segunda-feira - 19/11/2018 - 15:16h
Crise de todos

Fátima quer discutir orçamento com outros poderes

Na palestra que proferiu nesta segunda-feira (19) em Natal, na Casa da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), sob o título “Os caminhos do RN para a governança”, a governadora eleita afirmou: “Discutir o orçamento com os demais poderes é urgente”.

Fátima Bezerra prometeu ter um diálogo "institucional" com o governo federal (Foto: Fiern)

E acrescentou: “Esse não é um problema apenas do Executivo.”

Disse que a atual gestão precisa de pelo menos R$ 2 bilhões para atualizar compromissos com folha de pessoal e fornecedores até 31 de dezembro.

Prometeu dialogar com o governo federal “numa relação institucional”, num momento que é fundamental a união de todos.

A palestra de Fátima Bezerra foi dentro da programação do evento denominado de Motores do Desenvolvimento do RN, iniciativa do Sistema Fiern e do Tribuna do Norte.

Nota do Blog – Corretíssimo, governadora.

Bom lembrarmos que realmente a crise é de todos, mas nem todos são afetados. Há um arquipélago de privilegiados em outros poderes e órgãos de estado, que desconhecem algo relativo a salário em atraso ou que um dia não tenha recebido 13º antecipado. Se o estado é uno na bonança, porque não o é na crise?

Se não existir espírito público e bom senso de outros poderes, chegará um dia em que até eles saberão o que é salário em atraso.

Leia também: Governador da PB defende controle de gastos;

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segunda-feira - 19/11/2018 - 13:58h
Seminário

Governador da PB defende controle de gastos para gestão

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), participou nesta segunda-feira (19) do Seminário Motores do Desenvolvimento do RN, na Casa da Indústria – sede da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN). Ele defendeu para o RN o que aplicou com considerável êxito em duas gestões consecutivas no seu estado.

Coutinho relatou medidas (Foto:Fiern)

Para ele, é imprescindível um modelo de ajuste na administração pública que controle os gastos, ao mesmo tempo em que induza o desenvolvimento, com retomada em investimentos em infraestrutura e programas sociais.

Disse que recebeu o estado com folha de pagamento de pessoal que chegava a 67%, considerando todos os Poderes e órgãos com autonomia financeira. Apenas no Executivo, a despesa com salários de servidores estava em 57%. Os investimentos não passavam de 5% do orçamento.

LRF e ICMS

Reduziu despesas de custeio e manteve congelado salários do próprio governador, do vice e dos secretários.

Atualmente, apesar do impedimento judicial de aplicar o teto nos salários de empresas do Estado, o comportamento das receitas com folha, no Executivo, foi para 52% e 62%, considerando todos os órgãos e Poderes.

Os percentuais ainda estão acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas permitiram a retomada do investimento. “Fizemos algo fundamental, o ICMS passou para 64% (da arrecadação)”, informou.

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