quarta-feira - 11/02/2026 - 13:40h
TRF5

Allyson pede investigação aberta, sem sigilo, da Polícia Federal

Do Mossoró Hoje e BCS

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), requereu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), com sede em Recife (PE), por meio de seus advogados, a quebra do sigilo das investigações relacionadas à Operação Mederi, da Polícia Federal, realizada no último dia 27 de janeiro.

“Tenho todo o interesse de que o processo deixe de ser sigiloso e se torne público, para que todo o Rio Grande do Norte tenha acesso na íntegra. Eu acredito na Justiça e nas instituições e estou pronto para enfrentar isso com muita altivez, olhando no olho do cidadão do nosso Estado”, afirmou.

O prefeito também criticou a forma como o caso vem sendo divulgado. “Quero ainda combater a forma como está sendo noticiado, sem compromisso com a verdade, de maneira retalhada”, acrescentou.

A estranheza principal é que a Operação Mederi trata de investigação sobre licitações na Saúde, em diversos municípios, com mais de 30 mandados de busca e apreensão. Mas noticiário com supostos “furos” são dirigidos diretamente contra sua gestão e ele, o prefeito de Mossoró.

A declaração foi dada durante entrevista à imprensa nesta quarta-feira (11), na Câmara Municipal de Mossoró, antes da leitura da mensagem anual — a última antes de sua renúncia ao cargo para disputar o Governo do Rio Grande do Norte.

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quarta-feira - 16/07/2025 - 04:28h
Inocência

TRF-5 confirma decisão judicial em favor de ex-senador

Decisão ocorreu a partir de denúncia do MPF (Foto  ilustrativa)

Decisão ocorreu a partir de denúncia do MPF (Foto ilustrativa)

A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), sediado em Recife (PE), absolveu o ex-senador José Agripino Maia (União) da acusação de improbidade administrativa envolvendo contratos de construção da Arena das Dunas, em Natal. Com isso, a decisão da primeira instância – que já havia absolvido o ex-senador – foi confirmada.

O Ministério Público Federal (MPF) tentou reverter no TRF-5 a decisão de primeira instância, alegando que Agripino teria atuado para beneficiar a construtora OAS em troca de doações eleitorais, mas o pedido foi novamente rejeitado, agora por unanimidade.

Além de José Agripino, também era acusado na ação o empresário Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS.

A decisão da Primeira Turma do TRF-5 foi proferida no dia 3 de julho, e as partes foram intimadas nesta semana. Nesta segunda-feira 14, o MPF tomou ciência da decisão e informou que não vai mais recorrer.

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quinta-feira - 02/09/2021 - 21:36h
Eleições 2020

TRE julga processo que pode levar prefeito à cassação

Wellinson Carlos Dantas Ribeiro (PP) tem votação em desvantagem (Foto: Web)

Wellinson Carlos Dantas Ribeiro (PP) tem votação em desvantagem (Foto: Web)

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) iniciou na sessão desta quinta-feira, 2, o julgamento da elegibilidade do prefeito de Canguaretama, Wellinson Carlos Dantas Ribeiro (PP). Ele concorreu e foi eleito na Eleição Municipal de 2020, mas o diretório municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT) entrou com recurso contra a expedição do diploma eleitoral concedido ao gestor municipal.

O PDT de Canguaretama apontou que uma condenação criminal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região contra Ribeiro, pela prática de crimes contra a fé pública e crime de responsabilidade, o tornaria inelegível.

No julgamento, a relatora do processo, juíza Adriana Magalhães, votou pelo provimento do recurso do órgão partidário, declarando o prefeito inelegível, e a consequente cassação dos diplomas de Ribeiro e da vice, Maria de Fatima Moreira, além da realização de nova eleição para prefeito no município.

“Importa rememorar que o recorrido foi condenado criminalmente pelo juízo da 14ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte como incurso nas penas do artigo 305 do Código Penal e artigo 1º do Decreto-Lei 201 de 1967”, destacou a relatora em seu voto.

A magistrada foi acompanhada pelo revisor do processo, juiz federal José Carlos Dantas. O juiz Daniel Maia pediu vista dos autos do processo e os demais membros do colegiado optaram aguardar o voto do magistrado.

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quinta-feira - 14/12/2017 - 23:48h
Recife-PE

Tribunal nega seis pedidos de habeas corpus de Henrique

Do Congresso em Foco

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), sediado em Recife, negou nesta quinta-feira (14) seis pedidos de habeas corpus impetrados pela defesa Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) com o objetivo de tirar da prisão o ex-presidente da Câmara.

Alves: dificuldades incessantes (Foto: EBC)

Ex-ministro do Turismo de Dilma Rousseff e Michel Temer, o peemedebista foi preso preventivamente em 6 de junho, em um dos desdobramentos da Operação Lava Jato.

Defesa

O advogado Marcelo Leal, que defende Henrique Alves, já avisou que recorrerá da decisão do TRF-5 ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a Agência Brasil. A reportagem assinada por Felipe Pontes lembra que cada pedido de liberdade expôs argumentação específica.

Dois dos habeas corpus apontava a incompetência da Justiça Federal do Rio Grande do Norte no processo, haja vista que os crimes apontados teriam origem em Brasília.

A defesa também procurou demonstrar a inexistência de provas de que o ex-ministro foi beneficiado em negociatas envolvendo as construtoras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia, que participaram do empreendimento.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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segunda-feira - 11/09/2017 - 16:46h
Operação Alcmeón

Barros Dias tenta habeas corpus também em Tribunal Federal

TRF, com sede em Recife, pediu informações (Foto: arquivo)

No Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) – sediado em Recife-PE – foram protocolados dois pedidos de Habeas Corpus contra as duas decisões que decretaram a prisão preventiva do desembargador aposentado dessa corte, Francisco Barros Dias, potiguar de Olho D’água do Borges. Ele tentou dois na Justiça Federal do RN, sediada em Natal, sem sucesso (veja AQUI).

Barros Dias é investigado por “exploração de prestígio” para favorecimento de alguns interesses em decisões judiciais, além de exercício irregular da advocacia.

Foi preso em Natal no último dia 30, na Operação Alcmeón.

O HC 0808593-13.2017.4.05.0000, contra a decisão da 2ª Vara Federal da JFRN, foi distribuído à 3ª Turma do TRF 5, sendo Relator o Desembargador Federal Carlos Rebêlo Júnior.

Agilidade

Já o  HC 0808603-57.2017.4.05.0000, contra a decisão da 14ª Vara Federal da JFRN, foi distribuído à 2ª Turma do TRF 5, sendo Relator o Desembargador Federal Leonardo Carvalho.

Nos dois Habeas Corpus, os Relatores requisitaram aos Juízos da 2ª Vara Federal (Mário Jambo) e da 14ª Vara Federal (Francisco Guimarães) no Rio Grande do Norte, que apresentassem informações no prazo de 24 horas. Foram atendidos com agilidade.

As informações foram depois complementadas com cópias das duas novas decisões, da 2ª e da 14ª Vara Federal, que mantiveram a prisão preventiva do investigado Francisco Barros Dias, como garantia da ordem pública e por conveniência da instrução criminal.

Depois traremos mais informações (de bastidores) desse caso.

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quarta-feira - 30/08/2017 - 10:06h
Operação Alcmeón

Desembargador aposentado Barros Dias é levado preso à PF

Do Blog Poder Judiciário e Blog Carlos Santos

Barros: problemas sérios (Foto: cedida)

Um dos alvos da Operação Alcmeón, deflagradas nesta quarta (30) é o desembargador federal aposentado Francisco Barros que foi levado preso à sede da Polícia Federal em Natal.

O filho dele que é advogado também está sendo investigado nesta operação.

O MPF e a PF cumprem dois mandados de prisão preventiva, oito de condução coercitiva e 13 de busca e apreensão no Rio Grande do Norte e em Pernambuco.

As medidas foram determinadas pela 2ª e 14ª varas federais do Rio Grande do Norte e se referem a dois inquéritos distintos.

Interferência

O segundo inquérito trata de uma possível “exploração de prestígio” por parte do desembargador aposentado, perante o mesmo TRF5, entre os anos de 2015 e 2017. A atuação irregular desrespeitou, inclusive, a quarentena prevista no art. 95, parágrafo único, inciso V, da Constituição.

O desembargador aposentado teria solicitado e recebido valores a pretexto de influir em outros magistrados até mesmo em casos nos quais ele próprio havia atuado como julgador, como na “Operação Pecado Capital” e na “Operação Salt” (que apura esquema de sonegação fiscal de grupo empresarial de Mossoró/RN).

Perfil

“Barros Dias”, 65, como é conhecido o desembargador aposentado, nasceu em Olho D’água do Borges na região Oeste do RN.  Graduou-se na Universidade Federal do RN (UFRN), onde também passou a atuar como professor concursado, na disciplina de Direito Processual Civil.

Também chegou a compor o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) em algumas ocasiões.

Tem livros publicados na área do direito e ingressou na magistratura federal em 1987.

Ele ascendeu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com sede em Recife-PE, em outubro de 2008.

Antes, já fora servidor da Justiça Estadual do RN e da Justiça Federal, promotor de Justiça substituto, professor de Legislação Aplicada na Escola Técnica de Comércio Alberto Maranhão (Natal19771978), de DireitoLegislação Social na UNIPEC (Natal, 19851987), de Direito Comercial e de Direito Penal nos Institutos Paraibanos de Educação(João Pessoa19871988).

P.S (11h22) – O desembargador está detido no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, no bairro Tirol, Zona Leste de Natal.

Saiba mais AQUI.

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quinta-feira - 22/06/2017 - 15:50h
Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5),

Henrique Alves e Eduardo Cunha têm prisões mantidas

Por maioria, a Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), no Recife-PE, negou, nesta quinta-feira (22), os pedidos de habeas corpus feitos pelos ex-deputados federais Henrique Eduardo Lyra Alves (PMDB) e Eduardo Cosentino da Cunha (PMDB-RJ). Ambos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça Federal no Rio Grande do Norte, a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Para o MPF, há indícios de que Alves e Cunha praticaram, de forma continuada, os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão pela denegação dos habeas corpus acompanhou os pareceres da Procuradoria Regional da República da 5ª Região, órgão do Ministério Público Federal (MPF) que atua perante o Tribunal.

Argumentos do MPF convenceram convenceu maioria dos desembargadores à manutenção de prisão (Foto: arquivo)

Os ex-deputados federais e ex-presidentes da Câmara dos Deputados são acusados de receber propina para favorecer empresas de construção civil na obra do estádio Arena das Dunas, em Natal (RN). O dinheiro ilegal teria chegado por meio de doações eleitorais oficiais e não oficiais, nos anos de 2012 e 2014, em troca de benefícios em favor de empreiteiras como OAS e Odebrecht.

Henrique Alves foi preso preventivamente no último dia 6 de junho, na capital potiguar, dentro da chamada Operação Manus, um desdobramento da Lava Jato. Cunha, que já se encontrava preso no Paraná, por conta de outro processo, tornou-se alvo também desse mandado de prisão preventiva.

Ambos haviam pedido a revogação da prisão preventiva, por meio de habeas corpus, ao TRF5. Na última sexta-feira (16), a PRR5 emitiu pareceres contrários aos pedidos de Henrique Alves e Eduardo Cunha, mantendo o posicionamento do MPF na primeira instância. Hoje (22), a Primeira Turma do TRF5 apreciou os pedidos.

Prisões necessárias

Os desembargadores federais Élio Siqueira, relator do processo, e Roberto Machado acompanharam a opinião do MPF e votaram pela denegação dos pedidos. Apenas o desembargador federal Alexandre Luna foi favorável à concessão dos habeas corpus.

Para o MPF, a manutenção da prisão preventiva de Henrique Alves e Eduardo Cunha é necessária para garantir a ordem pública e assegurar a efetiva aplicação da lei penal, uma vez que ambos continuam a exercer intensa atividade política em âmbito nacional. Dessa forma, o cerceamento de sua liberdade tem o objetivo de evitar a continuidade das práticas ilícitas.

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