segunda-feira - 18/11/2024 - 21:28h
ALRN

Plano de Logística Sustentável coleta informações setoriais

Trabalho é desenvolvido ouvindo setores diversos da Casa (Foto: João Gilberto)

Trabalho é desenvolvido ouvindo setores diversos da Casa (Foto: João Gilberto)

Na reunião desta segunda-feira (18), o Grupo de Trabalho (GT) da ALRN que é o responsável pela elaboração do Plano de Logística Sustentável (PLS) da Casa Legislativa recebeu mais um diagnóstico setorial. Os diagnósticos fazem parte da fase inicial para elaboração do plano, previsto no Planejamento Estratégico.

Além do diagnóstico, os responsáveis também elaboram e entregam possíveis ações que podem ser absorvidas na construção do plano e que irão contribuir com o PLS.

Durante a reunião, foi a presentada a minuta do PLS, que contempla práticas de sustentabilidade abrangendo diversos temas, com destaque para a gestão de resíduos sólidos e uso racional de material de consumo na rotina administrativa.

No andamento dos trabalhos do GT está prevista uma oficina para capacitar os servidores na compreensão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e oseu papel na transformação ambiental, social e governamental, promovendo ações práticas que contribuam para a implementação dos ODS nas esferas pública e privada.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
quarta-feira - 11/09/2024 - 23:38h
Aliança do Oeste do RN

Entidades firmam acordo por pautas como turismo e empreendedorismo

Discussão envolveu amplo leque de entidades focadas no mesmo objetivo (Foto: divulgação)

Discussão envolveu amplo leque de entidades focadas no mesmo objetivo (Foto: divulgação)

Instituições representativas do Turismo, Artesanato, Empreendedorismo, Comunicação, Sustentabilidade, Inovação e Ação Social da região oeste do RN começam a trabalhar de forma integrada. Sem perda de tempo, ou de mais tempo.

Na segunda-feira (09), 14 entidades representativas se reuniram e celebraram Acordo de Cooperação Institucional e Apoio Mútuo. Objetivo é de trabalhar na defesa, criação e promoção de projetos, ações e eventos que trarão desenvolvimento econômico e social para toda a região Oeste do RN.

A reunião em sala do edifício Dr. Raimundo Pinto Barra, no Centro de Mossoró, juntou representantes de entidades que foram signatárias do compromisso, selando movimento que é tratado como “Aliança do Oeste do RN”:

– Cooperativa de Profissionais e Promoção do Turismo do Rio Grande do Norte (ProTurismo/RN);
– Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA);
– Fundação Amigos do Lajedo de Soledade (FALS);
– Associação Costa Branca de Turismo (ACBT);
– Cooperativa de Mulheres Empreendedoras e Artesãs (COOMEA);
– Cooperativa de Turismo de Tibau (CoopTur Tibau);
– Projeto Lajedo do Rosário de Felipe Guerra;
– Coletivo Lixo Zero Mossoró;
– Instituto Acontece;
– Associação Turística do Polo Serrano do Alto Oeste (ASERRA);
– Federação Norte-rio-grandense de Artesãos (FENART);
– Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo do RN (FEBTUR-RN);
– Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (CNARTS);
– StartupGrindr Brasil – Diretoria Nordeste.

O Superintendente do SESCOOP RN, Bruno Portela, participou da reunião representando ao Presidente do Sistema OCERN, Eduardo Gatto. O Serviço de Aprendizagem Nacional do Cooperativismo no RN (SESCOOP/RN) e a Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Norte (OCERN) são as entidades representativas do cooperativismo no Estado e parceiras da aliança recém-criada.

Acompanhe o novo Instagram do Blog Carlos Santos clicando @blogcarlossantos1

Acompanhe o Blog Carlos Santos no Threads clicando @blogcarlossantos1

Compartilhe:
Categoria(s): Gerais
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
domingo - 25/06/2023 - 12:32h
Conversando com... Glauber Gentil

Maior franqueado do país fala sobre sustentabilidade e negócios

Por Wellington Ramalho (O Estado de São Paulo)

CEO do Grupo Gentil, Glauber diz: "Você tem que se adaptar."

CEO do Grupo Gentil, Glauber diz: “Você tem que se adaptar”

Está no Nordeste uma das principais referências do País no setor de franquias. Surgido na década de 1980 em Natal (RN), o Grupo Gentil é considerado um campeão entre os franqueados no Brasil. São mais de 120 de pontos de venda das marcas do Grupo Boticário em quatro Estados do Nordeste: Rio Grande do Norte, Maranhão, Ceará e Paraíba.

“No mercado, de fato, não existe outra estrutura franqueada da dimensão da nossa. Isso também se dá muito pela grandeza e relevância do Grupo Boticário enquanto franqueador”, afirma Glauber Gentil, CEO do grupo.

Precursor da família nos negócios, Antonio Gentil, pai de Glauber, abriu a primeira loja vinculada ao Boticário em 1982. A parceria se ampliou no fim do século passado e deu um salto neste, quando o Grupo Gentil passou a operar lojas e outros pontos de venda em Estados próximos.

O grupo cresceu tanto que criou outros braços além da operação de franquias: um de investimentos, inclusive em outras franquias, e um no ramo imobiliário. São 910 funcionários e uma gestão profissionalizada, apesar da preservação de características familiares.

Escolhido para suceder o pai no comando do grupo, Glauber Gentil tem como sócias as irmãs Glênia e Glícia. A estrutura dos negócios também conta com os netos do fundador e com profissionais do mercado em posições importantes.

Glauber tem 45 anos e é formado em administração de empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em entrevista ao Estadão, ele conta como o ambiente familiar o levou para o setor de franquias, como o grupo cresceu, comenta os desafios que esse crescimento apresentou e como a sustentabilidade ambiental e os preceitos do Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG) podem ser incorporados aos negócios.

Como iniciou a trajetória nas franquias abertas pelo pai?

A família é contagiada por aquele ambiente de necessidade de quem está começando uma jornada empreendedora e entra nos negócios por gravidade. O Boticário é uma marca presenteável nas datas comemorativas.
Então eu passava as férias e as datas comemorativas no negócio.

Entrei por esse caminho e estou vivendo mais de perto o franchising há 25 anos. Você sempre entra na parte mais operacional e em contato com o consumidor, que é uma boa escola.

Eu e minhas irmãs começamos nas funções de atendimento e de estoque. Até que as unidades foram tomando corpo e foi se abrindo uma janela de necessidade de estruturação. Tive uma experiência nos Estados Unidos e na volta comecei uma trilha em funções mais táticas, passando por setores como o financeiro e o administrativo.

Da primeira loja até os 120 pontos de venda atuais, quando aconteceu o grande salto?

Nós operávamos apenas em Natal. Esse negócio já tinha saído de uma loja para 12 unidades. Aí recebemos o desafio de operar a segunda capital do Nordeste, que foi São Luís do Maranhão, em 2006.

As minhas irmãs se deslocaram para São Luís, e eu permaneci em Natal. Isso trouxe os primeiros desafios sobre a necessidade de profissionalizar a gestão. Esse é um momento icônico na nossa jornada porque a gente conseguiu entregar performance em dois mercados importantes, distantes, distintos.

Isso trouxe um reconhecimento dentro da franqueadora para que ganhássemos a confiança de seguir nessa rota da expansão e do crescimento. Na sequência, vieram dois mercados médios importantes no Nordeste, que são Mossoró (RN) e Campina Grande (PB), e regiões mais interioranas do Maranhão, do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

A maior conquista é a confiança obtida ao longo do tempo para estarmos há tantos anos juntos. Essa é uma conquista muito valorosa: saber que posso confiar na franqueadora e que a franqueadora confia na gente.

Que desafios esse crescimento trouxe?

O grande desafio é estar preparado para acompanhar o ritmo das mudanças que são imperativas dentro da estratégia do Grupo Boticário. Seja na implementação de um novo modelo de negócio, seja no redirecionamento de uma estratégia, seja na velocidade com que a gente precisa colocar em prática o pensamento da franqueadora.

O grande desafio disso tudo é estar preparado para dar tração a esse organismo que se movimenta de forma muito veloz, dinâmica e com alta capacidade de adaptação. O Boticário vem desfrutando de um crescimento exponencial porque é um provocador contínuo de mudanças.

Do nosso lado, tiveram esses temas internos da chegada da governança, da sucessão, desse crescimento exponencial. Tudo isso foi trazendo pontos de atenção e de melhoria para o negócio e para a operação.

É possível inovar quando você é um franqueado?

É possível inovar desde que de forma alinhada com a franqueadora. A gente é muito contente nessa relação (com o Boticário) por ter espaço aberto para a inovação. A gente tem a sorte e a felicidade de estar dentro de um ecossistema que estimula esse ambiente.

Feliz (também) a franqueadora que consegue ter uma escuta ativa e está aberta a testar pilotos porque respeita a sensibilidade do franqueado que está na ponta. No nosso caso, (é ótimo) ser reconhecido e, às vezes, apontar uma tendência, e a franqueadora abraçar isso e depois multiplicar isso pela rede.

O Boticário, a cada novo projeto de loja, tem a sensibilidade de convidar franqueados para trazerem contribuições ao processo. É uma avenida de mão dupla. Hoje a inovação está muito mais centrada na percepção do cliente e de como é que a gente deve inovar para ele e por ele.

Tenho o hábito de frequentar o campo, de ir para as operações para sentir que tipo de demanda está vindo do campo, para que a gente possa inovar a partir dessa demanda, para que a gente possa chegar nos fóruns adequados e dizer “o consumidor está demandando isso, o consumidor está pedindo aquilo”.

O que se deve fazer nas franquias para se adequar aos preceitos da sustentabilidade ambiental e de ESG?

Primeiro é entender que essa é uma pauta que não pode ser negligenciada. Você tem os agentes econômicos demandando isso e já tem o consumidor também demandando. Tem o tema da diversidade, tem o tema da inclusão, tem vários outros movimentos. Alguns demandam investimento, outros apenas reposicionamento e revisão de modelos.

Tenho de ter a sensibilidade e ao mesmo tempo a racionalidade de olhar para a estrutura financeira do negócio e saber onde vou alocar o capital necessário para investir nessa pauta. Não tem como não abraçar esse movimento. Você tem de se adaptar ao modelo.

Está na sua capacidade de acreditar em fazer essa movimentação. É pensar de forma combinada, entre franqueadora e franqueado, como é que juntos podem fazer isso acontecer. Tem uma série de agendas que podem ser tracionadas conjuntamente.

E como o pequeno empreendedor de franquias deve encarar demandas como a da sustentabilidade?

A gente tem que decifrar essa pauta, sobretudo para quem está começando a tratar com ela, com agendas mais simples. Tem muita coerência quando você trabalha no seu time a separação do lixo, quando começa a colocar o tema de energia na mesa.

A grande mensagem é desmistificar o ESG com essa sigla que quando a gente desdobra parece algo inalcançável. Do mesmo jeito que governança corporativa pode ser traduzida como “o combinado não sai caro”, o ESG pode ter uma conotação de iniciativas e atitudes simples.

Você pode buscar apoiar alguma instituição que já trabalha o tema e contribuir de forma indireta. Você pode ter hábitos de organização, economia e reciclagem, atos simples que às vezes começam em casa, derivam para o ambiente da empresa e você vai contribuindo de acordo com o tamanho que você tiver.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Conversando com... / Entrevista/Conversando com...
sexta-feira - 12/08/2022 - 19:18h
Municípios

Femurn fará Feira de Oportunidades e Negócios

Com realização da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), os representantes dos municípios potiguares terão a oportunidade de participar do 1° Congresso e Feira de Oportunidades de Negócios para Municípios do RN. As inscrições já estão abertas pelo site //conefern.com.br/.Femurn - Feira de Negócios e oportunidades - Natal

O evento será na Arena das Dunas nos dias 24 e 25 de agosto. A programação contará com discussões em torno de quatro eixos temáticos: Gestão, Projetos, Inovação e Sustentabilidade.

O evento é promovido pela Femurn em parceria com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Amlap, Amcevale, Amso-Tr, e Amop, entidades municipais regionais no RN. Ainda conta com apoio do Governo do RN, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN), Banco do Nordeste e Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN).

O público alvo são os prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, vereadores, servidores públicos, empresários, empreendedores, parceiros públicos e dirigentes de entidades privadas.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Administração Pública
  • Repet
domingo - 28/03/2021 - 11:30h

A agenda ambiental na administração pública

Por Josivan Barbosa

Há uma tendência crescente entre prefeitos eleitos de se preocuparem mais com a pauta da sustentabilidade. Este é um dos resultados de uma análise inédita feita a partir dos programas dos prefeitos eleitos nos 5.570 municípios do país nas últimas três eleições. Mas a boa notícia termina aí. A agenda aparece em menos da metade das candidaturas vencedoras, um indicador de que o tema socioambiental não tem forte compromisso político nas cidades.

Aqui em Mossoró não tem sido diferente. A nova gestão municipal não emite sinais de ter uma agenda ambiental. O nosso penoso Rio Mossoró continua sem ser visto pela gestão municipal, apesar de todo dia muitos gestores da PMM passarem sobre as pontes que unem os dois lados da cidade.

Saneamento básico faz parte de uma pauta diversificada em termos de meio ambiente (Foto ilustrativa)

Saneamento básico faz parte de uma pauta diversificada em termos de meio ambiente (Foto ilustrativa)

Lembremos que falar de sustentabilidade é falar de direitos básicos da população relacionados a saúde, ambiente, saneamento, mobilidade, energia e desenvolvimento econômico.

Mercado de frutos na Europa

Os produtores da agricultura irrigada do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE estão temerosos quanto à situação da pandemia da COVID – 19 na Europa, principal mercado de exportação das frutas tropicais produzidas no Semiárido. Com exceção da Inglaterra que é um grande cliente das nossas frutas, o restante da Europa pode apresentar retrocesso na recuperação econômica no segundo semestre em função do lockdown em vários países, como Alemanha, Itália, França entre outros.

Na UE, só 12 pessoas em cada 100 receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19, de 37 nos EUA e 43 no Reino Unido, segundo o rastreador do “Financial Times”. O avanço da vacinação na Europa tem sido dificultado por problemas de oferta e, na semana passada, vários países suspenderam temporariamente o uso da vacina da Oxford/ AstraZeneca.

Os economistas avaliam que as restrições de mobilidade na Europa só serão suspensas no fim do segundo trimestre. Isto enfraquecerá a demanda interna e, consequentemente, as importações. Eles mantiveram sua previsão de crescimento para este ano em 3,9%, mas reduziram a do ano que vem de 5,3% para 4,3%.

Oportunidade de recursos

A Governadora do RN e o prefeito de Mossoró precisam urgentemente afastar as diferenças politicas e aproximar o diálogo com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) relativo à liberação de recursos dentro do OGU 2021 para projetos prioritários e para a retomada dos projetos que estão parados a exemplo da adutora Santa Cruz do Apodi e o Projeto de Irrigação Santa Cruz do Apodi.

A Pasta comandada por Rogério Marinho passou a ser a mais beneficiada no OGU de 2021 que está prestes a ser aprovado pelo Congresso Nacional.

O MDR recebeu o maior acréscimo proporcional de recursos entre os ministérios no parecer do Orçamento para 2021. Em uma vitória para Rogério Marinho, sempre às turras com o ministro da Economia Paulo Guedes, a pasta que é vitrine de obras para os políticos terá R$ 10,6 bilhões – ante R$ 6,4 bilhões em despesas previstas anteriormente, um generoso aumento de 65,6% em relação à proposta original.

A subida para o MDR foi proporcionada pelas emendas parlamentares, com os congressistas já de olho na eleição de 2022.

Recursos

O relator-geral do OGU – 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AC), apresentou uma complementação de voto com remanejamento de despesas de R$ 26,5 bilhões.

Para isso, ele retirou recursos que estavam destinados a gastos com benefícios previdenciários (R$ 13,5 bilhões), abono salarial (R$ 7,4 bilhões) e para seguro-desemprego (R$ 2,6 bilhões) e  abasteceu emendas voltadas à realização de obras por meios dos Ministérios do Desenvolvimento Regional (MDR) e da Infraestrutura.

Políticos

As mudanças agradaram políticos que têm nestas obras uma vitrine eleitoral. O MDR, que na proposta original tinha apenas R$ 6,4 bilhões previstos alcançou quase R$ 21 bilhões em recursos (pouco mais de R$ 20,8 bilhões). Ganhou mais R$ 10,2 bilhões na complementação, além dos R$ 10,6 bilhões que já tinha obtido.

Universidades

Para superar a obstrução feita pela oposição, o líder do governo, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), firmou um compromisso para que seja feita futuramente uma recomposição de recursos que foram retirados na proposta para universidades federais e para a realização do Censo Demográfico de 2021.

Os recursos cortados foram distribuídos para outras áreas. No caso das universidades, o corte foi de R$ 1,1 bilhão.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Compartilhe:
Categoria(s): Artigo
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.