segunda-feira - 28/03/2022 - 20:46h
Complementação

Distorção salarial de vários anos será corrigida, anuncia Allyson

Os servidores municipais da Prefeitura de Mossoró que recebem salário inferir ao salário mínimo, problema que se arrasta há alguns anos, terão complementação de ganho de até 32,8% em seus vencimentos. A mudança beneficiará, em maioria, os profissionais da área da saúde, e integra a política municipal de valorização dos servidores públicos de Mossoró.

Pelo menos 674 servidores serão beneficiados diretamente.

Allyson diz que existem outras carências históricas que precisam ser atendidas (Foto: arquivo)

Allyson diz que existem outras carências históricas que precisam ser atendidas (Foto: arquivo)

Serão diretamente beneficiados com a complementação salarial de até 32,8% os profissionais dos cargos de Assistente de Serviços Gerais (ASG), Merendeira, Motorista, Gari, Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Consultório Dentário, Agente Administrativo, Técnico de Laboratório e Técnico de Enfermagem.

O projeto de lei que trata o reajuste dos servidores municipais será enviado para a Câmara Municipal de Mossoró ainda esta semana, em regime de urgência para que seja votado antes do prazo de vedação eleitoral.

“Identificamos esse problema ainda em 3 de janeiro de 2021 quando visitei a UPA do Alto de São Manoel e conversei com alguns servidores que ganhavam salário base de R$ 950. Vamos corrigir isso. Vamos formar comissão com os servidores para corrigirmos outras distorções e avançarmos em pautas que são históricas esperadas há muito tempo. O servidor pode contar com o nosso trabalho”, afirmou o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade).

Com informações da PMM.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 16/10/2017 - 06:40h
Saúde

Hospital Almeida Castro explica fluxo de recursos públicos

Bom dia, Carlos Santos.

Alguns esclarecimentos sobre recursos recebidos pela  APAMIM para administrar o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em face da publicação do artigo “Maternidade Municipal – um caminho a ser trilhado“, assinado pelo articulista Gutemberg Dias nesse domingo (16), no Blog Carlos Santos.

O governo do Estado paga R$ 900 mil a cinco cooperativas médicas, que prestavam serviços no Hospital da Mulher e o Governo do Estado as colocou à disposição do Hospital Maternidade Almeida Castro para atender alta complexidade, que é responsabilidade do Estado.

Em 25 de janeiro deste ano visitei por quase três horas o HMAC, uma outra realidade animadora que não pode parar

A Prefeitura de Mossoró paga, em média, R$ 750 mil as cooperativas médicas para completar a escola da Maternidade. Isto foi uma decisão judicial condenando a Prefeitura a fazer este pagamento, pois a Prefeitura é o ente responsável por média e baixa complexidade.

Como já transitou em julgado, não pode ser diferente.

Além deste valor, a Prefeitura paga salários de servidores cedidos a maternidade (ASG, bioquímico, técnico de laboratório, escala de Ultrasonografia). O valor pago pela prefeitura a estes servidores é de aproximadamente R$ 100 mil/mês.

Como a Intervenção está concluindo a estruturação de destes serviços, não vai mais precisar destes servidores. Já estão sendo devolvidos a Prefeitura de Mossoró. Até o final do ano, todos serão substituídos por servidores próprios da maternidade.

O Ministério da Saúde repassa para a Maternidade Almeida Castro o valor de R$ 1,8 milhão, referente aos serviços prestados, incentivos do Programa Rede Cegonha, Contratualização e Incentivos de Leitos instalados para dá mais conforto aos bebês e as mães.

Obs: os valores que a gestão municipal está retendo ilegalmente chegam a R$ 1,8 milhão.

Nota do Blog Carlos Santos – Estive por quase três horas no dia 25 de janeiro deste ano no HMAC. Uma outra realidade, um novo patamar em termos de estrutura, relação gestores-servidores, qualidade em favor de mães, bebês e outras pessoas que recebem atendimento.

Torço para que Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do RN (MPRN), Justiça Federal do RN (JFRN), Justiça do Trabalho e Justiça do RN possam continuar dando respostas à sociedade em favor desse equipamento indispensável à saúde local e regional.

Espero, também, que a politicalha não vença mais uma vez o interesse público nem asfixie as necessidades de quem realmente precisa de algo tão relevante.

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