quinta-feira - 19/09/2019 - 16:48h
Bater, bater

Rosalbismo tem regras próprias para manter adversários longe

O primeiro Torneio de Tapa na Cara para homens da Rússia aconteceu em Krasnoyarsk, na gélida Sibéria, logo após o fim dos Jogos de Universitários de Inverno, em março deste ano.

O vencedor, com 168k, foi Vasily Kamotsky (essa figura rotunda da foto abaixo, frações de segundo antes de derrubar o oponente com um tabefe no rosto).A regra do “bateu, levou” é bastante clara. Ninguém pode se esquivar do tapa adversário. Quem bate, leva.

Na política de Mossoró, o grupo da prefeita Rosalba Ciarlini  (PP) criou e exercita um esporte parecido, mas com normas próprias e um objetivo oculto: evitar qualquer debate (como recentemente mostrou o Blog do Barreto em artigo). A prefeita esquiva-se de qualquer discussão sobre seu governo, tamanha a fragilidade do próprio.

Insiste em atacar, antes que seja questionada, criticada ou denunciada por algum agente político de maior peso.

O exemplo de Collor

Não é exatamente um bateu, levou que foi uma máxima do então presidente Collor de Mello (1990/1992), prestes a cair. Ele deixava claro, que ninguém ficaria sem levar o troco à altura se o azucrinasse.

O rosalbismo faz diferente: não espera a crítica ou o ataque. Escala sua mídia para bater, bater, bater em quem se mexer.

A estratégia é cada dia mais usual, sobretudo porque o grupo da prefeita não sabe exatamente quem esmurrar. Seus alvos são variados e às vezes escolhidos ao acaso da perturbação quanto ao próprio futuro sucessório. É movido pelo medo da não reeleição (Leia: Entrincheirados, Rosados veem adversários em todos os lados) e O triunfo do medo na prévia eleitoral mossoroense).

Vai chegar um momento em que a prefeita precisará debater. Não conseguirá se esconder para sempre por trás da ferocidade crítica da imprensa amiga, que só enxerga defeitos em quem parece ser uma ameaça. Aí vai ser bateu, levou. Os efeitos podem ser mais dolorosos do que o vividos pelos participantes russos do Torneio de Tapa na Cara.

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quarta-feira - 04/09/2019 - 09:50h
Câmara Municipal

Rosalbismo faz promessas mirabolantes a pré-candidatos

O rosalbismo tem mapeado em filigranas nomes com potencial de votos à vereança em 2020.

E muitos pré-candidatos têm sido chamados à conversa.

As promessas são mirabolantes e consideráveis.

Vão desde o pleno apoio material e financeiro à ‘garantia’ de eleição.

Contudo essa estratégia cria, paralelamente, desgaste da cúpula governista com seus vereadores na Câmara Municipal.

A bancada é anteparo da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e tem suportado boa parte do seu desgaste, com quase nada tendo em troca.

Essa conta não vai fechar. A atração de novos nomes fortes pode significar, também, a inviabilização de reeleição da maioria dos vereadores governistas.

Aguardemos, pois.

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terça-feira - 27/08/2019 - 11:00h
Reeleição

Para apaziguar bancada, rosalbismo promete atrair partidos

Líder do rosalbismo, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP) promete providenciar pelo menos mais dois partidos para acomodação de vereadores da situação que pretendem disputar a reeleição em 2020.

Visita de Ezequiel à Liga de Combate ao Câncer (LMCC) teve presença de vários vereadores (Foto: cedida)

Existem legendas até com nominatas prontas que começam a ser sondadas para esse fim. Serão cooptadas e composição de candidaturas será reordenada para favorecimento a quem possui mandato no governismo. É o prometido.

Ele anda apreensivo com a possibilidade de dispersão de parte dessa importante base, com proximidade da campanha municipal de 2020. A insatisfação é quase generalizada.

Com o saçaricado domingo (25) de vereadores governistas – veja AQUI – no entorno do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), Carlos Augusto passou a deduzir (com razão) que possa ocorrer “efeito manada” na direção do líder tucano.

É tudo o que ele não quer.

Leia também: Campo aberto para Ezequiel Ferreira;

Leia também: Visita ciceroneada de Ezequiel a Mossoró incomoda rosalbismo;

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quarta-feira - 21/08/2019 - 09:44h
Política

Partido sem comando deve parar nas mãos do rosalbismo

Genivan e Tomaz saíram de comando (Foto: montagem)

Sem comando e sem referência alguma em Mossoró desde a campanha estadual do ano passado, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) deverá ficar no arco de partidos ligados ao rosalbismo, para projeto de reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Só para lembrar: na disputa eleitoral de 2018, o seu filho Kadu Ciarlini (PP) foi candidato a vice-governador na chapa do dirigente estadual do PDT, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves.

Anteriormente, os ex-vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale conduziam e eram as principais referências do pedetismo mossoroense.

Mas eles se afastaram da gestão por divergência com comando estadual (veja AQUI) em agosto do ano passado. Não seguiram a candidatura de Carlos Eduardo.

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terça-feira - 20/08/2019 - 09:52h
2020 e 2022

Prefeitura é o trampolim de Rosalba para volta ao Senado

Grupo de Sandra Rosado também pensa em pegar atalho à prefeitura indicando Larissa como vice

As próximas eleições em Mossoró vão colocar rosalbismo e rosadismo em luta por diferentes interesses, alguns conflitantes, mas outros perfilados e consensuais. O principal foco é a disputa à Prefeitura.

Rosalba Ciarlini (PP), prefeita em seu quarto mandato, marcha célere como favorita para tentar o quinto, mas com outros planos inconfessáveis e inalcançáveis à compreensão do eleitor comum. A sua nova eleição é, na verdade, um projeto-ponte para tentar catapultá-la a outro mandato dois anos depois, em 2022, preferencialmente o Senado.

Ou seja, se reeleita em 2020, não completaria o mandato, passando o cargo ao vice.

Sandra, Rosalba e Larissa em convenção municipal do PP em 5 de agosto de 2016 (Foto: arquivo)

A outra ala governista, o rosadismo, personificado pela vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB) e sua filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), tem planos teoricamente menos arrojados: quer encaixe na chapa encabeçada por Rosalba, como já tentara em 2016, quando trabalhou o nome do vereador Lahyrinho Rosado Neto (PSB, hoje no PSDB), sem êxito.

Larissa é esse nome. Nome a vice que pode se transformar em prefeita, se todos os planos derem certo, sobretudo nas urnas.

Existe um Plano B do rosadismo. Entretanto é pouco provável que seja operacionalizado, em caso de fracasso na indicação do vice: seria a candidatura de Larissa pela quinta vez à prefeitura, enfrentando a própria Rosalba.

As duas alas da família Rosado ficaram cerca de 30 anos se digladiando, até firmarem composição em 2016. É uma “união” instável, com partilha desigual de bens e sem aparente sucessão.

Aposentadoria no Senado e renascimento do rosadismo

Rosalba já esteve no Senado. Foi eleita em 2006 com maioria microscópica de apenas 11.131. Derrotou o senador Fernando Bezerra (PTB). Venceu pela obstinação e cartesianismo de uma campanha cheia de nuances de bastidores; Bezerra foi engolido pela própria soberba.

Para retornar à denominada Alta Câmara, mais uma vez ela precisa ter a municipalidade em mãos e bem azeitada, para projetá-la e espargi-la por todo o estado, como aconteceu anteriormente. Mas claro que tratamos de dois tempos distintos, com peculiaridades próprias e um governo estadual no meio desse enredo.

Governadora eleita em 2010, Rosalba teve passagem sofrível pelo cargo e sequer viabilizou postulação à reeleição em 2014. Saiu desgastada até em seu habitat, Mossoró. Foi ressuscitada politicamente em 2016, ao ganhar eleição municipal surfando na gestão caótica de Francisco José Júnior (PSD à época), seu principal cabo eleitoral.

A Rosalba de hoje convive com desgaste político-administrativo que precisa reverter. Corre contra o tempo e adversidades, para confirmar favoritismo e tentar o salto seguinte. Sem renovar o mandato, o sonho da aposentadoria no Senado estará praticamente descartado.

Quanto ao rosadismo, ter um vice na chapa vencedora no pleito do próximo ano pode representar seu renascimento. Hoje, se resume ao mandato de Sandra na Câmara de Vereadores. É apêndice do rosalbismo e dele depende sobremodo, para evitar a própria extinção como neologismo e grupo político.

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sexta-feira - 02/08/2019 - 12:02h
Obsessão

Entrincheirados, Rosados veem adversários em todos os lados

Grupo político-familiar tem uma campanha de vida ou morte e revela angústia em seu comportamento

A campanha municipal do próximo ano é decisiva para os Rosados como grupo político-familiar. Seu apogeu já passou, está bem distante, fora mesmo do retrovisor empoeirado. Recorrendo-se a uma analogia, é como o ciclo do petróleo na região mossoroense: já foi, mesmo que continue existindo o ‘ouro negro’ em seu subsolo, por mais e mais tempo – décadas ou séculos.

O pleito 2020 será de subsistência, bem longe do paroxismo de sucessos de alguns tempos atrás. É vencer ou vencer.

Chegaram a ter o governo estadual, dois mandatos (e até três) simultâneos de deputado federal, Prefeitura e controle de Câmara Municipal, tudo ao mesmo tempo. Obtiveram assentos no Senado (direta e indiretamente) e sempre foram próceres do Palácio do Planalto.

Em 2018, Sandra e Rosalba enfurnaram-se na periferia e zona rural, mas não evitaram derrotas humilhantes (Foto: arquivo)

A última vez que elegeram alguém para a Assembleia Legislativa foi há nove anos, em 2010 (Larissa Rosado-PSDB). Ela própria, certamente o melhor quadro político Rosado-raiz em atividade, coleciona quatro derrotas à municipalidade e duas a estadual.

Na Câmara dos Deputados, Beto Rosado (PP) reelegeu-se a duras penas, tendo que duelar nos escaninhos da Justiça Eleitoral.

Em termos de Governo do RN, o clã aboletou Kadu Ciarlini (PP) como vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) em 2018, mas perdeu nos dois turnos. Em Mossoró, a derrota foi ainda mais dolorosa, mesmo com a prefeita e mãe de Kadu, Rosalba Ciarlini (PP), enfurnando-se na periferia e zona rural com toda estrutura municipal à mão.

Estão entrincheirados no Palácio da Resistência (nome bem adequado à sede da municipalidade) com o mandato da “Rosa” e um assento no Legislativo (vereadora Sandra Rosado-PSDB). É muito pouco. E para tentar voltar a ter tamanho além dos limites de Mossoró, precisa desesperadamente vencer o embate de 2020.

Para os seus eventuais adversários, a chamada oposição não-rosado, essa não será uma eleição de vida ou morte.

Será diferente.

É a segunda campanha paroquial que vão ter, nessa nova configuração, após décadas de Rosado x Rosado polarizando no mesmo campo político.

O rosadismo/rosalbismo não tem adversário até o momento, mesmo com profundo desgaste em imagem, números e votos recentes, mas vê fantasmas com rostos disformes em todos os lados. O comportamento é obsessivo.

Compreensível essa inquietação. Pela forma como o grupo começa a ‘perseguir’ esses inimigos, da mídia à política, percebe-se que a patologia está se acentuando perigosamente.

Tática espontânea ou planificada, o fato de na oposição ninguém – à exceção do PCdoB de Gutemberg Dias – se apresentar como pré-candidato, deixa o governismo ainda mais indócil, impaciente e sem saber para onde atirar.

Na dúvida, ataca tudo que se mexa ou possa representar uma ameaça.

Com pesquisas regulares em mãos, o governismo sabe que a qualquer momento pode surgir uma chapa competitiva, capaz de catalizar uma multidão “do contra”: contra os Rosados, contra o rosalbismo, contra o establishment, contra Potiguar e contra o Baraúnas. Do contra.

Em 2016, essa insatisfação já tinha aflorado no pleito municipal, quando do nada surgiu uma multifacetada ala oposicionista. Em 2018 houve visíveis decepções nas urnas. Então, compreensível, que 2020 cause tantos calafrios.

Lá, no próximo ano, os Rosados estarão outra vez misturados porque ficaram fracos, desnutridos. A “união” é paradoxalmente um sinal de debilidade, não de força.

Os fatos, números eleitorais recentes e pesquisas (atuais) que possuem mostram isso. Eles sabem que eu sei que eles sabem. O webleitor menos atento agora também sabe.

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sexta-feira - 02/08/2019 - 10:04h
Manjado

Pesquisas sem números para tapear bobos

Do Blog do Barreto

Uma tática tão manjada quanto velha usada por governos mal avaliados é a de procurar jornalistas para plantar notícias de que o grupo político do governante recebeu pesquisas com números positivos.A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) está cavando espaços através de seus próceres. Alguns colegas estão embarcando na onda sem números, série histórica e sem revelar o nome do instituto.

Sei bem a metodologia de quem planta esse tipo de informação: usar a boa-fé do profissional.

Outro dia um prócer rosalbista me encontrou num bar e travamos o seguinte diálogo:

Prócer: recebemos uma pesquisa em que perguntamos qual o jornalista de maior credibilidade em Mossoró. Deu você com folga.

Qualquer profissional que ouve isso fica envaidecido, mas recebo a informação com ceticismo até porque sou um sujeito com opiniões bem definidas e claras com o público, o que gera ódios e paixões.

Na sequência ele dispara: a popularidade da prefeita não para de subir.

Veja a tática: ele me mostra uma informação positiva para mim e na sequência outra para a prefeita apostando que na minha vaidade eu legitimaria números que sequer conheço. Nem o nome do instituto que teria feito a sondagem foi revelado.

Peço o relatório da pesquisa e ele fica de me enviar. Até hoje eu espero os números.

Até 31 de dezembro as pesquisas eleitorais podem ser publicadas sem necessidade de registro na Justiça Eleitoral.

É ilógico receber pesquisas com números positivos e não divulgar ou divulgar de forma cifrada.

Se os números são tão bons porque não publicam em algum órgão de comunicação? Esta página se disponibiliza a publicar gratuitamente qualquer pesquisa eleitoral contratada pelo grupo da prefeita. Nossa única exigência é ter acesso ao relatório completo.

O que me chama a atenção é de que o rosalbismo através de seus aliados na imprensa elevou os ataques aos deputados estaduais Isolda Dantas (PT) e Allyson Bezerra (SD, o que indica que os números recebidos teriam resultado inverso ao divulgado.

A divulgação de pesquisas sem apresentação de números nem acesso aos relatórios serve apenas para tentar baixar a moral da oposição e animar a militância. Um procedimento político ultrapassado.

Para os colegas que embarcam nessas notícias plantadas um conselho: não coloquem a credibilidade de vocês em risco. Falar de pesquisas sem apresentar números é flertar com o jornalismo desejoso como diria o saudoso Nilo Santos. Falar de crescimento ou queda de popularidade de gestores sem ter um quadro histórico de desempenho usando números do mesmo instituto é um risco para a imagem do profissional.

Só os leitores bobos caem nessa.

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segunda-feira - 29/07/2019 - 23:10h
Pré-campanha

Casa boa, comida e roupa lavada para mudar de lado

O alvo é claro e já vem sendo atacado. O rosalbismo tem agido para desmanchar logo fortes nominatas a vereador de partidos que possam ser adversários.

É uma pré-campanha bem antecipada para desobstruir caminho, baixar o moral da oposição e prevenir surpresas no projeto de reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Como não existirá coligação na proporcional (entre partidos, à Câmara Municipal), cada legenda tenta montar sua própria lista de pré-candidatos olhando para a campanha 2020 em Mossoró.

A promessa cavilosa do grupo governista para alguns pré-candidatos mudarem de lado e legenda é conhecida desde os tempos mais primitivos da política local: casa boa, comida e roupa lavada.

Entende?

Leia tambémDisputa a vereador será desafio bem mais difícil em 2020.

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terça-feira - 25/06/2019 - 09:38h
LOA

Bancada de Rosalba recebe ordem para derrubar emendas

Petras: dez emendas (Foto: CMM)

A ordem é expressa: tem que derrubar todas as emendas da oposição. Todas.

A bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) recebeu determinação para não deixar prosperar nenhuma proposição oposicionista ao Projeto de Lei do Executivo de número 1.209/2019, que trata das Diretrizes da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2020.

Ao todo, a Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade aprovou 28 emendas. Desse volume, 20 foram apresentadas por vereadores oposicionistas, minoria na Câmara Municipal de Mossoró.

Petras Vinícius (DEM) tem dez emendas, Gilberto Diógenes somou quatro, enquanto Raério Araújo (PRB), Ozaniel Mesquista (PR) e Genilson Alves (PMN) tiveram duas.

A preocupação do governismo é evitar ao máximo que o projeto seja mexido. Afinal de contas, 2020 é um ano eleitoral decisivo para o grupo e sistema político do rosalbismo.

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terça-feira - 14/05/2019 - 08:32h
Política

Rosadismo tenta abrir caminho, de novo, com Larissa Rosado

Ex-deputada e seu grupo se movimentam para ocupação de difícil espaço na disputa do próximo ano

O nome da ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) é novamente trabalhado pelo rosadismo, seu grupo, com vistas a uma campanha eleitoral. Dessa feita, o foco aparente é outra vez ser prefeita de Mossoró em 2020.

Mas também há o “Plano B”, que pode ser na verdade o “Plano A”: colocá-la como vice de Rosalba Ciarlini (PP), de quem são aliados recentes, há menos de quatro anos.

Importante lembrarmos: a última vez que Larissa venceu uma eleição faz quase nove anos.

Foi em 2010, quando se reelegeu à Assembleia Legislativa.

De lá para cá, acabou derrotada pela terceira vez na disputa municipal de 2012 e empilhou o quarto insucesso paroquial no pleito suplementar de 2014.

Rosalba, Sandra, Lahyrinho, Larissa em anúncio de apoio à chapa de Rosalba em 4 de agosto de 2016 (Foto: arquivo)

O agravante veio em duas outras campanhas. Ainda em 2014 e ano passado, não conseguiu novo mandato de deputado estadual.

Nesse espaço de tempo, a ex-deputada ainda se aliou à ferrenha adversária Rosalba Ciarlini (PP), numa ‘união’ que de verdade nunca se consagrou. Boa parte do seu eleitorado já deixou nítida a antipatia ao acerto de ocasião, achatando sua votação.

Em 2014, ela empalmou 24.585 votos (24,35%) à AL em Mossoró; em 2018, não passou de 17.753 votos (15,08%).

Ela, seu grupo, até hoje estão misturados com o rosalbismo. Juntos, não.

São penduricalhos, apêndice apenas. Não dividem espaço e comando com a prefeita Rosalba Ciarlini e seu marido Carlos Augusto Rosado.

Foram cooptados, não agregados.

OS ‘BEM NASCIDOS’

O rosalbismo, nascido da ‘costela’ do grupo Rosado, não é afeito à divisão de poder. Com o rosadismo, em essência, ocorre o mesmo. Uma suposta diarquia (governo exercido por dois soberanos) é algo impensável de um lado e do outro.

Os dois são uma oligarquia, produto da mesma célula-mãe. Fechados, herméticos, ortodoxos na crença da eugenia política, ou seja, plena superioridade em relação a tudo e a todos. São os “bem nascidos”, portanto merecedores do topo.

Nessa cissiparidade (fenômeno biológico da divisão de uma célula), em que ficam claros método e mentalidade, há temor, lado a lado, de cessão de espaços e partilha do despojo político.

Está aí parte da dificuldade em Larissa ser ungida como vice de Rosalba. Impossível, não, que se diga. Pouco provável.

Em 2016, a líder do rosadismo, então ex-deputada federal Sandra Rosado (hoje no PSDB), tentou aboletar o filho e vereador Lahyrinho Rosado (à época no PSB) como vice de Rosalba. Foi vetado. Carlos Augusto considerou ‘pesado demais’ dois Rosados na chapa. “O seu problema já está resolvido em Natal”, asseverou.

Um arranjo político arquitetado em Natal para o então deputado estadual Álvaro Dias (MDB) ser vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) à reeleição (veja AQUI), permitiria a volta de Larissa Rosado à AL (veja AQUI), em face de ser a suplente imediata. A vitória da chapa Carlos-Álvaro era dada como certa. E assim aconteceu.

Para 2020, Rosado e Rosado numa mesma chapa? Pouco provável. Impossível, não, que se diga.

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segunda-feira - 13/05/2019 - 16:48h
Antecipação

Rosalbismo começa a ‘fazer caixa’ para difícil campanha

O rosalbismo começou a ‘fazer caixa’ para a campanha 2020.

Quer chegar lá ‘baludo’.

A antecipação em tantos meses de algumas providências à disputa municipal que só acontecerá no segundo semestre do próximo ano, é algo incomum para o grupo.

Mas tem razão de ser.

As dificuldades não são as mesmas e o cenário que se forma, também não.

As eleições do próximo ano definirão o futuro do grupo ou lhe darão um freio.

Por isso, que levantar recursos passou a ser imprescindível.

Como pregava um ditado popular nos anos 70 do século passado…”é calça de veludo ou bunda de fora!”

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sábado - 04/05/2019 - 23:38h
Eleições

Rosalbismo quer um novo vice capaz de somar em 2020

Em 2016, a vice surpresa com Rosalba (Foto: arquivo)

É escassa a possibilidade da atual vice-prefeita Nayara Gadelha (PP) figurar na chapa à reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no próximo ano.

O rosalbismo quer alguém com maior expressão, capaz de somar.

Já começou a procura por esse nome

Em 2016, Nayara acabou sendo uma grande surpresa na chapa, depois de muitas divergências internas entre o líder Carlos Augusto Rosado e seu irmão e presidente estadual do PP, ex-deputado federal Betinho Rosado.

Para 2020, as exigências da campanha prometem ser bem maiores.

A vaga de vice será usada para atrair apoio de peso.

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quinta-feira - 02/05/2019 - 17:18h
Estratégia

Rosalbismo pode “bancar” falsa oposição para facilitar vitória

Grupo governista precisa fracionar e fragilizar adversários para uma campanha que tende a ser difícil

Entre as estratégias estudadas pelo Palácio da Resistência para enfrentar a dura campanha sucessória que o espera, no próximo ano em Mossoró, uma hipótese em maturação é a de fomentar (bancar) outras candidaturas na oposição.

O raciocínio dos atuais inquilinos do poder, o rosalbismo, é bastante lógico. Os cardeais Jules Mazzarino e Richelieu entenderiam, como o também célebre cortesão Nicolau Maquiavel.

Precisa ter um fracionamento e pulverização de chapas na oposição para diluir os votos “do outro lado”.

Como Mossoró não tem segundo turno, a missão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) à reeleição ficaria um pouco menos árdua.

Em 2016, o estratagema foi diferente.

Mesmo diante de um adversário extremamente fragilizado, o então prefeito Francisco José Júnior (PSD, hoje sem partido), com mais de 74 por cento de reprovação logo no início do ano, o rosalbismo não quis correr risco. Fechou uma coligação com sete partidos e tomou outra medida mais cirúrgica.

Atraiu parentes e adversários históricos liderados pela ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB) e sua filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), transformando o chamado “rosadismo” em um apêndice/satélite seu. Assim, subtraiu forças da oposição.

Com pesquisas em mãos, o rosalbismo identificou que o grupo de Sandra e Larissa era um estorvo, mas causaria menos prejuízo sob seu tacão do que na fileira adversária, mesmo sem fôlego algum.

Paralelamente, por erro de cálculo, não imaginava que a imberbe chapa Tião Couto (PR, à época no PSDB)-Jorge do Rosário (PR) fosse oferecer maior perigo. Assustou.

Leia também“Efeito Peixoto” pode tornar muito possível vitória de Rosalba;

Leia tambémFátima e Bolsonaro e o peso de cada um nas eleições 2020.

Em 2020, o latifúndio da oposição continuará lá, podendo ser alargado ou retraído, conforme uma série de fatores, como a composição de uma chapa competitiva.

Em suas sequentes pesquisas, o rosalbismo sabe que não é impossível perder as eleições. A avaliação da prefeita e seu governo continua sofrível, além de ter caído bastante (veja AQUI e AQUI) sua aprovação.

Maquinar como superar as dificuldades e garantir o quinto mandato de prefeito da “Rosa”, faz parte da engenharia político-eleitoral do grupo.

A oposição que se cuide e se vire.

Mossoró não é para amadores.

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terça-feira - 16/04/2019 - 12:35h
Estresse

“Força Tarefa” mostra apreensão do grupo rosalbista

O grupo “Força Tarefa”, que na rede social WhatsApp reúne militantes robalbistas, auxiliares diretos e detentores de cargos comissionados na Prefeitura Municipal de Mossoró, revela grande apreensão.

Os diálogos que vazam mostram muito estresse entre esses colaboradores e no próprio governismo.

A ordem é se mexer nos bairros e melhorar presença em redes sociais para defesa da “Rosa”, que vive desgaste crescente.

É, não está fácil.

É o que estou observando.

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terça-feira - 26/03/2019 - 23:20h
A arte da guerra

Falo e quem me escuta?

O rosalbismo talvez produza alguns feitos até aqui improváveis, graças à sua teimosia e autossuficiência:

Um: fabricar ‘vítimas’ no campo político adversário.

Dois: criar os meios à união de forças excludentes, na oposição, pressuposto ao enfrentamento viável nas urnas em 2020.

Os tempos são outros, os tempos são outros, tenho alertado há tempos.

Mas quem me escuta no Palácio da Resistência?

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segunda-feira - 29/10/2018 - 09:30h
Pós-eleições

Rosalba prepara pacotão com exonerações e forte arrocho

Passadas as eleições 2018, em seus dois turnos, o grupo da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) começa a fazer o rescaldo. O balanço preliminar é desastroso do ponto de vista político: saldo zero, com possibilidade de maiores prejuízos adiante.

Rosalba: saldo zero; Carlos: exonerações em massa (Foto: Canindé Soares)

Os reflexos das urnas nas eleições de 7 de outubro e ontem (domingo, 28), logo começarão a ser sentidos na própria máquina municipal, que foi a principal fornalha da campanha dos candidatos do rosalbismo, todos literalmente derrotados.

Pacotão

Exonerações em massa de comissionados, restrição considerável em contratos terceirizados, arrocho no custeio operacional da municipalidade, reforma administrativa e outras medidas igualmente ortodoxas deverão ser tomadas.

O “pacotão” vai ser aberto. É inadiável, sobretudo porque foi postergado desde o começo da própria gestão, que prometeu austeridade e pouco ousou, agindo em sentido inverso para atender a interesses políticos.

Num desabafo entre circunstantes no final da campanha eleitoral, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, marido de Rosalba, foi claro:

– “Se não, a gente não consegue sequer pagar a folha!”

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domingo - 28/10/2018 - 16:34h
Deixe estar

Rosalbismo recua de operação de guerra para dia de eleição

Kadu e Carlos: Mossoró em aberto (Foto: assessoria)

Nada de boca de urna ou trabalho de transporte para eleitores como última tentativa de captação de votos, em Mossoró, neste dia de eleições no segundo turno.

Decisão tomada pelo líder do rosalbismo, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado.

A chapa ao governo estadual defendida pelo grupo, Carlos Eduardo Alves (PDT)-Kadu Ciarlini (PP), teria uma operação de guerra para este dia.

Mas a última ordem foi vetar tudo.

Deixe estar.

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sexta-feira - 26/10/2018 - 22:20h
PRIMEIRA MÃO

Rosalbismo vai pro tudo ou nada para não perder em Mossoró

Carlos: operação de guerra até domingo (Foto: arquivo)

Líder do rosalbismo, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado teve reunião à manhã desta sexta-feira (26) com vereadores e outros nomes que trabalham a campanha da chapa Carlos Eduardo Alves (PDT)-Kadu Ciarlini (PP) em Mossoró. Aconteceu  no Sítio Cantópolis.

No imóvel que é utilizado para reuniões políticas do grupo, os participantes discutiram plano de ações de grande impacto para se reverter a expectativa desfavorável à chapa Carlos-Kadu, em Mossoró, no pleito de domingo (28). No primeiro turno, a chapa perdeu no município para Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB) por 9.391 votos (8,66%).

A ordem é partir pro tudo ou nada.

Representação do Instituto Gama de Fortaleza-CE mostrou dados de pesquisa para consumo interno, que serviram para estimular o trabalho mais aguerrido do rosalbismo nas próximas horas. Na ótica de Carlos e do Gama, é possível conseguir uma vitória local, como aconteceu na campanha municipal de 2012.

Naquela contenda doméstica, a então candidata do grupo, vereadora Cláudia Regina (DEM), atropelou a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) nos últimos dias, vencendo o pleito por 5.295 votos (3,93%). Só uma pesquisa de boca de urna apontou sua vitória. Todas as anteriores, não.

Leia também: Carlos Eduardo só supera adversária na capital do estado;

Leia também: Três pesquisas apontam caminho de vitória para Fátima;

Leia também: Ibope mostra Fátima com 10% à frente de Carlos Eduardo;

Leia também: Em Pesquisa FM 98.9/Consult vantagem de Fátima é de 5,4%;

Leia também: Big Data aponta maioria de 8% para Fátima Bezerra.

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terça-feira - 09/10/2018 - 23:30h
Segundo Turno

Grupo faz pesquisa e sonda apoio a Jair Bolsonaro

O Instituto Gama de Fortaleza (CE), que trabalha pesquisas administrativas, políticas e eleitorais para o grupo da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), está com entrevistadores nas ruas de Mossoró.

O levantamento objetiva situar o rosalbismo com vistas às eleições do segundo turno no estado.

A missão é tentar reverter números do primeiro turno (veja AQUI), quando a chapa Carlos Eduardo Alves (PDT)-Kadu Ciarlini (PP) foi derrotada no município por Fátima Bezerra (PT) e seu vice Antenor Roberto (PCdoB).

A sondagem procura, por exemplo, medir se é acertada a tática de desembarcar na campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), de modo a  puxar votos contra os adversários. Nas  redes sociais, pessoas ligadas a esse sistema político começaram a espalhar material associando Carlos Eduardo a Bolsonaro, como um “balão de ensaio”.

No primeiro turno, Rosalba e seu grupo apostaram em Ciro Gomes (PDT).

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segunda-feira - 08/10/2018 - 12:22h
Eleições 2018

Grupo Rosado sai destroçado de eleições no primeiro turno

Clã encolhe sem eleger ninguém e tem sua força limitada em seu próprio espaço geopolítico original

O grupo político-familiar Rosado sai destroçado das eleições em primeiro turno do Rio Grande do Norte em 2018. Os números das urnas reduziram sua força eleitoral até mesmo em sua comuna, Mossoró, onde teve desempenho sofrível.

Reunificado pelo temor de ser engolido no pleito municipal de 2016, após mais de 30 anos de polarização, a “união” dos Rosados por necessidade não foi suficiente para sustentar pelo menos um mandato federal e outro estadual no pleito de 2018.

Rosalba e seus candidatos foram derrotados “em casa”, por adversários quase invisíveis (Foto: arquivo)

A partir de janeiro de 2019, esse clã terá apenas os mandatos de Rosalba Ciarlini Rosado (PP) e da sua prima e vereadora Sandra Rosado (PSDB). Uma volta ao passado em termos de poder, há 70 anos. Em 1948, o sogro de Rosalba – Dix-sept Rosado – era prefeito de Mossoró; Vingt-Rosado, pai de Sandra, vereador. Dix-duit Rosado, irmão de ambos, tinha sido eleito deputado estadual constituinte (1947 a 1951).

Os primos Beto, Larissa e Kadu

Candidato à reeleição à Câmara Federal e apoiado pela prefeita e tia-afim Rosalba Ciarlini, Beto Rosado ficou apenas na primeira suplência da “Coligação 100% RN”, nas eleições deste ano.

Já a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), filha da ex-deputada federal e atual vereadora Sandra Rosado, somou a sua segunda derrota consecutiva à Assembleia Legislativa. Lá está desde 2017, graças a um acordo político engendrado pelo então deputado federal Henrique Alves (MDB).

Outro dissabor eleitoral veio da própria casa da prefeita Rosalba: seu filho Kadu Ciarlini (PP), integrante da chapa ao Governo do RN do ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), foi derrotado em Mossoró. Pelo menos vai para o segundo turno, onde existe fio de esperança de conquista eleitoral.

Números

Em Mossoró, Beto Rosado empalmou apenas 16.241 votos (14,79%), o que lhe garantiu o primeiro lugar – mas não a reeleição. Trabalhava para obter 30 mil no município. Em 2014, quando se elegeu, obtivera 15.321 (15.37%) e ficara atrás de Sandra Rosado (então no PSB), que somou 18.271 (18,33%) àquela ocasião, não se reelegendo.

No estado, Beto alcançou 71.092 (4,42%). Em 2014, eleito, 64.445 (4,08%).

Quando à Larissa, a queda foi abissal. Também foi primeira colocada em Mossoró, mas atrofiou bastante. Teve 17.753 (15,08%) este ano. Em 2014, ela chegou a 24.585 (24,35%).

No cômputo geral no estado, a deputada amealhou 25.909 (1,54%). Em 2014, a parlamentar tinha somado 32.876 (1,98%).

Chapa da “Rosa” perde para adversária sem palanque

O caso mais representativo da desnutrição de poder dos Rosados, que por anos se dividiu nos neologismos “rosalbismo” (de Rosalba) e “rosadismo” (sob comando de Sandra), é a contenda ao governo estadual.

A chapa Carlos Eduardo Alves-Kadu Ciarlini foi derrotada por Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB) em Mossoró, mesmo com avassaladora força da estrutura do município e o capital político da “Rosa”. Importante ser destacado, que Fátima-Antenor não teve sequer um palanque representativo e escassas vezes “passou” pela cidade no primeiro turno.

Mesmo assim, venceu o pleito local com 46.634 (43,02%). Carlos-Kadu totalizou 37.243 (34,36%). Maioria de 9,391 votos (8,66%). O estrago foi até ameno, que se diga. Não fosse o intenso trabalho do governismo municipal na periferia e zona rural, seria bem pior.

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sábado - 29/09/2018 - 18:12h
Em Mossoró

Rosalbismo trabalha incessantemente para três metas

No âmbito do grupo rosalbista, há um esforço sobre-humano para alcance de três metas eleitorais possíveis em Mossoró, mas muito difíceis, cada uma por suas características, conjuntura e peculiaridades da própria campanha.

1 – A chapa Carlos Eduardo Alves (PDT)-Kadu Ciarlini (PP) vencer o pleito no município, pois em todas as pesquisas publicizadas e de consumo interno aparece em segunda posição, atrás da encabeçada por Fátima Bezerra (PT).

2 – O candidato à reeleição à Câmara Federal, Beto Rosado (PP), empalmar pelo menos 30 mil votos.

3 – Larissa Rosado (PSDB), candidata à reeleição à Assembleia Legislativa, obter 30 mil votos.

Depois traremos mais postagens sobre o assunto, com bastidores e análises.

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terça-feira - 25/09/2018 - 12:03h
Rosalbismo

Concorrência “em casa” cria mal-estar com Larissa Rosado

Do Blog do Barreto

A vereadora natalense Nina Souza (PDT) segue buscando ocupar espaços para tirar uma boa votação em Mossoró, na tentativa de se eleger a deputado estadual. Ontem (segunda-feira, 24), ela esteve no Sítio Cantópolis, local marcante nas mobilizações do rosalbismo.

A presença dela cercada de apoiadores gerou um grande mal-estar com a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB).

Ficou um clima pesado nos bastidores com a insatisfação da tucana.

No discurso, Larissa reforçou a necessidade de se votar em candidatos da terra porque são eles quem conhecem os problemas de Mossoró aumentando ainda mais o mal-estar no Sítio Cantópolis.

Nota do Blog Carlos Santos – No dia 20 de agosto último postamos a nota Nina Souza conta com apoios importantes em Mossoró, na Coluna do Herzog, em que retratamos apoio de setores do rosalbismo, em Mossoró, para injetar apoios à sua votação no município.

Beto tem um dos braços do rosalbismo e do clã Rosado em Natal, com Nina e Carlos Eduardo (Foto: redes sociais)

No último dia 3 de setembro, também na Coluna do Herzog, sob o título Os desafios que rondam o clã Rosado, detalhamos entendimento para favorecer Nina Souza, que envolve o deputado federal Beto Rosado (PP), em troca do apoio dela e do candidato ao Governo do RN, Carlos Eduardo Alves (PDT), em Natal.

À noite do dia 17 do mês passado, início da campanha eleitoral (veja AQUI), o ex-deputado federal Betinho Rosado (pai de Beto e dirigente estadual do PP), chegou a pedir votos para Nina Souza no Sítio Cantópolis, no início da atual campanha.

Se nem o clã Rosado é “bairrista”, purista, como quer cobrar que o eleitor mossoroense o seja?

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