domingo - 19/10/2025 - 04:36h

Crianças com câncer e a dor

Por Isabelle Medeiros Resende

Foto ilustrativa da Casa Durval Paiva

Foto ilustrativa da Casa Durval Paiva

Tratar a dor do paciente oncológico faz parte dos cuidados seja durante a quimioterapia ambulatorial, radioterapia ou durante a internação, mas ainda existem dificuldades em relação ao manuseio da dor e avaliação dela. Para tratar as dores nos pacientes com câncer, não trate por completo os fármacos de escolha são os anti-inflamatórios, os opióides, os antidepressivos, os anticonvulsivantes, dentre outros.

A dor é individual e subjetiva em cada criança com câncer. Pode também está associada a fatores psicológicos, físicos, religiosidade, podendo ainda estar associada à presença de metástase e o tamanho e espalhamento do tumor. Apesar dos medicamentos utilizados como analgésicos, existe muita insegurança em relação à administração desses tipos de fármacos por se tratar de crianças.

A  dor não pode ser negligenciada mesmo com os métodos farmacológicos e as intervenções não farmacológicas. Essa dor pode não ser suprimida. Então, toda a equipe multidisciplinar deve estar atenta às queixas do paciente. O trabalho através da equipe multidisciplinar da CDP (Casa Durval Paiva) proporciona, cada um através de sua atuação, o melhoramento da qualidade de vida desses pacientes, aliviando a dor através da medicação prescrita dispensada e também através de outros serviços complementares: fisioterapia, psicologia, musicalização, pedagogia, aulas de informática, serviços de odontologia –  dentre outros métodos que melhoram a qualidade de vida e ajuda no melhoramento e alívio das dores.

Isabelle Medeiros Resende é farmacêutica Casa Durval Paiva

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Categoria(s): Artigo
segunda-feira - 09/05/2022 - 16:24h
Câncer

Liga Mossoroense quer Plus equiparado a serviços de Natal

Vídeo mostra necessidade de isonomia Natal-Mossoró (Reprodução BCS)

Vídeo mostra necessidade de isonomia Natal-Mossoró (Reprodução BCS)

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) divulgou nesta sexta-feira (06) um vídeo explicando como os recorrentes atrasos de repasses feitos pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte e Prefeitura Municipal de Mossoró afetam os serviços da instituição. A entidade quer equiparação dos valores pagos às instituições congêneres de Natal.

A Liga cobra mais agilidade no repasse e explica à sociedade o motivo de eventualmente precisar paralisar parte dos seus serviços, o que não acontece no momento. O vídeo é um alerta e uma tentativa de mobilizar sociedade e classe política à isonomia de valores.

Segundo a LMECC, há muitos anos os prestadores do mesmo serviço em Natal recebem um “plus” (adicional) à tabela SUS, maior do que a entidade mossoroense.

O Sus não reajusta seus valores há mais de uma década e os governos reduzem o impacto dessa defasagem com o Plus.

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sexta-feira - 09/07/2021 - 21:40h
Saúde

Os bons ventos de Geraldo Melo

Geraldo e Renata (Foto cedida)

Geraldo e Renata (Foto cedida)

Por Laurita Arruda (Território Livre)

O ex-senador e ex-governador Geraldo Melo (PSDB) retornou ao Rio Grande do Norte nesta sexta-feira, 9.

Desde o final de maio,  GM viajou para São Paulo, onde foi submetido a uma cirurgia para retirada de três tumores no cérebro.

Com êxito total no procedimento, seguiu a Brasília, onde deu prosseguimento ao tratamento de ponta no combate a células cancerígenas.

Em casa, hoje recebeu o carinho da mulher Ednólia e a filha Renata – na foto.

Nota do Blog Carlos Santos – Excelente notícia, Laurita.

Geraldo é uma inteligência que merece aplausos.

Saúde, senador!

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 09/09/2016 - 14:19h
Falta de Pagamento

Estado e Prefeitura prejudicam tratamento contra câncer

Os serviços em oncologia estão novamente paralisados em Mossoró. O permanente atraso no repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) compromete o atendimento aos pacientes com câncer e agrava a crise financeira do hospital.

As dívidas acumuladas do município e estado com o Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) já ultrapassam R$ 1,5 milhão. A pendência maior é da Prefeitura Municipal, que deixou de pagar ao COHM a produção dos meses de junho e julho.

Em valores exatos, o montante da dívida acumulada da Prefeitura com o Centro de Oncologia é de R$ 831.096,41. Do total, cerca de R$ 70 mil são de despesas com médicos e R$ 761 mil de serviços hospitalares. As dificuldades não param por aí.

Se não bastassem as pendências da Prefeitura, o COHM sofre também com o atraso no recebimento de dinheiro do SUS por parte do Estado. O governo deve ao hospital o faturamento do mês de julho. Em números precisos, o total é de R$ 702.353,19.

Salários em atraso

Além desse valor, o Estado ainda deve ao Centro de Oncologia R$ 116 mil de produção de 2015. São recursos de despesas com quimioterapia e exames.

Sem a verba, o atendimento à população fica comprometido e o tratamento do câncer prejudicado.

“Mais uma vez, consultas, cirurgias e a até a quimioterapia estão sendo paralisados. Não temos como manter a regularidade nos serviços, se chega a faltar dinheiro para comprar medicamentos e pagar funcionários, que estão com seus salários com dois meses de atraso”, diz o médico José Cure de Medeiros, diretor-técnico do hospital.

Para se ter ideia do cenário real, desde maio o hospital não consegue mais pagar regularmente os plantões dos médicos. “Somente com esses profissionais, há uma dívida de R$ 480 mil”, diz Cure, além de R$ 600 mil com folha de pessoal. A dívida do hospital já supera R$ 1 milhão.

Plus

A situação financeira do hospital agrava-se ainda mais, segundo Cure, por causa da falta do pagamento do “plus” (complementação da tabela do SUS) pelo Governo do Estado, como é feito em Natal e Parnamirim. Lá, o Estado paga 150% de adicional, em todos os serviços médicos, sobre a tabela SUS.

Ademais, o Estado paga R$ 1.500,00 por uma diária de UTI em Natal, quando em Mossoró o valor não ultrapassa R$ 500,00 pelo mesmo tipo de atendimento. “Não temos mais como bancar esses custos”, garante Cure, lamentando que a falta de compromisso das autoridades públicas, prejudique os pacientes.

Outras informações COHM: (84) 9.8117-3053/9.9984-9338.

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domingo - 17/07/2016 - 11:22h
Falta de Pagamento

Tratamento contra o câncer é suspenso outra vez

Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) suspendeu outra vez o atendimento a pacientes com câncer, gente de Mossoró e dezenas de outros municípios.

Sua direção atesta que os governo do Estado e Prefeitura de Mossoró têm débito de R$ 1,2 milhão com o COHM.

Pelo menos R$ 800 mil caberiam ao Governo do Estado e R$ 400 mil à Prefeitura de Mossoró.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quarta-feira - 17/02/2016 - 18:22h
Em Brasília

Tratamento contra câncer será unificado em Mossoró e região

Os serviços de tratamento de câncer em Mossoró deverão ser unificados. Na tarde desta quarta-feira (17), o ministro interino da Saúde, José Agenor, garantiu que se não houver nenhuma pendência impeditiva, será atendido o pedido de transferir para a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) a gestão dos serviços conveniados que hoje estão a cargo do Centro de Oncologia e Hematologia (COHM).

A reivindicação da sociedade mossoroense foi levada ao Ministério da Saúde pelo senador Garibaldi Filho, pelos representantes da Liga Mossoroense, Francisco Cure e Geison Freire; e pela vereadora Izabel Montenegro. A alteração – que já foi autorizada pelo Conselho Municipal de Saúde de Mossoró e pelo Conselho Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte – não implicará em nenhum custo financeiro adicional para o Tesouro Federal.

Acelerador nuclear

A Liga Contra o Câncer de Mossoró atende a 62 municípios do Rio Grande do Norte, além de diversas cidades de estados como o Ceará e a Paraíba. Durante a reunião no Ministério, a delegação potiguar também reivindicou a cessão de um segundo acelerador linear para Mossoró. O município já dispõe de um, atualmente administrado pelo Centro de Oncologia e que deverá ser transferido para a Liga.

Izabel e Garibaldi fizeram exposição do cenário quanto ao tratamento (Foto: cedida)

O pedido feito ao Ministério da Saúde foi destinar a Mossoró um dos 80 aceleradores nucleares encomendados pelo governo federal, caso alguma entidade cadastrada desista de receber o equipamento. O ministro interino explicou que não será possível atender à reivindicação porque o instrumento legal que elencou os destinatários dos aceleradores contemplou também uma relação de eventuais substitutos para os casos de desistência.

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Categoria(s): Saúde
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