segunda-feira - 20/03/2023 - 23:28h
Grande Natal

Retorno de 80% das linhas intermunicipais ocorre nessa terça-feira

A operação das linhas de transporte intermunicipal da Grande Natal, operadas pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio Grande do Norte (SETRANS/RN), irá funcionar com 80% de sua capacidade nesta terça-feira (21).

Reunião de hoje fechou entendimento para ampliação de serviços (Foto: Pedro Henrique/Sesed)

Reunião de hoje fechou entendimento para ampliação de serviços (Foto: Pedro Henrique/Sesed)

A ampliação da frota foi definida em reunião realizada nesta segunda-feira (20), na sede da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SESED), com a diretora do Departamento de Estradas de Rodagens (DER), Natécia Nunes, a equipe da Segurança Pública do RN e representantes do Seturn, STTU, Sintro, Fetronor, Transpasse e Transportes Opcionais. As linhas funcionarão das 5h30 às 20h.

A ampliação da operação das linhas do Transporte Intermunicipal se soma à retomada do funcionamento integral das cinco empresas da Transpasse que atuam no setor – Riograndense, Cabral, Alves, Jardinense e Nordeste – medida que já está em curso desde essa segunda-feira (20).

Transporte Intermunicipal da Grande Natal funcionará com 80% da frota:

– As linhas funcionarão das 5h30 às 20h.

– Empresa Trampolim da Vitória: A, B, C, CV, D, E, G, I, J, L, M, P, R, S, V.

– Empresa Litorânea: linhas Arez/Natal, São José de Mipibu/Natal, Barreta/Natal, as linhas alimentadoras de São José de Mipibu (São José/Arez, São José/Barreta), e Tabatinga/Natal.

– Empresa Guanabara Intermunicipal: 120,121, 122, 124, 125, 132, 133, 135, 160.

– Expresso Cabral (metropolitana): linha 134.

Retomada integral das empresas Riograndense, Cabral, Alves, Jardinense e Nordeste.

– Vão retomar todos os horários das linhas que operam.

Natal

– 36 linhas e 215 veículos que funcionarão das 5h15 às 19h.

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segunda-feira - 22/02/2016 - 23:54h
Licitação

“Cidade do Sol” vai retornar ao transporte em Mossoró

A empresa natalense “Cidade do Sol”, que já atuou em Mossoró no serviço de transporte urbano de passageiros, deverá voltar à cidade. Pelo menos em face da licitação para o transporte que ganhou hoje.

Pelo menos 16 empresas compraram edital à concorrência, mas apenas duas compareceram à disputa.

A Cidade do Sol (que atua também em Natal) começará a atuar no município dentro de 60 dias após a assinatura do contrato.

Garante colocar ônibus com idade média de 2,6 anos e seu contrato deve vigorar por dez anos, podendo ser prorrogado por mais dez.

Atualmente, a empresa em atuação em Mossoró é a Ocimar, com regime emergencial de contrato desde o ano passado.

Está imersa em reclamações de usuários e já enfrentou greve de empregados, devido atraso em pagamento.

Nota do Blog – Merece aplausos a iniciativa da Prefeitura, em 2015, mesmo que não tenha emplacado o serviço da forma como prometera e conforme a densa propaganda que espalhou.

É um serviço complexo, agravado mais ainda pela balbúrdia fomentada no passado com mototáxi e a pulverização de concessões de táxi.

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sexta-feira - 18/09/2015 - 06:35h
Mossoró

Aos poucos, coletivos retornam à normalidade

A frota da empresa Ocimar, que presta serviço de ônibus urbano em Mossoró, promete saldar débito de quase dois meses com seus motoristas no dia 22 próximo.

Quarta-feira e ontem (quinta-feira, 17), os veículos começaram a retomar o ritmo normal de circulação.

Os motoristas fizeram paralisação no início da semana, cobrando pagamento de salários.

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segunda-feira - 07/09/2015 - 22:58h
Transporte urbano

Esperando Ocimar

Carlos Santos.

Gostaria se possível, que através deste conceituado Blog fosse indagado a Ocimar transporte ou Secretaria de Mobilidade o porquê de retirada de ônibus de trabalho nesse domingo (6).

Trabalho em um hotel no centro da cidade sobre regime de escala e trabalho domingos, feriados e infelizmente dependo do transporte coletivo.

Fiquei à espera do coletivo das 6h10 até as 7h30 no terminal do Carcará e não se viu passa um ônibus da referida empresa para nenhum dos bairros de Mossor.

Para minha sorte passou um vizinho e me deu carona. Mas e restante do pessoal?

Grato pela atenção.

Luiz Gonzaga Júnior.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 19/04/2015 - 11:51h

Sistema de transporte público – um problema crônico

Por Gutemberg Dias

Fazer uma discussão sobre o problema do Sistema de Transporte Público em Mossoró se faz necessário, antes de mais nada, entender a dinâmica socioeconômica do município e os programas de desenvolvimento da malha urbana.

Mossoró economicamente tem sua maior expansão econômica e demográfica a partir da década de 1970 e, principalmente, logo após o início operacional das atividades de exploração petrolífera na década de 1980, quando há um crescimento natural nos fluxos migratórios e aquecimento econômico.

Nesse período os deslocamentos ainda estavam restritos ao perímetro central, onde o fluxo de pessoas acontecia com certa facilidade devido as pequenas distâncias a serem vencidas, ou seja, nesse período a mobilidade urbana poderia ser considerada satisfatória.

Porém, com o crescimento da mancha urbana patrocinado, em parte, pelo desenvolvimento econômico e pelos programas de habitação dos governos, bairros passaram a ser criados perifericamente ao núcleo central urbano e, com isso, as distâncias passaram a ser maiores, já sinalizando a necessidade de se pensar estratégias que garantisse ou facilitasse o deslocamento coletivo para esses novos territórios.

Com a expansão do tecido urbano as distancias aumentaram de forma gradativa e a necessidade de deslocamento passou a ser um problema para a massa de povo que aos poucos eram deslocadas para os bairros periféricos. Essa expansão não foi acompanhada da infraestrutura necessária no tocante ao transporte público e, naturalmente, a própria malha viária urbana foi sendo criada sem o planejamento necessário a devida implantação de políticas de transporte público coletivo.

É notório que os problemas advém de longa data e a atual administração apenas faz o favor de manter ele vivo, já que ações efetivas não são tomadas para sanar as deficiências e garantir um perfeito funcionamento do sistema que deveria responder majoritariamente pelo maior fluxo de deslocamento da população.

É sabido que apenas investir no sistema de transporte público não é a solução e, diante disso, a gestão municipal precisa fazer uma leitura ampla do problema, não se restringindo apenas a querer colocar ônibus nas ruas. Claro que essa é uma solução urgente, porém paliativa.

Em 2009, se não estiver errado, a cidade era atendida por 13 linhas que cobriam cerca de 64% da demanda do município. Saliento que esses dados são da própria prefeitura em documento que trata da mobilidade urbana no governo da ex-prefeita Fafá Rosado. Mas, acredito que na atualidade esses números são menores, principalmente, no que tange à cobertura.

Um dado do Ipea (2012) que merece ser trazido a essa discussão, mostra que em cidades acima de 60 mil habitantes no Brasil, cerca de 38% dos percursos são feitos a pé. O mais interessante disso é que esse alto índice de percursos a pé não está relacionado apenas ao problema da falta do transporte, ou seja, uma grande parte é em função do preço da tarifa.

Nesse sentido a gestão municipal em Mossoró precisa de imediato garantir uma frota suficiente na rua, mas, também, precisa se ater aos demais problemas associados ao sistema que degradam a qualidade, como a questão da tarifa, a regulação melhor de seu espaço urbano (rever a expansão horizontal), o reordenamento dos percursos, reestrutura dos corredores (vias) de acesso e, também, a regulação de veículos em áreas centrais.

Quanto a esse último ponto, a questão dos veículos, nada será resolvido se a gestão municipal não criar mecanismos eficazes para inibir o uso de veículos próprios, principalmente, no centro da cidade. Dessa forma, a criação da Zona Azul é uma ferramenta imprescindível na reestruturação do Sistema de Transporte Público, salientando que toda sua arrecadação deve ser utilizada única e exclusivamente para financiar a melhoria do sistema como um todo.

Num contexto geral, se nada for feito e se não houver um entendimento sistêmico do problema, com o crescimento populacional e, principalmente, devido a expansão da mancha urbana, Mossoró estará fadada a ser uma cidade com gigantescos (hoje são grandes) problemas no tocante a mobilidade urbana no futuro próximo.

As soluções existem e a cada ano que se passa mais caro fica para o cidadão.

Gutemberg Dias é empresário, geógrafo e mestre em Recursos Naturais

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Categoria(s): Artigo
quinta-feira - 26/01/2012 - 16:02h
Cobrança

Trânsito precisa de discussão séria e propostas consistentes

Sr. Carlos Santos,

Tudo o que se refere a trânsito e transportes em Mossoró é precário, deficiente. Eu diria mesmo ultrajante. O que acontece que não existe transporte coletivo nessa cidade? Que não existe educação por parte de motoristas? Não existe legislação e fiscalização sobre o que de fato deveria ser coibido?

Sinceramente penso no dia em que observar motoristas avançando sinal, mulheres idosas andando em garupas de motocicleras alucinadas, motos sendo utilizadas para transportar famílias inteiras – ao mesmo tempo – e carretas monstruosas circulando pelo “miolo” da cidade, sinceramente espero chegar o dia em que esses fatos firam a nosso senso de civilidade.

Quanto às motos, como recriminá-las numa cidade sem outro meio de deslocamento? Essa questão, dentre muitas outras, deveria ser seriamente debatida nessa campanha. O que os candidatos proporâo para solucionar o problema?

Mas não é apenas engendrar uma soluçãozinha razoavelmente plausível e bonitinha, cheia de alusões “ao social” à “cidadania” à “inclusão” e outros recursos retóricos do gênero que recheiam os programas de governo dos candidatos. É discutir e planejar sério.

E somos nós, como cidadãos e eleitores, que devemos cobrar com veemência soluções que atestemos terem sido elaboradas a partir de diagnósticos, discussões sérias, pessoal capacitado.

Mossoró deveria promover um debate com gestores e técnicos de outras cidades que tiveram “explosao” urbana associada à atividade da Petrobrás como Macaé  e Campos no Rio de Janeiro, São Mateus no Espírito Santo e tantas outras. Enfim, fazer um evento técnico para discutir problemas urbanos que não estão presentes apenas aqui. Sei lá, uma forma de sacudir a cidade, os gestores, secretários, candidatos e claro, a sociedade, para a discussão de problemas e projetos.

O senhor em seu Blog bem poderia encampar a idéia. Setorializar problemas que deverão ser enfrentados e começar a exigir propostas sérias, verificar o envolvimento dos partidos na elaboraçao de projetos. Não dá mais para aturar “propostinhas tiradas do bolso”  para problemas urgentes.

Ah escutei falar que em Juazeiro do Norte, uma cidade, se não me engano, mais ou menos do porte de Mossoró já existe o VLT (veículo leve sobre trilhos). Por que não brigar por esse transporte aqui? Lí em algum lugar tb uma proposta interessante, se não me engano do vereador Jório Nogueira (PSD) sobre a implantaçao de uma eficiente e extensa rede de ciclovias.

Achei muito legal porque o mossoroense já tem a cultura de andar de bicicleta. Nós também, como cidadãos, devemos ser menos tacanhos e acanhados em exigir respostas.  Conforme o senhor tão bem descreve, nossos representantes consomem muito, muito tempo e energia planejando sua sobrevivência política. E se não mudamos nossa conduta, tudo tende a continuar assim mesmo.

Não sobra tempo para pensar como gerir a coisa pública. Sou pessoalmente contra o discurso de vitimização da sociedade. Nós também somos responsáveis pelo que acontece ou deixa de acontecer.

Andréa Linhares – Webleitora

Nota do Blog – Como cidadão, da mesma forma que eu, você está legitimada para cobrar um debate sério, cientificista, sobre a mobilidade urbana. Seu texto é um desabafo capaz de mexer com todos nós.

Mas você sabe que a maioria da classe política prefere o faz-de-conta. Mobi8lizemo-nos, pois.

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