoel” no próximo sábado (17/09).

No sábado passado foi Gutemberg Dias (PCdoB), candidato da Coligação Frente Mossoró Tem Jeito.

Reunião hoje entre representantes das coligações e da Comissão de Segurança das Eleições 2016 definiu a programação para esse tipo de programação até o final da campanha.

Dia 24/09  (sábado), Coligação Força do Povo, de Rosalba Ciarlini (PP);

Dia 29/09 (quinta-feira), Coligação Liderados pelo Povo, do candidato Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”;

Dia 01/10 (sábado), Coligação Frente Mossoró Tem Jeito, do candidato Gutemberg Dias.

O candidato Josué Moreira (PSDC) da Coligação Mossoró é do Povo não participou da discussão.

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segunda-feira - 12/09/2016 - 10:41h
Sucessão Municipal I

Francisco e o estigma do político gelatinoso e sem credibilidade

Candidato enfrenta dificuldades que ele mesmo causou para si inflando o ego e fugindo da realidade

Francisco José Lima Silveira Júnior (PSD), o Francisco José Júnior, Silveira, agora político-eleitoralmente trabalhado por seu marketing como “Francisco”, tenta a reeleição à Prefeitura de Mossoró depois de revelar muita destreza política e ser bafejado pela sorte, digamos.

Francisco é persuasivo, articulado e boa parte do que diz em seus programas eleitorais, sobre gestão e adversários, é verossímil. Mas por que ele não decola? Vamos tentar explicar.

O prefeito-candidato mergulhou num abismo delirante. As redes sociais da Internet formam um mundo à parte ou espécie de brinquedinho infantil adotado por ele, mas que se volta contra si como um monstro a devorá-lo. É desse mundo virtual que vem boa parte dos seus infortúnios recentes, que desmancham de vez suas utopias eleitorais (veja AQUI, AQUI e AQUI episódio recente que envolve até a primeira-dama do Estado, Juliane Faria).

"Francisco", em plena madrugada, faz filmagem de si na periferia da cidade, para se expor no seu mundo virtual (Foto: Web)

Sua candidatura à reeleição parece mostrar que os ventos sopram noutra direção e várias conspirações do destino que o favoreceram num passado, recente, parecem ter chegado ao fim.

Mas o caso não é exatamente de sorte ou azar. Não estamos lidando com um trevo de quatro pétalas ou a falta dele.

Na mitologia Celta (veja AQUI), os Druidas, filósofos e conselheiros da sociedade dessa etnia da Europa na antiguidade, acreditavam que o trevo de quatro folhas simbolizava a boa fortuna e quem o possuísse passaria a ter a sorte dos deuses e os poderes da floresta.

Sob essa ótica mitológica, pode ser assinalado que o grande capital obtido nos últimos tempos por Francisco não é eleitoral ou de imagem pessoal. Como ele mesmo atesta em suas declarações de bens desde as eleições de 2012 até este ano (veja AQUI), os últimos anos foram de bençãos nos negócios. Tudo indica que encontrou um trevo de quatro pétalas. Ô!!

Egolatria e megalomania

Na política, o candidato à reeleição pela Coligação Liderados pelo Povo caminha para desastre iminente e previsível há vários e vários meses. Na floresta que tem diante de si, na caça ao voto, é presa fácil de adversários que não precisaram se movimentar muito para alijá-lo da disputa.

Francisco, Francisco José Júnior, Silveira, Francisco José Lima Silveira Júnior é vítima de si mesmo (veja AQUI). De uma vaidade doentia, que podemos tratar por nomes complexos como “egolatria” e “megalomania”. Contrastam com o que o seu marketing tenta fervorosamente adesivar ao seu perfil, a partir do prenome papal de “Francisco”.

O prefeito eleito com estrondosa votação no pleito suplementar de 4 de maio de 2014, após cassação e afastamento da prefeita eleita Cláudia Regina (DEM), foi sendo paulatinamente engolido pelo próprio ego. Não entendeu a mensagem das urnas àquele ano, que este Blog decifrou (veja AQUI).

“A missão do novo prefeito é muito maior do que talvez ele mesmo imagine. Será divisor de águas ou apenas nuvem passageira“, alertava nossa matéria no dia 6 de maio de 2014, dois dias após a eleição de Francisco José Júnior a prefeito de Mossoró em pleito suplementar.

Turbinado e anabolizado

Ele ficou turbinado e anabolizado com o triunfo. Passou a colecionar mais vitórias diretas e indiretas, mirando projetos mais ousados, levitando como se fosse um ser celestial. Seria a reencarnação do prefeito Rodolfo Fernandes (falecido em 1927), que comandou resistência à invasão do bando de Lampião em Mossoró. Pelo menos assim chegou a disseminar sua mulher, a primeira-dama Amélia Ciarlini.

Logo após as eleições que fizeram do então vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD) o governador eleito do RN, em 2014, Francisco José Júnior passou a repetir como um mantra, que seria candidato ao Senado em 2018 e, depois, nome ‘natural’ para suceder Robinson no Governo do Estado.

Chegou a ponto de pleitear (sem sucesso) uma sala na Governadoria, para poder “despachar” politicamente num mesmo patamar do governador Robinson.

Nesse ínterim, começava a conviver com o espectro de uma reprovação pessoal e administrativa sem precedentes em Mossoró. Seria uma marolinha. Virou tsunami.

Mesmo tendo juntado 14 partidos e 182 candidatos a vereador, Francisco está em queda livre a 20 dias das eleições. Deverá experimentar votação humilhante e debandada em massa dos candidatos a vereador (veja AQUI).

Palavra gelatinosa e volátil

Estigmatizado como uma pessoa sem compromisso e de palavra gelatinosa e volátil, o prefeito repete uma retórica defensiva com surrados clichês – quase todos fora da realidade. Os adversários não se conformariam com o sucesso de um “Francisco” e estariam o atacando feroz e levianamente, resume o candidato.

Menos, menos.

Ele não é vítima da mídia, como repete, por exemplo. A imprensa em sua grande maioria foi paga para incensá-lo, mesmo que não costume receber em dia pelo serviço e não consiga o milagre de escudar e esconder tantas aberrações políticas e administrativas.

A oposição, dispersa e sem liderança alguma, fez o básico do básico na Câmara Municipal. Nada articulado e com força como ele prega. Mais barulho do que algo eficiente.

A última gota da credibilidade perdida (Foto: reprodução)

Praticamente ninguém cresceu nesse vácuo do seu desgaste, como a ex-deputada Larissa Rosado (PSB) que atrofiou politicamente a ponto de se abrigar no rosalbismo, histórico grupo adversário. Inviabilizou-se à sucessão deste ano após quatro tentativas de chegar à Prefeitura.

A ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tira maior proveito desse quadro, pois cristalizou uma liderança em boa parte graças ao próprio ocaso dele e sem fazer oposição ao seu governo. Francisco, paradoxalmente, é seu principal cabo-eleitoral.

Em seu slogan, Francisco José Júnior garante que vai até o final: “Sempre resistir. Recuar Jamais” (sic). Desistindo ou não, já está fora do páreo como asseveramos (veja AQUI).

Boa parte dos seus eleitores deve migrar para um voto útil em contraponto à Rosalba.

Se sustentar fidelidade à bravata do slogan, ele dará o último suspiro naquilo que já perdeu há tempos: a credibilidade. Mas não se salvará do por vir.

O inferno não são os outros.

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domingo - 11/09/2016 - 18:12h
Mossoró

Tião cede 13 inserções à Rosalba como direito de resposta

O juiz Breno Valério, titular da 33ª Zona Eleitoral de Mossoró, acatou os argumentos da assessoria jurídica da coligação “Força do Povo” e concedeu direito de resposta em programas da coligação “Unidos Por Uma Mossoró Melhor”, do candidato Tião Couto (PSDB). Foram concedidas 13 inserções no tempo da propaganda eleitoral gratuita para TV.

O magistrado julgou procedente a tese da assessoria de Rosalba Ciarlini (PP).

Em um dos programas, o candidato psdbista apresenta informações que não condizem com a verdade, citando o Centro de Atenção Integrada à Criança – CAIC do bairro Belo Horizonte.

Distribuição de tempo

O conteúdo atribui à gestão de Rosalba no Governo do Estado os problemas naquela unidade. Segundo dados repassados pela 12ª Diretoria Regional de Educação (DIRED), o CAIC foi construído em 1992 e interditado no final da gestão do então governador Iberê de Sousa, no dia 18 de setembro de 2010, pelo Corpo de Bombeiros, por problemas estruturais e de segurança.

O fechamento definitivo ocorreu em dezembro de 2015, na atual gestão.

De acordo com a decisão, “as inserções serão distribuídas equitativamente nos blocos de 5h às 11h e 11h às 18h, na quantidade de dias suficientes para atingir o tempo total concedido para resposta”.

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domingo - 11/09/2016 - 14:14h
Programa de Tião Couto

Justiça não dá direito à Rosalba de se defender sobre Nogueirão

O juiz Breno Valério Fausto de Medeiros da 33ª Zona Eleitoral (Mossoró) emitiu despacho considerando “improcedente” pedido da Coligação Força do Povo, que arrima a candidatura a prefeito da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Em sua representação, ela pretendia direito de resposta no programa da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor.

Rosalba, Tião e "Francisco" têm o Nogueirão no centro de uma polêmica que não é de hoje (Foto: montagem)

Rosalba pleiteava espaço para responder a trecho de programa do candidato a prefeito, Tião Couto (PSDB), em referência à promessa de reforma e ampliação do Estádio Manoel Leonardo Nogueira (Nogueirão), que remonta à campanha municipal de 2012.

Segundo o magistrado, “as inúmeras matérias jornalísticas mostram que as declarações dos representados quanto ao Estádio Nogueirão não podem ser vistas como ilícitas, pois não são inverídicas, cabendo às postulantes a utilização, se assim desejarem, de sua própria propaganda eleitoral para esclarecer detalhes e aspectos que não tenham sido explanados pela crítica adversária”, assinalou o Ministério Público Eleitoral (MPE).

Breno Valério acatou arrazoado da defesa e parecer do próprio MPE, para embasar sua decisão.

Em 2012, governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba apoiava a então vereadora Cláudia Regina (DEM) à Prefeitura, na sucessão da prefeita Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB).

O irônico desse enredo, é que Cláudia e Fafá hoje estão no palanque justamente de Tião Couto. O Estádio Nogueirão foi municipalizado na gestão do atual prefeito Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco, e continua com boa parte de sua estrutura física interditada, em nome da segurança dos torcedores, atletas etc.

Sua interdição só não é total na atualidade, por ações da própria administração municipal vigente.

Veja AQUI a íntegra da posição do magistrado da 22ª Zona Eleitoral.

Nota do Blog – O mesmo juiz emitiu despacho favorável à Coligação Força do Povo em outra demanda, considerando que ela tem direito de resposta de 01 minuto e 07 segundos em outro programa de Tião Couto, para dar sua versão sobre denúncia do candidato.

Segundo a representação, os fatos inverídicos foram apresentados no programa do dia 05.09.2016.

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sexta-feira - 09/09/2016 - 07:23h
Desastre anunciado

‘Francisco’ passa a conviver com ‘estouro da boiada’

A “boiada” estourou.

A saída do PMN do apoio e da coligação (veja AQUI) que endossa a candidatura à reeleição do prefeito “Francisco”, o Francisco José Júnior (PSD), é o sinal de que o pior ainda vem por aí.

Outros dos 13 partidos remanescentes da ampla aliança interpartidária em torno de Francisco discutem igual decisão. Seus candidatos a vereador estão sendo contaminados pela majoritária e há tempos estão o exorcizando.

Francisco: desastre anunciado (Foto: Web)

De hoje para amanhã teremos mais novidades – ruins – no governismo municipal.

É uma metástase anunciada e que tende a se confirmar.

Francisco, o Francisco José Júnior, terá que decidir se continua candidato para vivenciar um vexame homérico ou retira sua candidatura para ficar menos feio. Aí, é priorizar fim de mandato mais digno, se for possível.

É uma questão de bom senso, se é que sobrou algum em si e nas escassas pessoas que o cercam e são suas “conselheiras”.

Mesmo antes da campanha ter começado já estava fora do páreo. Com a disputa em andamento, esse desenho tem-se confirmado (veja AQUI o que comentamos).

Vaidade doentia e incapacidade de fazer leitura pragmática da conjuntura, o levaram a enfrentar uma jornada eleitoral em condições microscópicas de êxito (veja AQUI como tínhamos antecipado o desastre).

Rosalba Ciarlini (PP) e Tião Couto (PSDB) disputam efetivamente a Prefeitura de Mossoró.

Ponto.

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quinta-feira - 08/09/2016 - 11:24h
Política

Bastidores tensos explicam ruptura de ‘Francisco’ e Robinson

Entenda o porquê do rompimento entre aliados que veio à tona com bate-boca entre primeiras-damas

Passado o estresse inicial com choros, bate-bocas virtuais, vídeos e mais vídeos, silêncio ensurdecedor e certos chiliques típicos de uma novela mexicana, já é possível se fazer uma avaliação menos extremada do episódio que envolveu as primeiras-damas Amélia Ciarlini (Mossoró) e Juliane Faria (Estado). O caso é essencialmente político, embora se fale tanto em amizade.

A raiz dessa crise não está na disputa eleitoral em si. Remonta a um tempo e a certos acontecimentos que fogem à observação da maioria da população.

O incidente desencadeado por Amélia Ciarlini (Veja AQUI), mulher do prefeito “Francisco”, o Francisco José Júnior (PSD), foi o estopim à ruptura de uma relação política que só fez se desgastar  nos últimos meses. Gestão pública e aspirações eleitorais estão misturadas nesse enredo.

Robinson, com o prefeito, fez sua primeira visita à cidade dia 6 de janeiro de 2015, mas alargou distância (Foto: Ivanízio Ramos)

Ao apoiar (Veja AQUI) sua mulher, o prefeito concorreu mais ainda para o desenlace político e pessoal. O governador adotou a equidistância pessoal, sem se preocupar em oficial e pessoalmente promover qualquer réplica ou versão. Escalou outras pessoas.

Há vários meses que na Governadoria a postulação à reeleição de Francisco José Júnior (PSD) não motivava Robinson. Com pesquisas e mais pesquisas à mão e observando os rumos da gestão municipal, a avaliação fria sobre 2016 em Mossoró apontava a candidatura do prefeito como natimorta. “Caso  perdido”, diga-se, ouviu o Blog há cerca de quatro meses, de um auxiliar direto do governador.

Apoio

A questão é que o próprio Francisco José Júnior nunca ouviu diretamente de Robinson uma palavra nesse sentido. Em sua última passagem por Mossoró este ano, o governadora até deu entrevistas assegurando que não teria outro candidato a prefeito no município.

Em entrevista à imprensa de Natal (programa “Repórter 98”, dia 26 de julho deste ano), Robinson foi claro: “Tenho uma história política de gestos e coerência. Aqueles que estiveram comigo tenham certeza que receberão meu apoio. Em Mossoró estamos com Francisco José Júnior.” E ficou por isso mesmo até aqui. No verbo.

SOBRARAM sinais de que Robinson não o apoiaria num projeto sem qualquer perspectiva de dar certo. Na própria convenção municipal que consagrou o prefeito como candidato à reeleição, dia 4 de agosto, o governador não apareceu. Representou-o o filho e deputado federal Fábio Faria  (PSD).

Antes disso, na maior festa popular da cidade que o prefeito investiu todas suas fichas para granjear algum apoio popular, o “Mossoró Cidade Junina”, o governador não deu as caras. Nem enviou representante ao longo de quase 30 dias do evento.

O simples contato telefônico do prefeito com secretários e outros representantes do alto escalão do governo, também passou a gradualmente ficar difícil. Amélia, em seu desabafo, tido por Juliane Faria como pura “encenação” (veja AQUI), relatou isso. O governador não estaria atendendo suas ligações.

De lado a lado existem queixas e mais sinalizadores do fim dessa relação política entre o prefeito e o governador.

Rosalbismo no Governo

Entre interlocutores próximos, o governador aponta que Francisco priorizou uma agenda política expansionista e personalista, em desfavor da priorização de pauta administrativa, levando a Prefeitura ao caos. Com erário em frangalhos, o Estado não poderia lhe oferecer maior socorro.

O isolamento do prefeito foi ficando evidente demais. No dia 24 de maio último, o Diário Oficial do Estado (DOE) publicou exoneração (Veja AQUI) de Rina Márcia (sogra do prefeito) da 12ª Diretoria Regional de Educação (DIRED), com sede em Mossoró. Sua saída deveria ocorrer bem antes, segundo era discutido há dias no Governo.

Rina Márcia, a sogra: para fora, para dentro (Foto: arquivo)

Francisco José Júnior esperneou e forçou Governo a renomeá-la no dia seguinte (Veja AQUI). Foi justificado ao prefeito, que ocorrera “um engano”. Não é verdade. Houve decisão deliberada de tirá-la desse órgão, só que o prefeito preferiu acreditar na versão, em vez de romper com o governismo, que esperava essa decisão para fazer descarrego do problema e ter outros olhos sobre a própria sucessão municipal de Mossoró.

Uma aposta na candidatura da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), até apontando seu vice, foi murmurada nos intramuros da Governadoria. Entretanto esse raciocínio não avançou, apesar do Governo do Estado ter reforçado ‘afinação’ com o rosalbismo, ao nomear a professora Isaura Amélia (cunhada de Rosalba) para a Fundação José Augusto (FJA) no dia 5 do mesmo mês de maio.

Cobranças

O vácuo na relação ocorre, sobretudo porque o prefeito fez cobranças indiretas e até mesmo públicas de apoio administrativo, sem eco na Governadoria.

Em peça de propaganda sobre segurança pública que foi divulgada pela Prefeitura, o texto chegava a assinalar crítica subliminar ao Governo do Estado, atestando investimento da municipalidade, mesmo “sem apoio”.

Na Câmara Municipal, sua bancada regularmente cobrava compromissos do governador com Mossoró e com a Prefeitura. Saúde e Segurança são as maiores carências, sem qualquer respaldo do Governo.

O prefeito tem razão na cobrança. A Prefeitura de Mossoró investiu e investe pesadas somas na Saúde e Segurança, sem contrapartida do Governo do Estado. Não por acaso, são os pontos de maior crítica da população aos serviços públicos.

Ele assume o desgaste institucional, que se reflete na sua imagem político-eleitoral como candidato à reeleição.

Dívida de gratidão

Na tentativa de escudar o próprio Governo do Estado e governador, Francisco José Júnior absorveu a maior parte da reprovação popular. Prova disso, é que nas pesquisas publicadas este ano, a repulsa popular a ele foi maior do que a Robinson.

Henrique x Robinson: vitória acachapante (Foto: montagem)

Esse sacrifício, entretanto, continuou e continua sem atenuante. Na prática, o parceiro administrativo não existe e o político também não.

Bem diferente do que aconteceu nas eleições de 2014 ao Governo do Estado, quando o então prefeito recém-eleito em disputa suplementar, assumiu para si as rédeas da campanha em Mossoró, contribuindo para vitória acachapante de Robinson sobre Henrique Alves (PMDB). Ele empalmou 52.886 (57,82%) dos votos válidos, contra 29.494 (32,25%) de Henrique. Maioria de 23.392 votos.

O próprio governador eleito chegou a afirmar, em repetidas ocasiões, que não teria vencido sem apoio decisivo de “Silveira” (o prefeito) e de Mossoró, contraindo uma dívida de gratidão. Sem resgatar o débito com o aliado e com a cidade, Robinson aproveitou esse caso para começar a esquadrinhar novo plano político pós-eleições municipais.

Robinson e Jório

A reunião que teve com o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), na última terça-feira (6), publicada em primeira mão por este Blog (Veja AQUI), revela essa costura. O encontro sequer foi divulgado pelas assessorias dos dois políticos. Nem desmentido.

Contudo o novo desenho político que o governismo estadual rabisca, começou bem antes. O fosso que foi-se alargando entre o governador e o prefeito é inversamente proporcional às costuras para uma nova acomodação política.

Depois das eleições de 2 de outubro, até o pleito estadual de 2018, serão dois anos para costuras políticas e reordenamento de forças, além de política de alianças sob outro cenário em Mossoró, onde ele tem pousado pouco. Só uma vez este ano, no dia 10 de março (veja AQUI), enfrentando vaias. Em 2015, um pouco mais (Veja AQUI o porquê).

Importante que fique claro: o vencedor (a) nas eleições daqui a 24 dias (2 de outubro) não será, necessariamente, adversário (a) de Robinson.

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quarta-feira - 07/09/2016 - 22:23h
Mossoró

Segue impasse sobre descida do São Manoel

Ainda não decidiram quem desce o “São Manoel” no próximo sábado em Mossoró.

Olha, se depender de um empurrão, avisem.

É descida mesmo.

Para subir, não. Procurem outro.

A Coligação Força do Povo (Rosalba Ciarlini-PP) e Frente Mossoró Tem Jeito (Gutemberg Dias-PCdoB) duelam pela primazia de fazer essa primeira movimentação política em trecho que compreende a Avenida Presidente Dutra, no bairro São Manoel (área conhecida como o “Grande Alto de São Manoel)

A princípio, estaria definida a data para a Força do Povo (Veja AQUI), mas a Frente Mossoró Tem Jeito contestou.

Hoje, uma longa reunião entre as partes, arbitrada pela Comissão de Segurança da Campanha Eleitoral, não chegou a bom termo.

Amanhã (quinta-feira) o caso deverá ser resolvido.

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quarta-feira - 07/09/2016 - 11:30h
Política e ódio

Quantos amigos você perdeu por causa da campanha passada?

Quem hoje está ferozmente envolvido na campanha eleitoral de Mossoró, da mesma forma que esteve em 2012, se deu conta do que ficou para trás?

Como pessoas maduras, outras tantas consideradas inteligentes, muitas resolvidas, conseguem repetir os mesmos erros?

Deram-se conta do cenário político daquela época tão próxima e o que temos hoje?

Pararam para fazer um inventário das amizades perdidas, das brigas estéreis e das ofensas proferidas e recebidas?

Será que por alguns segundos resolveram identificar onde estão os principais personagens daquele embate extremado, que gerou até cassação e afastamento de uma prefeita eleita?

Vou ajudá-lo.

Em 2012, a então deputada estadual Larissa Rosado (PSB) era candidata oposicionista. Perdeu nas urnas.

Em 2012, sua mãe e então deputada federal Sandra Rosado apostou todas as suas fichas na eleição da filha.

Em 2012, a então governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), apoiou a então vereadora Cláudia Regina (DEM) a prefeito, ao lado da prefeita Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB). Numa reunião em Natal, bateu à mesa e proclamou: “Eu não vou entregar a Prefeitura à Sandra!”

Em 2012, o hoje prefeito e candidato à reeleição Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, foi reeleito vereador no palanque de Larissa. Mas seu tio Galba Silveira já foi candidato a vice de Fafá Rosado em 2000 e seu pai e então deputado estadual Francisco José foi candidato a vice de Sandra Rosado em 1996.

Onde estão esses personagens hoje e seus asseclas que vomitam ódio e julgam a tudo e a todos, conforme suas motivações de hoje?

Vou ajudá-lo.

Sandra é candidata a vereador. Ela e a filha estão no palanque da arqui-adversária Rosalba, garantindo que a “Rosa” é o melhor nome a prefeito de Mossoró”.

Rosalba, que durante quase 30 anos duelou com a prima Sandra e seu grupo, concorre pela quarta vez à Prefeitura. Nas três vezes anteriores venceu o marido de Sandra  (Laíre Rosado), a própria Sandra e Fafá Rosado.

Fafá Rosado, que já foi apoiada pela prima Sandra Rosado a prefeito em 2000 (sendo derrotada por Rosalba), teve duas eleições a prefeito com endosso de Rosalba (2004 e 2008), mas agora apoia o empresário Tião Couto (PSDB) à Prefeitura. É adversária de Rosalba, só para esclarecer.

Já Cláudia Regina, que foi vice-prefeita eleita de Fafá Rosado, com apoio de Rosalba em 2004, além de prefeita eleita em 2012 no mesmo grupo, agora reforça palanque de Tião. É adversária de Rosalba, para ser mais claro.

Quanto a Francisco José, o Francisco, tenta a reeleição em faixa própria, depois de ele e seu pai Francisco José terem sido força-auxiliar das duas bandas Rosado.

Enfim, depois desse breve relato para clarear a memória dessa infantaria que espalha rancores, principalmente via Internet, eu pergunto:

– Quantos amigos você perdeu por causa da campanha passada?

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terça-feira - 06/09/2016 - 18:02h
Mossoró

Rosalba será a primeira concorrente a fazer “descida do Alto”

Marcada há várias e várias campanhas eleitorais como algo simbológico e que exige demonstração de força, a “descida do Alto” acontecerá pela primeira vez na atual corrida pelo voto em Mossoró.

A Coligação Força do Povo, que apresenta as candidaturas de Rosalba Ciarlini (PP) e Nayara Gadelha (PP) a prefeito e vice, ‘reservou’ roteiro de movimentação de campanha para o próximo sábado (10) a partir da Avenida Presidente Dutra.

A descida dessa artéria que fica localizada na área conhecida como “Alto de São Manoel” acontecerá a 22 dias das eleições de 2 de outubro.

Um desafio para Rosalba, mas também uma provocação para os principais adversários.

É uma espécie de Trafalgar Square (Londres) ou Arco do Triunfo (Paris).

Tem forte simbologia associada a vitoriosos.

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terça-feira - 06/09/2016 - 09:04h
"Francisco" e Robinson Faria

Rompimento político está claro ou precisa desenhar?

Se a primeira-dama mossoroense Amélia Ciarlini e seu esposo “Francisco” (Francisco José Júnior-PSD) ainda não entenderam o que está ocorrendo, depois do pronunciamento da primeira-dama potiguar Juliane Faria – também pelas redes sociais (veja AQUI) – vou desenhar:

– O governador Robinson Faria (PSD) não os têm mais como aliados.

Há muito tempo ele não os enxerga como tal.

Deu vários sinalizadores e vocês não captaram a mensagem, até chegarem a essa ruptura burlesca com choros e enredo de dramalhão mexicano.

Ponto final e cada um pro seu lado.

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terça-feira - 06/09/2016 - 08:12h
Sucessão agora

Rosalba tem 26 dias para fazer valer dianteira; Tião, surpreender

O que é possível observarmos na sucessão mossoroense 2016, nesse momento?

Vamos lá!

Rosalba Ciarlini (PP) tem ainda boa dianteira.

Tião Couto (PSDB) está com fôlego novo com viés de alta.

“Francisco” (Francisco José Júnior-PSD) está em queda livre irreversível.

Rosalba tem 26 dias para confirmar favoritismo que trouxe à campanha.

Tião tem esse mesmo tempo para tentar uma virada extremamente difícil.

Francisco nem uma coisa nem outra.

Como assinalamos ontem, está fora do páreo (veja AQUI). Virou figurante barulhento e caricato.

Josué Moreira (PSDC) e Gutemberg Dias (PCdoB) marcam posição com muita inferioridade em relação aos de maior força eletiva e estrutura.

Momento delicadíssimo.

Olho na pista!

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segunda-feira - 05/09/2016 - 13:03h
Sucessão mossoroense

Francisco está fora do páreo; disputa é entre Rosalba e Tião

A partir de agora, a campanha municipal de Mossoró ganha nova dinâmica.

A sua leitura e releitura devem ser nos filigranas, nas minudências.

Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, da Coligação Liderados pelo Povo, está fora do páreo.

Rosalba e Tião polarizam campanha num rally de 27 dias no pleito local (Foto: montagem)

Na verdade, se consuma com os recentes acontecimentos do final e início de semana, o que estava escrito há tempos.

A polarização deverá se intensificar entre Rosalba Ciarlini (PP) da Coligação Força do Povo e Tião Couto da Coligação Todos por uma Mossoró Melhor.

São 27 dias pela frente.

Um “rally” eleitoral que pode ficar emocionante e excelente para narrarmos desta página.

Anote, por favor.

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segunda-feira - 05/09/2016 - 03:04h
Mossoró

Prefeito apoia Amélia e lamenta abandono de Robinson Faria

"Francisco" deixa o governador com decisão de romper ou não, mas o critica bastante decepcionado

No final da tarde desse domingo (4), o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) voltou a usar o dispositivo Face Live, da rede social Facebook, para se comunicar com internautas. Pronunciou-se sobre desabafo de sua mulher no dia anterior na mesma página, em que ela chorou de forma diluviana e atacou o governador Robinson Faria (PSD) – veja AQUI.

Com “Francisco”, nome político adotado pelo prefeito à sua campanha de reeleição este ano, o impacto das palavras e das cenas protagonizadas por Amélia foi suavizado, mas o conteúdo crítico não necessariamente rebatido. Ficou sem endosso, por exemplo, a afirmação dela de que estaria rompida com o governador, mas a ideia de “ingratidão” foi mantida de modo subliminar.

O prefeito transferiu ao governador o poder de continuar ou não aliado dele, Amélia e seu grupo político.

O vídeo ao vivo teve mais de 25 minutos de duração. Nele, Francisco tem a companhia da própria mulher, sentada também diante das câmeras, mas dessa vez sem choro.

– Esperávamos que a falta de apoio da governadora (Rosalba Ciarlini, do PP, hoje candidata a prefeito) na Saúde fosse superada elegendo Robinson – comentou o prefeito, ratificando o que a Amélia disse do seu jeito – em prantos, no sábado (3).

Aposta em Robinson

O prefeito fez especial abordagem exatamente sobre esse tema, mostrando que a Prefeitura de Mossoró não tem podido contar com o Governo atual, como não tivera no anterior (com Rosalba Ciarlini), no exercício de políticas públicas de Saúde.

– Nós fizemos uma aposta no governador Robinson Faria – destacou. “Esperávamos (…), acreditávamos que esse apoio fosse à altura do apoio que Mossoró deu a ele – disse.

Amélia, sem choro, tem apoio do marido que espera posição de Robinson (Foto: reprodução)

Agradeceu o companheirismo de sua mulher (“eu a apoio”) e afirmou respeitar suas palavras. Porém deixou claro que o “rompimento” proclamado por ela não era uma posição sua. Caberá ao próprio governador a decisão de continuar ou não politicamente ao seu lado.

– Eu prefeito acreditar que ele jamais deixaria de atender uma ligação da minha esposa – falou Francisco, numa referência à queixa que Amélia fizera no vídeo do sábado, de que Robinson teria se esquivado de atender ligação sua.

“Falta de parceria”

– Independente dessa questão política, há uma amizade, há o respeito, tem uma história – acrescentou Francisco José Júnior em relação ao governador Robinson Faria.

“Já sobrevivemos ao esquecimento uma vez e se depender de mim, se for abandonado mais uma vez, eu quero dizer que irei sobreviver”, antecipou.

“A gente se completa em nossas ações”, suplementou Amélia no mesmo vídeo, ancorada pela presença do filho de poucos meses (Gabriel). “Eu estou falando pelas famílias de Mossoró”, insistiu, voltando a culpar o Governo por “falta de parceria” – sem ser contestada pelo marido.

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Categoria(s): Eleições 2016 / Política
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