quinta-feira - 14/09/2023 - 19:08h
Reforço

MDB recebe mais 5 prefeitos e totaliza 45 prefeituras no RN

Walter e

Walter e André Rodrigues; Cletson de Oliveira, Reno Marinho, Thuanne Carvalho e André Jr. (Edição de fotos do MDB/RN)

O Movimento Democrático Brasileiro no Rio Grande do Norte (MDB-RN) chega à marca de 45 prefeitos – dos 167 do estado. O presidente estadual da legenda, vice-governador Walter Alves, anuncia mais cinco governantes municipais para reforço da legenda.

“Amanhã, dia 15, faremos um ato de filiação em São José de Mipibu. Recebemos os prefeitos André Júnior, André Rodrigues, Cletson, Reno e a prefeita Thuanne de braços abertos. Estamos confiantes de que todos contribuirão significativamente para fortalecer nosso partido”, proclamou ao lado do ex-senador Garibaldi Filho, uma das lideranças da sigla.

No mês passado, os prefeitos de Lajes, Felipe Menezes, e de São Bento do Norte, Dão Montenegro, também anunciaram filiação ao MDB-RN.

Perfil

Francisco André Régis Júnior (PP) é médico e iniciou a vida pública no ano de 2016 quando foi candidato a vice-prefeito. Em 2020, foi eleito prefeito de Itaú pela primeira vez, conquistando mais de 52% dos votos válidos.

André Rodrigues da Silva (PL) é advogado e começou a trajetória política no ano de 2020 quando foi eleito, pela primeira vez, prefeito de Monte Alegre, com mais de 61% dos votos válidos. O atual vice-prefeito do município, Toinho Ananias, também é filiado ao MDB.

Cletson Rivaldo de Oliveira (PSD) é professor de ensino médio e foi eleito, em 2020, prefeito de Equador, pela primeira vez, com mais de 56% dos votos válidos. O gestor já exerceu o cargo de vereador no município.

Reno Marinho de Macêdo Souza (ex-PL) é advogado e, em 2020, foi reeleito prefeito de São Rafael com mais de 45% dos votos válidos.

Thuanne Karla Carvalho de Souza (ex-Republicanos) é enfermeira, e atuou na secretaria municipal de Saúde de Vila Flor. Iniciou a vida pública em 2020 quando, pela primeira vez, foi eleita prefeita de Vila Flor com mais de 42% dos votos válidos.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 20/11/2020 - 21:44h
RN

TAC vai permitir construção de Centro de Pesquisa Arqueológico

O Ministério Público Federal (MPF) obteve a homologação judicial do acordo firmado entre duas usinas de energia eólica e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que resultará em investimentos de R$ 1,3 milhão na construção de um centro de pesquisa, na aquisição de equipamentos e ainda na publicação de um livro.

O aporte financeiro servirá como compensação pela destruição parcial ou total – durante as obras de construção dos parques eólicos – de sítios arqueológicos localizados nos municípios de Pedra Grande e São Bento do Norte.

As usinas de energia eólica Potiguar S/A e Jangada S/A, envolvidas no acordo, são subsidiárias da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e controladas pelo Governo do Estado do Paraná. As duas foram alvos de ações civis públicas impetradas pelo MPF depois que se constatou o prejuízo causado aos sítios arqueológicos Potiguar 1, Potiguar 3 (ambos em Pedra Grande) e Jangada 2 (em São Bento do Norte), que foram destruídos total ou parcialmente durante a implantação de aerogeradores, estradas de acesso e outras estruturas.

O acordo foi firmado após uma audiência de conciliação promovida em julho deste ano, na qual o MPF – representado pelo procurador da República Felipe Siman – obteve a concordância das partes na assinatura de um termo de ajustamento de conduta (TAC). O entendimento pôs fim a quase três anos de espera, já que desde setembro de 2017 uma vistoria havia apontado a agressão sofrida pelos sítios durante as obras dos parques eólicos.

Mossoró

O TAC prevê que, da quantia total, R$ 100 mil irão para a publicação do livro “A simbologia rupestre do Rio Grande do Norte”, de autoria de Valdeci dos Santos Júnior, e os demais R$ 1,2 milhão serão destinados à construção do Centro de Pesquisas da Pré-História (CPPH), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), a ser erguido na cidade de Mossoró; além da aquisição de mobiliários e equipamentos.

O prazo é de 31 meses para a conclusão da obra.

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Categoria(s): Cultura / Justiça/Direito/Ministério Público
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