sexta-feira - 15/03/2013 - 20:30h
UBS Liberdade II

População sofre com ausência de médico

Unidade Básica de Saúde Bernadete Bezerra de Souza Ramos (UBS), em Mossoró, convive com falta de médico para atendimento regular ao cidadão que precisa de seus serviços.

Uma coisa, no entanto, não se deve reclamar. Da falta de cartaz para informar que não haverá atendimento.

Os demais profissionais da UBS Bernadete Bezerra Souza Ramos têm, entre seus afazeres, um que já se tornou quase uma obrigação: produzir escritos informando a ausência dos médicos que deveriam atender naquela UBS.

Nota do Blog – A prefeita Cláudia Regina (DEM) certamente não deve estar ciente desse problema nem será conivente, se não existir explicação (justificativa, é o certo) para essa distorção.

A UBS em questão fica no conjunto Liberdade II.

A propósito, esse problema não é novo. Remonta ainda ao período de gestão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Veja essa postagem do Blog no dia 14 de  junho de 2011 AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quinta-feira - 16/06/2011 - 23:21h
Voz cidadã

Denunciante reforça perfil de abandono da saúde em Mossoró

Caro Carlos Santos, e demais participantes do debate sobre a denúncia que fiz sobre a falta de atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Liberdade II, em Mossoró (AQUI):

Achei por demais salutar o confronto de ideias, posturas, afirmações e revelações. Sobre as declarações da odontóloga Emiliana Cavalcanti, elas talvez atendam ao meu desejo de dialética enquanto cidadão, mas não satisfazem às minhas necessidades enquanto usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).

Nunca fui leviano em quaisquer das atividades que exerci ou exerço, seja como professor, jornalista ou estudante. Jamais incorreria na estultice de tentar induzir um profissional sério como Carlos Santos a erro.

Aliás, seria burrice de minha parte achar que isso seria possível.

Não quis atingir imagem de ninguém (atualmente, infelizmente, vem se criando uma indústria do dano moral, em que tudo é pretexto para se buscar indenização no pretório, embora, ressalte-se, entenda eu que todos devem buscar da melhor forma e da maneira que mais lhe compraz, a reparação ao direito pessoal/patrimonial/moral que julga ter sido ferido).

Mas atentemos: que direito foi desrespeitado do cidadão que, por pelo menos 4 vezes, procurou aquela unidade de saúde e se deparou com o cartaz avisando que não teve/teria fichas a serem distribuídas? Mais: que mecanismos há para controlar/verificar/atestar que um médico que deixou a unidade de saúde sob a alegativa de atender um paciente na casa deste está mesmo nesse atendimento?

Não abro mão do princípio da presunção da inocência nem para quem acho indigno dela, mas como alguns médicos estão sempre trabalhando e a população está sempre sem atendimento, há no mínimo uma conta que não fecha.

Como disse, não foram poucas as vezes em que é exposto o cartaz com o aviso citado. E, tão ruim quanto o não-atendimento, é a falta de informação. Quando há uma justificativa plausível, todos entendem.

A direção da UBS teve/teria coragem de apontar a falta dos médicos quando estes não comparecem à UBS e não têm uma justificativa legal para tal ausência?

Alguém já se perguntou por que as demandas na UPA´s são tão crescentes? Será que é tudo urgência e/ou emergência, ou as pessoas têm ido à UPA porque algumas UBS´s, como a do Liberdade II, estão sempre com algum/alguns médico(s) impedido(s) de prestar atendimento à população?

Para encerrar: o médico que dá plantão na UPA na noite anterior à manhã em que deveria dar expediente na UBS está desincumbido dessa segunda labuta matinal, embora receba por ambas?

P.S: sobre os nomes dos médicos envolvidos ou não na celeuma, não os escolhi, apenas reproduzi o que estava no cartaz que, infelizmente, não apontava o motivo da ausência de quaisquer dos profissionais ausentes ao trabalho naquele dia.

Márcio Alexandre – Professor, jornalista e estudante

Nota do Blog – Ministério Público, por favor entre no caso específico. É possível que muitas das perguntas de Márcio e de outros cidadãos encontrem respostas, em vez do silêncio que não inocenta ou o rugir que não se explica.

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Categoria(s): E-mail do Webleitor
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