segunda-feira - 19/05/2014 - 18:47h
Eleições 2014

Felipe Maia tem encontro com Rosalba e Carlos Augusto

O deputado Federal Felipe Maia (DEM) teve encontro nesta segunda-feira (19) com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e o secretário da Casa Civil, Carlos Augusto Rosado (DEM).  A conversa  ocorreu na presença do deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), líder do governo na Assembleia Legislativa.

O objetivo do encontro foi ouvir a chefe do Executivo sobre seu posicionamento a cerca das eleições de outubro.

Para Felipe, o momento é de alinhar as parcerias políticas com vistas à campanha eleitoral.

“O tempo está passando e é preciso validar as alianças. A viabilidade eleitoral dos que disputam um cargo no Legislativo deve ser levada em consideração. Afinal, nosso partido quer crescer”, concluiu.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Felipe Maia e do DEM.

 

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sexta-feira - 16/05/2014 - 06:51h
Rosalba Ciarlini

Hermano Morais é relator de pedido de impeachment

Por meio de votação dos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o deputado Hermano Morais (PMDB) foi designado relator do pedido de impeachment contra a governadora do Estado, Rosalba Ciarlini (DEM). Escolha ocorreu nessa quinta-feira (15).

A matéria chegou à Assembleia Legislativa no dia 24 de abril encaminhado pelos representantes do Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO/RN).

O deputado Hermano Morais explicou que o processo possui 30 volumes, com cerca de 2.500 páginas.

Dessa forma, ainda não existe data definida para a entrega do parecer do Projeto.

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quinta-feira - 15/05/2014 - 07:43h
Brasília

Rosalba apresenta pauta de recursos para ministro da Saúde

Reunião ensejou apresentação de pauta importante para o estado (FOTO: Rodolfo Stukert)

A Governadora Rosalba Ciarlini (DEM) se reuniu nesta quarta-feira (14), em Brasília, com o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, para pleitear a análise e agilização nos trâmites de alguns processos referentes à Saúde Pública do Rio Grande do Norte. São pleitos que estão aguardando aprovação pelo Ministério da Saúde.

Acompanharam a Chefe do Executivo potiguar o secretário estadual de Saúde (SESAP), Luiz Roberto Fonseca, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB), e o Deputado Federal Betinho Rosado (PP).

Durante o encontro, a Governadora repassou às mãos do Ministro da Saúde o Plano Quadrimestral da Sesap, que descreve as metas do Governo do Estado para a Saúde Pública e apresentou uma síntese das ações realizadas em sua gestão.

Outro assunto tratado na reunião foram os ajustes no recebimento da contrapartida do Governo Federal para manter o atendimento aos usuários do SUS no Hospital da Mulher, em Mossoró. A unidade hospitalar é considerada de extrema importância para a região oeste e alto oeste do estado na assistência materno infantil.

A audiência serviu para pleitear a recomposição do teto financeiro do estado, além da ampliação da rede de oncologia com a habilitação de Unidades de Assistência de Alta Complexidade (Unacon) em Natal e Mossoró.

“Na área da oncologia, onde se realizam procedimentos de quimioterapia e radioterapia, o Governo do RN viabilizou com recursos próprios a compra de dois aceleradores lineares (aparelhos de radioterapia) que custaram em torno de R$ 6 milhões, sendo um para a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer e outro para a Liga Norte-Rio-Grandense Contra o Câncer (Natal) e vem mantendo sozinho esta assistência para o tratamento do câncer no estado”, ressalta a Governadora.

Entre os processos em tramitação no Ministério da Saúde estão: a habilitação de 17 leitos de UTI Neonatal em Natal (Hospital Varela Santiago e Hospital Santa Catarina) e Mossoró (Hospital da Mulher e Casa de Saúde Dix-Sept Rosado); a habilitação de 23 leitos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) Canguru em Mossoró (Hospital da Mulher e Casa de Saúde Dix-Sept Rosado); renovação da pactuação da cardiologia infantil; a habilitação do Hospital da Mulher como unidade de referência para gestação de alto risco; habilitação e qualificação de 5 ambulâncias do Samu 192/RN, que permitirá ativar mais uma Unidade de Suporte Avançado (USA) no Seridó, além de questões relativas às redes de urgência e emergência, atenção à saúde mental, rede Cegonha e cuidados oncológicos.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado.

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quarta-feira - 14/05/2014 - 07:12h
Assembleia Legislativa

Um impeachment que não interessa à maioria

A maioria da Assembleia Legislativa é oposicionista, mas a maioria se esquiva de apoio a impeachment de Rosalba Ciarlini (DEM).

A razão é simples: o bota-fora de Rosalba significaria a ascensão ao cargo do vice Robinson Faria (PSD).

Nesse momento, manter Rosalba arquejando até o fim, é um mal menor do que permitir a posse de Robinson, pré-candidato a governador.

“Cruel, muito cruel”, diria o antigo locutor esportivo Januário de Oliveira.

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terça-feira - 13/05/2014 - 22:35h
Assembleia Legislativa

José Dias defende processo de impeachment de Rosalba

O deputado José Dias (PSD) voltou a falar do pedido de impeachment que tramita na Assembleia Legislativa contra a governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Pronunciou-se na sessão ordinária de hoje.

O deputado fez um pronunciamento focado na legislação e mencionou as constituições federal (CF) e estadual (CE), quando preveem a possibilidade de afastamento do governante por crimes de responsabilidade. “Nada é mais importante para nosso Estado do que debatermos essa questão”, assinalou.

“Espero que ao final a decisão seja nitidamente técnica, porque o processo – que tramita na Comissão de Constituição e Justiça – está conforme a lei”, disse.

O parlamentar citou a lei federal 1097/50, que define os crimes de responsabilidade do Executivo. “Esta lei é o instrumento fundamental na análise desse processo. Contempla na sua abrangência os crimes contra o Executivo, desde os cometidos pelo presidente da República e ao mesmo tempo feitas as adaptações”.

José Dias afirmou que à CCJ compete a formalidade legal e constitucional do julgamento e ao plenário, o julgamento político. “Em nenhum pronunciamento deixamos de ouvir críticas veementes que comprovam não apenas aquilo que está lá no processo. Mas se está tudo bem, iremos absolver e se está tudo mal, se tem um remédio, por que não aplica-lo à situação?”, questionou.

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terça-feira - 13/05/2014 - 12:14h
Ecos das eleições suplementares IV

“Rosalbismo” vive período de trevas e com futuro incerto

Grupo de Rosalba e ex-deputado Carlos Augusto Rosado, mesmo assim, ainda têm bom capital político

“Aluízio morreu! Aluízio morreu!!” Esse brado de meninos levados e irrequietos, sitiando uma esmoleira insana pelas ruas de Mossoró, anos 70, parecia atestar não apenas o falecimento político do líder popular e populista Aluízio Alves, mas a orfandade patológica da “gentinha”, sua massa de seguidores.

Carlos e Rosalba: tarefa hercúlea para repetir o passado no futuro (Foto: Governo do Estado)

A molecagem que impulsionava a louca a vomitar palavrões às mães dos endiabrados meninos,  além de arremessar pedras contra eles, o tempo tratou de sepultar. E, esse mesmo tempo, provou que a meninada errante exagerava: Aluízio não morrera.

Sua cassação política no final dos anos 60, pelo regime militar que apoiara, o deixou por dez anos fora de cena. Parecia morto e sepultado.

Retornou às ruas e a uma disputa ao governo estadual em 1982, sofrendo fragorosa derrota por mais de 107 mil votos de maioria para o engenheiro e ex-prefeito biônico de Natal – José Agripino Maia (PDS). Nos anos seguintes, sua liderança fez crescer seu grupo, colecionando vitórias e expandindo influência.

“Mas Aluízio era Aluízio”,  poderia afirmar qualquer estudioso da política potiguar do século passado e deste. Gênio político. Fenômeno. Outra pessoa teria fôlego para tamanha recuperação e saída do desterro obrigatório?

A ex-prefeita mossoroense por três vezes, Rosalba Ciarlini (DEM), caminha para ser cobrada quanto a essa capacidade quase mitológica, de renascer das cinzas.

Governadora do Rio Grande do Norte, com passagem pelo Senado, e “divindade” mercadológica do que se denominou de “rosalbismo”, neologismo que deriva do seu nome, Rosalba está na coxia dos acontecimentos políticos, esse teatro de guerra. Mesmo sendo governadora, está alheia e excluída do próprio processo sucessório.

Eleição ao Senado em Mossoró (2006)

– Rosalba Ciarlini (PFL) – 90.660 (83,33%)
– Fernando Bezerra (PTB) – 14.049 (12,91%)
– Votos Apurados – 129.082

Eleição ao Governo do Estado em Mossoró (2010)

– Rosalba Ciarlini (PFL) – 98.964 (84,86%)
– Iberê Ferreira (PSB) – 16.043 (13,76%)
– Votos Apurados –  158.920

É pouco provável que sequer seja candidata à reeleição, por força de decisão judicial que a torna inelegível ou por imposição de comando partidário, o DEM, que não a deseja candidata. Ela é um peso, um estorvo para o Democratas.

Entretanto o maior sinalizador desse período de trevas foi a recente campanha municipal suplementar de Mossoró, seu berço político e até bem pouco tempo espécie de possessão. Sequer teve candidatura própria a comandar e apoiar.

Viu-se no papel de figura distanciada do pleito. Obrigou-se a anunciar numa entrevista que estaria cumprindo postura de “neutralidade”, poucas horas antes do dia da eleição.

Abdicou de ser proativa e pontificar onde era seu próprio “reino”.

Para quem se habituou a afirmar em círculos fechados com apaniguados e xeleléus, que “quem manda em Mossoró é Rosalba”, ficar longe das ruas e das urnas foi um choque para a mãe do rosalbismo. Ela até tentou construir uma candidatura, mas pesquisas encomendadas revelaram rejeição assombrosa da quase-ungida Kátia Pinto, sua secretária de Infraestrutura do Estado. Reflexo de sua própria imagem desgastada como governante, que chegou a Mossoró.

Teve que aceitar goela abaixo a imposição de Cláudia Regina (DEM), que não aceitou retirada de postulação, mesmo sendo prefeita cassada, afastada e inelegível para o pleito especial. A “Rosa” terminou sem Cláudia ou qualquer outra candidatura.

Estava entre a cruz e a espada: apoiar a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), filha da prima e adversária – deputada federal Sandra Rosado (PSB); apoiar o prefeito provisório e ex-aliado Francisco José Júnior (PSD), que assentado na ‘Prefeitura de Rosalba’ resolveu enfrentar quase 70 anos da força oligarca dos Rosado. Acabou optando por sair de cena. Nenhum nem outro.

Após 26 anos participando diretamente de eleições municipais mossoroenses, o rosalbismo ficou fora. Foi um coadjuvante oculto.

Rosalba ficou alijada de um processo no qual tinha interesse direto e indissociável. Em duas eleições estaduais, Mossoró lhe ofertou votações estelares, consagradores e determinantes em sua vitória ao Senado (2006) e Governo do Estado (2010).

Pilatos

Ficar ausente do pleito, mesmo que indiretamente, lavando as mãos com um Pilatos, pode ter sido um atestado de óbito à própria carreira política.  Ou não. Enfim, é precipitado se fazer afirmação categórica nesse sentido e nesse instante.

"O Jornal de Hoje" documentou Rosalba agradecendo gestão de Wilma; depois, o racha

Rosalba, sob a liderança inconteste do marido e chefe do Gabinete Civil do Estado, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), já tivera outro momento em que se viu obrigada a tomar decisão delicada diante de uma bifurcação aflitiva. Estava também entre a cruz e a espada. Mas assumiu um lado.

Foi em 2002.

Àquele ano, Carlos Augusto era candidato a vice-governador na chapa do então senador Fernando Bezerra (PTB, hoje no PMDB). Sequer foi para o segundo turno. Quem chegou lá foi seu primo e adversário, deputado federal Laíre Rosado (PMDB, hoje no PSB). Era vice do governador Fernando Freire (PP).

Carlos emitiu sinais, que foram claramente entendidos pela candidata Wilma de Faria (PSB). Apoiaram-na e reforçaram seu palanque vitorioso no segundo turno, evitando uma ascensão iminente para o plano estadual, do grupo de Laíre e sua esposa Sandra Rosado.

Fizeram parte do Governo Wilma por alguns meses, exaltando sua gestão, até se incompatibilizarem com ela e seu estilo também impositivo.

Agora, mesmo equidistante e sob “neutralidade”, Rosalba não pode ser vista como um zero à esquerda, peso morto ou completamente alheia ao pleito municipal.

Sobrecarga

Seu silêncio seguiu tendência majoritária de sua militância e eleitores. Nitidamente, houve um descarrego no nome de Francisco José Júnior, ajudando-o sobremodo a alcançar o patamar de 68.915 votos válidos no pleito do último dia 4.

Rosalba e Fafá navegam em águas diferentes e separadas (Foto: Carlos Costa, em abril de 2008, bairro Ilha de Santa Luzia)

O que o futuro reserva para Rosalba e seu rosalbismo,  pós-Governo do Estado, é uma incógnita. Há uma sobrecarga de maus presságios por ações e omissões do casal Carlos-Rosalba, além de fatores alheios à sua vontade.

Seu grupo encolheu e ocorreram dispersões (caso da ex-prefeita Fafá Rosado-PMDB, ex-vereador Chico da Prefeitura-DEM). Não se renovou em quadros, até pelo excessivo culto personalista à própria Rosa e pode ter pela frente uma inelegibilidade por oito anos (a contar de 2012), punindo-a e à Cláudia Regina por todo esse período.

Aposta na reeleição do deputado federal Betinho Rosado (PP) no pleito de outubro, mas não tem nomes a estadual até aqui. A ex-deputada e ex-vice-prefeita Ruth Ciarlini, irmã da governadora, está às voltas com problemas de indiciamento por estelionato e inaptidão à própria política.

O rosalbismo não existe além da própria Rosalba e o comando centralizador de Carlos. Eles não permitem a prosperidade de qualquer outro nome, desde sua primeira vitória em 1988, vencendo a prefeitura como “zebra”, ao superar Laíre Rosado. Cláudia Regina foi um “aborto”. Tiveram que engoli-la, porque ela conseguiu se viabilizar contra a vontade do casal.

Eleições à Prefeitura de Mossoró (1988)

– Rosalba Ciarlini (PDT) – 37.307 (49,7%);
– Laíre Rosado (PMDB) – 30.226 (40,2%);
– Chagas Silva (PT) – 2.507 (3,3%);
– Brancos – 3.594 (4.8%);
– Nulos – 1.503 (2%);
– Maioria Pró-Rosalba – 7.081 (9,5%).

Esse grupo sobreviveu a solavancos noutros momentos, como a perda da prefeitura em 1992, com a chapa Luiz Pinto (PFL)-João Batista Xavier (PCB) – derrotada por Dix-huit Rosado(PDT)-Sandra Rosado (PMDB), e o próprio fracasso de Rosalba como candidata a vice-governador de Lavoisier Maia (PDT), em 1994. Contudo renasceu à prefeitura em 1996, em circunstâncias completamente favoráveis.

De 2014 para frente, tudo pode ter outro rumo. A própria estada do prefeito Francisco José Júnior na prefeitura dirá muito sobre o que será o rosalbismo adiante, até mesmo com a hipótese do que parece improvável no momento: a reunificação dos Rosado.

Rosalba, que sempre revelou muita fibra, com incrível poder de recuperação e crescimento em campanhas, tem muito capital próprio ainda. Porém o tempo e atmosfera que se forma, não estão a seu favor.

A história pode ainda nos reservar surpresas e se repetir, ou apenas confirmar um adágio hindu que tem aura de uma verdade absoluta para Rosalba, para Francisco José Júnior e qualquer um de nós, pobres mortais:

– “Tudo passa!”

Veja matérias já publicadas da série “Ecos das eleições suplementares”:

– Novo prefeito ganha para dividir história ou confirmar os Rosado AQUI;
– Pleito de Mossoró causa efeitos diferentes para jogo estadual AQUI;
– Futuro já começou para Larissa Rosado após 4º insucesso AQUI.

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terça-feira - 13/05/2014 - 10:04h
Em Brasília

Rosalba participa de posse de novo presidente do TSE

A Governadora Rosalba Ciarlini (DEM) embarca para Brasília às 10h desta terça-feira (13).

Às 19h, a Chefe do Executivo potiguar participa da posse do novo Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministro José Dias Toffoli.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado.

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sábado - 10/05/2014 - 07:13h
RN

Ex-secretário de Segurança é reconduzido à presidência do PTB

Do Blog de Thaísa Galvão

Ex-secretário de Segurança do Estado, Aldair da Rocha é pré-candidato a deputado federal.

Aldair foi reintegrado pelo presidente nacional do PTB, Benito Gama, à presidência da comissão provisória do PTB no Rio Grande do Norte.

A comissão, que estava com sua configuração vencida, foi renovada e encaminhada a Natal desde o dia 25 de abril.

O documento chegou na sede antiga do partido e só agora foi localizada pelos petebistas…

Sobre apoio à chapa majoritária, o partido tem conversado com os governadoráveis Henrique Alves (PMDB) e Robinson Faria (PSD), com sinal verde de Benito que adiantou: não vai interferir na decisão local.

Nota do Blog Carlos Santos – Em postagem de ontem, o Blog Panorama Político adiantava que a governadora Rosalba Ciarlini se articulava para atrair o PTB ao seu sistema.

Veja AQUI.

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sexta-feira - 09/05/2014 - 10:32h
Eleições 2014

Rosalba tenta ter controle de direção estadual do PTB

Do Blog Panorama Político

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) está tentando retomar a indicação do novo presidente estadual do PTB. A comissão provisória, que tinha como presidente Aldair Rocha, está vencida há 15 dias.

Pela proximidade com o presidente nacional do PTB, Benito Gama, que chegou a ser secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Rosalba Ciarlini quer fazer a indicação do novo diretório estadual e, com isso, garantir o partido no palanque que ela deseja construir para o pleito deste ano.

O PTB tem mais de um minuto de tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral.

Nota do Blog – Aldair da Rocha foi secretário da Segurança da governadora e saiu disparando cobras e lagartos contra a gestão dela.

 

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quinta-feira - 08/05/2014 - 07:14h
Reunião administrativa

Governadora recebe prefeito eleito hoje em Natal

O prefeito eleito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), tem audiência hoje em Natal.

Será recebido pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

O encontro administrativo será na Governadoria, às 11h.

Parceria entre Prefeitura e Município está na pauta do prefeito, com questões como o “Mossoró Cidade Junina”, que há anos tem a poio do Governo Estadual, não obstante ser iniciativa da municipalidade.

Eleições

Do ponto de vista político, os dois mantém convivência equidistante que não teve entrechoque no recém-encerrado pleito municipal.

Francisco José Júnior, como prefeito provisório, foi candidato sem apoio da governadora. Ela anunciou posição de “neutralidade”, por não ter candidatura própria do seu partido.

A prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM) não obteve registro e direito a praticar “atos de campanha”, inviabilizando-se à d isputa.

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terça-feira - 06/05/2014 - 19:15h
Entrevista

Nelter afirma que Henrique é de ‘oposição’, Robinson não

“Aqui no Rio Grande do Norte não existe acordão. O que existe é uma aliança de partidos preocupados com o RN”. Essa é a visão do deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB), sobre a aliança que se forma para as eleições estaduais, encabeçada por seu partido.

Nélter vê Rosalba fora do páreo, segundo Agripino

Em entrevista agora à noite à FM98, em Natal, o parlamentar rebate a pecha de “acordão” que é imputada a coligação em andamento, com diversidade de siglas e lideranças, como os deputados federais Henrique Alves (PMDB), ex-governadora Wilma de Faria (PSB) e deputado federal João Maia (PR).

Henrique

“Acordão seria se fosse uma chapa única com apoio de todos os partidos”, argumentou.

Para o deputado estadual, inclusive quem tem maior legitimidade para ostentar o galardão de oposicionista é o pré-candidato a governador Henrique Alves.

– Henrique não apoiou a candidatura de Rosalba Ciarlini (DEM) em 2010. Por isso, será o candidato de mais oposição – estimou.

– Já Robinson Faria (PSD) – vice-governador dissidente e pré-candidato a governador -, é o vice de Rosalba. Apoiou ela em 2010 – comparou.

Robinson prejudicou RN

Nelter Queiroz também acusou Robinson de co-responsável pela atual situação administrativa do Rio Grande do Norte. Ele “travou” pauta na Assembleia Legislativa ainda nos Governos Wilma de Faria (PSB)-Iberê Ferreira (PSB), afirmou.

Referiu-se ao período em que Robinson era presidente da Assembleia Legislativa, rompeu com Wilma, para ser o vice de Rosalba.

DEM e PMDB

Sobre a possibilidade de entendimento do PMDB com o DEM do senador José Agripino, Nelter foi mais do que claro: “O DEM tem procurado o PMDB, porque Agripino já sepultou a possibilidade de Rosalba ser candidata à reeleição”.

E complementou: “Agripino já me disse que Rosalba não tem a mínima condição de ser candidata à reeleição, primeiro porque hoje está inelegível”.

 

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terça-feira - 06/05/2014 - 11:51h
Eco das eleições suplementares I

Novo prefeito ganha para dividir história ou confirmar Rosados

DNA de votos e uma série de fatores mostram o sucesso de Francisco José Jr. em disputa mossoroense

Cada eleição tem um metabolismo próprio. Contextualização e conjuntura precisam ser analisadas, para um melhor entendimentos dos fatos. Cada um de seus protagonistas  tem visão particular sobre números e resultado, o que é normal.

Cada uma dessas “verdades”, porém, é questionável. Algumas, até, porque tentam encobrir desastres e outras mitificar vitoriosos.

Silveira tem aclamação e o futuro para contar outra história ou justificar o ciclo oligárquico (Foto: Raul Pereira)

Mas quem foi o grande vencedor do pleito suplementar do domingo, em Mossoró?

A pergunta é de fácil resposta: o prefeito provisório e eleito Francisco José Júnior (PSD), da Coligação Liderados pelo Povo.

Saiu emergencialmente da presidência da Câmara Municipal de Mossoró – onde chegou para o quarto mandato como sexto mais votado com 2.586 votos –  para presença interina na prefeitura. Em pouco mais de quatro meses, catapultou o próprio nome ao topo do poder, de forma meteórica, com resultado avassalador.

Numericamente, empalmou a maior vantagem eleitoral de um candidato a prefeito sobre seu principal adversário em Mossoró. Em 1976, João Newton da Escóssia tivera margem percentual até maior, mas dentro de uma realidade em que cada partido poderia apresentar mais de um candidato a prefeito, o que se denominava de “sublegenda”.

Francisco José Júnior (PSD) superou até mesmo o êxito de Rosalba Ciarlini (DEM, na época PFL) em relação à Sandra Rosado (PSB, na época PMDB), em 1996.

Rosalba x Sandra (1996)

– Rosalba Ciarlini (PFL) – 57.407 (52,64%);
– Sandra Rosado (PMDB) – 26.118 (28,50%);
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 31.289

Francisco José Jr. x Larissa (2014)

– Francisco José Júnior (PSD) – 68.915 (53,31%);
– Larissa Rosado (PSB) – 37.053 (27,55%);
– Maioria pró-Francisco José Júnior de  31.862

* Francisco José Júnior teve 573 votos de maioria em sua reeleição, num comparativo com Rosalba em 1996

É primário e inocente, se acreditar que esse êxito seja  resultado da força da “máquina” pública, na qual estava montado. Para o espaço de tempo entre sua última posse interina, ocorrida em 6 de dezembro de 2013 e a campanha, iniciada no dia 12 de abril deste ano, ele tinha pouca “pista” temporal para tamanha ascensão sobre campo minado.

Rosalba e Sandra: distância e judicialização

O prefeito provisório sobrou em destreza para apagar crises pontuais, enfrentar “herança maldita” das gestões Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB)-Cláudia Regina (DEM)  e “incêndios fabricados” com a intenção de desestabilizar a municipalidade e seu nome.

Costurou apoios e montou uma coalizão multifacetada, que juntou do PT a dissidentes do PMDB e do DEM, 15 dos 21 vereadores, em palanque para todos os gostos e cores. Apesar da predominância do amarelo, padrão de identidade política como candidato, a diversidade foi seu forte.

Exposição raivosa

Além disso, foi beneficiado pelos desdobramentos da autofagia do clã Rosado, duelo remanescente das eleições canceladas de 2012. Os grupos da deputada federal Sandra Rosado (PSB) e da governadora Rosalba e seu marido e chefe de Gabinete Civil do Estado, Carlos Augusto Rosado (DEM), praticamente aniquilaram-se para o pleito suplementar, com uma arenga no campo judicial e exposição raivosa em redes sociais (Net).

O que restou desses exércitos brancaleones, permitiu que “Silveira” (como o prefeito é conhecido desde a infância), avançasse  com uma candidatura alternativa à bipolarização Rosado X Rosado, mesmo que em seu palanque tivesse o apoio da ex-prefeita Fafá Rosado.

O DEM de Rosalba e Carlos Augusto sequer conseguiu registrar uma candidatura. A prefeita cassada e afastada Cláudia Regina fincou pé e não abriu mão de insistir em concorrer novamente, mesmo a Justiça Eleitoral atestando sua completa impossibilidade, por “ter dado causa” às novas eleições.

Mesmo que quisesse trocá-la, o casal não teria outra opção, tamanha a pobreza de quadros e as imposições legais à colocação de algum familiar. Sim, porque a prioridade é sempre alguém da família.

Quando ao PSB da líder Sandra Rosado, insistiu na candidatura da deputada estadual e sua filha, Larissa Rosado (PSB), apesar de ela sofrer inelegibilidade em decisões judiciais em Mossoró e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com escassas chances de reversão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foi à luta por “sua conta e risco”, parcos recursos financeiros e histórico de três derrotas seguidas à prefeitura.

Seus votos foram contabilizados, mas estão  sub judice. O plano de substitui-la foi pensado até os últimos dias (Blog dará detalhes de bastidores), mas a esperança de reversão do quadro no TSE terminou frustrada.

A insegurança jurídica e os resquícios da luta Cláudia x Larissa de 2012 ajudam a entendermos os números dessa campanha. Eles reforçam a caracterização de uma vitória em que Francisco José Júnior teve incrível senso de oportunidade e talento para ocupar vácuo. Ascende como um contraponto à dinastia dos Rosado, em meio à sua divisão.

O que antes era tática para somar, virou motivo de fracionamento e dispersão de liderança entre os Rosados.

A votação de Silveira tem DNA multifacetado, onde se incluem – ainda – até consideráveis votos de seguidores de Rosalba e Cláudia, que enxergaram no palanque de Larissa “um mal maior”. Ambas declararam “neutralidade” no pleito. A maioria dos seus eleitores captaram a mensagem subliminar.

Em tese, a vitória de um não-Rosado causaria menor estrago a ambas do que a entronização do ramo familiar comandado por Sandra Rosado, legítima herdeira do “doutor Vingt”, Vingt Rosado, seu pai.

Ao mesmo tempo, a vitória espelha sentimento de mudança, mas não de seis para meia dúzia, de uma oligarquia multidecenal para outra emergente – o “Silveirismo” (!!).

Missão

Como prefeito eleito, completando mandato de pleito de 2012, com cerca de dois anos e sete meses de gestão pela frente, Francisco José Júnior terá uma missão de difícil cumprimento. Sofre pressão em duas vertentes: uma administrativa e outra política.

Larissa e Cláudia: mesmo veneno (Montagem do Blog do Magno César)

Rosado de A e Rosado de B não lhe darão trégua. Partilham das mesmas necessidades e de um entendimento de propriedade em relação à prefeitura. São ressentidos, em essência.

A instabilidade de seu governo é uma necessidade, para que a retomada do ciclo de hegemonia familiar seja feita, “provando” à cidade a tese de uma superioridade genética destinada à atividade pública, espécie de “eugenia política”.

Os solavancos aconteceram e continuam dentro da interinidade como prefeito, no curso da campanha suplementar e devem seguir a partir da posse como prefeito efetivo. Exemplo disso é que no sábado (3), menos de 24 horas antes do pleito, advogados ligados à Cláudia Regina despejaram 12 ações na Justiça Eleitoral, acuando o candidato e prefeito interino. A coligação de Larissa emplacou mais três.

A “judicialização” que tanto os dois lados propagam e definem como protagonista de 2012 e dessas eleições especiais, é na verdade o veneno que ambos tomaram na intenção de aniquilar o outro lado. Até aqui, fenecem os dois.

Contudo, preferem transferir responsabilidade para a Justiça Eleitoral. Para a opinião pública vendem o papel de vítimas. Em 2014, não colou.

Platão

Para o prefeito, a chance que ele mesmo soube esculpir, em meio ao acaso ou por oportunidade “de Deus”, como prefere definir, acontece para estabelecer o começo de novo ciclo. Ou, para revelar apenas um pequeno interstício de poder entre Rosado e Rosado.

O amanhã dirá.

Afinal de contas, a prefeitura não está nas mãos deles desde 1948, de forma quase contínua, por acaso. Há muito de competência e adaptação à realidade de cada tempo. É uma seleção quase “natural”, como se fossem prova de um conceito de “darwinismo político”.

Apesar se ser considerada por Platão (em “A República”) como a forma mais pobre e atrasada da política, a oligarquia (regime político em que o poder é exercido por um pequeno grupo de pessoas, pertencentes ao mesmo partido, classe ou família) foi aceita pela maioria dos mossoroenses. Em décadas diversas, em tempos distintos, o mossoroense votou maciçamente nos Rosados.

Adiante, não deixará de votar, apenas porque o prefeito é Silveira. Como não votou agora por ele não ser um Rosado.

Em 1968, Antônio Rodrigues de Carvalho impôs a última derrota aos Rosados em Mossoró, ganhando pleito municipal por 98 votos, contra o professor Vingt-un Rosado. De lá para cá, em dez eleições consecutivas, os Rosado levaram a melhor em todas (veja retrospectiva histórica com exclusividade AQUI) .

A missão do novo prefeito é muito maior do que talvez ele mesmo imagine. Será divisor de águas ou apenas nuvem passageira. Tem os meios para não repetir Rodrigues, o “Toinho do Capim”.

O amanhã dirá.

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segunda-feira - 05/05/2014 - 17:26h
Pauta administrativa

Prefeito eleito e governadora Rosalba deverão ter encontro

O prefeito eleito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), vai ter audiência com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM). O encontro deverá acontecer com brevidade.

Alto lá!

A agenda é tão-somente administrativa.

Parceria entre Prefeitura e Estado estará na pauta.

Com urgência, por exemplo, questões relacionadas à “Cidade Junina”, que surgiu à época em que Rosalba era prefeita de Mossoró.

Na campanha municipal suplementar, que teve o pleito realizado nesse domingo (4), politicamente a posição de Rosalba foi de “neutralidade”.

Não declarou voto ou apoio a qualquer um dos quatro candidatos.

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Categoria(s): Administração Pública
domingo - 04/05/2014 - 20:49h
Política em Mossoró

Um momento para se repensar e se avaliar muita coisa

Quando a “poeira” baixar, cada liderança política de Mossoró que faz parte de nossas “zelites“, tem o dever de avaliar e repensar muita coisa.

Pela primeira vez, em 26 anos, o casal Carlos Augusto Rosado (DEM)-Rosalba Ciarlini (DEM) esteve fora de um pleito municipal.

O grupo de Sandra Rosado (PSB) empilha seis derrotas seguidas à Prefeitura de Mossoró.

No mínimo, vão ter que aprender a dividir espaços e conviver com outras forças, situação estranha para eles.

O modelo oligárquico ortodoxo que produziu uma espécie de mentalidade de “eugenia política”, ou seja, de pureza e crença de superioridade com base apenas no sobrenome Rosado, está em xeque.

Na verdade, ruiu. Está esgotado.

É o fim dos Rosado?

Não. Não mesmo.

Talvez seja a chance para que repensem muito de seus métodos e conceitos.

Francisco José Júnior (PSD) – prefeito eleito – tem a oportunidade de mudar a história, dando ao mossoroense a chance de sonhar com a política para todos e não em favor de uns poucos.

Voltaremos ao tema numa série de matérias analítico-opinativas, contribuindo para o bom debate.

Aguarde.

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domingo - 04/05/2014 - 15:41h
Eleições suplementares

Rosalba diz esperar fim da “insegurança jurídica”

Do Portalnoar

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) votou no início desta tarde para escolher o novo prefeito de Mossoró. O município passa por eleição suplementar para definir o novo gestor municipal neste domingo (4).

Para Rosalba, essa eleição é um fato inédito e não vê a população mossoroense envolvida no clima eleitoral comum.

“Não se vê a movimentação típica de eleições comuns. É uma eleição diferente em Mossoró. Está tudo muito calmo além do normal, como se as pessoas não tivessem aderido ao pleito”, declarou Rosalba.

A chefe do Executivo comentou sobre a insegurança jurídica que o município vive e espera que a eleição deste domingo termine com a oscilação política.

“Espero que o resultado de hoje cesse a insegurança jurídica. Cláudia Regina iniciou um projeto, que foi paralisado por conta da insegurança política.

Que seja respeitada a vontade do povo”, disparou a governadora.

 

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Categoria(s): Política
sábado - 03/05/2014 - 11:48h
Política e história

Veja o resultado das últimas 10 eleições a prefeito de Mossoró

Observe resumo de 42 anos de eleições à Prefeitura mossoroense e conheça alguns fatos e personagens

O Blog do Carlos Santos repete um trabalho que passou a adotar nas últimas campanhas municipais. É um exaustivo levantamento sobre os pleitos municipais mossoroenses, tarefa que na verdade nunca está completa.

O esforço é no sentido de continuarmos ofertando produto diferenciado aos nossos webleitores.

Dix-huit assina ato de posse após eleito em 72; Antônio Rodrigues (antecessor, à sua esquerda) testemunha com primeira-dama Naide Rosado e vice-prefeito eleito Canindé Queiroz o acontecimento (Foto: Reprodução Jornal de Fato)

Eles fidelizam nosso endereço à procura de informações diversas, com predominância de material analítico-opinativo e ainda em face de sermos um espaço dialético, pluralista e democrático. Um fórum de debates.

O levantamento de números das eleições a prefeito de Mossoró, nos últimos 42 anos, é fruto de muita pesquisa e levantamento em arquivo próprio, além de outras fontes, bem como a colaboração de pessoas interessadas no assunto.

Começamos por 1972. Mas ainda vamos voltar mais no tempo, a 1948 (noutra oportunidde), quando tivemos o início do ciclo de disputas municipais, pós-Estado Novo (regime ditatorial de Getúlio Vargas). Agora, não; paciência. Depois, reiteramos.

É impossível se produzir jornalismo político sem cultura política e razoável base científica.

Esse material serve para alimentar o bom debate, além de acrescentar mais dados ao entendimento da disputa à Prefeitura de Mossoró neste ano em que pela primeira vez temos um pleito suplementar, em face da desenfreada corrupção eleitoral do pleito de 2012.

Faça bom proveito e, se for utilizar esses dados em registros públicos ou estudos, por favor cite a fonte. É uma questão de direito e de respeito.

Obrigado.

O “banquete” está servido:

Eleições de 1972 (Fonte: Bruno Barreto):

Dix-huit Rosado (Arena) – 16.194
Lauro Filho (MDB) – 11.995
Brancos – 205
Nulos – 296
Maioria Pró-Dix-huit Rosado –  4.199 votos.

O eleitorado habilitado ao voto era de 28.690.

Eleições de 1976 (Fonte: Bruno Barreto):

João Newton: força de Vingt (Foto: arquivo UERN)

João Newton da Escóssia (Arena 1) – 20.165
Leodécio Néo (MDB 1) – 10.840
Assis Amorim (MDB 2) 6.970
Antônio Rodrigues de Carvalho (Arena 2) – 1.327
Maioria Pró-João Newton sobre os demais – 3.232 votos.

Neste ano, o regime militar em curso produziu o casuísmo da “sublegenda”, permitindo que o mesmo partido pudesse ter mais de um candidato. Vivíamos fase do bipartidarismo (Arena e MDB). A ideia era sufocar a “oposição consentida”, feita pelo MDB, que possuía bem menor representatividade em todo o país, com condições raquíticas de lançar mais de um candidato a prefeito. Em Mossoró, com melhor representatividade oposicionista, o MDB chegou até a apresentar duas candidaturas, mas o cunhado do líder Vingt Rosado (Arena), João Newton da Escóssia, levou a melhor com folga.

Eleições de 1982 (Fonte: Blog CS):

– Dix-huit Rosado (PDS) – 21.510 (41,68%);
– João Batista Xavier (PMDB) – 15.466 (29,97%);
– Canindé Queiroz (PDS) – 4.388 (8,50%);
– Mário Fernandes (PT) – 428 (0,83%);
– Paulo R. Oliveira (PTB) – 48 (0,09%);
– Brancos – 8.145 (15,79%);
– Nulos – 1.621 (3,14%);
– Maioria Pró-Dix-huit – 6.044 (11,71%).

O eleitorado habilitado ao voto era de 67.041, em 275 secções. Compareceram 51.606 (76,98%) eleitores. As abstenções foram de 15.435 (23,02%) votantes.

Neste ano também ocorreram eleições para deputado estadual, federal, uma vaga ao Senado e governo do Estado. Foram as primeiras eleições com a retomada do pluripartidarismo, na reta final do regime militar de 1964. O mandato dos prefeitos/vereadores foi de 6 anos em vez de 4, como temos desde o pleito de 1988.

Com a existência do casuístico instituto da sublegenda, cada partido poderia lançar mais de um candidato a prefeito, foi o que ocorreu em Mossoró. O grupo Rosado, unido, lançou Dix-huit Rosado pelo PDS.

Já o sistema Maia apresentou o jornalista Canindé Queiroz, pelo mesmo partido, para dar suporte à candidatura a governador do engenheiro e ex-prefeito indireto de Natal, José Agripino Maia (PDS). Agripino venceu seu principal adversário, o ex-governador Aluízio Alves (PMDB), com mais de 107 mil votos de maioria.

Eleições de 1988 (Fonte: Blog CS):

– Rosalba Ciarlini (PDT) – 37.307 (49,7%);
– Laíre Rosado (PMDB) – 30.226 (40,2%);
– Chagas Silva (PT) – 2.507 (3,3%);
– Brancos – 3.594 (4.8%);
– Nulos – 1.503 (2%);
– Maioria Pró-Rosalba – 7.081 (9,5%).

O eleitorado habilitado ao voto era de 80.397, em 275 secções. Compareceram 75.217 eleitores. As abstenções foram de 5.180 votantes.

Eleições de 1992 (Fonte: Blog CS):

– Dix-huit Rosado (PDT) – 37.188 (47,79%);
– Luiz Pinto (PFL) – 32.795 (42,15%);
– Luiz Carlos Martins (PT)– 6.557 (8,43%);
– Paulo Linhares (PSB) – 1.273 (1,64%);
– Brancos – 5.669 (6,49%);
– Nulos – 3.913 (4,48%);
– Maioria pró-Dix-huit Rosado – 4.393 (5,64%)

O eleitorado cadastrado à época era de 99.623. Compareceram 87.395, as abstenções chegaram a 11.381 e os votos nominais atingiram 77.813.

Eleições de 1996 (Fonte: Blog CS):

– Rosalba Ciarlini (PFL) – 57.407 (52,64%);
– Sandra Rosado (PMDB) – 26.118 (28,50%);
– Jorge de Castro (PT) – 4.878 (5,32%);
– Valtércio Silveira (PMN) – 3.237 (3,53%);
– Brancos – 1.549 (1,69%);
– Nulos – 3.802 (…);
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 31.289 (24,14%).

Existiam 114.218 eleitores aptos, mas compareceram 96.991. As abstenções atingiram 17.227 (15.08%), com 91.640 sendo a votação nominal.

Eleições de 2000 (Fonte: Blog CS):

– Rosalba Ciarlini (PFL)– 57.369 (54,86%);
– Fafá Rosado (PMDB) – 42.530 (40,67%);
– Socorro Batista (PT) – 4.447 (4,25%);
– Mário Rosado (PMN) – 228 (0,22%);
– Brancos – 1.757 (1,59%);
– Nulos – 4.395 (3,97%);
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 14.839 (14,19%).

Existiam 127.894 eleitores aptos, mas compareceram 110.726. As abstenções atingiram 17.168 (13.42%), com 104.574 (94.44%) sendo a votação nominal em 358 urnas.

Num comparativo com as eleições de 1996, esses números guardam uma preciosidade. Rosalba obteve menos votos do que na eleição anterior.

Enquanto em 96 tinham sido 57.407 em eleitorado de 114.218 aptos, em 2000 – contra Fafá, conseguiu 57.369 num contingente de 127.894 aptos. Ou seja, 38 votos a menos, apesar de aumento de 13.676 votantes.

Eleições de 2004 (Fonte: TSE):

Rosalba foi eleita três vezes, a começar de 1988 (Foto: reprodução)

– Fafá Rosado (PFL) – 57.743 (49,06%);
– Larissa Rosado (PMDB) – 34.688 (29,45%);
– Francisco José (PSB) – 21.210 (18,02%);
– Crispiniano Neto (PT) – 4.083 (3,47%);
– Brancos – 2.063 (…);
– Nulos – 5.708 (…);
– Maioria pró-Fafá Rosado de 23.075 (19,61%).

Existiam 143.235 eleitores aptos, mas compareceram 125.475. As abstenções atingiram 17.376 (12%),

Eleições de 2008 (Fonte: UOL/TSE):

– Fafá Rosado (PFL) – 65.329 (53,01%);
– Larissa Rosado (PSB) – 46.149 (37,44%);
– Renato Fernandes (PR) – 11.306 (9,17%);
– Heronildes Bezerra, “Heró”  (PRTB) – 464 (0,38%);
– Brancos – 3.678 (2%);
– Nulos – 7.400 (5%);
– Maioria pró-Fafá Rosado de 19.018 (16%).

Existiam 153.027 eleitores aptos, mas compareceram 134.326. Desse volume, 123.248 foram considerados válidos. As abstenções atingiram 18.701 (12%). Existiam 416 seções eleitorais.

Eleições de 2012 (Fonte: UOL/TSE):

– Cláudia Regina (DEM) – 68.604 (50,90%);
– Larissa Rosado (PSB) – 63.309 (46,97%);
– Josué Moreira – 1.932 (1,43%);
– Raimundo Nonato Sobrinho, “Cinquentinha” (Psol) – 948 – (0,70%);
– Edinaldo Calixto (PRTB) – 0 (0%);
– Brancos – 2.323 (1,61%);
– Nulos – 6.737 (4,68%);
– Maioria pró-Cláudia Regina de 5.295 (3,93%).

Existiam 164.975 eleitores aptos. Desse volume, 134.793 (93,70%) foram considerados válidos, num comparecimento que ocupou 460 secções organizadas pela Justiça Eleitoral.

As abstenções atingiram 21.122 (12,80%).

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sexta-feira - 02/05/2014 - 14:27h
Eleições suplementares

Rosalba anuncia que não apoia qualquer nome a prefeito

Do Blog de Edilson Damasceno

“Quem fala por Rosalba é Rosalba”.

Foi assim que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) acabou com as especulações de que iria apoiar algum candidato às eleições suplementares de domingo próximo.

Em entrevista que concedeu à Rádio RPC agora a pouco, a governadora afirmou que sua postura será pela neutralidade. E disse ainda que sua posição era pela candidatura de Cláudia Regina (DEM), mas que em virtude da impossibilidade dela (Cláudia) participar, iria deixar o mossoroense à vontade para exercer sua liberdade de voto.

Rosalba lamentou ainda a ausência de Cláudia Regina no pleito e reafirmou que a prefeita afastada rúne todos os atributos inerentes ao cargo que exerceu por onze meses em 2013.

Com a palavra de Rosalba, o Democratas fica, oficialmente, fora de todo e qualquer lado político em Mossoró.

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quinta-feira - 01/05/2014 - 12:58h
Eleições suplementares

Rosalba Ciarlini não vai escalar “muro” em Mossoró

Recado de Rosalba Ciarlini (DEM) repassado a correligionários muito próximos, em Mossoró:

– Eu não vou ficar em cima do muro.

Tire suas conclusões.

Uh-huuu!!

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quarta-feira - 30/04/2014 - 22:09h
Política

Carlos Augusto e Kassab quase têm “encontro” em Mossoró

O avião que desembarcou em Mossoró, hoje, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, por pouco não provoca encontro entre ele e o secretário do Gabinete Civil do Estado, Carlos Augusto Rosado (DEM). Por pouco.

Avião do Estado pousou em Mossoró com Carlos Augusto, após a chegada de Kassab.

O líder pesedista – procedente de Brasília – levantou voo pouco além das 16h30, após cumprir agenda política em favor do prefeito provisório e candidato a prefeito, Francisco José Júnior (PSD).

Já Carlos Augusto não teve agenda divulgada. Retornou a Natal ao final da tarde.

Esse interstício foi suficiente para provocar a difusão de informação de que um dos filhos de Carlos e da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), Marlos Ciarlini, ex-auxiliar da prefeita cassada e afastada Cláudia Regina, estaria no aeroporto Dix-sept Rosado para recepcionar Kassab.

Não procede.

Ele esperava o pai. Tão-somente.

No aguardo da chegada de Carlos Augusto, Marlos foi instado a cumprimentar o líder do PSD, o fazendo com fidalguia e discrição, próprios de seu comportamento social.

Só.

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quarta-feira - 30/04/2014 - 18:55h
"Valorização"

Rosalba encaminha lei para beneficiar praças e bombeiros

A Governadora Rosalba Ciarlini (DEM) encaminhou à Assembleia Legislativa, na tarde desta quarta-feira (30), o regime de promoção das praças da Polícia Militar Estadual e do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte. Na prática, a lei revoga o decreto de promoção de 1977 e estabelece a primeira lei de valorização para os profissionais da segurança pública do estado.

Rosalba (centro) assina documento ao lado de auxiliares (Foto: Ivanízio Ramos)

O encaminhamento da lei obedece ao prazo estabelecido pela Chefe do Executivo Estadual com as categorias. A mensagem completa segue anexa.

A Chefe do Executivo Estadual declarou a importância da lei para os policiais militares. “A lei corrige uma distorção em relação à carreira. Da forma que estava era injusto com aqueles que desempenhavam seu trabalho com bravura e dedicação. Estamos assegurando os direitos e dando um estímulo à atividade tão importante para a população como a segurança pública”.

A lei de promoção garantirá os direitos e uma valorização ao ordenamento das carreiras das praças que estão há quase duas décadas sem as promoções. De acordo com o Comandante-Geral da Polícia Militar, o momento é histórico.

Carreira

“A mensagem está garantindo a carreira das praças na Polícia Militar. Isso é histórico. Não havia a lei que regulamentasse a carreira dos profissionais. Outra coisa é que nós teremos de volta o curso de formação, que não ocorre há 18 anos, e permite a ascensão dentro da instituição. A lei dá a segurança jurídica inclusive para aqueles que ainda entrarão na PM”, comentou Coronel Francisco Canindé Araújo.

O secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, general Eliéser Girão, comentou que a assinatura da lei hierarquizou o desempenho da atividade policial nas ruas, permitindo o preenchimento dos quadros.

“A Governadora está comprovando que respeita a categoria profissional. Rosalba Ciarlini está preocupada em fazer uma ação para que o plano de vida das instituições possa ter profissionais em todos os níveis da carreira. Dessa forma, haverá um enquadramento de todas as praças que estão na ativa para que não sofram mais descontinuidade nas promoções”, observou.

Em 2011, a Governadora já tinha estabelecido o subsídio da Polícia Militar, que vigorou a partir de 2012, atendendo a um antigo pedido da categoria.

Nota do Blog – Existe uma reação esperada das categorias. Sentem-se traídas.

A governadora concordou em enviar à AL o projeto de promoção de praças e conseguiu por fim a greve que ameaçava causar pânico em todo o estado. Mas mudou projeto e compromisso, mandando à AL algo diferente do prometido.

O bicho vai pegar.

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quarta-feira - 30/04/2014 - 10:40h
Eleições suplementares

Rosalba diz que Cláudia Regina decide sobre ‘candidatura’

Por Leonardo Dantas (Portalnoar)

Para a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) uma possível substituição do nome de Cláudia Regina na disputa a Prefeitura de Mossoró pelo DEM cabe apenas a própria candidata. A questão é que o pleito suplementar em andamento ocorre justamente devido a cassação da candidata, que se encontra inelegível e sem registro de candidatura.

Rosalba desconversou se o partido teria um “plano B” para disputar as eleições e ainda falou em decisão judicial, mesmo com votação prevista para ocorrer já no domingo (4).

Plano B

“Os advogados em nome dela fizeram o recurso, estamos aguardando. A alternativa [Plano B] tem que ser decidido por ela. Ela é a candidata e é preciso sentar  e conversar. O partido respeita isso”, disse.

Apesar de colocar a responsabilidade em Cláudia Regina, a cerca da decisão de um sucessor, a governadora assegurou que mantém o apoio e lamentou a realidade política em Mossoró. “Considero essa situação dolorosa até porque foi o povo quem escolheu Cláudia. Ela ainda não teve muitas das ações julgadas e outras foram atropeladas”, comentou Rosalba.

 

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Categoria(s): Política
terça-feira - 29/04/2014 - 14:59h
Momento delicado

Pedido de impeachment de Rosalba Ciarlini é lido em AL

O pedido de impeachment contra a governadora Rosalba Ciarlini Rosado (DEM) foi lido pela Mesa Diretora da ALRN na sessão desta terça-feira (29). O processo foi protocolado na semana passada e entregue por representantes do Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO/RN) e solicita-se, ainda, o afastamento imediato da governadora das funções.

O pedido de Impeachment entregue à ALRN denuncia a governadora pelos seguintes crimes de responsabilidade: Uso de bens e serviços públicos do Estado para promover a campanha política nas Eleições Municipais em Mossoró/RN no ano de 2012, promovendo o impedimento ao livre exercício do voto pelos cidadãos mossoroenses; Atos de improbidade administrativa imputados pelo Ministério Público Estadual; e Transporte de verbas do orçamento sem autorização legal, através da suplementação acima do limite legal permitido pela LOA 2012 e da transferência de recursos constitucionalmente vinculados à educação para pagamento de pessoal inativo.

Os representantes do MARCCO ainda denunciam a chefe do Executivo por afronta às regras de competências constitucionais que asseguram a independência entre os Poderes e órgãos com autonomia financeira (LOA 2013 e LOA 2014), através da decisão política de não repassar integralmente os valores dos orçamentos dos Poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e do Tribunal de Contas, manipulando dados financeiros para uma readequação orçamentária decorrente de frustração de receita inexistente (corte orçamentário arbitrário por ato governamental ilegal em 2013 e ausência de qualquer ato em 2014;  e descumprimento generalizado das decisões do Poder Judiciário em todas as áreas de Governo. Pelo menos 26 ações descumpridas.

Segue o passo a passo do processo de impedimento:

1 – Leitura em plenário do pedido protocolado na Assembleia Legislativa e remessa à CCJ
2 – CCJ analisa a admissibilidade formal, verificando se há legitimidade dos proponentes e se atendem aos requisitos legais, se os fatos citados constituem objeto de investigação no âmbito do Legislativo e se as partes citadas são passíveis de serem responsabilizadas.
3 – Processo segue para o plenário para deliberação final sobre a admissibilidade ou não do pedido.
4 – Não sendo acatado, o processo de impeachment é arquivado. Caso seja admitida a denúncia pelo plenário, a Mesa Diretora emite ato para que seja criada uma comissão especial formada por cinco deputados estaduais eleitos. Paralelamente, cópia do processo é remetida ao Tribunal de Justiça do Estado. O TJRN sorteia cinco desembargadores.
5 – É instalado o Tribunal Especial, presidido pelo presidente do TJRN, e formado pelos cinco deputados e cinco desembargadores. Este tribunal vai analisar o mérito da denúncia.
6 – O afastamento, caso seja necessário, se dará por votação do Tribunal Especial e aprovação de dois terços de seus membros.

Com informações da AL.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
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