terça-feira - 27/03/2012 - 18:13h
Alerta

Governo não fornece remédios e dificulda saúde pública

Ocupando o pequeno e grande expediente na sessão ordinária desta terça-feira (27) – da Câmara Municipal de Mossoró -, o vereador Genivan Vale (PR) abordou um tema de considerável importância e preocupação à saúde pública no município.

Ele alertou para a falta de medicamentos importantes na Unicat (Unidade Central de Agentes Terapêuticos), que faz a distribuição para as pessoas de baixa renda. São medicamentos, por exemplo, para tratamento de glaucoma e insuficiência respiratória.

Ele sugeriu que os setores responsáveis – Governo do Estado – possam se prevenir para o futuro fazendo previsões anuais, porém incluindo os meses de janeiro e fevereiro, para que o medicamento não venha a faltar. Pelas informações, o problema aconteceu por conta da licitação que se encontra em andamento, porém só estará solucionada nos próximos 30 ou 40 dias.

Esse tempo pode ser fatal para muitos usuários desses medicamentos. O valor de mercado, de alguns deles, gira em torno dos R$ 200 ou R$ 300,00, o que fica impossível para quem depende de um salário mínimo.

Com informações da Assessoria de Imprensa do vereador Genivan Vale.

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sexta-feira - 16/03/2012 - 11:03h
Conversando com...

Diretor do HRTM será o entrevistado do domingo

O diretor-geral do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), odontólogo Ney Robson, será o entrevistado especial de nossa série “Conversando com…”, no próximo domingo (18).

A entrevista abordará diretamente o quadro de gestão nesse hospital de referência e estratégico à saúde pública de Mossoró e região.

Então, aguarde.

Até lá.

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terça-feira - 13/03/2012 - 07:58h
Saúde a perigo

Abatedouros clandestinos que se cuidem

Mossoró tem mais de 22 abatedouros clandestinos de aves. Outros tantos para animais de maior porte. Um perigo permanente à saúde do cidadão.

O agravante, é que boa parte desses animais chegam a supermercados e hipermercados, com status de produto certificado para consumo humano.

O consumidor é enganado e tem sua saúde colocada a perigo.

Abatedouros clandestinos que se cuidem.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Anote.

 

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quinta-feira - 08/03/2012 - 11:16h
Audiência pública

Hospital Materno-Infantil obedece à lei, diz procurador

Convocado pelo Ministério Público para audiência pública, realizada na tarde desta quarta-feira (7) em Mossoró para discutir o modelo de administração do Hospital Materno-Infantil Maria Correia, o procurador-geral do Estado – Miguel Josino – informou que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) a Constituição Federal. A administração da unidade será feita por uma Organização da Social de Interesse Público (OSCIP).

Seguirá modelo da Liga Norte-rio-grandense de Combate ao Câncer –  que recebe recursos do Governo para realizar atendimentos e tratamentos no Rio Grande do Norte.

O pronunciamento de Josino foi à tarde dessa quarta-feira em audiência pública promovida em Mossoró pelo Ministério Público, com participação de diversos setores da sociedade.

O procurador disse que o modelo de gestão do Hospital Materno-Infantil Maria Correia segue parâmetros exitosos em Tocantins, Rio de Janeiro, Ceará, Bahia e Pernambuco e que o Governo do Estado – diante da necessidade e da urgência dos serviços de saúde da mulher na cidade – vai operacionalizar a unidade por 180 dias. Disse que depois desse prazo, será realizada uma licitação para a continuidade das atividades.

Aproveitando que a audiência pública havia sido convocada pelo promotor Flávio Côrte Pinheiro de Souza, o procurador convidou o Ministério Público para acompanhar todos os trâmites da licitação. “Convido o Ministério Público para acompanhar todas as fases da licitação para que possamos ter um novo modelo de gestão de saúde pública”, disse.

O procurador disse ainda que o que o Governo do Estado está fazendo já foi adotado pelo Governo Federal, que autorizou – no ano passado – a criação de empresas para administrar hospitais públicos.

O gerente executivo municipal da Saúde, Benjamin Bento, apresentou a realidade da saúde da mulher em Mossoró e disse que, apesar da Prefeitura Municipal avançar na cobertura do atendimento à população por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e das Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s), Mossoró perdeu cerca de 200 leitos para atendimentos materno-infantil nos últimos três anos com o fechamento de hospitais particulares. “Temos cerca de 88 mil mulheres em idade fértil”, informou.

Ao final da audiência, o promotor Flávio Côrte solicitou que o Governo do Estado enviasse a prestação de contas mensal, com relação aos gastos e investimentos feitos no Hospital Materno-Infantil de Mossoró.

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sexta-feira - 20/01/2012 - 15:14h
Lajes

Prefeito decreta calamidade pública em Saúde

Do Blog Robson Cabugi (Lajes)

Diante da crise que vem sendo causada na saúde do município por causa dos sérios problemas administrativos no Hospital e Maternidade Aluizio Alves, o prefeito Benes leocádio decretou estado de “Calamidade Pública” no setor de saúde em Lajes.

Sem médicos todos os dias da semana, deficiência das instalações físicas, equipamentos e recursos humanos, resultando na inexistência de serviços cirúrgicos, obstétricos, internamento, urgência e emergência, o prefeito não teve outra alternativa ao não ser estabelecer estado de Calamidade Pública por um período de 180 dias, como diz o decreto publicado no Diário Oficial dos Municipios.

Com o decreto todos os órgãos da administração municipal deverão promover ações que lhes forem demandadas pela secretaria municipal de saúde; fica autorizado o remanejamento de servidores públicos do município e prestadores de serviços para atender as demandas prioritárias e ficam autorizadas contratações emergenciais.

Saiba detalhes clicando AQUI.

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domingo - 08/01/2012 - 12:32h
Mossoró

Saúde precária mistura má gestão com politicalha

É triste constatarmos que o caos na Saúde Pública de Mossoró é um misto de má gestão com estupidez politiqueira. Nossos figurões que deveriam cuidar do setor, não estão nem aí para essa carnificina que ajudam a produzir.

Quer mais uma prova disso?

O Hospital Duarte Filho tem pelo menos 10 leitos para UTI prontinhos e não são aproveitados. Esse equipamento sanitário com largos serviços prestados à região – desde a primeira metade do século passado, num enorme espaço físico, está sendo morto gradativamente.

Sua estrutura física, com investimento específico à sua adequação, poderia sediar o Hospital Materno-infantil prometido pelo Governo Rosalba Ciarlini (DEM) para outubro do ano passado.

Mas falta interesse político. Boa vontade.

Até aqui, temos apenas um “compromisso de boca” para utilização do prédio onde funcionou o Hospital da Unimed, como o futuro Hospital Materno-infantil. Uma estrutura infinitamente inferior àquela do Duarte Filho.

Pobre Mossoró!

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quinta-feira - 05/01/2012 - 11:39h
Lógica social

Futebol mobiliza cidade; saúde fica em plano menor

Vá entender a lógica do ser humano:

Há quase sete anos, Mossoró experimentou atmosfera de uma guerra civil, devido à necessária interdição do Estádio Nogueirão – pouco antes de uma decisão de campeonato estadual de futebol.

O drama, que virou uma luta cívica, terminou mobilizando imprensa, entidades organizadas da sociedade e até setores alheios ao futebol, além de políticos (claro).

Agora, Mossoró experimenta a maior crise de todos os tempos no setor de saúde, com mulheres grávidas sendo levadas às pressas até pro sertão cearense, mas não testemunhamos o mesmo ardor social.

A luta, em boa parte, é politiqueira.

Temos um bate-boca abjeto em busca de culpados, na tentativa de desviar o debate do real interesse público: a solução dos problemas.

Mossoró envergonha.

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sexta-feira - 23/12/2011 - 08:26h
Saúde na pior

Governo Rosalba recebe pressão velada por “plus”

O pagamento do “plus” à tabela de preços do Sistema Único de Saúde (SUS) – veja postagem mais abaixo -, que era uma luta da Prefeitura de Mossoró nos governos Wilma de Faria (PSB) e Iberê Ferreira (PSB) tinha sido esquecida. Agora vem à tona.

A decisão do governo municipal de não pagar mais por serviços realizados em pacientes de outros municípios, é também uma forma de cobrar da gestão Rosalba Ciarlini (DEM) que não repita Wilma e Iberê. Trata-se de uma pressão velada.

A questão se torna ainda mais delicada, porque a Prefeitura do Natal recebe esse privilégio do Governo Rosalba Ciarlini, ao contrário do que acontece com Mossoró.

É estranho, ainda, que depois que Rosalba assumiu o governo, o tema tenha saído da pauta de vários órgãos de imprensa. É como se tudo tivesse sido sanado na saúde pública mossoroense.

O assunto era mais frequente durante a campanha eleitoral do ano passado.

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Categoria(s): Administração Pública
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segunda-feira - 12/12/2011 - 20:11h
Angústia

Os filhos do crack

O crack chegou ao sertão, enveredou pela caatinga, subiu a serra, inoculou-se nos grotões. Pega pobre, classe média, rico; jovens, adultos. Homem, mulher.

Erra feio quem quer rigor policialesco contra o crack. O caso é de saúde pública. A sociedade está doente. Cadeia e peia não resolvem o caos. Estamos diante de uma endemia.

Há alguns anos, em praças, semáforos, portas de lojas ou de bancos, tínhamos mendigos famélicos implorando por trocados. Agora, é uma legião de zumbís – filhos do crack.

Angustiante.

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terça-feira - 13/09/2011 - 22:03h
Ruim e piorando

Saúde “tá maus”, muito “maus”

As noticias da saúde pública no estado do Rio Grande do Norte vão de mal a pior. Na própria sede da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), nada também é alvissareiro.

Novamente existem elevadores quebrados e corte das linhas telefônicas, impossibilitando um simples contato entre a administração e os hospitais.

Como diria um velho bordão de novela global… “tá maus, tá maus!”

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quarta-feira - 03/08/2011 - 20:04h
Areia Branca unida

Estado resolve liberar recurso para Sara Kubitschek

Tão acostumada a foguetório e festas, pelas mais diversas motivações, Areia Branca tem razões de sobra para comemorações. Finalmente o Governo do Estado liberou a última parcela para conclusão da reforma e ampliação do Hospital Maternidade Sara Kubitschek.

Na pressão, mas liberou.

A transferência – hoje – do numerário, pouco mais de R$ 708 mil, equivale aos 50% restantes à conclusão do empreendimento estratégico não apenas à saúde de Areia Branca, mas com alcance para Grossos, Tibau e Porto do Mangue. Indiretamente, concorre para desafogar a exaurida estrutura da saúde pública de Mossoró.

A obra teve convênio assinado em dezembro de 2009, ainda no Governo Wilma de Faria (PSB), no valor globalizante de R$ 1,557 milhão, sendo que o município entraria com pouco mais de R$ 141 mil.

Os trabalhos começaram em junho do ano passado e houve repasse dos primeiros 50% dos recursos, além do aporte do município. Durante alguns meses, a municipalidade manteve a obra “viva”.

Sara Kubistchek (Foto: Site A Voz de Areia Branca)

Entretanto, em janeiro deste ano, os serviços foram paralisados. O Governo Rosalba Ciarlini (DEM) fincou pé no não-repasse, suspendendo o convênio em questão e outros assinados nas gestões passadas com outros municípios.

Só a partir de uma ação civil pública desencadeada pela Prefeitura de Areia Branca, apresentando argumentos técnicos, sociais e até constitucionais (direito à saúde), é que esse cenário começou a ser modificado. A própria população passou a se mobilizar e exigir seu hospital, que é uma espécie de patrimônio dos munícipes.

Em primeira instância, a prefeitura conseguiu liminar para obrigar o Estado a repassar o dinheiro. Em seguida, no Tribunal de Justiça do RN (TJRN), houve derrubada dessa decisão preliminar.

O assunto ganhou dimensão estadual, a ponto do Governo do Estado  rever sua posição. Viu-se acuado. Numa postura inédita, o próprio secretário da Saúde do Estado, médico Domício Arruda, garantiu mudança de estratégia, devido a péssima repercussão. No dia 11 de julho último, Domício informou que haveria a liberação.

Veja matérias anteriores deste Blog (AQUI), denunciando essa postura inconsequente do governo e a reação popular e pública, de Areia Branca, que serve de exemplo e referência.

Nota do Blog – Claro que cada caso é um caso. Nesse, em específico, sociedade e poder público municipal agiram com vigor e equilíbrio, sem politicalha, mostrando a importância e urgência da obra.

Há meses, precariamente, o Sara funciona onde existia uma pousada há alguns anos.

Viva Areia Branca e sua gente!

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Categoria(s): Política / Saúde
sábado - 30/07/2011 - 10:07h
Saúde pública

Tributação sobre remédios afetará consumidores

Farmácias, redes de drogarias e distribuidoras de remédios no Rio Grande do Norte estão atordoados. A mudança do sistema tributário sobre medicamentos, que entra em vigor na segunda-feira (1º), promete causar estragos no setor.

Mas é o consumidor final quem deve se preocupar mais ainda, pois os remédios devem ter preços alterados para cima, com aumentos num sentido vertical, sem muita ou nenhuma margem para descontos generosos.

Pela decisão assinada em decreto pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM), o governo tributará conforme o Preço Máximo ao Consumidor (PMC). A partir da mudança tributária, vai vigorar o imposto em cima da tabela da Agência Nacional de Vigilâcia Sanitária (ANVISA) e precisamente o PMC.

O consumidor poderá experimentar aumentos consideráveis nos preços de medicamentos, pois distribuidoras e farmácias não estariam encontrando meios às promoções, pressionada pelo apetite do “leão” estadual.

P.S – Conversei com um experiente distribuidor de remédios e um executivo de rede de drogarias. A opinião é comum: o governo, em seu apetite arrecadador, terminará acertando em cheio à própria Saúde Pública já tão combalida.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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