O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN), Aldo Medeiros, resolveu tratar pessoalmente em Brasília sobre soluções às instabilidades do Processo Judicial Eletrônico (PJe) potiguar. O sistema é operado pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN).
Medeiros desembarcou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Federal da OAB (CFOAB), em Brasília, nesta terça-feira (17). Fez relatos dos problemas e prejuízos enfrentados com a instabilidade do Pje, que afetam advogados e os jurisdicionados.
Aldo Medeiros reuniu-se com o juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Adriano Araújo, e o coordenador de Tecnologia da Informação do CFOAB, o advogado Márcio Dumas.
Prejuízos
“O doutor Adriano nos falou que o CNJ reconheceu o problema e comunicou ao TJRN a necessidade de se aumentar a equipe técnica do Tribunal, porque a estrutura atual não tem condições de gerenciar os problemas recorrentes”, explicou.
No CFOAB, o presidente conversou com o coordenador Márcio Dumas, para que sejam tomadas medidas concretas, notificando o TJRN sobre os prejuízos decorrentes das instabilidades do Pje, e o CNJ sobre a necessidade de uma intervenção mais veemente.
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