Conheço muito fã de Fidel Castro que adora mesmo as benesses do capitalismo selvagem do Brasil.
Cuba é um ícone de bravatas, estampado em camisetas, tatuagens e em discursos enfadonhos.
O filósofo Antônio Gramsci já falava disso há uma pá de tempo, essa ‘bipolaridade ideológica’. Uma considerável distância entre o pensamento e as atitudes de boa parte da “esquerda”, que no fundo sonha em copiar a burguesia.
Continua atualíssimo.
Aproprio-me da opinião do jornalista-escritor Carlão de Souza para definir, com suas palavras, o que vejo sobre Fidel Castro – que morreu hoje (veja AQUI) -, o líder da luta libertária em Sierra Maestra:
– Admirava o Fidel revolucionário. Detestava o Fidel ditador. Foi um grande homem do século XX.
Ponto.
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