quarta-feira - 14/09/2022 - 09:50h
Entrevista

O adeus da Petrobras ao RN no programa PodFalar da Super TV

Como está o processo de saída da Petrobras do RN? Para onde vão os funcionários da estatal que atuam no território potiguar? Qual a reação dos petroleiros e da classe política com esse desinvestimento? Há expectativa de recuo?Pedro Lúcio, Sindicato dos Petroleiros, programa PodFalar, Super TV, 14-09-2022

Sobre esse e outros assuntos, o podcast PodFalar, da Super TV, recebe nesta quarta-feira o secretário do Sindicato dos Petroleiros do RN, Pedro Lúcio.

O programa é apresentado pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jailton Magalhães, com produção do jornalista Nilton César.

Vai ao ar às 21h pelo canal 14.1 da tv aberta em Mossoró, 173 da Brisanet, além de todas as redes sociais da emissora.

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Categoria(s): Comunicação / Gerais
segunda-feira - 31/08/2020 - 10:24h
Pauta

Governadora e bancada federal se reúnem agora em Natal

A governadora Fátima Bezerra (PT) e a bancada federal potiguar participam agora de reunião conjunta no Centro de Convenções de Natal.

Deputados Rafael Motta, Jean-Paul Prates e Natália Bonavides participam de reunião (Foto: Assessoria Jean-Paul Prates)

Em pauta: execução das emendas 2020 (Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA) 2021.

Também está em discussão a venda de ativos da Petrobras, com a apresentação do relatório do Governo do Estado pela governadora sobre as consequências dessa decisão da estatal (veja AQUI) anunciada há poucos dias.

Novo líder

Entre os parlamentares, há ainda escolha do novo líder da bancada – que passará do deputado Rafael Motta (PSB) para Benes Leocádio (Republicanos).

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Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 26/08/2020 - 23:54h
Estava escrito

Realismo do adeus da Petrobras não é de hoje nem repentino

Muito louvável as manifestações da classe política em defesa da permanência da Petrobras no RN.

Graça Foster enganou numerosa delegação de políticos do RN (Foto: arquivo/18-04-2013)

Mas sejamos realista: barulho para nada. Todos se pronunciam por  formalismo. Outros tentam jogar “para a torcida”.

A debandada da empresa é irreversível, não começou agora nem é decisão repentina. É uma política traçada ainda na gestão Dilma Rousseff (PT).

Em 2013, a Petrobras começou o Programa de Otimização de Custos Operacionais (PROCOP), que visava economizar R$ 32 bilhões de 2013 a 2016 (veja AQUI). O RN foi um dos mais atingidos, com a exploração em terra. Houve recuo na exploração e produção, com milhares de desempregos.

Audiência

No dia 18 de abril de 2013, Graça Foster, presidente da estatal na era Dilma Rousseff, recebeu numerosa delegação de políticos do estado em seu gabinete no Rio de Janeiro, e argumentou que tudo não passava de “ajustes” (veja AQUI). Até prometeu novos investimentos. Acreditaram nela.

A Câmara Municipal de Mossoró tinha realizado audiência pública sobre o assunto e gerou documento (“Carta de Mossoró”) para manifestar preocupação com o desmanche da estatal no município e estado, que foi entregue a Foster. Inclusive, a agradaram antes com um bizarro título de Cidadania Mossoroense (mesmo sem ela sequer conhecer o município).

De lá para cá o estrago só aumentou.

Pouco tempo após a audiência, a Petrobras começou o programa “Mobiliza 2013″ – veja AQUI, transferindo mais de 3,3 mil trabalhadores seus da região de produção nordestina, para outras bases no país.

De lá para cá, só ladeira abaixo.

O RN, Estado e municípios, subaproveitaram o ciclo de ouro do petróleo. Quem quiser que estrebuche. Prioridade é pré-sal.

Leia também: Redepetro/RN diz que saída da Petrobras é virada no mercado.

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Categoria(s): Economia / Política
terça-feira - 25/08/2020 - 22:26h
Economia

Redepetro diz que saída da Petrobras é virada no mercado

Dias: há futuro (Foto: reprodução BCS)

Anunciada nessa segunda-feira (24) pela Petrobras, a venda do Polo Potiguar reaquecerá a atividade de petróleo e gás no Rio Grande do Norte. A avaliação é da Associação Redepetro RN, que congrega empresas do setor.

Segundo a entidade, a negociação provocará reviravolta no mercado: substituirá o desinvestimento da Petrobras por aportes da iniciativa privada.

A Petrobras iniciou processo para venda da totalidade de suas participações em um conjunto de 26 concessões de campos de produção terrestres e de águas rasas no Rio Grande do Norte, que formam o Polo Potiguar. O ativo compreende os subpolos Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana, com 23 concessões terrestres e três marítimas.

Também inclui acesso a infraestrutura de processamento, refino, logística armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural.

A companhia destacou que está incluída na transação a refinaria Clara Camarão, localizada no município de Guamaré, que possui capacidade instalada de refino de 39,6 mil barris de petróleo por dia.

Novo cenário

O presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, avalia que a venda consolidará nova realidade da bacia potiguar, iniciada com a negociação de 46 concessões, a qual movimentou cerca de R$ 2,1 bilhões, em sete meses.

“A saída da Petrobras não significa o fim da atividade petrolífera no RN. Pelo contrário. Trará oportunidades para toda a cadeia produtiva”, observa. Dias cita o exemplo do campo Riacho da Forquilha, em Mossoró, recentemente adquirido pela empresa Potiguar E&P.

“Em apenas seis meses após assumir o campo, a produção aumentou 30%”, lembra. Esses e outros números, segundo ele, transformaram o Rio Grande do Norte em referência nacional em revitalização de campos terrestres (onshore).

Virada no mercado

“A decisão da Petrobras não é um revés, mas uma virada no mercado. No lugar de uma petrolífera sem interesse de investir, chegarão empresas de grande porte, decididas a novos investimentos”, avalia.

Essas grandes corporações – observa – contratarão mão de obra, sublocarão empresas menores, comprarão no comércio local, enfim, movimentarão a cadeia. “O que a Petrobras precisa esclarecer – adverte Gutemberg Dias – é se a venda do polo será única ou fracionada”.

“Seria interessante que várias empresas comprassem o ativo potiguar, porque novos entrantes gerariam mais negócios. Nossa ressalva é que haja pluralidade para dinamização do negócio, e não a venda de todo o polo para uma única empresa”, pondera.

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Categoria(s): Economia
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