quarta-feira - 28/12/2016 - 16:43h
SAMA

Empresa garante atendimento médico em UPA´s em novo ano

A empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que oferta pessoal médico para atuação nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA´s) de Mossoró e outras instituições de Saúde no município e região, garante que apesar da transição administrativa no início de 2017, seu trabalho não terá solução de continuidade.

Através de memorando, a Sama dá essa garantia a contratantes e usuários de seus serviços.

Veja abaixo:

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quinta-feira - 13/10/2016 - 18:23h
Mossoró

Prefeitura abre o cofre no final da gestão de “Francisco”

Tem sido prodigiosa a caneta do prefeito Francisco José Júnior (PSD), “Francisco”, nos últimos dias, desde que desistiu da candidatura à reeleição. Nomeações para cargos comissionados, pregões e aditivos contratuais fazem da Prefeitura de Mossoró uma “ilha de prosperidade”.

Os valores envolvidos levam à crença de que é serena e farta a situação do erário.

Tem de tudo um pouco.

No Jornal Oficial do Município (JOM) mais recente, dia 7 (cinco dias após as eleições), os números saltam a somas que impressionam.

Pregão garante R$ 480 mil para "consultoria" em final de gestão (Foto: reprodução)

Tem aditivo para todos os gostos: para médicos nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) do Santo Antônio e São Manoel, terceirização de transporte, serviço de xerox, Consultoria Fiscal etc.

Entre as publicações, R$ 480 mil para a empresa sediada no bairro de Pituba em Salvador-BA, por nome Cinnape. Fará Serviços de Assessoramento e Consultoria Fiscal à Prefeitura.

Um aditivo para terceirização de mão-de-obra com a empresa Prime também pode ser encontrado, mas não especifica o montante a ser pago.

A Sama (Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda) também teve aditivo no montante de R$ 7.346,688,00 em seu contrato para garantir médicos nas UPA’s do Santo Antônio e São Manoel.

A UPA do Belo Horizonte não está incluída.

E mais, mais, mais…

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sábado - 08/10/2016 - 19:42h
Mossoró

Futuro das UPA’s é uma incógnita para próximos meses

UPA's têm 146 médicos atuando (Foto: ilustrativa)

O atendimento médico nas três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) de Mossoró está garantido até o final deste mês. Depois… Bem, depois é ainda uma incógnita.

O Governo Francisco José Júnior (PSD) tenta administrar um déficit milionário e ainda não dimensionado pela população, até o final da gestão em 31 de dezembro próximo.

Mas para os meses de novembro e dezembro, a atuação de 146 médicos da Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), empresa terceirizada que atua nas UPA’s, não tem qualquer definição. Garantia mesmo só até final deste mês.

Atendimento

O próprio futuro das UPA’s é algo incerto na próxima administração, tamanha a complexidade do sistema de saúde do município e o custo de três equipamentos desses funcionando.

A média é de 1.333 atendimentos por dia nessas UPA´s, volume cumulativo da ordem de 40 mil por mês.

Em dias de pico, principalmente em épocas de viroses, já ocorreram mais de 2.500 atendimentos em 24 horas.

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quarta-feira - 28/09/2016 - 14:51h
Mossoró

Prefeitura quita parte de débito e garante UPA´s funcionando

A Prefeitura Municipal de Mossoró pagou parte do débito com a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA). Ela presta atendimento médico nas três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA´s) do município, com 146 médicos.

O Blog denunciou o atraso (veja AQUI) e resultado de assembléia que tinha decidido paralisação dos serviços a partir do dia 4 (veja AQUI), caso não ocorresse pagamento de pelo menos parte do atraso – meses de novembro e dezembro de 2015, além de julho e agosto deste ano. Setembro está próximo de também se vencer.

Hoje, a direção da Sema informou aos médicos o pagamento de parte das parcelas em atraso, estando suspensa a decisão de paralisar atividades nas UPA´s. Pelo menos dentro do mês de outubro.

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  • San Valle Rodape GIF
terça-feira - 27/09/2016 - 09:48h
Mossoró

UPA´s podem ter paralisação de atividades de 146 médicos

A empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que presta serviços à Prefeitura de Mossoró com médicos nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA´s), resolveu dar um ultimato à gestão do prefeito Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”. Se até o próximo dia 3 de outubro não receber pagamento por seus serviços, paralisará atividades no dia seguinte (4).

Decisão dos médicos foi formalizada no dia passado por força de assembleia (Foto: reprodução)

A decisão foi tomada nessa segunda-feira (26), em assembleia convocada por sua diretoria.

A Prefeitura de Mossoró deve à Sama pagamentos referentes aos meses de novembro e dezembro do ano passado, além de julho e agosto deste ano. Aproxima-se mais o final deste mês (setembro).

O montante é da ordem de R$ 1,8 milhão.

A Sama tem 146 médicos à disposição das UPA´s, com contrato terceirizado coma municipalidade desde fevereiro de 2014, quando Francisco José Júnior ainda estava em período de interinidade como prefeito.

A média é de 1.333 atendimentos por dia nessas UPA´s, volume cumulativo da ordem de 40 mil por mês. Em dias de pico, principalmente em épocas de viroses, já ocorreram mais de 2.500 atendimentos num único dia.

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Saúde
sexta-feira - 23/09/2016 - 20:40h
Saúde

Terceirizada poderá parar atividades em UPA´s de Mossoró

A empresa terceirizada denominada de Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que presta serviços à Prefeitura de Mossoró com médicos nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA´s), fará assembléia com seus sócios no próximo dia 26 (segunda-feira).

Ocorrerá às 16h em auditório do Hotel Vitória Palace.

Em pauta, uma decisão sobre a relação contratual com a gestão do prefeito Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”. Claramente, a Sama admite “suspensão de atividades e rescisão contratual”. Resumindo: levar ao caos o já precário sistema de saúde pública.

Circular de hoje mostra situação e convoca componentes da Sama para tomada de posição (Foto: reprodução)

A administração está sem pagar a Sama em relação aos meses de julho e agosto deste ano, além de se aproximar o fim de setembro. Além disso, ainda atraso em relação de débitos do ano passado, meses de novembro e dezembro.

Segundo circular da direção da Sama para seus integrantes, há um “desequilíbrio econômico-financeiro grave e insustentável”, pois o governo de Francisco descumpre de forma sistemática os acordos firmados.

Esse lengalenga entre Sama e Prefeitura não é de hoje. Arrasta-se há meses e meses. A cada acordo, um descumprimento. Veja AQUI, como esse estresse é “normal”.

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  • San Valle Rodape GIF
terça-feira - 21/06/2016 - 15:40h
Dívida que segue

Insatisfação em hospital não é contida com pagamento parcial

O Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, continua funcionando precariamente.

Pelo menos por enquanto, o Governo do Estado o mantém aberto e sem paralisação como fora anunciado pelos médicos que atendem sua UTI.

O Governo pagou apenas um mês do salário devido na sexta-feira (17), não obstante atraso superior a quatro meses e 20 dias.

Os médicos que servem à UTI são ligados à terceirizada Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA),.

Ouvi hoje de uma fonte médica, que há possibilidade de greve no final deste mês ainda ou início de julho.

Aguardemos, pois.

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Categoria(s): Saúde
quinta-feira - 16/06/2016 - 07:34h
Sem pagamento

UTI do Hospital da Mulher será paralisada amanhã

A UTI do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, localizado em Mossoró, deverá ser paralisada.

Decisão tomada e já comunicada à Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP).

Ministério Público e Conselho Regional de Medicina, também.

São pelo menos dez médicos que compõem a equipe da UTI.

Sama

Estão há quatros meses e 15 dias trabalhados, mas sem recebimento pelo serviço.

Eles são integrantes da empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

Enfim, o que está muito ruim pode ficar bem pior.

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quinta-feira - 07/01/2016 - 09:21h
Sama

Terceirizada da Saúde denuncia médico à Polícia e CRM

A crise na Saúde de Mossoró virou caso de polícia. Li-te-ral-men-te. A Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que terceiriza equipe de médicos para plantões em Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) em Mossoró, formalizou denúncia contra o médico Gledson Cavalcante um de seus ex-sócios.

Materializou Boletim de Ocorrência (BO) na 2ª Delegacia Regional de Polícia e protocolou denúncia no Conselho Regional de Medicina (CRM).

O Blog Carlos Santos teve acesso com exclusividade aos dois conteúdos, um administrativo e outro público.

Nas duas frentes, a empresa acusa o médico que pediu afastamento dessa sociedade, de comportamento ao arrepio da lei, que comprometeria até mesmo a prestação de serviço de Saúde à comunidade. Num dos trechos do BO feito no dia passado (quarta-feira, 6), é assinalado que “reiteradamente o mesmo passou a conturbar o serviço, denegrindo a imagem da Sama, fazendo conspirações para que os demais sócios deixassem de prestar os serviço de atendimento médico nas UPA’s de Mossoró”.

No mesmo boletim, é comunicado que o ex-sócio da Sama utilizaria redes sociais para instigar demais integrantes dos plantões à prestação de atendimento “lento”, para comprometimento do trabalho.

Crise

Antes desse procedimento, ainda no mês passado, a Sama já tinha ido ao ataque, ou contra-ataque. Formalizou no dia 18 de dezembro ao Conselho Regional de Medicina (CRM) o que relatou ontem sinteticamente na Polícia Civil.

A arenga é desdobramento da crise provocada pelo atraso no pagamento à Sama, pela Prefeitura de Mossoró, que vem desde o ano passado. Além disso, da própria precarização dos serviços, com problemas que passaram a ser relatados pelos médicos, principalmente Gledson Cavalcante – ainda no dia 20 de dezembro (veja AQUI). Ele escreveu artigo à nossa página, denunciando “assédio moral”, por exemplo.

No mesmo dia, a Sama reagiu com uma nota, admitindo vários problemas, mas atenuando as críticas e denúncias de Gledson Cavalcante (veja AQUI).

Precariedade

No início desta semana (segunda-feira, 4), o Blog apresentou em primeira mão uma Carta de Esclarecimento à População Mossoroense. Foi lançada por um movimento de médicos-sócios da Sama – 43 ao todo – relatando a situação das UPA’s (veja AQUI).

– (…) Nos deparamos, diariamente, com uma precária e obsoleta infraestrutura, desde falta de ventilador mecânico, ausência de monitor cardiorrespiratório, inexistência de oxigênio contínuo, bem como, falta de drogas de caráter emergenciais e bombas de infusão contínua de medicamentos, além das eternas manutenções e ausências de aparelhos de eletrocardiograma, radiografia, desfribiladores et cetera – chegaram a assinalar.

A Sama reagiu novamente. Agora, com o Boletim de Ocorrência. Demandas judiciais devem desabar sobre o médico adiante, provavelmente.

Mas pelo visto, além da dificuldade para regularização dos pagamentos e melhoria da estrutura e condições de trabalho nas UPA’s, temos um racha interno na categoria médica.

Essas duas correntes passam a se digladiar de forma mais contundente.

No meio do embate… o povo.

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Categoria(s): Saúde
segunda-feira - 04/01/2016 - 09:51h
Mossoró

Plantões em UPA’s têm comprometimento; acompanhe

As três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) de Mossoró estão funcionando desde o início do ano com deficiência também em número de médicos plantonistas da empresa Sama – Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda.

Ontem (domingo, 3), o Blog já tratou do assunto (veja AQUI).

É para ter três médicos das 7 às 17 horas.

Das 17 às 23 horas, quatro médicos.

Das 23 às 7 seriam pelo menos três.

Estão faltando médicos sobretudo em horários de pico.

A empresa tem cerca de 170 cooperados e trabalha com algo em torno de 57 médicos para os plantões, que sofreram ajustes com redução de pessoal no final do ano passado, após nova negociação com a Prefeitura de Mossoró.

Você pode acompanhar ‘in loco’ e pela Internet a quantidade e os nomes de médicos que devem estar atuando em Mossoró nas três UPA’s. Estando numa UPA, você confere quantos e quais médicos trabalham no local, confrontando informação até por seu smartphone pela Net.

Veja AQUI essas informações e em relação a outras unidades hospitalares atendidas pela Sama na região e Alto Oeste.

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Categoria(s): Saúde
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segunda-feira - 04/01/2016 - 09:22h
Mossoró

Médicos mostram precariedade de UPA’s e cobram Prefeitura

Quase 50 médicos que atuam para a Prefeitura de Mossoró, em plantões nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s), apresentam o que definem como “Carta de Esclarecimento à População Mossoroense”.

Esse grupo mostra sua versão sobre o relacionamento com a empresa terceirizada – Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda – SAMA – que presta o serviço e em relação à própria Prefeitura.

UPAs mossoroenses convivem com problemas delicados apontados por médicos (Foto: De Fato)

Atestam que há vários dias as UPA’s estão com plantões incompletos. Caminha-se para uma debandada em massa de médicos, que querem transparência sobre os contratos, melhores condições de trabalho, meios adequados ao atendimento ao público e pagamento salarial regularizado.

Veja abaixo:

Carta de esclarecimento à população Mossoroense

Através deste comunicado prestamos esclarecimentos à população da cidade de Mossoró-RN e aos usuários das Unidades de Pronto Atendimento – UPA’s (Santo Antônio, Alto de São Manoel e Belo Horizonte) em razão da veiculação por parte da mídia do “afastamento” de alguns médicos destas unidades de saúde.

A princípio cabe esclarecer que, aproximadamente, 50 (cinquenta) médicos que prestavam serviços às unidades acima mencionadas através da empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda – SAMA solicitaram, temporariamente, o afastamento da escada de Plantão.

Na qualidade de Médicos sempre procuramos desempenhar nossas atribuições com honra e dignidade, em absoluto respeito aos cidadãos e em benefício deste. Ocorre que o serviço prestado não depende, apenas, da mão de obra humana, mas também de condições de trabalho e infra estrutura.

Assim, estamos sendo obrigados a trabalhar sem qualquer condição mínima ou digna de trabalho, com consultórios com ar condicionado quebrado, cadeiras em mau estado de conservação, repouso dos médicos com colchões velhos, falta de toalhas, banheiro com sanitários inoperantes, dentre outras condições inóspitas.

Além disto, nos deparamos, diariamente, com uma precária e obsoleta infraestrutura, desde falta de ventilador mecânico, ausência de monitor cardiorrespiratório, inexistência de oxigênio contínuo, bem como, falta de drogas de caráter emergenciais e bombas de infusão contínua de medicamentos, além das eternas manutenções e ausências de aparelhos de eletrocardiograma, radiografia, desfribiladores et cetera.

Como se as condições de trabalho precárias e a falta de infraestrutura não fossem suficientes para comprometer a excelência na prestação do serviço que buscamos ofertar à população, nós Médicos também somos vítimas da falta de segurança, com constantes ameaças ao corpo médico e de enfermagem, onde o instrumento de “proteção” disponibilizado (câmeras de monitoramento) somente serve para fiscalizar o trabalho dos médicos e enfermeiros.

É importante ressaltar que o estopim desse afastamento dos médicos teve início com os atrasos salariais, que se arrastam desde Julho de 2015, tendo sido celebrado diversos acordos com a Prefeitura Municipal de Mossoró-RN e SAMA, tendo sido ajustado em uma das ocasiões a diminuição do número de Médicos Plantonistas, mas ainda assim persistem os atrasos salariais.

Os citados profissionais encontravam-se com salários e/ou honorários em atraso desde Setembro de 2015, tendo este somente sido pago em 16 de Dezembro do ano em curso após a possibilidade de entrega das escalas de plantão.

Objetivando, pois, melhores condições de trabalho, infraestrutura, segurança e o pagamento dos serviços prestados em dia, ou seja, melhorias para a categoria médica e da população de Mossoró, os citados Médicos passaram a cobrar da Prefeitura Municipal de Mossoró-RN, por entremeio da SAMA, o cumprimento das obrigações legais, uma vez que a saúde é dever do ente público.

Após as referidas cobranças, a empresa SAMA adotou uma postura não de austeridade, mas de represália em relação a um colega de profissão, apontando-o, nas entrelinhas, como incitador de motim e desleal. Certamente não poderíamos nos quedar inerte diante dos acontecimentos que comprometem a excelência na prestação dos serviços de saúde por nós Médicos.

Não ficaremos amordaçados para não reclamar os pagamentos dos salários dos meses de Outubro e Novembro de 2015. Iremos reclamar por melhorias e condições dignas.

O diálogo sempre foi buscado, mas pouco foi ouvido. Nada, ou quase nada, de melhoria se viu.

A solução que encontramos foi entregar a escala dos plantões das referidas Unidades de Saúde ao Diretor Técnico a partir de 01 de Janeiro de 2016, às 07:00 horas.

Nós sempre cumprimos com os ditames éticos da nossa profissão e, por esta razão, estamos sendo solidários ao movimento de defesa de dignidade da profissão, até quando venha ocorrer a devida melhoria, ou compromisso de melhoria, das condições de trabalho e infraestrutura, bem como, da remuneração digna e pontual pelos serviços prestados.

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Categoria(s): Saúde
domingo - 03/01/2016 - 18:38h
Mossoró

Movimento de médicos começa a comprometer Saúde

A saúde em Mossoró começa o ano como começou.

Mas pode piorar mais ainda.

Agora à noite, por exemplo, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte era para ter quatro médicos no plantão, mas no momento são três.

Já na UPA do São Manoel, a princípio seriam quatro, mas estão dois.

No Santo Antônio, a escala está completa.

Movimento de médicos que integram a Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), empresa que atende as UPA´s de Mossoró, causa instabilidade no atendimento.

A Sama chegou a ofertar mais de 100 médicos para o serviço e hoje são cerca de 57.

Os insatisfeitos deverão lançar nota à população nesta semana, explicando a mobilização.

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Categoria(s): Saúde
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