terça-feira - 28/11/2017 - 08:20h
Estranho

“Feito” de Robinson com duodécimo tem tratamento diferente

As decisões em sequência do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), em favor do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Ministério Público do RN (MPRN) e dia passado em atendimento à Assembleia Legislativa, determinando repasses de três meses em atraso do duodécimo, já era esperado (veja postagem abaixo ou AQUI).

Estranho é que tenham demorado tanto às petições. Seria ainda mais estranho, se o TJRN agisse com despacho diferente, ao arrepio da lei.

O próprio TJRN também enfrenta problema igual. São três meses sem o duodécimo.

A Defensoria Pública, idem.

“Feito” inédito

É algo inédito  na história administrativa do Rio Grande do Norte.

O “maior” feito do gênero tinha sido alcançado pela ex-governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), que atrasara parte de duodécimos e terminou sendo objeto de pedido de impeachment que terminou ‘esquecido’ na AL.

Por bem menos, que se diga, ela sofreu esse processo, num comparativo com o que acontece agora na gestão Robinson Faria (PSD). Quem deveria agir, não age. Omissão por compadrio?

O que é o duodécimo?

No artigo 168 da Constituição Federal está estabelecido que os recursos proporcionais às dotações orçamentárias, que devem ser atribuídos aos órgãos dos poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública, devem ser entregues até o dia 20 de cada mês, divididos em duodécimos.

Agora, TCE, MPRN, AL, TJRN e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por exemplo, calam-se diante dessa situação. A quase totalidade da imprensa também não mexe no assunto.

Até o Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO/RN), autor do pedido de impeachment de Rosalba Ciarlini, anda mergulhado.

Ou seja, o que vale para a ex-governadora não deve ser usado para Robinson Faria, atual governador. Mudou a lei? Não. Mudou o comportamento em relação à lei.

O Marcco/RN é integrado pelas mais diversas entidades e instituições públicas, privadas, e por membros convidados, como Associação de Magistrados do RN; Associação do Ministério Público do RN; Associação dos Juízes Federais do RN; Universidade Federal do RN (UFRN).

Leia também: O impeachment do governador Robinson Faria AQUI.

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sábado - 25/11/2017 - 06:20h
RN

Justiça determina que governo repasse dinheiro ao MP

Duodécimo atrasado chega a três meses; caso deveria provocar pedido de impeachment de governador

O desembargador Cornélio Alves, em julgamento de Mandado de Segurança impetrado pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, determinou que o governador do Estado (Robinson Faria) e o secretário do Planejamento e das Finanças do RN (Gustavo Nogueira) comprovem ou efetuem, em até 48 horas corridas, o repasse dos percentuais dos duodécimos devidos ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, referentes aos meses de setembro, outubro e novembro de 2017, necessários ao pagamento, pelo menos, da folha de servidores e membros daquela Instituição.

O magistrado de Segunda Instância determinou também aos réus que apresentem, dentro do prazo de 48 horas corridas, calendário para integralização dos duodécimos indevidamente retidos ou não repassados no ano de 2017, sob pena incidência de multa diária de R$ 5 mil, a ser suportada pessoal e solidariamente pelo governador e pelo secretário, até o limite de R$ 200 mil, sem prejuízo de majoração, em caso de não cumprimento da medida.

Robinson: 'camaradagem' (Foto: arquivo)

Ele determinou ainda aos dois agentes públicos que efetuem, no âmbito de suas competências, até o dia 20 do mês de dezembro de 2017, o repasse do percentual do duodécimo devido ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, referente àquele mês, necessário ao pagamento, pelo menos, da folha de servidores e membros daquela Instituição.

Em caso de descumprimento integral ou parcial do repasse dos percentuais dos duodécimos devidos ao MPRN será realizado o bloqueio judicial/arresto das contas do Estado do Rio Grande do Norte.

Na decisão do desembargadora, há ressalvas àquelas contas que movimentem verbas com destinação constitucional específica (SL 1.107/PA – STF). O Ministério Público deve informar pormenorizadamente os valores devidos, nos limites do acima decidido.

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Essa é a segunda decisão do gênero, contra o governo, para atender à exigência constitucional de repasse do duodécimo. Antes, o beneficiado foi o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Leia também: TJ obriga governo a passar quase R$ 20 milhões ao TCE AQUI;

Leia também: O impeachment do governador Robinson Faria AQUI.

Assembleia Legislativa e o próprio Tribunal de Justiça do RN (TJRN) estão em igual situação há três meses.

O estranho é que o governador Robinson Faria (PSD) não é molestado por qualquer pedido de impeachment, por crimes de responsabilidade, como o Blog Carlos Santos provocou (quebrando o silêncio sobre o tema que a quase totalidade da imprensa adota).

A “camaradagem” tem limites, provavelmente.

Veja matéria completa clicando AQUI, no próprio portal do TJRN.

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quinta-feira - 23/11/2017 - 17:20h
Crise?

Magistrados chegam a receber R$ 211 mil de auxílio-moradia

Entre beneficiados têm dois desembargadores aposentados compulsoriamente por casos de corrupção

Do G1RN

Portal da Transparência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte divulgou quanto cada magistrado potiguar recebeu de auxílio-moradia no último mês de outubro. Ao todo, foram pagos quase de R$ 40 milhões, em valores retroativos, a 22 desembargadores e 195 juízes.

Osvaldo e Rafael: nova "punição" (Foto: TN)

A validade do pagamento está em discussão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os valores recebidos pelos magistrados foram dividido em duas folhas suplementares, dentro do portal da transparência. Somando as duas, portanto, alguns deles chegaram a receber mais de R$ 211 mil.

As folhas podem ser consultadas aqui (folha 1)aqui (folha 2).

Entre os beneficiados pelo pagamento estão os dois desembargadores aposentados compulsoriamente em 2013 por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por um suposto envolvimento em um esquema que desviou pelo menos R$ 14 milhões da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte – descoberto pela Operação Judas.

Osvaldo Soares da Cruz recebeu R$ 178.208,01 e Rafael Godeiro Sobrinho, R$ 158.047,35.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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quinta-feira - 23/11/2017 - 13:50h
Enredo repetido

O impeachment do governador Robinson Faria

Crimes de responsabilidade dão base para que processo seja aberto e governante acabe afastado

No dia 29 de abril de 2014, último ano de gestão da então governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), ela esteve na iminência de ser deposta por um impeachment. Àquela data foi lida proposta nesse sentido na Assembleia Legislativa, por iniciativa do Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO/RN), que queria seu imediato afastamento antes mesmo do processo.

O deputado Hermano Morais (PMDB) foi o relator do processo que possuía 30 volumes, com cerca de 2.500 páginas.

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa votou pela admissibilidade formal de tramitação do pedido de impeachment – Denúncia por Crimes de Responsabilidade – contra a governadora.

Robinson e Rosalba, presente e passado de estragos, mas com impunidade garantida pela força do poder e mãos amigas

No dia 30 de maio de 2014, o deputado José Dias (PSD) chegou a ressaltar em plenário: “Nada é mais importante para nosso Estado do que debatermos essa questão”.

Passados mais de três anos desse episódio, seu sucessor Robinson Faria (PSD) está enroscado em atribulações ainda maiores e deslizes mais graves, sem que o próprio Marcco volte a se manifestar, ou outra voz em defesa da lei. O impeachment de Robinson Faria já pode ser pedido formalmente, com base nas constituições federal (CF) e estadual (CE), por “crimes de responsabilidade”.

Ninguém sabe, ninguém viu.

O compadrio, interesses politiqueiros e insondáveis motivações deixam-no a salvo até aqui. Com Rosalba, acordos de bastidores que envolviam a própria disputa eleitoral de 2014, terminaram levando o pedido de impeachment para a lata do lixo. Até hoje, ninguém sabe, ninguém viu.

Ela, outra vez, safou-se de problemas político-legais.

TCE esperar receber quase R$ 20 milhões atrasados (Foto: arquivo)

Mesmo com desgaste corrosivo de sua imagem pessoal, política e do governo, tudo parece ignorado. Os próprios poderes Legislativo e Judiciário, além do Tribunal de Contas do Estado (TCE), aguentam atrasos de duodécimos por cerca de três meses, apenas se sustentando em suas “gorduras”. O Ministério Público do RN (MPRN) faz o mesmo e parece achar tudo “normal”.

Ontem é que o TJRN deu uma ‘força’ ao TCE (veja AQUI), determinando pagamento de quase R$ 20 milhões a esse órgão técnico. Se não cumprir, Robinson estará na agulha para sofrer impeachment. Isso, se resolverem fazê-lo, claro.

Como foi em 2014

O pedido de impeachment entregue à AL por representantes do Marcco denunciava a governadora, hoje prefeita de Mossoró, pelos seguintes crimes de responsabilidade: Uso de bens e serviços públicos do Estado para promover a campanha política nas Eleições Municipais em Mossoró/RN no ano de 2012, promovendo o impedimento ao livre exercício do voto pelos cidadãos mossoroenses; Atos de improbidade administrativa imputados pelo Ministério Público Estadual; e Transporte de verbas do orçamento sem autorização legal.

Ela teria feito suplementação acima do limite legal permitido pela LOA 2012 e da transferência de recursos constitucionalmente vinculados à educação para pagamento de pessoal inativo.

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Os representantes do Marcco ainda denunciaram a chefe do Poder Executivo por afronta às regras de competências constitucionais que asseguram a independência entre os Poderes e órgãos com autonomia financeira (LOA 2013 e LOA 2014), através da decisão política de não repassar integralmente os valores dos orçamentos dos Poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e do Tribunal de Contas. Ou seja, “não repassar integralmente”, ao contrário da situação ainda mais grave de Robinson, que não tem transferido nada.

O Marcco ainda a acusou de manipular dados financeiros para uma readequação orçamentária decorrente de frustração de receita inexistente – corte orçamentário arbitrário por ato governamental ilegal em 2013 e ausência de qualquer ato em 2014; e descumprimento generalizado das decisões do Poder Judiciário em todas as áreas de Governo.

Pelo menos 26 ações foram descumpridas, detalhou o Marcco. E ficou por isso mesmo.

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quinta-feira - 23/11/2017 - 11:36h
Na pressão

TJ obriga governo a passar quase R$ 20 milhões ao TCE

Do Blog Heitor Gregório e Blog Carlos Santos

O Tribunal de Justiça do RN (TJRN) julgou ontem (22) mandado de segurança impetrado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e determinou que o Governo do Estado faça o repasse de R$ 19,7 milhões do duodécimo, até o dia 20 de dezembro.

Foi determinado ainda que o Estado repasse até o dia 30 desse mês o valor da folha de pagamento líquida do TCE: R$ 3,1 milhões.

Assembleia Legislativa, o próprio TJRN e Ministério Público do RN (MPRN) estão na mesma situação, com três meses sem repasse do duodécimo.

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Sem dinheiro do Fundo Previdenciário (FUNFIR) e empréstimo aprovado pela Assembleia Legislativa, mas não operacionalizado, o Governo Robinson desce mais alguns degraus na direção do subsolo do fundo do poço.

Um passo à frente já está o “barnabé” comum, servidor do estado, além de aposentados e pensionistas.

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quarta-feira - 22/11/2017 - 10:54h
Cláudio Santos

Ex-presidente do TJ vai lançar candidatura a governo

Cláudio falou ao Blog (Foto: Blog Carlos Santos)

O desembargador e ex-presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), Cláudio Santos, será mesmo candidato a governador no próximo ano. Está decidido.

Depois de muito circular entre lideranças partidárias influentes, mais à direita, ele não pegará exatamente um destino à esquerda.

Seu foco é para frente, numa faixa própria, rumo à Governadoria no Centro Administrativo de Lagoa Nova, em Natal.

Em fevereiro, garante, vai lançar postulação em partido ainda a ser anunciado.

Imberbe em política ele não é.

Tem origem em família política do Seridó.

Bem, não é muito, provavelmente não é o suficiente, mas é o começo.

Leia AQUI entrevista que o Blog Carlos Santos fez com Cláudio Santos.

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terça-feira - 21/11/2017 - 23:44h
Questão de tempo

Privatizações devem ser caminho de governo estadual

Sem poder sacar cerca de R$ 321 milhões que estão em aplicação financeira no Banco do Brasil, do Instituto Previdenciário do Rio Grande do Norte (IPERN), recursos do Fundo Financeiro do Estado (FUNFIR), o Governo do Estado vai ficando sem saída para cumprir suas obrigações com servidores da ativa/aposentados/pensionistas.

Até aqui, também não se materializou empréstimo autorizado pela Assembleia Legislativa, de mais de 698 milhões.

Cada dia fica mais claro que a gestão Robinson Faria partirá para venda de empresas como a Potigás e Caern, além de outros ativos. Privatizações que contam com apoio e incentivo do Governo Federal.

Para isso, governo não deverá encontrar maiores resistências, pois receber salário em dia é prioridade de todos.

Outro detalhe: Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas do Estado (TCE), Ministério Público do RN (MPRN) e Tribunal de Justiça do RN (TJRN) também têm duodécimos atrasados em cima de três meses.

Tudo é só uma questão de tempo. A grita é geral.

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Categoria(s): Administração Pública
segunda-feira - 20/11/2017 - 21:53h
Avanço

TJRN sobe 10 posições no ranking de informática de tribunais

De acordo com a Pesquisa sobre uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) nos tribunais e conselhos de Justiça, feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), presidido pelo desembargador Expedito Ferreira, saltou do 27º para o 16º entre os tribunais estaduais.

O Poder Judiciário potiguar avançou em várias áreas de informática. Estrutura de gestores de tecnologia, regulamentação de procedimentos e no foco em critérios de governança.

O levantamento realizou pelo CNJ continha mais de 200 quesitos a serem respondidos por 92 tribunais brasileiros.

Em relação à pesquisa, todos os tribunais e Conselhos responderam, à exceção do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho(CSJT).

Colocação

No ranking geral dos 92 tribunais brasileiros, o TJRN está na 46ª colocação. Entre todos as cortes de pequeno porte (estaduais e federais), subiu do 35º lugar para o 16º, graças às melhorias concretizadas pela atual administração do TJRN. Em um ano, o TJ potiguar conseguiu ficar em 3º entre os tribunais estaduais do Nordeste.

O levantamento de informações feito junto aos tribunais tem por base a Resolução CNJ 211, de 2015, que instituiu a Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do poder Judiciário, válida para o período 2015/2020.

Os questionamentos feitos aos tribunais se referem ao planejamento do órgão, às competências e ao desempenho das pessoas, ao controle de gestão, à integração e ao nivelamento dos sistemas e aos serviços de infraestrutura, entre outros aspectos.

Com informações do TJRN.

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sábado - 18/11/2017 - 07:38h
Habeas corpus

Conselho tenta evitar prisão de médicos com ação preventiva

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN), através da sua Assessoria Jurídica, impetrou na tarde desta sexta-feira (17) habeas corpus preventivo no Tribunal de Justiça do RN (TJRN).

A medida vai garantir que autoridade coatora plantonista se abstenha de proceder a prisão ou a prática de qualquer tipo de ação que represente ameaça à liberdade, tornando sem efeito as ordens judiciais, na parte em que implique cerceamento da liberdade dos médicos, expedindo-se se o competente alvará judicial com salvo conduto da liberdade dos mesmos.

A iniciativa do CREMERN, por parte do seu presidente Marcos Lima de Freitas, ocorreu em decorrência da medida tomada no último dia 05 de novembro, por um magistrado plantonista contra a diretora do Hospital Walfredo Gurgel, em que foi determinada a sua prisão por descumprimento de ordem judicial para a internação de paciente em leito de UTI.

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quarta-feira - 15/11/2017 - 08:18h
Bye

Governo tenta limpar “tacho” do Fundo Previdenciário do RN

Do Blog Heitor Gregório

O Governo do Estado solicitou ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) autorização para realizar um novo saque ao Fundo Previdenciário (FUNFIR).

Foi durante reunião na sede do próprio Poder Judiciário nesta terça-feira (14), com a presença também de representante do Ministério Público Estadual.

O Executivo justifica que é para pagar aposentados e pensionistas em novembro e dezembro.

Já foram sacados R$ 815 milhões do fundo que até 2014 tinha um saldo de R$ 973 milhões.

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Categoria(s): Administração Pública
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quarta-feira - 08/11/2017 - 16:38h
Carla Ubarana

Envolvida em caso de precatórios não obtém habeas corpus

Ubarana e George Leal: precatórios (Foto: arquivo)

Os desembargadores que integram o Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) voltaram a julgar, na sessão desta quarta-feira, 8, mais um recurso, movido pela defesa de Carla de Paiva Ubarana, ex-chefe da Divisão de Precatórios da Corte potiguar. Ao lado do marido, George Leal, confessou o envolvimento em esquema criminoso que desviou recursos do setor.

Dois desembargadores – Rafael Godeiro e Osvaldo Cruz – foram afastados e aposentados compulsoriamente (veja AQUI).

Dentre outros pontos, os advogados pediam que a acusada pudesse cumprir pena em casa, até a realização de uma perícia médica, devido ao que definiram como “grave estado de saúde”.

Unanimidade

O mesmo argumento também foi defendido em outros mandados e habeas corpus, porém com o mesmo resultado: negado em todos os julgamentos.

No entanto, os argumentos dos advogados foram rejeitados pelo relator do recurso, desembargador Cornélio Alves. O posicionamento do relator foi acompanhado, à unanimidade, pelos demais integrantes da Corte potiguar.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Leia também: Desembargadores são condenados à devolução de dinheiro AQUI.

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quarta-feira - 01/11/2017 - 12:49h
Caicó

OAB se revolta contra suspensão de prazos em Judiciário

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB) – Subseção de Caicó/RN – emitiu nota agora no final da manhã, dirigida à sociedade e aos seus integrantes, repudiando a suspensão de prazos na Comarca de Caicó, que se arrasta desde o dia 16 último.

Advogados e dirigentes da OAB reuniram hoje em sala da entidade no fórum municipal (Foto: Cardoso Silva)

Advogados e jurisdicionados estão prejudicados, com seguidas justificativas à lerdeza e alheamento do Judiciário do RN, assinala a nota assinada pelo presidente da Seccional, advogado Marx Helder Pereira Fernandes. Há 18 dias que “o Judiciário vem castigando a sociedade local”, brada. O agravante é que vem por aí um recesso forense.

Veja abaixo a íntegra da nota:

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte – Subseção de Caicó/RN, vem a público repudiar, de forma ampla e geral, o tratamento dispensado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte no que concerne aos serviços e atividades forenses desenvolvidas no âmbito da Comarca de Caicó/RN.

Desde o dia 16 de outubro de 2017 o Fórum da Comarca de Caicó/RN encontra-se com atendimentos e prazos suspensos. Na primeira semana (16 a 20 de outubro) o atendimento, prazos e audiências foram suspensos/cancelados em razão da necessidade da redistribuição de processos imposta pelo TJ/RN, tendo em vista a mudança de competências das Varas existentes na Comarca.

Na semana seguinte (de 23 a 27 de outubro) a suspensão se operou em razão da instituição da semana da baixa e movimentações processuais. Por fim, na semana em curso (de 30 de outubro a 03 de novembro), os prazos e atendimento novamente estão suspensos em decorrência da agregação da Comarca de Serra Negra do Norte/RN.

Infelizmente, conforme indicam as Certidões obtidas junto às diversas Secretarias das Varas da Comarca de Caicó/RN, o atendimento está suspenso, causando enorme prejuízo aos advogados, advogadas e jurisdicionados na Comarca de Caicó/RN, castigando a sociedade local com uma suspensão de 18 (dezoito) dias, sendo que estamos a pouco mais de um mês do recesso forense.

No dia de ontem, após requerimento formulado junto à Corregedoria do Tribunal de Justiça, restou determinado, através do Juiz Diretor do Foro da Comarca de Caicó/RN, fosse dada prioridade a expedição e liberação de alvarás no âmbito da Justiça Estadual Local.

A Ordem dos Advogados do Brasil traz a público, sobretudo aos advogados e advogadas do Seridó, o seu inconformismo e o repúdio com o agir do Tribunal de Justiça do Estado do RN, ao passo em que promoverá as medidas administrativas necessárias com a finalidade de impedir que atos como estes voltem a ocorrer.

Caicó/RN, 1º de novembro de 2017 –  Marx Helder Pereira Fernandes – Presidente

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quarta-feira - 01/11/2017 - 08:02h
Ricardo Motta

Procuradoria pede que deputado volte a ser afastado da AL

Do G1 e Blog Carlos Santos

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que afaste o deputado estadual pelo Rio Grande do Norte Ricardo Motta do cargo por 180 dias. O pedido foi enviado nesta terça-feira (31). No dia 24, a Assembleia Legislativa potiguar revogou a decisão judicial que afastou o parlamentar das funções mesmo o processo estando em tramitação no STF.

Ricardo José Meirelles da Motta é investigado por participar de esquema criminoso que desviou mais de R$ 19 milhões do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Rio Grande do Norte (Idema/RN).

Deputado retornou à Assembleia Legislativa e em pronunciamento se disse "vítima" (Foto: Eduardo Maia)

Para Raquel Dodge, o Decreto Legislativo nº 2/2017 editado pela Assembleia do RN em 24 de outubro autorizando o deputado a retornar às funções parlamentares afronta a autoridade de decisão judicial, além do princípio do pacto federativo. “A rejeição a uma decisão judicial caracteriza-se como absoluto descumprimento ao provimento judicial e violação ao livre exercício, notadamente, na hipótese em exame, em que a Assembleia agiu por iniciativa própria, não tendo nem mesmo sido provocada pelo Judiciário para se manifestar”, sustenta a PGR.

Suspeição

A atitude do Legislativo estadual ignorou a autoridade do próprio STF, assinalou Dodge. Em agosto, o ministro Luiz Fux acatou o pedido do Ministério Público para que o caso passasse à Jurisdição da Suprema Corte, visto que mais da metade dos desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte se declararam suspeitos para atuar no processo.

No pedido, Raquel Dodge afirma, ainda, que o decreto da Assembleia Legislativa não se sustenta com base no decidido pelo STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade 5526 – quando o plenário concluiu que a aplicação das medidas cautelares impostas a parlamentares devem ser submetidas à deliberação da respectiva Casa Legislativa em 24 horas.

Segundo ela, o acórdão dessa decisão nem sequer foi publicado, de forma que a extensão do julgamento ainda não está totalmente definida, podendo ser discutido em embargos declaratórios (recurso em que a parte pede ao juiz que esclareça aspectos da decisão).

“Impropriedade”

Além disso, o STF ainda não verificou se a decisão na ADI 5526 será aplicada de forma simétrica nos demais estados da federação, conforme aponta a PGR no pedido. Outro fundamento da petição é de que o decreto foi editado sem que o processo contra o deputado tenha sido enviado ao Legislativo, o que reforça a “impropriedade do procedimento da Assembleia em se antecipar à necessária comunicação, para apressadamente, desconstituir a decisão judicial”.

A manifestação da PGR reforça o pedido do Ministério Público estadual do Rio Grande do Norte para que o deputado seja afastado de suas funções, como forma de garantir o curso das investigações desencadeadas pela Operação Candeeiro. Segundo Raquel Dodge, a inicial da denúncia apresentada contra o parlamentar “demonstra à exaustão a atuação do acusado como integrante de grande proeminência em organização criminosa” e “principal beneficiário do esquema criminoso”.

Raquel Dodge retificou a denúncia contra o parlamentar estadual pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Na mesma petição foi requerida a notificação do denunciado para que apresente defesa prévia.

Leia também: Ricardo Motta garante retorno à AL; decisão segue o STF AQUI;

Leia também: Deputado Ricardo Motta retorna hoje à Assembleia Legislativa AQUI;

Leia também: Deputado volta e afirma que foi vítima de uma injustiça AQUI.

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terça-feira - 31/10/2017 - 09:35h
TJRN

Prefeito tem condenação mantida em tribunal

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) conseguiu manter no Tribunal de Justiça potiguar a decisão proferida em primeira instância pela Vara da comarca de Maxaranguape para manter a condenação do ex-prefeito do município, Amaro Saturnino, por improbidade administrativa.

Os desembargadores que integram a 2ª Câmara Cível votaram à unanimidade pelo não provimento do recurso interposto pelo ex-gestor.

Pela decisão do TJ, devem ser mantidas as sanções que constam nos pedidos da Ação Civil Pública movida pelo MPRN: suspensão dos direitos políticos por quatro anos; multa civil de R$ 15 mil, acrescida de juros de mora e correção monetária; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

O ex-prefeito foi processado por ter prestado contas em atraso no ano de 2003.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 30/10/2017 - 16:18h
Governador Dix-sept Rosado

Ação tenta retomada de atividades de comarca do RN

O advogado Roque Schneider Cavalcante entrou no final da semana passada, com Pedido de Desconstituição de Ato Administrativo, no Conselho Nacional de Justiça CNJ). Tenta que a agregação da Comarca de Governador Dix-sept Rosado pela comarca de Mossoró, seja revogada. Sua iniciativa pessoal aguarda decisão do CNJ, através do conselheiro Márcio Schiefler Fontes.

CNJ já tem uma decisão favorável (Foto: arquivo)

Segundo seu arrazoado, o Art. 9° da resolução 184 do CNJ fala em agregação para as comarcas que não atingirem pelo menos 50% da média dos últimos três anos de novos processos por magistrado do tribunal respectivo. A comarca de Governador Dix-sept Rosado/RN, conforme dados do próprio Tribunal de Justiça do RN (TJRN), atingiu mais de 95% dessa média e, diante disto, o motivo pelo qual o ato foi expedido não existe.

“Dai, com fundamento na teoria dos motivos determinantes fui ao Conselho Nacional de Justiça para que o mesmo se pronuncie a respeito da legalidade do ato”, afirma.

Afonso Bezerra

A decisão do TJRN alcançou com a a “agregação” de 08 (oito) comarcas do Estado do Rio Grande do Norte, entre as quais a comarca de Governador Dix-sept Rosado/RN, que, a partir da execução do ato, terá a competência territorial absorvida pela Comarca de Mossoró/RN.

Além da resolução 33/2017-TJ, de 23 de agosto de 2017, “o TJRN emitiu ainda uma portaria que disciplina as agregações com nº 1436, de 18 de setembro de 2017, especificamente o seu art. 1º, VII, no que alude às providências de agregação da comarca de Governador Dix-sept Rosado/RN pela comarca de Mossoró/RN”.

No último dia 24, o CNJ desfez a agregação da comarca de Afonso Bezerra à comarca de Angicos (veja AQUI), em decisão liminar.

Leia também: TJRN aprova a agregação de oito comarcas AQUI.

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sexta-feira - 27/10/2017 - 09:40h
Sem fim

“Sal Grosso” dá outra marcha a ré e decisão no TJ não avança

Um dos processo da denominada “Operação Sal Grosso” vai engatar outra marcha a ré. De novo voltará à comarca de origem, ou seja, à 3ª Vara Criminal em Mossoró, às mãos do juiz titular Cláudio Mendes Júnior. Esse procedimento processual já tinha acontecido antes.

Esse movimento para trás ocorre, em atenção ao princípio do contraditório, no tocante ao processo sob o número 0004515-44.2008.8.20.0106. Alguns réus não teriam exercido o pleno direito ao resguardo de seus interesses. Outros, não.

Sal Grosso chegou à Câmara Municipal em novembro de 2014 e quase dez anos depois se arrasta na Justiça (Foto:arquivo)

Parecer da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), protocolado na segunda-feira (23) pela procuradora Isabela Lúcio Lima da Silva, 67ª promotora de Justiça da Comarca de Natal, em substituição à 4ª Procuradoria de Justiça, entende que o Tribunal de Justiça do RN (TJRN) deve intimar os advogados dos atuais vereadores mossoroenses Izabel Montenegro (PMDB) e Manoel Bezerra de Maria (PRTB), além dos ex-vereadores Gilvanda Peixoto, Júnior Escóssia, Claudionor dos Santos e Daniel Gomes.

Eles terão que apresentar arrazoado (razões, argumentos) à defesa constante do recurso.

Vereadores e ex-vereadores foram condenados pelo juiz Cláudio Mendes Júnior, a partir de denúncia apresentada pelo Ministério Público do RN (MPRN).

Sobe e desce, sobe e desce…

Após esse procedimento dos advogados, o desembargador-relator do processo no âmbito do TJRN, Gilson Barbosa Albuquerque, remeterá os autos para a 3ª Vara Criminal em Mossoró. A propósito, o desembargador Gilson Barbosa já é relator de outro processo do Sal Grosso que tramita nessa corte.

Cláudio: condenações (Foto: arquivo)

Em Mossoró, o Ministério Público também deverá se pronunciar com o que se define como contrarrazões ao recurso, antes que o juiz Cláudio Mendes outra vez despache a matéria no rumo do TJRN em Natal.

Vencida esta lacuna procedimental, o processo subirá – mais uma vez – à Segunda Instância (TJRN) para parecer conclusivo da Procuradoria de Justiça, voto do desembargador-relator, e julgamento do plenário. Ufa!

O Acórdão (decisão do plenário do TJRN), quando acontecer, terá aplicação imediata. Em relação aos detentores de mandatos Izabel Montenegro e Manoel Bezerra, inclusive com perda de mandato.

Conheça a história desse processo

Leia também: Desembargador aguarda parecer do MP para julgar “Sal Grosso” AQUI – 24 de outubro de 2017;

Leia também: Juiz mantém condenações contra envolvidos na “Sal Grosso” AQUI – 27 de abril de 2017;

Leia também: Juiz pune vereadores e ex-vereador em caso “Sal Grosso” AQUI – 19 de novembro de 2016;

Leia também: Vereadores e ex-vereadores são condenados em Mossoró AQUI – 08 de janeiro de 2014.

Quase dez anos

A Operação Sal Grosso foi deflagrada pelo MPRN em 14 de novembro de 2017. Está perto de completar dez anos.

Nesse processo, especificamente, é narrado que através da contratação de empréstimos consignados por parte dos vereadores junto à Caixa Econômica Federal (CEF), vários vereadores se beneficiavam da vantagem pecuniária, mas a Câmara Municipal de Mossoró é quem teria coberto as obrigações.

Cláudio Mendes condenou no dia 07 de novembro de 2016 os vereadores Izabel Montenegro, Manoel Bezerra de Maria, além dos ex-vereadores Gilvanda Peixoto, Júnior Escóssia, Claudionor dos Santos, Daniel Gomes, Aluizio Feitosa, Benjamim Machado e Osnildo Morais.

Inocentou os ex-vereadores Renato Fernandes, Francisco José Junior e Francisco Dantas da Rocha (“Chico da Prefeitura”).

No dia 24 de abril deste ano, o mesmo magistrado rejeitou Embargos de Declaração dos ex-vereadores Daniel Gomes e Júnior Escóssia, que  alegaram suposto conflito entre a absolvição de Renato Fernandes, Chico da Prefeitura e Francisco José Júnior e condenação deles e dos demais réus.

Embargos de Declaração – Refere-se a um instrumento jurídico (recurso) pelo qual uma das partes de um processo judicial pede ao juiz (ou tribunal) que esclareça determinado(s) aspecto(s) de uma decisão proferida quando há alguma dúvida, omissão ou suposta contradição.

Antes, 7 de janeiro de 2014, já ocorrera julgamento e condenação na 1ª Vara da Fazenda Pública, numa Ação de Improbidade Administrativa, com o juiz Airton Pinheiro.

Outros processos estão em tramitação na Justiça do RN, em decorrência da Operação São Grosso.

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terça-feira - 24/10/2017 - 14:02h
Caos

TJ está sem repasses do Governo do Estado há 90 dias

Por Rubens Lemos

Fonte da Secretaria de Estado do Planejamento (SEPLAN): Há três meses, o Governo do Estado não repassa a verba obrigatória mensal do duodécimo ao Tribuna de Justiça. O calote chega, só aí, a R$ 180 milhões.

Tem mais: falta pagar mais 180 milhões em precatórios este ano.

Magistrados preocupados com o caos estabelecido.

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terça-feira - 24/10/2017 - 07:10h
Política e Justiça

Desembargador aguarda parecer do MP para julgar ‘Sal Grosso’

Foi encaminhado ao Ministério Público um dos processos correspondentes à “Operação Sal Grosso”, no âmbito do Tribunal de Justiça do RN (TJRN). Até o próximo dia 6 de novembro esse órgão deverá se pronunciar, com parecer.

Izabel e Manoel cumprem mandato eletivo (Foto: arquivo)

A matéria tem como relator no TJRN, o desembargador Gilson Barbosa Albuquerque. Esse processo tem cinco caixas com 31 volumes, tendo desembarcado no Tribunal no último dia 6 de setembro.

Depois do parecer do MP, o desembargador deverá dar seu voto para análise/votação do colegiado.

O processo sob o número 0004515-44.2008.8.20.0106 teve sentença em primeiro grau prolatada pelo juiz Cláudio Mendes Júnior, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Mossoró ainda ano passado. Mas o próprio Mendes rejeitou embargos de declaração interpostos pelos ex-vereadores Daniel Gomes e Júnior Escóssia, reiterando sua decisão – publicada no dia 24 de abril deste ano.

Condenados e absolvidos

Cláudio Mendes condenou no dia 16 de novembro de 2016 os atuais vereadores Izabel Montenegro (PMDB) e Manoel Bezerra de Maria (PRTB). Izabel, a propósito, é quem preside a Câmara Municipal na legislatura iniciada dia 1º de janeiro deste ano.

Os demais condenados foram os  ex-vereadores Claudionor dos Santos, Júnior Escóssia, Daniel Gomes, Gilvanda Peixoto, Aluizio Feitosa, Benjamim Machado e “Sargento” Osnildo Morais.

Na mesma decisão, o magistrado absolveu os ex-vereadores Renato Fernandes, Francisco José Junior e Francisco Dantas da Rocha (“Chico da Prefeitura”).

Leia também: Juiz mantém condenações contra envolvidos na “Sal Grosso” AQUI.

Entre 2005 e 2007 teria ocorrido um esquema de apropriação indevida de recursos públicos no âmbito da Câmara Municipal de Mossoró. Segundo o Ministério Público, o esquema seria fruto de um acordo entre o presidente da Câmara (Júnior Escóssia) e os demais implicados, visando sua reeleição para o cargo de presidente da Casa Legislativa.

Funcionava através da contratação de empréstimos consignados por parte dos vereadores junto à Caixa Econômica Federal (CEF).

A Operação Sal Grosso foi deflagrada pelo MP do Rio Grande do Norte no 14 de novembro de 2007.

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quinta-feira - 05/10/2017 - 19:16h
Corregedoria de Justiça

Auxílio-moradia milionário de magistrados do RN é suspenso

Do Consultor Jurídico

O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, suspendeu liminarmente, nesta quinta-feira (5/10), o pagamento retroativo de auxílio-moradia para juízes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). A decisão do pleno do TJ-RN, divulgada nesta quarta (4/10), considera que a ajuda de custo para moradia é um direito “preexistente” aos magistrados do estado e reconheceu seu recebimento retroativo há cinco anos, com correção monetária e juros.

Na decisão, o ministro afirma que o pagamento do auxílio sem dotação orçamentária ou com remanejamento de orçamento pode acarretar sérios danos na administração do tribunal.

Outras necessidades

“E mais, verificou-se em inspeção recente no TJ-RN que há inúmeras outras necessidades, tais como reformas de infraestrutura das dependências na capital e no interior.”

O ministro lembra ainda que, se o pagamento for efetuado e posteriormente declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal ou até mesmo ilegal pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), poderá trazer sérios problemas à administração do tribunal por causa da dificuldade de ressarcimento ao erário público das verbas.

O corregedor afirma ainda que a questão não é nova no âmbito do CNJ, além de ser controvertida, porque trata de interpretação da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN), de resolução do próprio órgão e de decisões do STF.

Clique aqui para ler a decisão.

Leia mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – A decisão do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) conflita com medida recente de desativar várias comarcas para contenção de despesas e cortes há cerca de dois anos em benefícios remuneratórios de servidores da Justiça, por igual motivo.

Os valores do auxílio passariam dos R$ 28 milhões, numa média de R$ 262,800,00 mil por magistrado, segundo informações preliminares que correm desde a manhã de hoje na imprensa.

Atualmente, cada beneficiado recebe R$ 4.380,00 por mês.

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sexta-feira - 22/09/2017 - 17:19h
Anote

Processo da “Sal Grosso” segue na fila para ser julgado

O processo de número – 0004515-44.2008.8.20.0106 – relativo à “Operação Sal Grosso”, com sentença condenatória prolatada pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Mossoró, Cláudio Mendes Júnior, desembarcou no Tribunal de Justiça do RN (TJRN) no último dia 6 de setembro.

Esse processo tem cinco caixas com 31 volumes. Repetindo: cinco caixas com 31 volumes.

Tudo foi devidamente recebido, protocolado, conforme Avisos de Recebimento (AR).

Vamos contar?

Vamos lá: 1, 2, 3…

Leia também: Decisão da “Sal Grosso” está nas mãos do TJ RN AQUI;

Leia também: Juiz mantém condenações contra envolvidos na “Sal Grosso” AQUI.

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terça-feira - 19/09/2017 - 20:10h
Mossoró

“Novas formas de justiça” acontecerá segunda-feira

O Tribunal de Justiça do RN (TJRN) apresentará em Mossoró, na segunda-feira (25), o seminário “Novas Formas de Justiça, novos caminhos para a sociedade”, destinado a profissionais e estudantes da área de Direito da região Oeste do estado.

Expedito preside o TJ (Foto: TJRN)

Os temas são os mais palpitantes da justiça brasileira e estadual nos últimos tempos como conciliação, justiça restaurativa, ressocialização e audiências de custódia.

O evento será aberto pelo presidente do TJRN, desembargador Expedito Ferreira, às 15h30, no Teatro Dix-huit Rosado.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do link //www.tjrn.jus.br/seminario125/.

Os participantes receberão certificado de quatro horas/aula.

O evento é realizado em parceria com a Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN).

O evento é parte das comemorações pelos 125 anos de criação do TJRN.

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sexta-feira - 01/09/2017 - 08:38h
RN

Tribunal de Justiça define novos horários de expediente

Resolução aprovada pelo Pleno do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) definiu os novos horários de expediente interno e externo da Justiça Estadual potiguar.

De acordo com a Resolução nº 32/2017, o horário de expediente externo com atendimento irrestrito ao público será de segunda a quinta-feira, das 8h às 15h, e na sexta-feira, das 7h às 14h.

Já o horário de expediente interno, com atendimento restrito às medidas de urgências, será de segunda a quinta-feira, das 15h às 18h.

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