O Governo do Rio Grande do Norte emitiu nesta sexta-feira (9) a ordem de serviço para o reinÃcio das obras do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, região Oeste potiguar. Essa é a maior obra viabilizada pelo acordo de empréstimo do Governo do Estado com o Banco Mundial. O investimento é de R$ 104 milhões, em infraestrutura fÃsica e equipamentos.
A unidade hospitalar será a maior do Rio Grande do Norte, com capacidade para 20 mil atendimentos/ano, recebendo pacientes de 62 municÃpios, destacou a governadora Fátima Bezerra (PT) em solenidade virtual. Canteiro de obras retoma atividades na segunda-feira (18), com prazo de entregar empreendimento em 14 meses.

Obra deverá ser concluÃda em 14 meses hospital deverá ter mais de 20 mil atendimentos/ano (Foto: Giovanni Sérgio)
“Missão dada é missão cumprida”. Assim definiu o momento o secretário estadual de Gestão de Projetos, Metas e Relações Institucionais (SEGRI) e coordenador do Programa Governo Cidadão, Fernando Mineiro. O gestor citou toda a equipe de governo quanto à dedicação e responsabilidade das ações que culminaram com a retomada das obras. “Desenvolvemos um trabalho eficiente e objetivo. Agradeço também à equipe do Banco Mundial e do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), que muito contribuiu para a formalização do Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), uma das etapas para a retomada das obras”, enfatizou.
Quando concluÃdo, o Hospital da Mulher (localizado nas proximidades da Universidade do Estado do RN (UERN) terá 165 leitos, assistência ambulatorial, pronto-socorro, UTI, centro obstétrico com salas de parto humanizado, banco de leite humano e serviços de suporte para mulheres vÃtimas de violência. O local ainda funcionará como hospital de estágio, em parceria com universidades.
Histórico
A 1ª ordem de serviço da unidade de saúde foi assinada em 29 de dezembro de 2017 mas  um ano depois, apenas 23,26% das obras haviam sido executadas.
Ao assumir o Estado, em janeiro de 2019, a gestão da governadora Fátima solicitou um levantamento de todos os problemas técnicos nos projetos de engenharia que ameaçavam o andamento da obra. Por meio da Secretaria de Infraestrutura, ainda foi contratada um empresa para analisar e apresentar todos quantitativos de serviços do hospital e dos novos preços com suas respectivas cotações necessárias para a conclusão da obra após os ajustes dos projetos.
Os erros identificados iam desde a escolha da área baixa do terreno para a construção do prédio, uma vez que torna-se suscetÃvel a alagamentos, à inexistência de um projeto de drenagem adequado, bem como de sistema de coleta e tratamento de dejetos, além de descumprir normas ambientais.
Os projetos também não abrangiam uma refrigeração compatÃvel com o porte do hospital, nem a subestação elétrica tinha capacidade para atender a demanda.
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