terça-feira - 10/10/2023 - 15:40h
Pressão

Guardas municipais e sindicatos ocupam Palácio da Resistência

Categoria, sindicalistas e vereadores da oposição protestam contra prefeito após decisão judicial
Manifestantes posam no pátio interno do Palácio da Resistência (Foto: redes sociais)

Manifestantes posam no pátio interno do Palácio da Resistência (Foto: redes sociais)

Integrantes da Guarda Civil Municipal (GCM) de Mossoró, sob liderança do Sindicato dos Guardas Civis Municipais do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN), realizaram assembleia geral e tomaram café no pátio de entrada do Palácio da Resistência, à manhã desta terça-feira (10). Reagiram à decisão judicial prolatada dia passado (veja AQUI), que proibiu paralisação da categoria – definida para hoje.

O movimento fez caminhadas por ruas do Centro e contou ainda com o uso de faixas criticando o governo municipal. Com brado em coro, repetitivo, tratou o prefeito Allyson Bezerra (UB) por “mentiroso”, “sem palavra”, “ditador” e outros adjetivos.

Os vereadores oposicionistas Tony Fernandes (Solidariedade) e Marleide Cunha (PT) compareceram e reforçaram o protesto na sede da municipalidade, onde não aconteceu qualquer tipo de barreira ou enfrentamento por parte da municipalidade.

O Sindicato dos Agentes de Trânsito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN) e Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) também estiveram na manifestação. Esse último levou o boneco “JudAllyson”, peça que usa há meses contra o governante, conjugando seu nome ao do personagem bíblico “Judas.”

Dirigentes sindicais e vereadora Marleide fazem caminhada com "JudAllyson" nas costas (Foto: Sindguardas/RN)

Sindicalistas e vereadora Marleide fazem caminhada com “JudAllyson” nas costas (Foto: Sindguardas/RN)

“É preciso que a população não acredite nos blogs e redes sociais pagas pelo prefeito”, disse a vereadora e dirigente do Sindiserpum, Marleide Cunha.

Segundo liderança da categoria, os guardes querem recomposição salarial de 16,6% e aumento de 40% para 100% no Adicional de Risco de Vida (ARV). Comissão do sindicato e de GCM’s foi recebida quarta-feira (4) – veja AQUI, pela gestão, quando ficou acertado que haveria diálogo sobre a pauta, a partir do retorno do prefeito de Brasília e São Paulo.

Câmara Municipal

Após café da manhã e assembleia no Palácio da Resistência, a mobilização foi a pé para a Câmara Municipal de Mossoró. Representantes dos GCM’s e do Sindiguardas/RN foram recebidos pelo presidente Lawrence Amorim (Solidariedade).

A Guarda Civil de Mossoró e o Sindiguardas/RN se comprometeram em distensionar a relação com a Prefeitura, enquanto a Câmara Municipal intermedeia a retomada de diálogo entre as partes. A proposta foi do próprio Amorim.

“Acredito que podemos avançar nesse sentido, porque a decisão judicial não trata sobre o mérito das reivindicações, mas sobre a paralisação. Portanto, peço calma para que se possa tentar reabrir o diálogo”, disse Lawrence, sob concordância dos demais vereadores, Sindguardas/RN e guardas municipais.

Reunião selou acordo para se evitar hostilidades, em busca de entendimento (Foto: Edilberto Barros)

Reunião selou acordo para se evitar hostilidades, em busca de entendimento (Foto: Edilberto Barros)

Participaram ainda da reunião os líderes da oposição e do governo, respectivamente Tony Fernandes e Genilson Alves (Pros), além dos vereadores Ozaniel Mesquita (União Brasil), Francisco Carlos (Avante), Marleide Cunha, Isaac da Casca (MDB) e Omar Nogueira (Patriotas).

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segunda-feira - 26/06/2023 - 18:50h
Sindicalismo

Greve geral é cancelada por falta de apoio e perda de objeto

Assembleia foi esvaziada e terminou com uma compensação (Foto: BCS)

Assembleia foi esvaziada e terminou com uma compensação (Foto: BCS)

Teve final previsível e antecipado até por nossa página ainda semana passada (veja AQUI), a assembleia geral unificada promovida à manhã desta segunda-feira (26), no Teatro Lauro Monte Filho, por quatro sindicatos. A greve geral que deveria ocorrer hoje foi cancelada por absoluta falta de apoio dos servidores municipais, de Mossoró, além da perda do objeto (razão) para o movimento.

No dia 19 passado, quatro entidades sindicais anteciparam que haveria a greve geral: Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM), Sindicato de Guardas Municipais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN) e Sindicato dos Agentes de Transito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN).

O motivo principal para a greve era pressão para retirada pelo Executivo do Projeto de Lei Complementar 17/23, que tratava de mudanças no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Mossoró e das Fundações Públicas Municipais. O projeto foi aprovado, virou lei e até mesmo a oposição que liderou essa mobilização, votou em emendas que consolidaram a matéria (veja AQUI).

Caminhada

A compensação do sindicalismo, para não terminar a assembleia de hoje sem algo ‘concreto’, acabou sendo a decisão de fazer um ato unificado na próxima sexta-feira (30), com caminhada pelo Centro da cidade.

Já o pessoal da enfermagem endossou parada de dois dias, 29 e 30 de junho, como parte de um movimento nacional e não específico de Mossoró, pelo Piso Nacional da categoria.

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terça-feira - 20/06/2023 - 21:20h
Sindicalismo e política

Greve geral para segunda-feira praticamente perde o objeto

protesto, greve, cartazesOs quatro sindicatos que decidiram conjuntamente no dia passado (segunda-feira, 19), a realização de uma greve geral no dia 26 (próxima segunda-feira), praticamente ficaram sem rumo após a votação dos projetos do Executivo, que exigiam retirada total. As matérias foram aprovadas, inclusive com emendas de consenso em que a oposição votou.

As emendas são uma vitória, mesmo da oposição. Prosperou o diálogo, apesar dos pesares. Os projetos passaram por discussão, governo e oposicionismo negociaram, mesmo num ambiente conflagrado (veja AQUI).

Praticamente, a greve geral perde seu objeto. A oposição e seus braços sindicais precisam de outras motivações para tocarem em frente a decisão, inclusive correndo risco de vexame.

Definiram a greve geral o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM), Sindicato de Guardas Municipais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN) e Sindicato dos Agentes de Transito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN).

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segunda-feira - 19/06/2023 - 10:38h
Mossoró

Sindicatos decidem fazer greve geral a partir do dia 26

Isolda discursa para participantes que decidiram pela greve geral (Fotomontagem do BCS)

Isolda discursa para participantes que decidiram pela greve geral (Fotomontagem do BCS)

Quatro sindicatos de servidores municipais de Mossoró, em assembleia geral conjunta nesta manhã de segunda-feira (19), decidiram realizar greve geral.

A paralisação ocorrerá a partir do próximo dia 26 (segunda-feira). Exigem que o Executivo mossoroense retira de pauta da Câmara Municipal de Mossoró os projetos de lei complementar 17 e 57. Na ótica sindical, eles causam prejuízos aos servidores municipais.

Sob a liderança da vereadora e sindicalista Marleide Cunha (PT), conduzem essa movimentação o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM), Sindicato de Guardas Municipais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN) e Sindicato dos Agentes de Transito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN).

A participação especial foi da deputada estadual Isolda Dantas (PT), que discursou durante assembleia.

Veja tambémAllysson esclarece PL 17/2023 e empareda oposição e sindicato;

Veja também: Marleide Cunha cobra retirada de projetos e se preocupa com atestados médicos.

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quarta-feira - 14/06/2023 - 21:12h
Mossoró

Sindicatos darão entrevista coletiva conjunta sobre projetos polêmicos

Entrevista coletiva de quatro sindicatos sobre projetos do Executivo 15-06-2023 - 10 horas, no SindiserpumSindicatos que duelam contra a gestão municipal mossoroense, contestando projetos de lei que afetam funcionalismo, farão entrevista coletiva conjunta. Vai ser nessa quinta-feira (15), às 10h.

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM), Sindicato de Guardas Municipais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN) e Sindicato dos Agentes de Transito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN) participam da reunião.

A coletiva será na sede do Sindiserpum, Centro da Cidade, em vez de Câmara Municipal, como indica o material de divulgação.

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terça-feira - 13/06/2023 - 05:54h
Mossoró

Sindicatos de servidores e Consultoria do Município discutem projetos

Rodrigo Forte recebeu representantes em seu gabinete (Foto: Sindiserpum)

Rodrigo Forte recebeu representantes em seu gabinete (Foto: Sindiserpum)

Na tarde desta segunda-feira (12), diretores dos quatro sindicatos de servidores públicos de Mossoró se reuniram com o consultor-geral do Município, Rodrigo Forte. Durante a conversa, as diretorias sindicais apresentaram ao representante do Executivo os principais pontos de projetos de lei complementar da Prefeitura que entendem prejudicar os servidores municipais.

Alguns deles afetam diretamente direitos conquistados há décadas, como o Adicional por Tempo de Serviço. Pelo projeto da Prefeitura de Mossoró, os novos profissionais que ingressarem no serviço público não teriam mais esse direito constitucional e, além disso, o texto construído gera dúvida quanto à continuidade de pagamento aos que já estão na ativa, interpretam as entidades.

Problemas

De acordo com os quatro sindicatos, vários problemas de redação foram identificados, tornando os projetos passíveis de mais de uma interpretação, o que ocasiona grandes riscos para os servidores. As matérias foram retiradas de pauta da Câmara Municipal semana passada, após movimento de sindicatos que mobilizaram servidores.

Outro ponto questionado foi sobre o direito a 90 dias que o servidor tem para tratamento de familiar enfermo, podendo ser prorrogado por igual período mediante necessidade comprovada. O texto enviado à Câmara diminuía esse direito para 60 dias, sem remuneração em caso de necessidade de renovação do período.

Já sobre o direito a atestado médico por enfermidade, no qual o servidor pode gozar de até 30 dias sem precisar ir para junta, a Prefeitura pretendia implantar um modelo no qual qualquer atestado com mais de 3 dias precisaria passar por uma junta biopsicossocial. Essa junta, porém, seria composta por vários profissionais, inclusive alguns que não são médicos, o que causa preocupação aos servidores, pois não ficou claro no texto como seria a atuação dessa equipe nem quais parâmetros seriam seguidos.

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM), Sindicato de Guardas Municipais do Estado do Rio Grande do Norte (SINDGUARDAS/RN) e Sindicato dos Agentes de Transito e Transportes Públicos de Mossoró (SINDATRAN) participaram da reunião.

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Categoria(s): Administração Pública / Gerais
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