No núcleo fechadíssimo do grupo da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), há convicção de que ela precisa ganhar mais “massa” no período pré-eleitoral à Prefeitura de Mossoró, para evitar maiores sobressaltos na campanha.
Na única pesquisa publicada sobre a sucessão municipal, este ano (veja AQUI), ela apareceu com a preferência de 43,8% do eleitorado. A expectativa de muitos correligionários era de que passasse dos 60%.
O rosalbismo, em seu alto comando, sabe que esse capital que já foi muito maior está aquém do esperado e necessário. Precisa ser inflado.
Fôlego novo
Na campanha estadual de 2014, quando ainda era governadora, Rosalba teve reprovação de seu Governo superior aos 54 pontos percentuais, em Mossoró.
Sua passagem pelo Governo estadual explica, e muito, esse cenário abaixo dos sonhos de todo rosalbista.
A administração em queda livre do prefeito Francisco José Júnior (PSD) e a cambaleante gestão Robinson Faria (PSD), até aqui, ajudam a entender seu fôlego novo depois de 2014.






























