quarta-feira - 10/03/2021 - 19:38h
2021-2023

Juiz Carlos Wagner será reconduzido para Direção do Foro da JFRN

Wagner: outro mandato (Foto: TJRN)

Wagner: outro mandato (Foto: TJRN)

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) aprovou a indicação do Juiz Federal Carlos Wagner Dias Ferreira para ser reconduzido por mais dois anos à função de Diretor do Foro da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte. O magistrado continuará na gestão para o próximo biênio 2021-2023.

O novo vice-Diretor do Foro será o Juiz Federal Fábio Luiz de Oliveira Bezerra, titular da 7ª Vara Federal.

Tecnologia da Informação

A indicação do TRF5 também inclui ainda o Juiz Federal Lauro Henrique Lobo Bandeira, titular da 10ª Vara Federal, como o futuro Diretor da Subseção de Mossoró.

Como Diretor da Justiça Federal no Rio Grande do Norte no primeiro biênio 2019-2021, o Juiz Federal Carlos Wagner conduziu a gestão com foco na Tecnologia da Informação, ampliação da comunicação da instituição, capacitação e programas de melhoria da qualidade de vida dos servidores e colaboradores, além de investir em segurança institucional.

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terça-feira - 14/04/2020 - 20:12h
Operação Sinal Fechado

Rosalba, Agripino e Carlos Augusto têm bens bloqueados

Dessa feita, apuração de supostas vantagens ocorridas há cerca de dez anos embaraça políticos locais

Do site Justiça Potiguar e Blog Carlos Santos

O desembargador federal Elio Wanderley de Siqueira Filho, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, deferiu o pedido de tutelar liminar em agravo de instrumento do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-senador José Agripino Maia (DEM), a ex-governadora e atual prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) e seu marido e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado , além do empresário e ex-senador José Bezerra Júnior (DEM), o “Ximbica”. Decretou, concomitantemente, a indisponibilidade dos bens até o valor de R$ 1.150,000.

O valor teria sido pago em propina no âmbito da Operação Sinal Fechado que apurou irregularidades no processo de inspeção veicular do Detran-RN no ano de 2010.

Agripino perdeu foro privilegiado, Rosalba coleciona escândalos e Carlos já tem condenação (Fotomontagem Justiça Potiguar)

Segundo denúncia protocolada pelo MPF em dezembro do ano passado, os valores foram pedidos a George Anderson Olímpio da Silveira, que tinha interesse em pagar para assegurar o contrato celebrado com o Consórcio Inspar, administrado por ele.

Em colaboração premiada, o empresário afirmou que também houve acordo para o pagamento mensal de vantagens indevidas. A propina teria sido negociada diretamente pelo ex-senador e por Carlos Augusto Rosado.

O MPF diz que o valor de R$ 1.150.000, pedido como “doação eleitoral extraoficial”, foi repassado de forma fracionada. Os primeiros R$ 300 mil vieram de recursos próprios do empresário. Os demais R$ 850 mil saíram parte por meio de empréstimos junto a agiotas (aos quais pagou juros até o início de 2011), parte de uma empresa do próprio Agripino Maia (R$ 150 mil).

Longa história

O enredo desse caso parece sem fim, algo comum quando nomes graduados da política potiguar estão envolvidos. Arrasta-se na prática há quase dez anos e se junta a outros tantos com igual vocação à eternidade, no labirinto do judiciário.

Em relação à prefeita Rosalba, por exemplo, em 12 de junho de 2018 (veja AQUI), o Supremo Tribunal Federal (STF) a inocentou, mas decidiu aceitar uma denúncia contra o senador José Agripino Maia (DEM-RN) e torná-lo réu pela suposta prática de corrupção, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.

Sem o foro privilegiado, em face de não ter sido eleito à Câmara Federal no mesmo ano, após desistir de tentar a reeleição, Agripino viu essa demanda voltar ao primeiro grau.

Condenação

Já Carlos Augusto, Ximbica e outras pessoas foram condenadas pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte em processo criminal da mesma Operação Sinal Fechado, em dezembro do ano passado. “A qualidade de marido e influenciador das decisões administrativas do futuro Governo”, segundo o juiz, foram determinantes para ele participar das costuras ilícitas que iriam favorecer a gestão estadual de sua mulher. Em nota ao Blog Carlos Santos, o ex-deputado se disse inocente (veja AQUI).

A prefeita de Mossoró é um caso a ser estudado. Abundam situações estranhas quanto à sua conduta como gestora, mas seu contorcionismo nos escaninhos e intramuros da Justiça a faz sobrevivente de dezenas de denúncias e processos, investigações, bloqueios de contas e bens e outros procedimentos.

Em janeiro do ano passado, por exemplo, o juiz Eduardo Pinheiro, convocado pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN), deferiu pedido do Ministério Público Estadual (MPRN) e decretou a indisponibilidade dos bens, de forma solidária, da ex-governadora, uma entidade que administrou o Hospital da Mulher à época de sua administração no estado e de mais 24 pessoas (veja AQUI).

Declaração de bens de Rosalba, em 2016, mostra a esqualidez de patrimônio (Reprodução BCS)

A indisponibilidade incluía bens imóveis, veículos automotores, aeronaves, embarcações aquáticas e ativos financeiros, até o montante de R$ 11.827.563,84. Os recursos teriam sido desviados.

Patrimônio modesto e Polícia Federal em casa

Entretanto um dos grandes problemas para essa modalidade de decisão cautelar, é conseguir localizar patrimônio de monta em nome de Rosalba, após mais de 30 anos de vida pública. Na sua declaração de bens antes de ser candidata a governador em 2010, a soma deles chegava a R$ 184.423,91. Em 2016, para ser candidata a prefeito pela quarta vez, houve uma melhora: R$ 257.498,01.

Nos dois casos, dinheiro em conta corrente, aplicações e carro usado compõem seus valores materiais e pecuniários. Nem um lugar para morar, para chamar de “meu”, aparece.

Mesmo assim, no dia 10 de dezembro de 2019, há pouco mais de quatro meses, agentes da Polícia Federal estiveram num apartamento de luxo, com mais de 205 metros quadrados, em que ela e Carlos Augusto residem no bairro Nova Betânia em Mossoró, à Rua Luís Lopes, no décimo andar.

Polícia Federal esteve em apartamentos que Rosalba utiliza em Natal e, em Mossoró, em busca e apreensão (Foto: BCS)

Os agentes cumpriam mandados de busca e apreensão na “Operação Mão na Bola”. Investigação trata de possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, desvio de finalidade de financiamento e lavagem de dinheiro relacionados à construção da Arena das Dunas (Natal). A Polícia Federal chegou por volta de 6h20 minutos e recolheu diversos materiais e documentos.

Também esteve em outro apartamento na praia de Areia Preta, em Natal, que pertenceria ao casal, com igual finalidade. A prefeita se pronunciou sobre o caso através de sua assessoria no município (veja AQUI). Disse estar de consciência tranquila.

Denúncia de corrupção na montagem às pressas do Hospital da Mulher, denúncia de corrupção na Operação Sinal Fechado, denúncia de corrupção no Arena das Dunas e sequência de dispensa de licitação para limpeza urbana multimilionária na atual gestão (veja AQUI), dão uma mostra da capacidade de sobrevivência de Rosalba a qualquer cerco investigativo, policial ou processual. E é provável que assim prossiga. Até aqui, “tá tranquilo, tá favorável; tá tranquilo, tá favorável…

P.S15 de Abril de 2020Às 19h34Nota de Esclarecimento

A respeito de liminar em meu desfavor proferida no dia 27 de março, noticiada ontem, 14, e que não fui intimada, informo que o Supremo Tribunal Federal já analisou o referido caso e me absolveu. É preciso ratificar que sequer foi aceitada a denúncia contra mim com votação por unanimidade (5 votos a 0), o que é bastante evidente, uma vez que no sétimo dia de um mandato que ocupei, suspendi o referido contrato do consórcio Inspar, que visava realizar inspeção veicular no estado. Isto mostra que não compactuei, não participei de nenhuma ação improba ou conluio e que, quando analisado o mérito, a justiça será feita mais uma vez.

A suspensão do contrato suspeito num primeiríssimo momento prova que o meu governo foi absolutamente contrário à referida inspeção veicular e agiu com presteza evitando cobranças indevidas aos cidadãos.

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sábado - 25/05/2019 - 17:40h
TRE/RN

Juiz federal ocupa função na Justiça Eleitoral do RN

Dias: biênio no TRE/RN (Foto: JFRN)

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) elegeu o juiz federal Carlos Wagner Dias Ferreira como novo membro efetivo da Corte Eleitoral do RN, para o cargo de Juiz Federal.

Assume a função durante o biênio 2019-2021.

Atualmente, a vaga é ocupada pelo juiz Francisco Glauber Pessoa Alves, que encerra o seu biênio no dia 18 de julho de 2019 e, conforme procedimento previsto, passa a atuar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) como membro substituto no período 2019-2021.

Recentemente, ele foi eleito Diretor do Foro da Justiça Federal do RN (JFRN), na função de gerenciar a Casa.

Além disso, atua como professor na Universidade Federal no Rio Grande do Norte (UFRN).

Com informações do TRE/RN.

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quarta-feira - 27/03/2019 - 19:50h
JFRN

Judiciário define dirigentes de foros no estado

Wagner: JFRN (Foto: divulgação)

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) elegeu o Juiz Federal Carlos Wagner Dias Ferreira, integrante da Turma Recursal da Seção Judiciária, como o novo diretor do Foro da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN).

O vice-diretor eleito foi o Juiz Federal José Carlos Dantas Teixeira de Souza, titular da 3ª Vara.

Eles serão empossados em abril para o biênio 2019/2020.

O magistrado Carlos Wagner sucede o Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino, que durante os últimos quatro anos dirigiu a JFRN.

O TRF5 já definiu os novos diretores das Subseções do Judiciário Federal. Em Mossoró será o Juiz Federal Orlan Donato. Já na Subseção de Caicó a Juíza Federal Sophia Nóbrega permanecerá na direção.

Em Assu, a gestão permanece com o magistrado Arnaldo Pereira. Na Subseção de Ceará-Mirim, o Juiz Federal Hallison Bezerra permanecerá como diretor.

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sábado - 09/03/2019 - 07:46h
Política

Os conselheiros de Ezequiel

Ezequiel: equipe (Foto: Canindé Soares)

Do Território Livre (Laurita Arruda)

Reeleito presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) inicia o novo mandato com três novos auxiliares de peso: a ex-deputada Larissa Rosado (PSDB), a ex-supersecretária Tatiana Mendes Cunha e Fernando Resende Filho.

Os dois últimos com ampla experiência jurídica.

Tatiana na advocacia pública e privada.

Resende no Tribunal Regional Federal (TRF) – 5ª Região e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde assessorou o ministro Ribeiro Dantas.

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terça-feira - 26/02/2019 - 15:26h
TRF5

“Vício processual” anula sentença contra Sandra e outros réus

HMAC/CSDR é o foco da polêmica que virou processo anulado hoje no TRF5 em Recife (Foto: HMAC)

A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, com sede Recife-PE, acaba de anular sentença condenatória contra a vereadora e ex-deputada federal mossoroense Sandra Rosado (PSDB) e outros quatro réus. A decisão foi à unanimidade, em sessão à tarde desta terça-feira (26).

Relator da matéria, o desembargador Lázaro Guimarães acolheu arrazoado da defesa que apontava para a existência de “vício processual” insanável na sentença em primeiro grau, prolatada pelo juiz da 8ª Vara Federal de Mossoró, Orlan Donato Rocha (veja AQUI), em 10 de maio de 2017. Houve “nulidade absoluta” da decisão anterior, ou seja, integralmente.

Lázaro Guimarães foi acompanhado no voto pelos demais componentes da Quarta Turma, desembargadores Rubens Canuto e Élio Siqueira.

A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) apontava que a partir de emenda orçamentária de Sandra Rosado na Câmara Federal, no exercício de 2002, teria ficado materializado “um conluio” para desvio de R$ 719.779,00 de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). A verba era destinada à Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) e Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), administrados pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) – controlada pelo grupo familiar da parlamentar.

Emenda em 2002

A defesa de Sandra e outros réus, feita pelo advogado Marcos Lanuce, já tinha assinalado na primeira instância (8ª Vara Federal) que ela não poderia ser tratada como ré. Apontara que à época do manejo da emenda, “a parlamentar tinha mandato na Assembleia Legislativa e não na Câmara Federal. Isso estava bastante claro”, comentou o advogado há poucos minutos em entrevista ao Blog Carlos Santos.

A emenda na verdade tinha sido alocada pelo então deputado federal Laíre Rosado (então no PMDB), marido de Sandra, que em 2002 não tentou a reeleição. Ele foi candidato a vice-governador na chapa de Fernando Freire (PPB), sendo derrotado pela chapa Wilma de Faria (PSB)-Antônio Jácome (PSB). Já Sandra concorreu à Câmara Federal, só assumindo mandato em fevereiro de 2003.

Sandra tinha sido condenada a nove anos e dois meses de prisão. Os demais condenados em primeira instância, que a exemplo dela foram beneficiados pelo julgamento de hoje, são Maria Goreti Melo Freitas Martins – 8 anos e 6 meses de prisão em regime fechado; Manuel Alves do Nascimento Filho – 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado; Cláudio Montenegro Coelho de Albuquerque – 7 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto; e Francisco de Andrade Silva Filho – 4 anos em regime aberto.

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terça-feira - 26/02/2019 - 12:06h
Apelação

Ex-deputada federal tem julgamento decisivo no TRF5 hoje

TRF 5 fica em Recife-PE (Foto: TRF5)

É nesta terça-feira (26), às 13h30 em Recife-PE, o julgamento do processo sob o número 0000877-53.2015.4.05.8401, na Quarta Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região.

A demanda trata de apelação à condenação em primeiro grau da vereadora e ex-deputada federal mossoroense Sandra Rosado (PSDB), além de outros quatro réus.

A parlamentar mossoroense foi condenada a 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado, pelo juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal de Mossoró.

Os autos discorrem sobre suposto desvio no valor de R$ 719.779,00 de recursos federais destinados à Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), à época em que Sandra era deputada federal. Sua família controlava essa entidade mantenedora da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

A Apamim (CSDR/HMAC) está sob intervenção federal desde setembro de 2014.

Veja mais detalhes sobre o caso e processo clicando AQUI.

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sexta-feira - 31/08/2018 - 17:14h
Luiz Alberto Gurgel de Faria

Ministro do STJ dá aula em Natal sobre Direito Constitucional

Os alunos do curso de pós-graduação em Direito Constitucional da Escola da Assembleia tiveram uma aula especial nesta sexta-feira (31). O magistrado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luiz Alberto Gurgel de Faria esteve em Natal para ministrar a disciplina “Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na Ordem Jurídica Brasileira”.

Luiz Alberto Gurgel de Faria (Foto: AL)

No encontro com os alunos, que ocorreu na sede da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN), o ministro enalteceu a iniciativa da Escola da Assembleia em promover o intercâmbio com a Escola da Magistratura Federal, da qual Gurgel de Faria faz parte.

Troca de experiências

“Com certeza, é uma excelente oportunidade para a troca de experiências e colaboração para a discussão acerca do Judiciário”, disse o ministro.

Fazendo parte do STJ desde 2014, depois de atuar por 14 anos como desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), o ministro – de origem potiguar – disse que o Judiciário passa por momentos de grande visibilidade e, com isso, também de muitos questionamentos quanto à atuação. Trouxe casos específicos analisados no STJ, inclusive dois dos quais ele foi o relator.

A intenção foi usar os exemplos para colaborar com o aprendizado dos alunos.

Com informações da AL.

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quinta-feira - 22/02/2018 - 14:10h
O outro lado

Defesa do vereador Alex Moacir se pronuncia sobre matéria

Em relação a matéria intitulada ‘TRF-5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim‘, o advogado Marcos Lanuce (que defende os interesses do vereador Alex Moacir, tem os seguintes esclarecimentos:

O vereador foi condenado em primeiro grau de jurisdição, por improbidade administrativa, no processo 1937, tendo o Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, no final do ano de 2016, reformada a referida decisão, no sentido de absolver Alex Moacir.

Da mesma forma, houve condenação no processo 944, porém, de idêntica forma, o Vereador foi absolvido pelo TRF, desta feita o acórdão foi publicado em outubro de 2017.

O julgamento ocorrido no dia de hoje (quinta-feira, 22), é referente aos embargos de declaração, propostos em face do acórdão aqui referido, sem nenhuma menção ao vereador Alex Moacir.

Repisando: em ambos os processos o vereador foi absolvido das condenações que lhes foram imputadas, pelo magistrado de primeiro grau.

A defesa do vereador, tinha plena consciência que não se poderia perdurar as decisões condenatórias, considerando que não houve nenhum ato ilícito praticado por Alex Moacir, quando de sua estada na prestação de serviços, junto a Fundação Vingt Rosado.

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quinta-feira - 22/02/2018 - 08:50h
Em Recife

TRF5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim

Alex Moacir e Francisco Andrade Filho são os principais implicados, já condenados em primeiro grau

A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) tem em pauta para as 9 horas de hoje (quinta-feira, 22), em sua sede em Recife-PE), processo sob o número RN – 2008.84.01.000944-0. Nele, há sentença – com recurso – prolatada pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal (Mossoró), Orlan Donato Rocha.

Os principais implicados (condenados em primeiro grau) são o vereador Alex Moacir (MDB) e o comerciante e ex-genro da vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) Francisco de Andrade Silva Filho. O primeiro pode até perder o mandato, como uma das sanções; o segundo, se não reverter condenação vai ressarcir União em quase R$ 800 mil reais.

Andrade (comerciante) e o vereador Alex Moacir são nomes implicados no julgamento que deve ocorrer hoje (Foto: arquivo)

O ex-deputado federal Laíre Rosado Filho (PSB) teve extinção de processo quanto ao seu envolvimento, “em face do reconhecimento da prescrição” (a Justiça perdeu tempo para eventual punição do réu). Em vários outros processos ocorreram a mesma situação favorável ao ex-parlamentar mossoroense, marido da vereadora Sandra Rosado.

Apamim

Eles estão envolvidos – segundo os autos processuais – em desvio de recursos públicos federais, atrelados à Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM). A instituição filantrópica está em intervenção federal desde setembro de 2014.

O relator do processo no TRF5 é o desembargador Roberto Machado.

Alex Moacir foi condenado à “perda do valor acrescido ilicitamente ao patrimônio, no montante de R$ 202,21 (duzentos e dois reais e vinte e um centavos), que deverá ser integralmente ressarcido; suspensão dos direitos políticos por 8 (oito) anos; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, também pelo prazo de 5 (cinco) anos”.

Francisco Andrade teve condenação “à perda do valor acrescido ilicitamente ao patrimônio, no montante de R$ R$ 50.499,83 (cinquenta mil, quatrocentos e noventa e nove reais e oitenta e três centavos), que deverá ser integralmente ressarcido; ressarcimento integral do valor de R$ 734.625,60 (setecentos e trinta e quatro mil, seiscentos e vinte e cinco reais e sessenta centavos), relativos à perda patrimonial decorrente da conduta ímproba do réu; suspensão dos direitos políticos por 10 (dez) anos; pagamento de multa civil de duas vezes o valor encontrado após a soma do enriquecimento ilícito com a perda patrimonial; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, também pelo prazo de 10 (dez) anos.

O juiz Orlan Dantas Donato prolatou a sentença no dia 15 de outubro de 2014. Cinco réus foram absolvidos e outros seis foram condenados.

Leia também: Processo sobre condenação de Sandra Rosado não é julgado.

Defesa de Alex Moacir se pronuncia

P.S – 13h50 – Em relação a matéria intitulada ‘TRF-5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim‘, o advogado Marcos Lanuce (que defende os interesses do vereador Alex Moacir), tem os seguintes esclarecimentos:

O vereador foi condenado em primeiro grau de jurisdição, por improbidade administrativa, no processo 1937, tendo o TRF, no final do ano de 2016, reformada a referida decisão, no sentido de absolver Alex Moacir.

Da mesma forma, houve condenação no processo 944, porém, de idêntica forma, o Vereador foi absolvido pelo TRF, desta feita o acórdão foi publicado em outubro de 2017.

O julgamento ocorrido no dia de hj, é referente aos embargos de declaração, propostos em face do acórdão aqui referido, sem nenhuma menção ao vereador Alex Moacir.

Repisando, em ambos os processos o vereador foi absolvido das condenações que lhes foram imputadas, pelo magistrado de primeiro grau.

A defesa do vereador, tinha plena consciência que não se poderia perdurar as decisões condenatórias, considerando que não houve nenhum ato ilícito praticado por Alex Moacir, quando de sua estada na prestação de serviços, junto a Fundação Vingt Rosado.

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quinta-feira - 21/12/2017 - 15:27h
Corrupção

Deputado Tomba Farias é denunciado pelo MPF

Tomba é deputado estadual (Foto: AL)

O pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o deputado estadual do Rio Grande do Norte Luiz Antonio Lourenço de Farias, mais conhecido como “Tomba Farias” (PSB). Ele é acusado de ter homologado licitação com preços superfaturados e autorizado execução de obra pública em área privada quando foi prefeito de Santa Cruz (RN).

Com a decisão do TRF5, o deputado responderá a ação penal pelos crimes de desvio de recursos públicos e peculato de uso, junto com o empresário Jeová Carneiro Alves e o fazendeiro Juarez Pontes de Souza.

Perda de cargo público

Os três réus responderão por desvio de recursos e peculato de uso de bem público, crimes previstos no art. 1º, incisos I e II do Decreto-Lei nº 201/67. O processo terá prosseguimento e será julgado pelo TRF5.

Se condenados, os acusados poderão receber pena de reclusão, de dois a doze anos, além de perder o cargo público (no caso do deputado estadual) e tornarem-se inabilitados, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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segunda-feira - 23/10/2017 - 16:12h
TRF5

Condenação de Sandra Rosado pode ser julgada em novembro

Vereadora e ex-deputada tem nove anos e dois meses de prisão decididos em primeiro grau em Mossoró

Está em tramitação no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com sede em Recife, o processo sob o número 0000878-38.2015.4.05.8401, que trata de condenação da atual vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) a 9 anos e dois meses de prisão.

Desembargador Lázaro Guimarães: decisão (Foto: TRF5)

A demanda tem a relatoria do desembargador Lázaro Guimarães. Há possibilidade de que ele leve seu voto à pauta do TRF5 até o final do próximo mês de novembro. Isso,  se não houver qualquer ‘contratempo’.

O processo deu entrada nessa corte no dia 23 de maio deste ano, às 15h01.

Em primeiro grau, a sentença condenatória que atingiu Sandra e mais quatro pessoas, como seu ex-genro Francisco de Andrade Silva Filho, foi prolatada pelo juiz titular da 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró, Orlan Donato Rocha, no dia 10 de maio deste ano.

Inocentes

Na mesma decisão, o magistrado inocentou mais cinco pessoas.

Sandra Rosado e os demais réus foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF/RN) em 17 de dezembro de 2015. Segundo narrativa do MPF, sofisisticado esquema foi montado “para apropriar-se indevidamente de recursos repassados pela União (Convênio nº 1782/2003-FNS – SIAFI nº 495578) para APAMIM – Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró, no valor de R$ 719.779,00”.

Leia também: Sandra Rosado tem condenação a 9 anos e dois meses de prisão AQUI;

Leia também: Ação penal coloca Sandra, Laíre e Larissa em novo julgamento AQUI;

Leia também: Sandra Rosado garante em plenário que provará inocência AQUI.

Lázaro Guimarães é natural de Salvador e ingressou na Justiça Federal em 1982. Em 1989, foi nomeado desembargador do TRF5. Já atuou em cinco estados pela Justiça Federal e foi membro do Conselho da Justiça Federal.

No último dia 3, o desembargador Lázaro Guimarães completou provisoriamente a composição do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília, em razão da posse do ministro Raul Araújo no cargo de corregedor-geral da Justiça Federal.

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quinta-feira - 14/09/2017 - 12:32h
Novo habeas corpus

Desembargador aposentado deve ser libertado ainda hoje

O desembargador aposentado Francisco Barros Dias, preso desde o último dia 30 no rastro da “Operação Alcmeón”, sob a acusação de venda de sentenças judiciais e exercício irregular da advocacia, deverá ganhar liberdade ainda hoje (quinta-feira, 14).

Barros: outro HC (Foto: cedida)

Ele está preso no comando da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em Natal.

A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) acatou o segundo pedido de habeas corpus – 0808593-13.2017.4.05.0000 – em favor de Barros Dias. O relator da matéria na 3ª Turma foi o desembargador federal Carlos Rebêlo Júnior.

A matéria deriva da decisão de prisão preventiva tomada em primeiro grau, pelo juiz titular da 2ª Vara Federal com sede em Natal, Mário Jambo.

Primeiro Habeas Corpus

Na terça-feira (12), Barros Dias já obtivera um habeas corpus. A 2ª Turma do TRF 5 acatou o pedido sob o número 0808603-57.2017.4.05.0000, mas sua prisão preventiva – decretada na 14ª Vara Federal – foi mantida justamente em face da existência dessa outra demanda.

O relator foi o desembargador federal Leonardo Carvalho, que a exemplo de Carlos Rabêlo Júnior, deu voto favorável à soltura.

Os advogados de Barros Dias já tinham tentado sua liberdade na Justiça Federal do RN (JFRN), em Natal, sem sucesso. Os juízes que decretaram sua prisão a pedido do Ministério Público Federal (MPF), Mário Jambo e Francisco Eduardo Guimarães Farias (14ª Vara), negaram a pretensão.

Conheça o caso:

Leia também: Barros Dias segue preso à espera de outro habeas corpus AQUI;

Leia também: Desembargador aposentado obtém habeas corpus no TRF5 AQUI;

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terça-feira - 12/09/2017 - 19:26h
Recife-PE

Desembargador aposentado obtém habeas corpus no TRF5

O desembargador aposentados Francisco Barros Dias, preso na “Operação Alcmeón”, conseguiu habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com sede em Recife-PE.

Seu mandado de segurança com pedido de habeas corpus foi acatado.

O  Habeas Corpus 0808603-57.2017.4.05.0000, contra a decisão da 14ª Vara Federal da Justiça Federal do RN (JFRN), foi distribuído à 2ª Turma do TRF 5, sendo Relator o Desembargador Federal Leonardo Carvalho.

Ele está preso, preventivamente, desde o último dia 30.

Depois traremos mais detalhes.

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quarta-feira - 30/08/2017 - 08:30h
Operação Alcmeón

Grupo chegava a cobrar R$ 350 mil por decisões na Justiça

De acordo com a Polícia Federal, os principais clientes do grupo criminoso alcançado hoje em Recife, Natal e Mossoró pela “Operação Alcmeón”, eram políticos e outros condenados em primeira instância. Essas pessoas negociavam votos em sentenças criminais para terem decisões favoráveis no âmbito do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com sede em Recife-PE.

TRF da 5ª Região é sediado em Recife (Pernambuco) e é epicentro das investigações (Foto: arquivo)

Segundo as investigações, o grupo cobrava em média 350 mil reais pelos serviços.

“Em um caso específico, a pena de um ex-prefeito, que era de 28 anos de reclusão, foi reduzida para dois anos e oito meses, e substituída por restritiva de direito”, informou a PF em comunicado.

O esquema foi descoberto após acordo de delação premiada de um empresário que relatou situações em que teria obtido benefícios por meio do grupo criminoso, após ter prisão decretada e bens apreendidos durante uma operação policial.

Lava Jato também

“As ações do grupo indicariam também o cometimento de delitos de exploração de prestígio em vários processos em trâmite no Tribunal, inclusive processos relacionados à Operação Lava Jato”, acrescentou a PF.

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região é responsável por julgar recursos da primeira instância da Justiça Federal, entre outras ações, nos Estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O TRF é composto por 15 desembargadores federais e possui como instâncias de julgamento o Pleno, do qual participam todos os integrantes, e quatro Turmas, das quais participam 12 desembargadores, sendo três em cada.

Com informações da PF, revista Exame e Blog Carlos Santos.

Leia também: MPF e PF fazem operação em Recife, Natal e Mossoró agora AQUI.

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quarta-feira - 30/08/2017 - 07:50h
Operação Alcmeón

MPF e PF fazem operação em Recife, Natal e Mossoró agora

O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal deflagraram, na manhã desta quarta-feira (30), a Operação Alcmeón, cumprindo dois mandados de prisão preventiva, oito de condução coercitiva e 13 de busca e apreensão no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. As medidas foram determinadas pela 2ª e 14ª varas federais do Rio Grande do Norte e se referem a dois inquéritos distintos.

O primeiro caso trata da possível compra e venda de votos de desembargadores federais (um falecido e outro aposentado) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), localizado em Recife, para análise de um habeas corpus e de um mandado de segurança julgados pelo tribunal no ano de 2012, no âmbito da Operação Pecado Capital.

Essa operação apurou um esquema de desvio de recursos federais repassados pelo Inmetro ao Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte – Ipem/RN.

Também tem relação com a “Operação Salt”, que eclodiu em Mossoró, envolvendo esquema empresarial de sonegação de impostos e outros crimes, tendo como principal nome o empresário Edvaldo Fagundes

Recife, Natal e Mossoró são locais de desenvolvimento da operação, com participação de cerca de 70 policiais federais

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Com informações do Ministério Público Federal e Blog Carlos Santos

Nota do Blog – A divulgação oficial da notícia não traz os nomes dos envolvidos. Por quê?

Porque os envolvidos são “bacanas”?

Francamente!

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segunda-feira - 22/05/2017 - 10:03h
Improbidade, Leniência e Compliance

Desembargador emérito Barros Dias fará curso em Mossoró

Dias: curso importante (Foto: divulgação)

Acontecerá em Mossoró nos próximos dias 26 e 27, no Auditório Padre Sátiro Cavalcanti Dantas, do Centro de Estudos Jurídicos Juxta Legem, o curso sobre “Improbidade, Leniência e Compliance”.

Será desenvolvido pelo desembargador federal emérito do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF/5ª Região), professor-advogado Francisco Barros Dias. No dia 26 (sexta-feira), das 19h às 22h; no dia 27 (sábado), das 8h30 às 12h30. Carga horária de 10 horas.

O curso se destina a todos os profissionais do direito como advogados, juízes, promotores, estudantes de direito, assessores jurídicos da área empresarial e dos órgãos públicos.

Destaque

O tema central do curso é de grande relevância na atualidade. “Também deve ser destacado que os profissionais do direito que lidam com a área empresarial e na administração pública, necessitam, impreterivelmente, dominar esses assuntos no momento em que vivemos, dado o seu destaque no dia-a-dia”, assinala Barros Dias.

Saiba mais detalhes (como inscrição) clicando diretamente na página da Lato Sensu – Escola Jurídica (AQUI).

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terça-feira - 20/09/2016 - 22:24h
Tribunal Regional Federal

Tribunal condena prefeito a perda de cargo municipal

Ao julgar ação penal proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) condenou o atual prefeito do município de Venha Ver (RN), Expedito Salviano, à perda do cargo, por desvio de verbas públicas federais destinadas à habitação popular.

Salviano: vários mandatos (Foto: Web)

No mesmo processo, também foi condenado o engenheiro civil Antônio Carneiro Filho, sócio da empresa Concreto Projetos e Construções Ltda. Ambos receberam pena de dois anos e três meses de reclusão – substituída por prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas e prestação pecuniária – e tornaram-se inabilitados para o exercício de função ou cargo público, pelo prazo de cinco anos.

Expedito Salviano está exercendo seu quarto mandato como prefeito de Venha Ver. Em 2002, quando chefiava pela segunda vez o Poder Executivo daquele município, ele firmou um convênio com o Ministério da Integração Nacional, que tinha por objetivo a construção de 15 casas na zona rural.

Os recursos federais – na soma total de cem mil reais, em valores da época – foram repassados ao município em dezembro de 2002. O prefeito efetuou o pagamento pelas obras, mas nenhuma das unidades habitacionais foi concluída, conforme demonstrado por fotografias das casas e depoimentos dos habitantes que deveriam ter recebido os imóveis.

Algumas foram entregues inacabadas – faltando piso, portas, janelas, instalações elétricas e hidráulicas – e outras sequer tiveram a construção iniciada.

Saiba mais detalhes AQUI.

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