quinta-feira - 02/11/2023 - 10:34h
Investimento

Empresário prepara Complexo Logístico de grandes proporções

Rebouças, do Mercantil no início dos anos 90, para investimento de porte agora (Foto: Arquivo/Carlos Costa)

Rebouças, do Mercantil no início dos anos 90, para investimento de porte agora (Foto: Arquivo/Carlos Costa)

O empresário Júnior Rebouças (Grupo Rebouças Supermercados) está prestes a colocar em operação em Mossoró, o Complexo Logístico do RN. Está sendo finalizado à saída para Fortaleza-(CE), na BR-304.

O empreendimento teve sua concepção desencadeada por volta de 2019 e início em 2020, com investimento próprio da ordem de R$ 40 milhões.

Será o maior núcleo multiempresarial do estado voltado para armazenagem e logística, capaz de atender a dezenas de empresas locais e até transnacionais. Comportará um Centro de Distribuição (CD) do próprio Rebouças Supermercados e mais de 30 galpões.

Totalmente urbanizado e com localização estratégica entre duas capitais (Fortaleza e Natal), além de grandes dimensões, guarda perfil de um “hub logístico” (ponto de concentração para operações de recebimento e distribuição de mercadorias). A partir dele, todo um sistema multimodal de transporte (rodoviário, aéreo, fluvial etc.) pode funcionar em larga escala.

O Complexo Logístico do RN é mais um desdobramento de negócios do empresário Júnior Rebouças. Ele começou com o modesto “Mercantil Rebouças”, comércio de pequenas proporções no bairro Santo Antônio, em Mossoró.

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Categoria(s): Economia
sexta-feira - 29/03/2019 - 10:56h
Acim

Empresários reapresentam projeto de Ferrovia Mossoró-Natal

A Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) apresentou pedido para que o Governo Fátima Bezerra (PT) exume o “Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica do Trecho Ferroviário Mossoró-Natal”.

Projeto primário foi apresentado em 2005 e prevê interligação entre maiores cidades do RN (Foto: ilustrativa)

Esse projeto não é novo, mas continua atual – à exceção da atualização de custo, tendo sido entregue pela entidade em 2005, no Governo Wilma de Faria (já falecida). Estimativa era de investimentos da ordem de R$ 800 milhões.

À época, o presidente da Acim era o empresário Vilmar Pereira. O titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado era o economista João Maia (PR), atual deputado federal.

O projeto foi encomendado à empresa brasiliense Petcon.

PPP e Porto Seco

No ato de criação da Câmara Setorial da Indústria em evento na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC) em Natal,  no último dia 20 (veja AQUI), o presidente da Acim, José Carlos Matos, reiterou essa necessidade de discussão e avanço do projeto. Ele e o empresário Nilson Brasil, também dirigente dessa associação, já encaminharam cópias do projeto ao titular da Sedec, Jaime Calado.

A crença da Acim, é que investidores internacionais e Parceria Público-Privada (PPP) possam dar vida à ferrovia, ensejando integração de sistema multimodal de logística (terrestre, ferroviário, aéreo, navegação) para fluxo de produção da fruticultura, minérios e outras commodities.

Paralelamente, não se deve descartar a possibilidade paralela, também em diálogo com a iniciativa privada e governo, de fomento de um porto-seco na região de Mossoró, discussão que remonta ao início dos anos 90.

Veja AQUI o que uma commoditie;

Veja AQUI o que é um porto seco.

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Categoria(s): Economia / Política
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