sexta-feira - 06/06/2025 - 08:34h
Nos 'Steites'

Barraco virtual marca rompimento entre Trump e Musk

Elon Musk x Trump: os próximos rounds prometem (Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS)

Elon Musk x Trump: os próximos rounds prometem (Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS)

Do Canal Meio e outras fontes

E tudo acabou em barraco. Difícil encontrar palavra mais adequada para descrever as trocas de impropérios públicos entre o homem mais rico do mundo, Elon Musk, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ao longo de todo o dia de ontem, em uma sucessão de posts em suas respectivas redes sociais – o X e o Truth Social – Trump e Musk acusaram-se de tudo um pouco, de interesse em dinheiro público a envolvimento em escândalos sexuais, em uma das rupturas políticas mais ruidosas da década. O relacionamento íntimo entre os dois ruiu em tempo real, diante de milhões de pessoas. (CNN)

Desde que saiu do governo há uma semana, Elon Musk vinha aumentando o tom de suas críticas ao presidente americano. Nos últimos dias, o alvo de Musk foi o projeto de lei proposto por Trump e aprovado pela Câmara dos Deputados americana, que prevê generosos cortes de impostos, especialmente para os mais ricos, e uma ampliação considerável dos gastos públicos, o que deve elevar o déficit público dos EUA em US$ 2,4 trilhões em uma década. (Guardian)

Depois de vários dias sob ataque, Trump reagiu afirmando que Musk conhecia em detalhes o projeto de lei e que estava chateado porque ele previa a redução dos incentivos a carros elétricos. Musk voltou à carga, afirmando que Trump só havia sido eleito por sua causa, que estava envolvido no escândalo sexual ligado a Jeffrey Epstein e, ao final, defendeu o impeachment do presidente americano. (Politico)

Steve Bannon, um dos críticos mais vocais de Musk no governo Trump, disse ter sugerido ao presidente que investigue o status migratório do bilionário, nascido na África do Sul. Bannon disse que Musk deveria ser deportado dos Estados Unidos imediatamente. (New York Times)

Nota do BCS – Gente fina é outra coisa. E quando os personagens têm ego inflado, como ambos, a baixaria é ainda mais estelar.

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Categoria(s): Gerais / Política
sexta-feira - 25/11/2022 - 07:48h
Política

Família Bolsonaro traça estratégia pós-eleições com aliados de Trump

Do Poder 360 e Washington Post

Pessoas do círculo íntimo do presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniram com assessores do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Eles discutiram os “próximos passos” depois da derrota do chefe do Executivo para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição para o Palácio do Planalto.

Bolsonaro e Trump já tiveram encontros administrativos e políticos (Foto: Alan Santos/arquivo)

Bolsonaro e Trump já tiveram encontros administrativos e políticos (Foto: Alan Santos/arquivo)

As informações são do Washington Post. Segundo apuração do jornal norte-americano, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se encontrou com Trump na casa do republicano na Flórida, o resort Mar-a-Lago. Durante a visita, eles conversaram com aliados políticos do ex-presidente dos EUA para traçar estratégias.

Uma das conversas foi com Steve Bannon sobre o “poder das manifestações pró-Bolsonaro” e “possíveis desafios aos resultados das eleições brasileiras”. Ao Washington Post, o ex-assessor de Trump disse que “o que está acontecendo no Brasil é um evento mundial”. Afirmou que as manifestações “foram além da [família Bolsonaro] da mesma forma que nos EUA foi além de Trump”.

Bannon e alguns aliados de Trump aconselharam o presidente brasileiro a contestar o resultado das eleições. Disseram que a ação “provavelmente falharia, mas encorajaria os manifestantes”.

Veja íntegra AQUI.

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Categoria(s): Política
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domingo - 11/09/2022 - 14:00h

O 7 de Setembro de 2022

Por Ney Lopes

As comemorações do bicentenário da nossa independência e o resultado da pesquisa Datafolha polarizam o debate eleitoral neste final de semana.

Nas festas da independência, inegavelmente Bolsonaro alcançou uma vitória política.

Bolsonaro sequestrou uma data de caráter nacional e cívica, para sua campanha (Foto: Reprodução)

Bolsonaro sequestrou uma data de caráter nacional e cívica, para sua campanha (Foto: Reprodução)

Ganhar votos dependerá da evolução dos fatos

O presidente sequestrou a data cívica, usou-a como instrumento de alavancagem eleitoral de sua campanha e teve sucesso.

Reuniu multidões em Brasília, Rio, SP e outras cidades.

A demonstração de força pode ser considerada normal, na medida em que as pesquisas mostram um contingente de cerca de 50 milhões de eleitores (cerca de um terço do eleitorado) fiéis ao bolsonarismo, na maioria fanáticos, eletrizados, que usam o epíteto de cultuá-lo como “mito”.

O recuo estratégico dos adversários, que se abstiveram de manifestações colaterais, retira a possibilidade de comparação.

Um fato constrangedor foi o esquecimento da data histórica do bicentenário, esquecida nos palanques.

Ao lado do presidente Bolsonaro estava o presidente de Portugal, Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa, um estadista, professor de Direito, que chegou a ser ofuscado e substituído na frente do palanque, pelo tal empresário Luciano Hang, ridiculamente vestido de verde e acenando para a multidão como um chefe de estado, embora esteja indiciado na PF.

Na prática, o Hang assumiu as posições dos presidentes do STF, Câmara e Senado.

Com certeza, esta foi a cartada decisiva de Bolsonaro, antes do primeiro turno.

A assessoria política lúcida do presidente tentou colocá-lo numa posição de buscar vencer as eleições e não contestá-las.

Para isso teria que buscar os votos ainda indecisos, daqueles que acompanham a polêmica de Bolsonaro com a justiça eleitoral.

Nesse ponto, ele silenciou.

Mas, não se conteve e deu a entender que irá à forra, “se eleito”, trazendo o STF e seus ministros para jogarem dentro das “quatro linhas da Constituição”.

De tudo que acontece na atual campanha presidencial há um fato incontestável: o bolsonarismo segue as lições de Trump, através dos ensinamentos do seu guru Steve Bannon, ao defender que a tática política NÃO deve ser usada para esclarecer, nem impor a verdade.

A orientação é que a tática não é para persuadir, mas sim para “desorientar” a opinião pública”.

Com a vitória de ter conseguido inegavelmente aglutinar as multidões, Bolsonaro ganhou espaço político.

Todavia, só o futuro definirá se é suficiente para ganhar a eleição.

Caberá ao povo a decisão final, que em qualquer circunstância, ganhando ele, Lula ou outro (a), terá que ser respeitada.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

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domingo - 23/05/2021 - 10:30h

Lênin – Quase um século de sua morte

Lênin, Vladimir LêninPor Honório de Medeiros

Estou pensando em Lênin, o genocida, cuja morte completa 97 anos.

Michiko Kakutani, prêmio Pulitzer de 1998, crítica literária do “The New York Times”, por mais de quarenta anos, em A Morte da Verdade (Notas Sobre a Mentira na Era Trump), conta que Steve Bannon, estrategista e conselheiro de Trump, certa vez descreveu a si mesmo como um “leninista”.

O mesmo Bannon, ainda segundo Kakutani, teria dito o seguinte:

– “Lênin queria destruir o Estado, e esse também é o meu objetivo. Quero acabar com tudo e destruir todo o establishment de hoje em dia.”

Lênin deve estar rindo muito em alguma das grelhas do inferno, apesar das dores. Ele é o patrono dessa maré de pós-verdade que se tornou praticamente hegemônica nos dias atuais, calcada no uso da retórica violenta, incendiária, em promessas simplórias e desconstrução da verdade, tudo potencializado pela internet.

O fundador da URSS explicou, certa vez, que sua retórica era calculada para provocar o ódio, a aversão e o desprezo, não para convencer, mas para desmobilizar o adversário, não para corrigir o erro do inimigo, mas para destruí-lo.

Quem quiser ler um pouco mais, está em “Report to the Fifth Congresso of the R.S.D.L.P. on the St. Petersburg Split of the Party Tribunal Ensuing Therefrom”, segundo Kakutani. Pois é.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do RN

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sexta-feira - 21/08/2020 - 15:10h
Opinião

Mais um desmascarado

Por François Silvestre

Quem? O fascista confesso Steve Bannon (veja AQUI). Esse sujeito é um craque da trampolinagem, corrupto metido a líder internacional da Direita. Aqui não se inclui a Direita democrática, que existe e merece respeito. Esse sacripanta foi o articulador das artimanhas escusas que ajudaram a eleger Trump. É dele a frase: “Trump e Bolsonaro são semelhantes, muito parecidos”.

Bannon pagou fiança para ter liberdade (Foto: UOL)

Você pergunta: “E ele conhece Bolsonaro”? Sim. Não só conhece como também era orientador. Ou ainda é. Ele está para Bolsonaro politicamente como Olavo de Carvalho está para o mesmo filosoficamente. Isto é, três ilustres analfabetos políticos e filosóficos. A estupidez pomposa.

Lembra daquele jantar oferecido pela embaixada brasileira a Trump e outros pérolas? Poi é. O Steve está ao lado de Bolsonaro. No outro lado da mesa está o Sérgio Moro, com sua “inefável” cara de bunda.

Ele imaginou um organismo internacional da “direita”. Uma espécie de Internacional do Fascismo. Sabe quem foi escolhido para representar essa “internacional” na América Latina? Eduardo Bolsonaro. Sim senhor.

O que aconteceu com ele? Foi preso por corrupção. Uma ong, que eles tanto criticam, foi a artimanha usada. Trump já se preveniu, dizendo que “nunca mais eu o vi”. mesmo ele tendo sido seu auxiliar até bem pouco tempo.

Sabe o valor da fiança? Cinco Milhões de Dólares. Uma bagatela que representa uma Mega Sena acumulada. Lá, o valor da fiança é proporcional ao tamanho do crime. Diga aí?!.

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domingo - 11/11/2018 - 09:50h

Bucha de canhão

Por Honório de Medeiros

Os inocentes úteis urram galvanizados enquanto a caravana dos donos do Poder de esquerda ou direita passa. São bucha de canhão para quem os manipula.

Esquerda ou Direita têm o mesmo propósito: a destruição do Estado.

Os donos da Esquerda por ambicionarem o Poder enquanto defendem, para os inocentes úteis, que vão construir o Paraíso sobre os escombros dessa destruição.

Socialistas selvagens.

Os donos da Direita por ambicionarem o Poder enquanto defendem, para os inocentes úteis, que todos serão ricos sobre os escombros dessa destruição.

Capitalistas selvagens.

Tanto uns quanto os outros querem o mesmo, acham que os fins justificam os meios, usam praticamente as mesmas táticas e estratégias, e somente diferem naquilo que prometem para quando chegarem ao Poder.

São totalitários.

Michiko Kakutani, prêmio Pulitzer de 1998, crítica literária do “The New York Times”, por mais de quarenta anos, em A Morte da Verdade (Notas Sobre a Mentira na Era Trump), conta que Steve Bannon, estrategista e conselheiro de Trump, certa vez descreveu a si mesmo como um “leninista”.

O mesmo Bannon, ainda segundo Kakutani, teria dito o seguinte: “Lênin queria destruir o Estado, e esse também é o meu objetivo. Quero acabar com tudo e destruir todo o establishment de hoje em dia.”

Lênin deve estar rindo muito em alguma das grelhas do inferno, apesar das dores.

Ele é o patrono dessa maré de pós-verdade que se tornou praticamente hegemônica nos dias atuais, calcada no uso da retórica violenta, incendiária, em promessas simplórias e desconstrução da verdade, tudo potencializado pela internet.

O fundador da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) explicou, certa vez, que sua retórica era calculada para provocar o ódio, a aversão e o desprezo, não para convencer, mas para desmobilizar o adversário, não para corrigir o erro do inimigo, mas para destruí-lo.

Quem quiser ler um pouco mais, está em “Report to the Fifth Congresso of the R.S.D.L.P. on the St. Petersburg Split of the Party Tribunal Ensuing Therefrom”, segundo Kakutani.

Pois é.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do RN

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