terça-feira - 26/03/2019 - 13:20h
Saúde e Previdência

Aposentadoria em massa complica mais ainda o Tarcísio Maia

Em 2015, 34 servidores do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, entraram com pedido de aposentadoria.

Em 2016, o número avançou para 54.

Já em 2017, uma enxurrada de aposentadorias: soma de 196.

Em 2018 aconteceu escala menor, com 26 aposentadorias.

Foram 310 servidores aposentados em quatro anos, só nessa unidade de saúde pública estadual, comprometendo mais ainda seu funcionamento.

O temor quanto à reforma previdenciária e a crescente precarização dos serviços provocaram esse fenômeno. Comprometem as atividades normais do hospital e mexem no passivo previdenciário estadual.

O HRTM foi inaugurado em 1986 com cerca de 600 funcionários.

Atualmente, ele possui 735 servidores efetivos e 75 terceirizados.

São 33 anos de  história.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
segunda-feira - 25/02/2019 - 22:46h
Giselda Trigueiro

Com virose, Fátima Bezerra é paciente em hospital público

Fátima: descanso recomendado (Foto: Twitter)

Em seu endereço pessoal na rede social Twitter, a governadora Fátima Bezerra (PT) relata que agora à noite foi uma das pacientes do Hospital Giselda Trigueiro (Natal).

“Meus amigos e minhas amigas, boa noite. Há dias fui acometida de uma virose braba, que quer me deixar de molho, então vim me consultar no Giselda. Dra. Milena disse que eu preciso me aquietar e que esse repouso é importante. E eu consigo?” – postou ela.

Localizado no bairro das Quintas em Natal, o Giselda Trigueiro é o principal hospital público de doenças infecto-contagiosas e toxicológicas do Rio Grande do Norte.

A chegada de Fátima causou certo burburinho entre equipe funcional e outros pacientes.

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quinta-feira - 21/02/2019 - 23:10h
Saúde

Grevistas vão mostrar o “Mural da Vergonha” do governo

Nesta sexta-feira, (22), os servidores da saúde do Rio Grande do Norte vão realizar um ato em frente ao Hospital Walfredo Gurgel, a partir das 9h da manhã.

Além de reivindicarem o pagamento dos salários atrasados, os servidores também vão expor o Mural da Vergonha, onde denunciam o déficit no quadro de funcionários e a falta de medicamentos e de materiais básicos nas unidades de saúde do estado.

A paralisação acontece há pouco mais de 15 dias.

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quinta-feira - 21/02/2019 - 11:10h
Saúde, Segurança, Economia

Deputado apresenta preocupações e pede apoio a senadores

Deputado Allyson Bezerra esteve em Brasília com os senadores Zenaide, Prates e Valentim (Fotomontagem: BCS)

O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) participou de três audiências nessa quarta-feira (20) os senadores do Rio Grande do Norte, em Brasília. Na pauta, questões relacionadas à Saúde Pública, Segurança Pública e economia.

Com os senadores Capitão Styvenson Valentim (Podemos), Jean-Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (PROS), Bezerra apresentou solicitações através de emendas parlamentares para dois setores nevrálgicos da administração estadual: Saúde e Segurança.

Outro ponto tratado com os congressistas foi quanto à audiência pública sugerida e presidida por ele na última quinta-feira (14) – veja AQUI – na Assembleia Legislativa. Os debates trataram do impasse por questões ambientais entre a indústria salineira e o Ministério Público Federal do RN (MPF/RN), que compromete mais de 75 mil empregos diretos e indiretos no setor.

Importância

Alysson Bezerra ratificou também a necessidade de que haja o reconhecimento do sal marinho como produto de utilidade pública e social, luta que se arrasta há alguns anos em Brasília.

“O sal do RN responde por mais de 95% da produção nacional, é uma atividade industrial com mais 200 anos no estado e a maior parte é para o consumo brasileiro, com utilização em vários segmentos, da pecuária à indústria têxtil e cosméticos”, argumentou.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Allyson Bezerra.

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quarta-feira - 06/02/2019 - 11:22h
Reunião

Governo e Uern afinam parceria para área de Saúde

Reunião ocorreu em Mossoró (Foto: Assecom/RN)

Como proposta para fortalecer os consórcios interfederativos de Saúde a serem implantados no RN, o secretário de Estado da Saúde Pública (SESAP), Cipriano Vasconcelos Maia, e equipe, se reuniram nesta terça-feira (5) em Mossoró com o reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), Pedro Fernandes. Propuseram uma parceria no campo da educação na área da saúde.

“Temos um desafio grande que é efetivar uma política de educação pública com o SUS (Serviço Único de Saúde)”, afirmou Maia.

Segundo Cipriano, “a parceria com a Uern pode fortalecer a rede SUS como espaço de formação acadêmica, por isso temos interesse em fazer essa parceria institucional, porque quem ganha é o sistema de saúde e a população a ser atendida”.

O secretário ressaltou também a importância da regionalização e dos consórcios interfederativos de Saúde como nova política da gestão. O reitor colocou a Uern à disposição para fazer essa parceria e enfatizou a necessidade da inserção do aluno nesse projeto.

Com informações do Governo do RN.

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quinta-feira - 31/01/2019 - 06:44h
Saúde no RN

Comissão apontará proposta para alta complexidade

Governo do Estado e prefeituras do Natal e de Mossoró começaram nessa quarta-feira (30), uma discussão de suma importância para a saúde pública: a operacionalização de atendimentos de alta complexidade no RN. Centenas de pacientes sofrem com falta de cobertura.

Fátima e os prefeitos estabeleceram prazo mínimo para tomada de medidas (Foto: cedida)

Os prefeitos de Natal (Álvaro Dias-MDB) e Mossoró (Rosalba Ciarlini-PP) foram recebidos pela governadora Fátima Bezerra (PT) e vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) na Governadoria, com o suporte de auxiliares da área econômica e Saúde do estado.

Ficou decidida a criação de um grupo de trabalho entre as prefeituras de Natal e Mossoró com o Governo do Estado. Secretários dos três entes terão um prazo de oito dias para apresentar uma proposta de ação.

“Vamos analisar a encontrar os valores necessários para atender aos serviços de saúde pública, dos municípios de Natal e Mossoró”, disse Fátima Bezerra.

Além de auxiliares da governadora e dos secretários municipais da Saúde das duas prefeituras, também participou da conversa o médico e deputado estadual diplomado Bernardo Amorim (Avante).

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segunda-feira - 07/01/2019 - 19:10h
Paralisação

“Apagão” pode atingir Governo Fátima quinta-feira

Fátima Bezerra (PT) pode enfrentar “apagão” da Saúde.

No próximo dia 10 (quinta-feira), Assembleia Geral acontecerá às 14h em frente ao Hospital Walfredo Gurgel (HWG) em Natal.

Poderá ser promovida paralisação de ponta a ponta do estado, em suas unidades hospitalares.

Se houver decisão nesse sentido, a greve será detonada no dia 15 sem tempo para acabar.

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quinta-feira - 15/11/2018 - 18:54h
Saúde

Sem ‘Mais Médicos’ 67 municípios do RN ficam desassistidos

Atuação será encerrada (Foto: Araquém Alcântara)

Do Portal Agora RN

A saída de Cuba do programa Mais Médicos do Brasil, anunciada nesta quarta-feira (14) pelo governo do país caribenho, deixará 67 municípios do Rio Grande do Norte desassistidos, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

O Rio Grande do Norte tem, atualmente, 142 médicos cubanos distribuídos em 101 dos 167 municípios. Segundo a coordenadora da Comissão do Mais Médicos no Estado, Ivana Maria Queiroz, a saída dos profissionais caribenhos elevará de forma significativa o déficit de médicos existente.

Cidades mais afastadas

As cidades mais afastadas da capital, Natal, devem sofrer as maiores consequências. Ivana Queiroz assinala que o Estado tem dificuldade de contratar médicos, sobretudo para atuar em localidades distantes.

Pelo seu Twitter pessoal, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) avisou que condicionaria a manutenção dos médicos de Cuba “à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias” e que, “infelizmente, Cuba não aceitou”.

Leia também: Médicos cubanos começam a deixar o Brasil em dez dias.

O Ministério da Saúde anunciou que lançará um edital de emergência para cobrir as vagas deixadas pelos cubanos.

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quinta-feira - 15/11/2018 - 11:23h
Bernardo Amorim

Deputado-médico quer priorizar saúde pública em mandato

Eleito como o terceiro mais votado este ano, político mostra cenário muito complicado na região Oeste

Eleito como o terceiro nome mais votado (42.049 votos) entre os 24 próximos ocupantes do plenário da Assembleia Legislativa do RN, o médico Bernardo Amorim (Avante), 51, tem uma agenda definida para a legislatura de quatro anos: “A prioridade será a saúde, principalmente de nossa região”.

Bernardo Amorim quer levar sua experiência e conhecimento de gestão e sobre a saúde à AL (Foto: Web)

Ex-prefeito de Almino Afonso (Médio Oeste) por duas vezes, nativo de Mossoró, “onde moro, vivo e voto”, Bernardo César Carlos Belarmino de Amorim fala sobre saúde pública com propriedade. Não é da boca para fora, mas do exercício diário da medicina há vários anos.

Segundo ele, a interiorização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e fortalecimento dos hospitais estratégicos de Caraúbas e Apodi são fundamentais. “O Alto Oeste tem uma saúde menos precária com os investimentos feitos no Hospital Regional de Pau dos Ferros. Deputados da região trabalham para isso”, destaca.

Mas para Bernardo, mesmo com melhorias pontuais e restruturação desses equipamentos de saúde, não é possível conviver com algo irreal como tabela do Serviço Único de Saúde (SUS). “Está há 17 anos com valores congelados. Para você ter uma ideia, uma equipe médica faz cesariana com R$ 150,05 do Sus”, comenta.

Noas/Sus/Apamim

O agravante desse quadro, na ótica do deputado eleito e médico, foi o fechamento de sete unidades municipais (Governador Dix-sept Rosado, Campo Grande, Caraúbas, Patu, Apodi, Umarizal e Martins) da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância (APAMIM). A partir daí houve crescente sobrecarga de equipamentos como o Hospital Regional Tarcísio Maia  (HRTM) e a Apamim (Mossoró).

O Blog Carlos Santos lembra um desses casos.

A Maternidade Onzieme Rosado foi fechada em 2013 em Governador Dix-sept Rosado, após cerca de 50 anos de atividades (veja AQUI). Realizava internamento, oferecia serviços de eletrocardiograma e ultrassonografia, quando ainda contava com a parceria da Prefeitura de Municipal e recursos das Autorizações de Internamento Hospitalar (AIH’s), que encolheram drasticamente.

O atual modelo de saúde a partir da instituição da Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS/SUS), no início da década passada, concorre para resultados aquém do proposto – observa Bernardo Amorim. O Objetivo da NOAS/SUS seria promover maior equidade na alocação de recursos e no acesso da população às ações e serviços de saúde em todos os níveis de atenção, dentro de um processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade.

– Em Mossoró, por exemplo, a gente vê a Prefeitura Municipal de Mossoró suplementando o custo e pagando por atendimento a milhares de pessoas vindas de outros municípios, sem pactuação. A Justiça Federal deveria determinar que a União arcasse com seus compromissos. Desse jeito quebra tudo e não há como se prestar serviço a contento para a população – opina.

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sábado - 11/08/2018 - 10:53h
Tarcísio Maia

Hospital tem a terceira diretora em pouco mais de dois meses

Está no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (11) – veja AQUI, a nomeação da nova diretora-geral do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), sediado em Mossoró.

Veja abaixo uma síntese da portaria:

Denise: HRTM (Foto: Web)

RESOLVE nomear DENISE MARIA ARAGÃO MELO para exercer o cargo de provimento em comissão de Diretor de Unidade de Saúde (DUS II), do Hospital Regional Tarcísio de Vasconcelos Maia, em Mossoró/RN, unidade integrante da rede assistencial da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP).

Ela entra em lugar da médica e servidora estadual de carreira Glória Maria Barbosa, que foi nomeada emergencialmente no dia 4 de julho (veja AQUI). Antes dela, quem teve passagem meteórica pelo cargo foi Marícia Morais Gurgão, nomeada dia 4 de junho (veja AQUI).

Denise Aragão é a terceira diretora do HRTM num espaço de pouco mais de dois meses.

Ela já passou pela Direção Geral do Hospital Regional Dr. Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim/RN, além de ter sido adjunta da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP). Na gestão estadual de Rosalba Ciarlini (PP), Denise foi diretora geral do Hospital Regional de João Câmara.

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sexta-feira - 13/10/2017 - 19:04h
Mossoró

Juízes federal e estadual tratam da delicada Saúde Pública

Orlan Donato Rocha e Pedro Cordeiro Jr. tiveram reunião que pode ter profundas consequências à saúde (Foto: arquivo)

Os juízes Orlan Donato Rocha (8ª Vara da Justiça Federal) e Pedro Cordeiro Junior (1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró) andaram conversando.

Sem formalismo, mas com foco.

À mesa, eles discutiram um tema nevrálgico à sociedade mossoroense: Saúde Pública.

Ouvido ao chão como bom índio Comanche, Sioux, Cherokee, Cheyenne, Navajo ou Apache.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Vem novidades por aí.

Amém!

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde / Só Pra Contrariar
terça-feira - 23/08/2016 - 12:26h
"Caos total"

‘Estado está sem realizar cirurgias há 15 dias’, diz médico

“O estado do RN há 15 dias não realiza cirurgias de ortopedia, câncer, coração, neuro, infantil, cateterismo.” A exposição é feita pelo médico anestesiologista Mádson Vidal, em seu endereço no Twitter.

Segundo ele, a saúde pública de Natal e do Rio Grande do Norte vive estado de calamidade.

Alerta que tem “médicos sem receber pagamento desde janeiro”.

Ele chega a sugerir que o governador Robinson Faria (PSD) estabeleça “um gabinete de crise na saúde pública do RN” e administre diretamente a Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP).

“Caos total”, dimensiona o médico.

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segunda-feira - 25/07/2016 - 11:54h
Saúde

Estado deve R$ 116 milhões a prefeituras do RN

O secretário municipal de Saúde de Natal Luiz Roberto Fonseca afirmou hoje, durante entrevista ao programa Jornal da Cidade, da 94 FM (Natal), que o débito do Governo do Estado com as 167 prefeituras é de R$ 116 milhões, somando os repasses que deveriam ter sido feitos e não foram na área da saúde.

Luiz Roberto apontou caminho judicial (Foto: reprodução)

O auxiliar da Prefeitura de Natal também confirmou que a cobrança será judicializada, já que a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte entrou com a ação na Justiça.

“O Ministério Público também já foi comunicado desse grande débito do Governo com as prefeituras”, destacou Luiz Roberto Fonseca.

Com informações do Blog Política em Foco.

Nota do Blog Carlos Santos – Situação gravíssima. No caso de Mossoró, a Prefeitura de Mossoró queixa-se de um déficit que chegaria a R$ 20 milhões.

E olhe que o governador Robinson Faria (PSD) é aliado do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

A Prefeitura termina sobrecarregada no custeio de uma máquina de saúde que termina cobrindo obrigações que seriam do Estado.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quarta-feira - 02/03/2016 - 23:54h
Fenômeno

Tibau tem Saúde sufocada por demanda de outros municípios

Localizada a 42 quilômetros de Mossoró, divisa com Icapuí-CE, a cidade-praia do Tibau está com sua estrutura de Saúde sendo rapidamente asfixiada pelo desembarque de verdadeiras ‘delegações’ de pessoas doentes, advindas de outros municípios e até o Ceará.

Até mesmo de Mossoró tem chegado pacientes, numa migração incomum, haja vista que essa cidade é polo de vasta região, ao contrário de Tibau, com seus pouco mais de 4 mil habitantes.

Mesmo com consideráveis melhorias em sua Saúde, a Prefeitura mapeia esse fenômeno e já encontra dificuldades para reposição de remédios e materiais básicos para serviços de pronto-atendimento.

O problema tem consequências delicadas, pois compromete a cobertura do próprio residente e da população flutuante, que aumenta em finais de semana, feriados e veraneios.

Com a alta incidência de viroses e diarreias, por exemplo, numa demanda nunca antes vista, a Saúde Pública pode não ter mais como cobrir esse superlotação.

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Categoria(s): Saúde
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sexta-feira - 26/09/2014 - 08:07h
Às 9h

OAB promove audiência hoje sobre caos na Saúde de Mossoró

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Mossoró, promove nesta sexta-feira (26) uma audiência pública para discutir e buscar soluções imediatas em torno do problema que tem afetado a saúde pública no município. A Ordem convidou representantes dos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), representantes das categorias e instituições ligadas à saúde, organizações não-governamentais e a sociedade civil como um todo.

A intenção é debater o problema de forma séria, dando a devida atenção que o problema requer para evitar que novas vidas sejam perdidas.

A audiência pública começa às 9h, no auditório da OAB/Mossoró.

A instituição tem acompanhado de perto toda a problemática que envolve a crise na saúde pública, por meio da Comissão de Direitos Humanos (CDH). Os advogados e membros consultores já realizaram duas visitas ao Hospital da Mulher Parteira Maria Correia. A primeira ocorreu no dia 3 deste mês, quando a situação verificada já havia sido considerada como extremamente preocupante.

Na terça-feira (23), os membros da CDH voltaram ao Hospital da Mulher e constataram o agravamento da situação – veja AQUI.

Superlotação

O temor da OAB é que o problema continue se agravando e que novas vidas sejam perdidas pela falta de estrutura necessária à demanda, que é bastante desproporcional. A superlotação do Hospital da Mulher começou com a suspensão dos atendimentos na Casa de Saúde Dix-Sept Rosado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

A situação piorou quando a unidade hospitalar foi interditada. Todos os atendimentos que eram feitos nesta foram transferidos para o Hospital da Mulher, que não tem estrutura suficiente para suportar toda a demanda de Mossoró e região.

A OAB esteve no Hospital da Mulher e conversou com diversos profissionais que são obrigados a enfrentar uma série de dificuldades relacionadas à pouca estrutura, diante da demanda excessiva. Os membros da CDH ficaram impressionados com a grande carga de estresse emocional em todos os servidores, que se esforçam para oferecer o mínimo necessário às famílias que procuram àquela unidade, mas esbarram na falta de condições. Conforme constatou a OAB, a equipe do hospital está trabalhando no seu limite e também sofre por não conseguir atender dignamente.

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quinta-feira - 18/09/2014 - 11:37h
Calamidade pública

Audiência vai discutir o “direito de nascer” em Mossoró

Diretores do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia vão estar amanhã na Câmara Municipal de Mossoró.

Participarão de audiência pública a partir das 9h.

A proposição foi acatada pela Casa, apresentada pelo vereador Tomaz Neto (PDT).

– Parturientes estão morrendo, bebês estão sendo impedidos de nascer em Mossoró. Isso é humilhante e criminoso. Algo precisa ser feito com urgência. Logo! – brada Tomaz.

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sexta-feira - 29/08/2014 - 10:22h
Socorro!!!

Manifesto sai em defesa da Saúde em Mossoró e região

As voluntárias e pacientes das instituições filantrópicas (Associação de Apoio aos Pacientes com Câncer de Mossoró e Região – AAPCMR e Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer – LMECC) divulgam “Manifesto em defesa da saúde em Mossoró e região”.

O documento é rotulado de “carta à população e apelo à classe política” do Estado do Rio Grande do Norte, e é dirigido aos detentores de mandatos e candidatos nestas eleições.

No manifesto, voluntárias e pacientes trazem a público “alguns problemas” relacionados com a saúde pública de Mossoró e da região Oeste potiguar. “Aproveitando para fazer algumas interrogações aos que lidam com o tema na condição de parlamentares ou gestores públicos para que o eleitor possa com conhecimento, segurança e discernimento do voto, fazer uma escolha entre aqueles que mais se comprometem com a sociedade e lutam para transformar essa caótica situação”, cita a carta das instituições.

O documento cita a redução da oferta dos serviços e a política de concentração desses serviços numa única unidade hospitalar, alertando que essa “estratégia” poderá levar a saúde pública ao colapso. E lembra que para “salvar vidas” tem sido rotina a saída de pacientes para tratamento em outros centros urbanos, como Natal e Fortaleza.

“Arte” de fechar hospitais

O manifesto assinado pelas voluntárias e pacientes da AAPCRM e LMECC chama a atenção também para o que define como a “arte” de fechar hospitais.

O texto faz alusão ao fechamento de hospitais como Unicárdio, Samec (hospital pediátrico). E faz algumas “perguntas necessárias” aos que querem representar o povo de Mossoró e oestano:

“Quantas vezes os senhores provocaram encontros entre a Prefeitura de Mossoró, Governo do Estado e médicos de Mossoró e região para solucionar as paralisações dos serviços médicos e hospitalares nessa cidade? Por que os Senhores não lutam para aumentar o teto financeiro e melhorar um serviço de mais de 20 anos de luta e prestar um bom serviço de oncologia e prol da sociedade de Mossoró e do Oeste”, pergunta.

O manifesto defende a instalação de um hospital infantil, a reestruturação do Hospital Regional Tarcísio Maia, a reabertura da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, colocar novos médicos a serviço da população, aumentar o teto da oncologia e valorizar os serviços já existentes e prestados no Centro de Oncologia e no Hospital da Solidariedade, entre outras ações importantes em políticas públicas de saúde.

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segunda-feira - 15/07/2013 - 09:13h
Constatação

Falta respeito ao povo na Saúde Pública

Carlos Santos,

É triste quem não conhece a realidade prática da saúde pública e fica postando comentários ridículos e vergonhosos.

Trabalho em  saúde pública e clínica particular e já aconteceu de médicos deixarem de atender em Unidades de Saúde porque o trinco da porta estava com defeito.

Todos os usuários voltaram pra casa sem atendimento.

Minha sala também está com o trinco defeituoso, inclusive já fiquei até trancado (hoje apenas encosto a porta) e nem por isso vejo empecilho em deixar de atender os usuários.

Eu respeito os usuários de meus serviços, pois foram eles que pagaram minha maravilhosa UFRN (Universidade Federal do RN).

RESPEITO ao povo é o que falta !!!!

Carlos Lima – Webleitor

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quinta-feira - 06/06/2013 - 19:17h
Trabalhadores

Prefeitura anuncia que “zerou” pauta da Saúde

Trabalhadores municipais da Saúde e o governo municipal chegaram a um entendimento hoje, na sede do poder público municipal – Palácio da Resistência.

A prefeita Cláudia Regina (DEM) sentou à mesa com vereadores e representantes do Sindicato dos Servidores da Saúde Pública de Mossoró (Sindsaúde).

A pauta de reivindicações foi zerada com os servidores da Saúde.

A democrata entregou, em mãos, ao presidente da Câmara dos Vereadores, vereador Francisco José da Silveira Júnior (PSD), um Projeto de Lei que garante o reajuste de 50% da Graps – uma gratificação paga aos Agentes de Endemias e aos Agentes de Saúde. Essa última categoria também foi beneficiada com um segundo Projeto de Lei que autoriza a redução da jornada semanal de trabalho de 40 para trinta horas.

Demanda

A prefeita Cláudia Regina autorizou ainda a convocação de mais 87 Agentes Comunitários de Saúde, demanda definida de acordo com um levantamento da Secretaria de Saúde.

Além das medidas anunciadas, a prefeita Cláudia Regina antecipou à categoria que na próxima semana haverá um novo encontro para apresentar um pacote com dez projetos e ações voltados para a Atenção Básica.

Além do Sindicato, os vereadores governistas Manoel Bezerra (DEM), Tasso Mardony, Alex Moacir (PMDB), Zé Peixeiro (PMDB), Ricardo de Dodoca (PTB), Claudionor dos Santos (PMDB), Heró (PT do B), Narcízio Silva (PTN), Flávio Tácito (DEM), Celso Lanches (PV), Alex do Frango (PV) e Francisco Carlos (PV) participaram da reunião.

Com informações da Secretaria de Comunicação da  Prefeitura de Mossoró.

 

 

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quinta-feira - 30/05/2013 - 15:39h
Opinião

A saúde pública do Brasil tem jeito, sim

Se o Brasil conseguisse botar pelo menos um médico em cada um de seus mais de 5.500 municípios não resolveria caos na saúde, mas atenuaria.

Não falta apenas médico. Falta estrutura mínima.

A “Ambulancioterapia” continua sendo peça eleitoreira, abarrotando hospitais de referência em todas as partes do Brasil. Isso ocorre em relação ao Walfredo Gurgel em Natal e o Tarcísio Maia em Mossoró.

Pagar R$ 10 ou R$ 15 mil por mês um médico para atuar em Bodó ou Venha Ver, é salutar. Mas ele  precisa do mínimo de segurança à sua atividade, para não se transformar na panaceia ou ser satanizado por toda a população, em eventual erro ou incapacidade de assistência.

O Sistema Único de Saúde (SUS) e programas como Saúde da Família (PSF) são praticamente perfeitos no papel e podem realmente ser a redenção da saúde pública brasileira.

Entretanto é imprescindível que seus sabotadores (incluindo muitos homens de branco) sejam localizados e punidos pelo desleixo, má-fé e despreparo.

O Brasil tem jeito, sua saúde pública, também.

Precisamos mais de vontade política e coragem do que tão-somente mais recursos financeiros.

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quinta-feira - 30/05/2013 - 08:59h
Brasil

Informações mostram o porquê da fragilidade da Saúde

O webleitor João Bosco Souto, o nosso amigo “Bosquinho”, como sempre apresenta intervenções pertinentes nesta página. Outra vez, ele oferece boa contribuição ao debate sadio, equilibrado e construtivo.

Ele apresenta informações técnicas quanto à Saúde Pública no Brasil, mostrando o porquê de nosso atraso e de tamanha agonia da maioria da população.

Veja abaixo:

Sobre qualidade do ensino de medicina:

“[…] Exame do Cremesp de 2011 foi realizado em uma única etapa, uma prova objetiva contendo 120 questões distribuídas em nove áreas básicas de conteúdo. A nota considerada de corte é 6. O Exame é aplicado pela Fundação Carlos Chagas, instituição com grande experiência em concurso […] Chamou a atenção o baixo percentil de acertos em campos essenciais da medicina, como Saúde Pública (49,0% de acertos), Obstetrícia (54,1%), Clínica Médica (56,5%) e Pediatria (59,3%), especialidades que concentram a solução de muitos problemas de saúde da população […]”

Fonte://www.cremesp.org.br/library/modulos/centro_de_dados/arquivos/Exame_Cremesp_%202011.pdf

Sobre financiamento:

Segundo o estudo “Acesso e financiamento à saúde no Brasil”, “Os dados confirmam as críticas de especialistas, tanto públicos quanto privados, de que o gasto público com saúde é ainda insuficiente. No Brasil, o gasto total com saúde está próximo de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas a participação do gasto público é de apenas 3,6% do PIB, o que onera desproporcionalmente a população carente vista a desigual concentração de renda e a regressividade da carga tributária.Na comparação internacional, o gasto total do Brasil com saúde (7,5% do PIB) está abaixo da média mundial (9,7% do PIB).

Fonte://www.interfarma.org.br/site2/images/acesso%20e%20financiamento.pdf

De acordo com estudo “A saúde no Brasil e na América Latina” […] o Brasil precisaria fazer uma radical correção de rumo, e dobrar os seus gastos públicos para atingir o patamar de Chile, Argentina e Venezuela; e ainda assim, ficaria muito distante do México, e longe da metade do que investe a Colômbia.”

Fonte://www.fundacaofia.com.br/profuturo/Uploads/Documents/Documentos/FIA%20Report%20Saude%20LATAM_vers%C3%A3o%20eletronica.pdf

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Categoria(s): E-mail do Webleitor / Saúde
sábado - 18/05/2013 - 08:36h
Alerta

Mercantilismo e despreparo comprometem medicina

Carlos Santos,

Eu fiz 30 anos de medicina em dezembro de 2012 e nunca ví tanto despreparo e mercantilismo na nossa profissão. Claro que toda regra tem sua exceção.

Profissionais sem nenhuma resolutividade e sem nenhuma critério, salvo só pra colocar o dinheiro no bolso. O profissional “AO”, isto é, encaminhando ao especialista coisas básicas que qualquer clínico deve saber.

Na minha opinião o governo investe alto para um retorno mínimo e deixando a população à mercê desses profissionais sem nenhuma qualificação.

Os gestores da Saúde deviam fiscalizar melhor esses programas de saúde (PSF) que eu classifico de Programa Sem Futuro, deixando o povo mais humildes sem a devida assistência médica.

Vale o Alerta.

William Rebouças – Webleitor e médico

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Categoria(s): E-mail do Webleitor / Saúde
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